Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
Marabá

Toni Cunha anuncia sua desfiliação do Rede Sustentabilidade

O vice-prefeito de Marabá, em nota, afirma que ainda não tem um novo partido já escolhido para se filiar

Fundador do partido em Marabá, em 2016, o vice-prefeito de Marabá, Toni Cunha, anunciou hoje (14) sua desfiliação do Rede Sustentabilidade. Confira a nota onde Toni Cunha explica os motivos da decisão:

“Quando decidi me afastar das atividades do cargo de Delegado de Polícia Federal e lutar pela sociedade em uma outra trincheira, iniciando uma vida político partidária, sem nunca antes ter sido filiado a um partido político, poderia trilhar o caminho mais fácil, embora legítimo, de me filiar a um partido já constituído. Contudo, como sempre em minha vida, nunca fui adepto de soluções mais fáceis, apenas por conveniência e com ausência de conteúdo.

Decidi, e assim continuará a ser, buscar um caminho próprio, com liberdade e independência, mesmo que bem mais difícil.

Com este espírito, junto com uma dezena de pessoas, fundamos o partido Rede Sustentabilidade. E foi assim que disputei e venci, junto com muitos apoiadores importantes e o atual prefeito de Marabá/PA, minha primeira eleição.

Sem dúvidas, a escolha pelo novíssimo partido se deu pelo desejo de construir uma nova história partidária, bem como pelo exemplo de uma grande e admirável mulher, chamada Marina Silva, prova viva de que é possível quebrar barreiras e defender os interesses mais nobres da coletividade, sem negociar princípios.

Entretanto, já naquela eleição, a precária, ultrapassada e injusta legislação partidária já anunciava que seria difícil sedimentar a estrutura partidária no Estado do Pará e no Brasil e não poderíamos errar. O partido no Brasil poderá se desenvolver, mas não há como permitir grandes avanços diante das constantes imposições limitadoras, haja vista alterações pontuais na legislação (algumas até defensáveis) para a sua permanência definitiva no cenário político.

No Pará, infelizmente, por uma série de dificuldades naturais e, fundamentalmente, por conta da defesa de interesses eleitorais e pessoais de quem deveria unir e liderar; o partido foi estagnado durante anos cruciais, tornando-o praticamente inviabilizado pelo avançado estágio do tempo, no que se refere às disputas eleitorais de 2018 e futuras, por conta de regras abusivas da legislação eleitoral. Constatei, na prática, o que já se anunciava pela ausência de uma reforma política e partidária de essência, ampla. Entendi, o que já imaginava, que os partidos brasileiros, salvo poucas exceções que não conseguem avançar, estão corroídos por interesses de ocasião, não havendo como preservar suas bases ideológicas, como já disse, sem uma reforma política e partidária.

Neste sentido; com o objetivo de seguir no caminho da defesa dos interesses da coletividade; comunico, por dever de transparência, minha desfiliação partidária da Rede Sustentabilidade.

Aos filiados que permanecerão, desejo sorte e que o partido, pelo qual continuaremos a ter respeito e carinho, possa encontrar o rumo de sua consolidação. Agradeço, também, o desejo de correligionários de lançar meu nome para disputas majoritárias pelo partido em 2018 em nosso Estado do Pará, mas entendo que, no momento, é preciso palmear os caminhos com equilíbrio, responsabilidade e planejamento.

Às pessoas que acreditam em nossos propósitos, reafirmo a continuidade na luta para defender, com vigor e justiça, os interesses legítimos da população.

Com relação à nossa nova casa partidária, buscaremos àquela que nos permita condições reais para continuar, preservando nossos princípios e a luta por uma sociedade cada vez mais justa e fraterna.”

Forte abraço!

TONI CUNHA SÁ

Marabá

Comissão da Câmara Federal promove seminário em Marabá para discutir novos municípios

Para que o processo seja iniciado, será preciso que ao menos 20% dos eleitores residentes na área geográfica que queira se emancipar requeiram a alteração junto à ALEPA

Regulamentar a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios é o que propõe o Projeto de Lei Complementar (PLP) 137/2015 da Câmara Federal. O texto será debatido durante seminário da comissão especial, que analisa a matéria e projetos apensados, em Marabá, na próxima quinta-feira, 15 de março. O evento será realizado na Câmara Municipal de Marabá, a partir das 9 horas.

De acordo com o PLP, para que o processo seja iniciado, será preciso que ao menos 20% dos eleitores residentes na área geográfica que queira se emancipar ou desmembrar e 3% dos eleitores residentes em cada Município envolvido na fusão ou incorporação requeiram a alteração junto à Assembleia Legislativa do respectivo Estado. A base de cálculo dos eleitores residentes será o cadastro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) referente ao número total de eleitores cadastrados na última eleição.

O evento atende ao pedido do presidente do colegiado, deputado Hélio Leite (DEM-PA). Ele acredita que o processo de criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios ficou burocrático e difícil após a promulgação da Emenda Constitucional 15/1996. “Passou de algo permissível demais para uma norma burocrática demais”, destaca o parlamentar. Antes da EC, a prerrogativa era dos Estados, agora é competência da União.

“O que se busca é perceber toda peculiaridade da população brasileira, suas diferenças e necessidades, para tornar mais flexível essa norma, o que irá solucionar os diversos gargalos enfrentados por falta de independência administrativa de diversos distritos brasileiros”, disse Leite.

Na comissão que trata do tema na Assembleia Legislativa do Pará, há 54 projetos em tramitação pedindo pela criação de novas cidades e a estimativa é de que pelo menos 25 tenham condições de ser emancipados. Em Marabá, há cinco distritos com projetos emancipacionistas.

Manifestação

Manifestantes ocupam Prefeitura de Tucuruí para pedir cassação de Artur Brito

Manifestantes ocuparam o prédio do executivo às 6h da manhã e após quatro horas de ocupação foram recebidos pelo prefeito Bena Navegantes e membros do governo

Integrantes do Movimento Justiça e Paz ocuparam na manhã desta terça-feira (16) o prédio da Prefeitura de Tucuruí para pressionar as autoridades do Judiciário, Legislativo e do Executivo para que dê prosseguimento e concluam as investigações sobre o assassinato do prefeito Jones Willian, executado a tiros em julho do ano passado.

Os manifestantes exigiam ainda a cassação do prefeito afastado Artur Brito e o indiciamento e a prisão de todos os envolvidos no crime que chocou a população.

Os manifestantes ocuparam o prédio do executivo às 6h da manhã e após quatro horas de ocupação, foram recebidos pelo prefeito Bena Navegantes e membros do governo. O prefeito enfatizou que o governo está à disposição das comunidades e lideranças para atender as demandas, mas não tem poder para decidir sobre investigações criminais e a cassação do prefeito afastado e que cabe ao Legislativo municipal realizar nova sessão extraordinária para cassar ou não o mandato de Artur Brito, abrindo assim a possibilidade de realização de novas eleições.

A Câmara Municipal retorna do recesso em 15 de fevereiro e o presidente da CMT, Rony Santos, reuniu com os membros da comissão para deliberar sobre o processo de cassação do prefeito afastado Artur Brito. Participaram da reunião no gabinete do prefeito Bena Navegantes, os secretários Hernandes Vaz, de Desenvolvimento Econômico, Pedro Paulo Barata, de Apoio a Segurança Pública, José Vieira, de Desenvolvimento Rural, e Tony Navegantes, Chefe de Gabinete.

Fotos Aldeney Moraes

Tucuruí

Prefeito em exercício de Tucuruí também está ameaçado de morte

Denuncia vem em forma de áudio do Secretário de Apoio à Segurança que tem circulado pelo Whatsapp

Em áudio que circula por diversos grupos de Whatsapp, o Secretário de Apoio à Segurança, Coronel Pedro Paulo Barata, denunciou que o grupo político que assumiu o poder municipal, logo após o assassinato de Jones William, se reuniu na casa do prefeito afastado, Artur Brito, onde teria sido planejado “bater” no prefeito em exercício.

O Coronel Barata também afirma que outro grupo menor faz ameaça de morte ao atual prefeito, Benedito Joaquim Campos Couto, o Bena Navegantes (PROS), que assumiu a prefeitura após o afastamento de Artur Brito.

Artur Brito está afastado pela justiça após pedido feito pelo Ministério Público e pela Câmara Municipal, que investiga diversas denúncias contra Artur em uma CPI, cujo relatório será apresentado ainda essa semana e pode culminar na cassação de Artur Brito.

O Secretário ainda não se pronunciou sobre o teor do áudio veiculado nas redes sociais.

Ouça o áudio em questão:

Política

A imprevisível eleição presidencial brasileira de 2018

Um panorama da eleição presidencial que acontece em 7 de outubro

O Brasil celebra em 7 de outubro sua eleição mais importante e mais imprevisível desde 1989, quando ocorreu a primeira escolha nas urnas de um presidente após o fim da ditadura. A única coisa que se sabe com certeza é que a surpresa daquela eleição, o então líder metalúrgico esquerdista Luiz Inácio Lula da Silva, será também um protagonista da próxima disputa. Não se sabe se Lula, presidente por duas vezes pelo PT e agora recorrendo de uma condenação da Justiça, poderá ser candidato e se, caso não seja, terá, como líder das pesquisas até agora, força para galvanizar apoios em torno do nome que o substituir.

Do lado da centro-direita, também afetada pela Operação Lava Jato, tampouco o panorama é claro. O veterano governador de São Paulo, Geraldo Alckmim, do PSDB, caminha a passos largos para obter a candidatura do seu partido, mas ainda trabalha para obter apoios de mais siglas enquanto tenta vencer sua fragilidade nas pesquisas, especialmente no Nordeste. Há 24 anos no poder do principal Estado do país, tentará conjugar o sentimento anti-Lula com algum aceno de política social num país em que 70% do eleitorado tem renda familiar de até 2 salários mínimos. Não é tarefa fácil, já que parte do apoio entre investidores e empresários depende do endosso de Alckmin a indigestas reformas, como a da Previdência.

Sem falar que Alckmin – ou quem quer que ocupe seu lugar no espectro político- terá pela primeira vez um adversário não só à esquerda, mas também à direita. A novidade da eleição até o momento é o surgimento da candidatura isolada de extrema direita do deputado e militar reformado Jair Bolsonaro, que aparece em segundo lugar nas pesquisas baseada na pregação contra Lula e até na licença para matar para policiais, um discurso de apelo em um país onde a violência urbana alcança níveis alarmantes. Bolsonaro, por sua vez, terá de provar que sua força eleitoral, é sustentável e perene, o que a maioria dos analistas duvida.

Seja como for, na crise profunda de credibilidade da classe política atual, não se descarta que gente de fora destes citados venham a surgir. No Brasil, o clichê repetido é que tudo só se define mesmo é na campanha da TV, nas quais os candidatos têm tempo gratuito para se vender aos eleitores de acordo com os apoios partidários que consigam obter. Na divisão do tempo na TV, até o apoio do PMDB, um partido à frente de um Governo com recorde de impopularidade, passa a ter peso. Esse panorama, argumentam, costuma cortar o voo de qualquer pessoa de fora. No entanto, com os últimos acontecimentos dentro e fora do país, pode ser que clichês tenham ficado sem validade. Essa será a primeira campanha em que os políticos poderão pagar por propaganda no Facebook, um passo com um potencial imenso e ainda difícil de medir.

O calendário eleitoral já começará, na prática, com tudo neste janeiro. O ano começará com mais um capítulo da novela jurídica de Lula, acusado de ter obtido ganhos pessoais ilícitos como contrapartida por supostamente ter facilitado contratos públicos. Lula já foi condenado em uma das ações pelo juiz Sergio Moro. No dia 24 de janeiro, um tribunal superior vai julgar se confirma ou não a pena. Tudo leva a crer que o ex-presidente deve, sim, ser considerado culpado de novo, o que pela lei que visa tirar os corruptos da política o impediria de concorrer. Ainda assim, resta um longo caminho de contestações judiciais até o Supremo Tribunal Federal e o PT já declarou que vai até o fim para manter Lula na corrida.

Não é uma questão menor: Lula, símbolo de uma era de ouro especialmente para os brasileiros mais pobres, é o favorito isolado nas mais recentes pesquisas, ainda que descontada a efetividade deste tipo de levantamento tantos meses antes das urnas. O instituto Datafolha, de São Paulo, estima que 38% dos eleitores como “lulistas” mais ou menos dispostos a seguir sua indicação. Sem ele na disputa, cresce, por ora, a fatia de brancos e nulos, abrindo ainda mais o campo das incertezas. (El País)

Jacundá

Falta de quórum adia futuro de prefeito afastado para o dia 26

Entre os faltosos, estava a própria relatora do comissão processante

Por Antônio Barroso

A leitura bíblica do Salmo 142 e a oração do “Pai Nosso” demoraram mais que a explicação do Presidente da Câmara Municipal de Jacundá, vereador Lindomar dos Reis Marinho, sobre o motivo de adiar o julgamento do parecer da Comissão Processante que investiga o prefeito afastado José Martins de Melo Filho, o Zé Martins.

Uma nova sessão extraordinária foi publicada às 13h de hoje (22) e convoca os vereadores para o dia 26 de dezembro, às 16h.

Prevista para começar às 11h, a sessão extraordinária convocada no dia de ontem teve início às 11h40, com a presença dos vereadores Clayton Guimarães, Edson Ferreira, Mariza Alves, Neusilene de Souza, Rafael Comin, Raylane dos Santos Soares e Weslimar Mulato, além do próprio presidente do legislativo. Com oito vereadores, a sessão não pôde votar o parecer da Comissão Processante,  era necessária a presença de mais um dos vereadores. Os faltosos foram a própria relatora da Comissão Processante, Marta Costa, Daniel Siqueira Neves, Lane Pinheiro, Tharlles Borges e a surpresa entre os vereadores, José Wilson Faustino que era considerado certo na sessão.

Populares começaram a chegar logo cedo ao prédio do Poder Legislativo e às 10h já não havia espaço na área destinada ao público. Para garantir ordem e segurança, o contingente da Polícia Militar foi reforçado; de acordo com o capitão Rogério Pereira, vinte homens trabalharam na manhã em questão, entres eles um grupo tático e policiais à paisana.

Após a leitura de versículos bíblicos, lidos pela vereadora Raylane Soares, seguida pela oração do “Pai Nosso”, a secretária da mesa diretora, Neusilene Costa fez a lista de presença e passou a palavra ao presidente da casa, que agradeceu a presença dos pares e do público e concluiu: “informo que a matéria nesse sentido não pode ser votada sem a presença mínima de 9 vereadores”.

Saúde

Ex-prefeito de Marabá toma posse esta semana na Atenção Básica do Ministério da Saúde

Portaria nomeando João Salame foi assinada pelo ministro Eliseu Padilha e publicada hoje no DOU

Por Eleutério Gomes – de Marabá

João Salame Neto (PMDB), ex-prefeito de Marabá, é o novo diretor do Departamento de Atenção Básica da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, conforme portaria assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (15).

Ouvido pelo Blog no início da tarde, ele disse que se trata de um cargo de grande importância, pois coordena todas as ações de atenção básica de saúde no País. “Esperamos fazer um bom trabalho nesse importante departamento e intensificar as ações, não só no País, mas com atenção especial voltada para Marabá e regiões sul e sudeste do Pará”, disse Salame.

Ele afirmou que hoje mesmo apresenta a documentação necessária para que a nomeação seja oficializada, o que deve acontecer ainda esta semana.

As atribuições do departamento que será dirigido agora pelo ex-prefeito de Marabá são de fortalecimento às ações mais básicas de saúde nas estruturas dos Estados e municípios. Apesar das dificuldades orçamentárias ora vividas pelo governo federal, Salame espera tornar mais eficientes as ações da atenção básicas, quando tomar posse e começar a trabalhar.

Política

Nova diretoria do PSC em Parauapebas é apresentada pelo vice-governador

Zequinha Marinho anunciou ainda nova meta do partido para filiações no estado

As lideranças do Partido Social Cristão (PSC) em Parauapebas se reuniram na tarde deste sábado (5), no Plenarinho da Câmara Municipal, para participar de uma palestra com o vice-governador Zequinha Marinho, que também é o presidente estadual do partido. Na ocasião, a nova diretoria do PSC Parauapebas foi apresentada.

O vereador Marcelo Parcerinho foi o escolhido para presidente, o professor Pedro Jacques de Oliveira para vice-presidente, Jeremias Gomes Cavalcante para secretário, Valdivino da Silva Linhares para tesoureiro, e Manoel Messias Alves da Silva, Ronam Gomes Pereira Neto e o empresário Magleano Baesse Carvalho são suplentes.

Atualmente, o PSC tem em torno de 30 mil filiados em todo o estado do Pará; o vice-governador apresentou durante o evento a meta do partido para aumentar esse número, no prazo de um ano. “A população brasileira é simpatizante do nosso partido. Defendemos os valores cristãos, temos condições de alcançar a nossa meta, que é de 200 mil filiados”, afirmou Zequinha Marinho.

Quando questionado sobre a ousadia da meta, uma vez que ela aumenta em quase sete vezes o número atual de filiados, o presidente estadual do partido compartilhou que a estratégia é focar por segmento: “vamos dividir isso por etapa e envolver o nosso pessoal de forma que mulheres atraiam mais mulheres, jovens tragam mais jovens. Cada um trabalhando com o seu segmento”.

Zequinha Marinho destacou a importância da cidade na conquista da meta, “Parauapebas tem 150 mil eleitores, 4% disso dá seis mil filiados. Queremos aqui pelo menos 3 mil homens, 1.500 mulheres e 1.500 jovens; essa é a meta mínima para o município. O Marcelo Parcerinho é jovem, é político, é um vereador maduro, está no segundo mandato, tem tarimba e boa relação em toda a cidade. Tenho certeza que ele à frente vai animar os seus colegas para que isso aconteça”.

“É uma grande felicidade retornar à presidência do partido; a primeira vez foi em 2008. Na última eleição, o PSC tirou mais de oito mil votos. Nossa meta, estabelecida pelo diretório estadual, é alcançar seis mil filiados. Acredito muito que é possível alcançarmos esse desafio”, afirmou Marcelo Parcerinho.