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Portos

Projeto “Belém Porto Futuro” será apresentado para a sociedade paraense

Para chegar a este resultado que será apresentado amanhã para a sociedade, diversas oficinas e audiências públicas foram realizadas durante o ano 2016, atendendo um pedido do ministro Helder Barbalho.

No próximo dia 12 de janeiro Belém completa 401 anos, e para presentear a população da cidade será apresentado amanhã (11), o Projeto Belém Porto Futuro, do governo Federal, que representará mais um importante passo para a renovação e recuperação do espaço portuário da capital.

O Projeto consiste diretamente na valorização de duas áreas. Uma é a antiga residência de Miramar, onde a população terá acesso ao Museu de Gastronomia Paraense, além de um Mirante Contemplativo, que apresentará uma nova imagem da cidade.

Já a outra área será a região portuária de Belém, que promoverá a integração do porto com a cidade a partir da criação de um novo pátio de contêineres e píeres para recepcionar moradores e visitantes. O local contará com a criação de um grande parque urbano banhado por um lago contemplativo, que vai abrigar uma praça infantil, área de convivência, área para animais de estimação, central de apoio, espaço saúde e praça de alimentação. A região terá ainda uma Feira Livre, Mercado Municipal, Centro Cultural Paraense, Museu de Arte Moderna, Museu do Círio, escritórios e um amplo estacionamento.

Projeto

O Projeto, que foi lançado em abril de 2016 pelo então ministro de Portos, Helder Barbalho – atual ministro da Integração Nacional-, pretende transformar uma área portuária de aproximadamente  2km em um polo de desenvolvimento da capital, por meio da recuperação da infraestrutura, atração de investimentos, oferta de serviços e geração de emprego e renda.

Para chegar a este resultado que será apresentado amanhã para a sociedade, diversas oficinas e audiências públicas foram realizadas durante o ano 2016, atendendo um pedido do ministro Helder feito no dia do lançamento do Projeto para que tudo fosse pensado e construído com participação direta de  empresários, órgãos públicos e sociedade.

Pará

Leilão de portos do Pará em junho ofertará só 1 dos 6 terminais previstos

O governo decidiu manter o leilão de áreas portuárias no Pará no dia 10 de junho, mas leiloará só um dos seis lotes originalmente previstos: a área destinada à construção de um terminal de fertilizantes em Santarém. Os outros cinco (um em Santarém, um em Barcarena e três em Outeiro) foram retirados do leilão para “aguardar a consolidação de alternativas logísticas de escoamento pelo Arco Norte que já vêm sendo adotadas pelo setor privado, como a utilização de Terminais de Uso Privado (TUPs)”, segundo informou o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. “Neste período, a modelagem dos editais poderá ser reavaliada com o objetivo de tornar a concessão mais atrativa e adequada à demanda.”

A decisão foi tomada um dia depois que o ministro da pasta, Maurício Quintella Lessa, passou o dia reunido com potenciais concessionários para sondar as chances de sucesso do leilão. Segundo o ministério, os empresários se mostraram interessados nos empreendimentos, mas disseram que o momento não é o mais adequado para o leilão, devido a perdas no setor agrícola e ao quadro econômico ainda instável. (Estadão)

Pará

Belém: sociedade conhecerá projeto Porto Futuro

Amanhã, quarta-feira (18), o Projeto Belém Porto Futuro, que visa revitalizar a área portuária de Belém, será apresentado em audição pública a entidades do setor portuário e urbanístico da capital. A proposta foi liderada pelo então ministro dos Portos e atual ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho.

A empresa responsável pelo projeto conceitual, a Geológica Consultoria Ambiental, acolherá a opinião de diversos segmentos do setor, incluindo os poderes municipal e estadual, para acrescentar ao estudo. Após as audições, a população será convocada para uma audiência pública, com previsão para ocorrer em meados de junho.

A revitalização deve envolver o trecho que vai desde o final da avenida Visconde de Souza Franco até a Companhia Docas do Pará (CDP), bairro do Reduto. O Porto Futuro pretende integrar o Porto com a cidade, tendo como modelo o Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, e o portos de Boston, nos Estados Unidos.

Áreas serão polos de investimentos

O projeto Belém Porto Futuro, lançado no dia 14 de abril pela Secretaria de Portos da Presidência da República, pretende transformar áreas portuárias da capital, com baixa ocupação, em polos de desenvolvimento, por meio da recuperação da infraestrutura, da atração de investimentos e da oferta de serviços, como lazer e cultura. O projeto será implantado em etapas. Primeiro, está sendo feito um estudo preliminar, que vai analisar a vocação econômica da área e desenvolver todo o conceito do projeto.

Essa fase deve durar 3 meses e custar R$ 3 milhões, pagos pelo Governo Federal. Serão realizadas consultas públicas para ouvir as sugestões da sociedade e, por fim, será divulgado o estudo básico (projeto conceitual), que dará origem ao Processo de Manifestação Pública de Interesse (PMI). Empresas serão convidadas a apresentar propostas de reurbanização do espaço portuário. A recuperação deverá considerar as vocações ambientais e culturais de Belém para ser aceita, baseadas em estudos ambientais e socioeconômicos.

Agência Nacional de Transportes Aquaviários marca para 31 de março leilão de Portos no Pará

AntaqA Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) publicou no Diário Oficial da União (DOU) que realizará no dia 31 de março leilão para arrendamento de áreas e infraestruturas públicas localizadas em portos do Estado do Pará. A licitação ocorrerá na sede da BM&FBovespa, em São Paulo.

Serão realizados quatro leilões, um para áreas do Terminal de Outeiro, do Porto de Belém, dois para áreas do Porto de Santarém e um para área do Porto Vila do Conde.

A publicação divulgada no DOU não traz mais detalhes da licitação, apenas cita que os editais dos leilões poderão ser obtidos a partir desta sexta-feira, 22, nos sites da Secretaria Especial de Portos (SEP) e da Antaq, e também na sede da agência, em Brasília.

Pará

Aliança amplia atendimento à Região Norte do Brasil

A partir de abril, empresa escalará semanalmente o porto de Vila do Conde. Serviço de cabotagem contará com seis navios, os maiores a operar no transporte costeiro nacional

Para atender aos crescentes fluxos logísticos na cabotagem e no Mercosul, a Aliança Navegação e Logística passará a escalar, a partir de abril, o porto de Vila do Conde, no Pará. A reformulação do serviço segue o planejamento estratégico para a expansão da cabotagem na Região Norte.

Conforme explica o gerente geral de cabotagem da Aliança, Gustavo Costa, o Pará passa por uma expansão do consumo e considerando que as cadeias logísticas atuais são totalmente dependentes do modal rodoviário, existe um grande potencial para o transporte costeiro.

“A inserção do modal cabotagem nestas cadeias logísticas só é possível com um serviço semanal e em dias fixos, que também permite a expansão do comércio exterior, com transbordo nos portos de Suape e Santos, conectando o Pará a todos os continentes”, afirma.

O porto de Vila do Conde está incluído no serviço denominado Anel 1, que conta com 4 navios com capacidade para 3.800 contêineres cada e 2 navios de 4.800 contêineres, considerados os maiores em operação na cabotagem brasileira. Essa é a rota da Aliança que oferece a maior capilaridade de atendimento, desde Rio Grande até Manaus. “Assim, poderemos atender o mercado paraense, além de conectar com os serviços do Mercosul e também para as Américas, Europa, Ásia e Oriente Médio na exportação e importação”, explica.

Entre as principais cargas transportadas em Vila do Conde, a participação maior será dos segmentos de alimentação, bebidas, higiene e limpeza, materiais de construção e siderúrgicos. “Temos o interesse de desenvolver parcerias estratégicas com empresas locais atuantes nos setores de transporte rodoviário e fluvial para participarem do crescimento da cabotagem no Pará. A meta é atingir uma movimentação anual de 20 a 25 mil TEUs já em 2016”, ressalta Costa.

Infraestrutura Logística

De acordo com o executivo, a Região Norte ainda é carente de infraestrutura para as operações de contêineres. Em Vila do Conde, a Aliança vai operar com a Santos Brasil, que já é parceira estratégica nos portos de Imbituba e Santos. “Acreditamos que junto com a Santos Brasil, a Companhia Docas do Pará, a Praticagem e Capitania dos Portos, teremos um plano de ação e investimentos para que as condições operacionais sejam melhoradas em curto prazo”, comenta.

O Estado do Pará possui ainda importantes portos como Belém e Santarém. A escolha de Vila do Conde foi feita compatibilizando o perfil da frota de navios da Aliança com as condições operacionais portuárias.

“Consideramos atender também o Estado do Amapá com o transporte fluvial de balsas a partir de Vila do Conde e que o complexo portuário aumentará sua importância na logística regional com a implementação dos serviços da Aliança. Pretendemos ser um vetor de desenvolvimento econômico regional”, finaliza.

Aliança Navegação e Logística

A Aliança Navegação e Logística foi fundada em 1950 por Carl Fisher. Em 1998, a empresa foi adquirida pelo Grupo Oetker, também proprietário da Hamburg Süd. Em 1999, a Aliança retoma o transporte de cabotagem no Brasil, que até então era subutilizado.

Entre 2013 e 2014, a Aliança reestruturou sua frota de cabotagem com um investimento de R$ 700 milhões na compra de 6 navios porta-contêineres com capacidades que variam de 3.800 TEUs a 4.800 TEUs. Atualmente, a empresa conta com 13 navios em operação no serviço, com amplo atendimento em 15 portos de Buenos Aires até Manaus, e um total de 104 escalas mensais.

A Aliança é market leader na cabotagem e possui uma carteira de clientes que vai do arroz ao zinco, com grandes, pequenas e médias empresas e em praticamente todos os segmentos do mercado, com destaque cada vez maior para os segmentos de bens de consumo duráveis. No ano passado, obteve um faturamento de R$ 3,3 bilhões e movimentou 673 mil contêineres.

A empresa tem forte atuação no mercado externo, com 25 navios porta-contêineres que fazem a rota internacional, distribuídos em 9 serviços. Além disso, oferece o transporte de granéis (fertilizantes, grãos e minérios), onde são utilizados 8 navios com capacidade que vão de 38 mil toneladas a 45 mil toneladas.

Pará

TCU adia decisão sobre concessão dos portos de Santos e Pará

O Tribunal de Contas da União (TCU) adiou, mais uma vez, decisão no processo de concessão de arrendamentos nos Portos de Santos (SP) e do Pará, que tramita na corte desde o final de 2013. O ministro Bruno Dantas pediu vista do caso na sessão plenária desta quarta-feira, 21. Sem a decisão, o governo segue impedido de leiloar as áreas.

Atualmente, o TCU discute recurso apresentado pela Secretaria Especial de Portos da Presidência da República contra decisão da Corte que impôs o cumprimento de 19 condições para publicação do edital. O governo questionou quatro dos 19 requisitos impostos pela ministra Ana Arraes – entre eles a definição de uma tarifa teto para os arrendamentos. As outras 15 condições, segundo avaliação do próprio TCU, já foram cumpridas.

Em novembro, o ministro André Luís de Carvalho havia pedido vista do processo após o relator, ministro Aroldo Cedraz, ter aceitado os argumentos do governo. Nesta quarta-feira, a Corte retomou a discussão para votar a proposta formulada por Cedraz e pelo revisor, ministro Raimundo Carreiro. O tribunal, contudo, não chegou a se debruçar sobre o tema diante do pedido de vista.

Além do processo principal, há mais três casos a serem analisados pelo TCU sobre o arrendamento dos portos – um que questiona a avaliação da corte de que o governo cumpriu as 15 determinações impostas e outros dois relativos especificamente ao Porto de Santos.

Mineração

Vale vai criar rota de minério entre Brasil e importante porto chinês

O secretário do partido provincial de Jiangsu - Luo ZhijunO secretário do partido na província de Jiangsu, Luo Zhijun, disse esperar que a Vale avance os projetos previstos no memorando de entendimento (MoU) assinado com o governo da China para o porto Lianyungang. O acordo inclui uma rota marítima entre os portos, a abertura de um terminal de granéis sólidos e a criação de um mercado de negociação à vista (spot) de minério de ferro na cidade chinesa.

Zhijun participou de reunião, no último domingo (23), no Rio de Janeiro, com diretores da mineradora. O encontro teve o objetivo de estreitar os acordos firmados no memorando assinado em julho deste ano, durante a visita do presidente chinês, Xi Jinping, ao Brasil.

A mineradora assinou o documento para desenvolver iniciativas sustentáveis entre o porto de Tubarão, no Espírito Santo, e o porto de Lianyungang. Pelo acordo de cooperação, os dois portos trabalharão juntos para implementar medidas que venham a tornar-se referência mundial no setor portuário. Na ocasião, o diretor do Porto de Tubarão, Luiz Fernando Landeiro, e o presidente do conselho do Porto de Lianyungang, Bai Liqun, assinaram o acordo em Brasília.

Em comunicado enviado por e-mail ao NMB, a Vale falou sobre o apoio do governo provincial de Jiangsu. “Como um parceiro de longo prazo da China, a Vale apoia o compromisso com o governo chinês para o desenvolvimento sustentável e tem investido para aumentar a oferta do melhor minério de ferro através de um sistema de logística mais eficiente e um ambiente amigável”, afirmou a mineradora.

De acordo com Zhijun, Jiangsu é o principal parceiro comercial e importador de minérios do Brasil, o que estabelece uma base sólida para a colaboração na logística portuária e no transporte. A cooperação entre Vale e porto de Lianyungang vem desde 2010 e a mineradora é hoje a maior fornecedora de minério de ferro de Jiangsu.

Segundo o secretário provincial, durante esse tempo, os portos de Tubarão e de Lianyungang tiveram progressos consideráveis em tecnologia. Zhijun ainda afirmou que espera trabalhar em conjunto com a Vale para acelerar a realização de todos os projetos previstos no MoU, incluindo a abertura de rotas de transporte de carga a granel do porto Lianyungang ao Brasil e a negociação spot no porto chinês.

Localizado na costa central da China, o Porto de Lianyungang é considerado o principal hub portuário do país. É também um importante porto de transbordo de minério de ferro e hoje está dentro da chamada Zona Econômica da Rota da Seda, proposta recentemente anunciada pelo presidente Xi Jinping, que visa intensificar a troca comercial entre os mercados asiático e europeu.

Fonte: Notícias da Mineração do Brasil

Pará

Terminal no Pará é o primeiro a operar dentro da nova lei dos portos

A ADM (Archer Daniels Midland), gigante do agronegócio mundial e sexta maior exportadora do Brasil, na última semana, comemorou a inauguração do seu novo terminal portuário, situado na cidade de Barcarena, a 110 km de Belém (PA). Com investimento total previsto de US$ 200 milhões, inclusive para sua ampliação, o terminal, ressalta a administração da ADM, é o primeiro a entrar em operação após a vigência da nova Lei dos Portos (12.815/2013) e defende que sua localização estratégica favorecerá a multimodalidade de transporte, com previsão de integração do escoamento de grãos por hidrovia, rodovia e ferrovia.


Terminal terá capacidade inicial de operação para exportar 1,5 milhão de toneladas, devendo passar para 6 milhões já em 2016

Valmor Schaffer, presidente da ADM América do Sul, afirma que com o novo terminal se inicia uma história e que a localização geográfica e a multimodalidade fazem desse terminal um investimento estratégico, “pois ele reduz o custo de transporte das regiões originadoras de grãos do Centro-Oeste, e aproxima a produção dos países de destino da Europa e da Ásia”.

De acordo com as informações institucionais, o terminal inicia a operação com capacidade para exportar 1,5 milhão de toneladas e até 2016 deverá operar com 6 milhões de toneladas. “A união e o empenho de muitos tornou este projeto viável. Encontramos no Pará um estado em pleno desenvolvimento, que nos recebeu com atenção e respeito”, acrescentou Schaffer.

O ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos da Presidência da República, César Borges, parabenizou a ADM pelo seu investimento e destacou a importância do terminal dentro do atual cenário logístico do Brasil. “É muito bom vermos uma companhia como a ADM mostrar confiança e investir no nosso País”, afirmou. O governo federal, segundo ele, tem procurado planejar os modais de transporte para que o País tenha uma logística eficiente e compatível com a concorrência internacional, a fim de exportar melhor, mais rápido e barato. Nesse contexto, a parceria com a iniciativa privada e com empresas como a ADM é muito importante. O estado do Pará também tem um papel estratégico nessa visão global do País. “Quando se olha para a logística, o melhor caminho se dirige ao Pará, principalmente para a exportação agrícola”, acrescentou o ministro, ao mencionar a importância do Estado na produção de grãos acima do paralelo 16. (Portogente)