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Encontro

Jornalistas do sul e sudeste do Pará se mobilizam pela regulamentação da categoria

A mobilização começou há cerca de um mês, com a formação de um grupo de WhatsApp denominado Jornalistas SUL PA, que foi crescendo aos poucos e hoje conta com cerca de 80 profissionais de Comunicação de Marabá, Parauapebas e Redenção entre outros municípios da região.

Encontro em Marabá, no dia 5 de maio, debaterá temas de interesse da classe com a presença do Sinjor Pará Jornalistas do sul e sudeste do Estado estarão reunidos no próximo dia 5 de maio, em Marabá, no auditório da Unidade Regional do Tribunal de Contas do Estado. Na ocasião, membros da diretoria do Sinjor (Sindicato dos Jornalistas do Pará) falarão aos colegas sobre formação, sindicalização e regulamentação da categoria.

Também serão debatidos temas como o Pará e o contexto da rotina de trabalho; e a violência que acomete os profissionais de Imprensa.

O evento terá ainda a presença de jornalistas que representam a Associação Brasileira de Jornalistas do Turismo (Abrajet-Pará), que vão falar sobre a entidade e a Imprensa que atua no segmento do Turismo.

O evento acontece em dois turnos, das 8h30 às 18h, e será a oportunidade para aprofundar o debate sobre a representação do Sinjor Pará em Marabá, por meio da instalação de uma Diretoria Regional.

A mobilização começou há cerca de um mês, com a formação de um grupo de WhatsApp denominado Jornalistas SUL PA, que foi crescendo aos poucos e hoje conta com cerca de 80 profissionais de Comunicação de Marabá, Parauapebas e Redenção entre outros municípios da região.

Aprovado projeto que regulamenta profissão de designer. Profissionais de Parauapebas comemoram

O Plenário do Senado aprovou no final de setembro, o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 24/2013, de autoria do ex-deputado Penna (PV-SP), que regulamenta a profissão de designer. O projeto determina que somente os titulares de curso superior, ou pessoas com experiência mínima de três anos até a data de publicação da lei, possam exercer a profissão de designer.

Ebrahim Muniz_Foto_Daltiana Soares. [downloaded with 1stBrowser]A notícia da regulamentação da atividade é comemorada pelos profissionais que atuam em Parauapebas, como é o caso do designer 3D, Ebrahim Muniz, de 32 anos. Na opinião dele, a regulamentação é um avanço e pode contribuir para uma valorização do profissional. “É muito importante que consigamos a regulamentação. O profissional dessa área contribui para dar uma identidade a uma empresa e, apesar de sua importância, não é reconhecido”, opina.

Há cinco anos no mercado atuando com gráficos 3D, modelagens de logomarcas, mascotes, animações e projetos arquitetônicos, Ebrahim Muniz observa que, em Parauapebas, talvez pela grande oferta de pessoas se aventurando na área, o contratante do serviço acaba por não avaliar a qualidade de finalização do trabalho. “Na maioria das vezes, o cliente valoriza mais o conteúdo de fotos e vídeos e não o projeto como um todo. Mas, acredito que essa mentalidade vai mudar com a oferta de serviços cada vez mais qualificados”, diz.

Halisson Correia, de 35 anos, executa trabalhos na área do design gráfico desde 1997. “Alcançamos mais uma vitória. Fomos reconhecidos na Câmara e no Senado Federal, e tivemos nosso pleito aprovado por unanimidade em ambas as casas. Falta o último passo, a sanção presidencial, para a aprovação definitiva da regulamentação do design como atividade profissional”, destaca.

Designer Halisson. [downloaded with 1stBrowser]Halisson conta que já trabalhou como designer gráfico em regime de freelancer para particulares e em colaboração com empresas, oportunidade em que adquiriu experiência profissional. “Vim morar em Parauapebas em 2004. Um bom designer gráfico é perfeccionista”, diz, acrescentando que tem formação na área pela PUC/GO e especialização em design de mídia digital, pelo Senac/Macromédia, tendo passado também por agências de publicidade de Goiânia. Ele acredita que, apesar da falta de regulamentação, o profissional, seja ele qual for, precisa se capacitar para o mercado de trabalho.

Projeto de Lei

Pela proposta, fica vedada a entrada no mercado de trabalho de pessoas sem a adequada qualificação para realizar atividades envolvendo desenhos industriais, pesquisa, magistério, consultoria e assessoriaa, conexas aos desenhos. Os diplomas de graduação que serão considerados válidos são os emitidos pelos cursos de Comunicação Visual, Desenho Industrial, Programação Visual, Projeto de Produto, Design Gráfico, Design Industrial, Design de Moda e Design de Produto, reconhecidos pelo Ministério da Educação.

O projeto ainda prevê punição para a pessoa física ou jurídica que usar a denominação designer ou empresa de design sem cumprir os critérios estabelecidos na lei.O projeto segue para sanção da presidente, Dilma Rousseff.