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Cotidiano

Novela: cantora Lia Sophia grava com núcleo paraense últimos capítulos de “A força do querer”

A cantora prepara lançamento de novo álbum
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A cantora Lia Sophia, que se prepara para lançar novo álbum, gravou na última quinta-feira (12) uma participação especial em dois capítulos que vão ao ar nesta última semana de A força do querer. Ela vai cantar duas músicas na festa que Zeca, vivido por Marco Pigossi, vai ganhar a partir desta segunda-feira (16).

Lia vai animar o núcleo do Pará com as canções “Ai menina” e “Incendeia”, do novo trabalho. O disco é produzido por Pedro Luís e conta com canjas de Ney Matogrosso e Paulinho Moska.

“Eu já tinha vontade de fazer algum trabalho com o Pedro Luís. Ele trouxe referências do pop para conversar com o carimbó, com o merengue e com o zouk. Ele organizou mil ideias loucas que joguei em cima dele”, conta a bela cantora. Lia nasceu na Guiana Francesa e começou sua carreira em Belém.

Como descende de uma família de músicos, desde pequena está envolta neste universo, cantando em corais e igrejas. Lia viveu no Amapá até os 17 anos, mudando-se para Belém, no Pará, para cursar Psicologia. Foi a partir de então que começou a cantar nas casas noturnas da capital paraense, interpretando nomes das música regional e nacional.

Cantora, compositora e instrumentista, Lia Sophia mistura ritmos da Amazônia, como o Carimbó e a Guitarrada, com batidas internacionais como o zouk, para criar uma música tropical e dançante. Com quatro discos lançados, Livre (2005), Castelo de Luz (2009), Amor Amor (2010) e Lia Sophia (2014), um EP – Salto Mortal (2011) e um Single – Sempre Te Esperei (2015), a artista emplacou várias músicas em trilhas de TV, com destaque para Ai Menina, trilha sonora da novela Amor Eterno Amor da Rede Globo, música que tornou-se sucesso em todo o Brasil. Além de Lero Lero, Quando eu Te Conheci, Amor de Promoção e Um Beijo que também embalaram a trilha sonora da série global A Grande Família.

Eleita por Nelson Motta como a grande revelação de 2012, já esteve em diversos programas de televisão como o Som Brasil’, Programa do Jô, Encontro com Fátima Bernardes, Criança Esperança, Sábado Total, Superpop, Bem Estar, Vídeo Show, Legendários e outros.

Em 2014, Lia assumiu publicamente seu casamento de oito anos com sua produtora Taísa Fernandes, a quem dedicou a canção Cheio de Flor.

Brasil

Na TV, funcionária de presídio liga pai de Nardoni à morte de Isabella. Teriam os pais menor culpa?

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Ontem, o Fantástico, da Rede Globo, anunciou um novo depoimento que, na visão global, poderia mudar o rumo do famigerado caso Nardoni. E, de fato, se críveis as informações, altera-se todo o quadro.

Em resumo, uma agente penitenciária de Tremembé, onde está presa a madrasta (Ana Carolina Jatobá), revelou ter ouvido da condenada uma nova versão. Ela teria dito que o sogro, o advogado Antônio Nardoni, sugeriu a simulação de um acidente. Na reportagem, o parquet afirmou que o avô da menina poderá ser também incriminado. Ou seja, o MP dá status de veracidade ao depoimento da carcereira. Todavia, parece-nos que, a julgar verdadeira a novidade trazida aos autos, pai e madrasta deveriam estar livres. Vejamos. A propósito, ela traz uma história muito mais aceitável do que aquela que os condenou.

Segundo a depoente, Ana Carolina teria batido na pobre menina Isabella. Esta, por seu turno, parou de respirar, provavelmente por uma apneia. Acreditaram, assim, que a menina estivesse morta. Telefonam, então, para o sogro, que sugere que façam parecer um acidente. No desespero, o pai joga a filha, que acreditava morta, do 6º andar, simulando uma queda acidental. Ao chegar embaixo, o pai depara-se com um inesperado : a filha agonizava. Ou seja, a pobre menina ainda estava viva. Esta é, em apertada síntese, a novel versão.

Nesse caso, vejamos as culpabilidades. Ana Carolina Jatobá responderia por lesão corporal, uma vez que bateu na menina, mas não a matou. O pai, tendo jogado a filha que supunha morta, pratica ato culposo, porque ausente a intenção de matar (ela já estava, na sua imaginação, desfalecida). E, sendo culposo, a pena de ter matado a filha por engano já estaria mais do que suficientemente aplicada. Com efeito, irá carregá-la para o fim dos dias. O avô, teria tido participação atípica, porque, s.m.j., não é possível estabelecer um concurso de pessoas num telefonema de trinta segundos.

Enfim, o que se quer dizer é que, se a acusação acreditou ter uma testemunha para incriminar mais alguém, ao que parece trouxe um fato novo a justificar a revisão criminal.

Em setembro de 2008, o mencionado advogado Antônio Nardoni assinou artigo para o site Migalhas. Reveja, clique aqui.

Fonte: Migalhas

Profissão Repórter aborda Parauapebas em programa desta terça-feira (11)

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O tema do Programa Profissão Repórter ( Rede Globo) desta terça-feira (11) volta a incluir a cidade de Parauapebas como pauta.

Embarcando em longas viagens pelo Brasil, passando vários dias em trens, ônibus e barcos, os repórteres do programa da Globo mostram os obstáculos encontrados por quem precisa viajar de uma ponta a outra do país por meios terrestres.

A falta de estrutura dos meios de transporte e o forte calor serão os principais pontos abordados.

As cidades escolhidas pela produção do programa foram: Manaus a Tabatinga-AM (1700 km – Rio Solimões), Rio Branco-AC a Mossoró (6300 km – estrada) e de São Luís-MA a Parauapebas-PA (900 km de trem).

O programa será exibido após a série Louco por elas.