Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
Política

Vice-prefeita de Curionópolis renunciou à renúncia

Um dia após divulgar carta-renúncia, a vice voltou a se encantar com a política e desistiu de renunciar.
Continua depois da publicidade

Depois de apresentar à Câmara Municipal de Curionópolis sua carta-renúncia no dia 26, Quélia Regina Pereira Rosa, do Solidariedade voltou atrás e ontem (27) apresentou carta revogando o pedido. Pra renunciar, Quélia disse estar com a relação desgastada com o prefeito Adonei Aguiar (DEM) e decepcionada com a política. Parece que a vice-prefeita voltou a se encantar com a política.

Vice-prefeita de Curionópolis renuncia ao cargo

Confira a Carta-Renúncia entregue na Câmara Municipal
Continua depois da publicidade

A vice-prefeita de Curionópolis, Quélia Regina Pereira Rosa, do Solidariedade entregou há pouco uma carta ao presidente da Câmara Municipal de Curionópolis, Francisco Aderbal de Oliveira, renunciando cargo. Na carta, a abdicante, não esclarece os motivos da renúncia, mas especula-se que se deu em virtude da relação desgastada com o prefeito Adonei Aguiar e à decepção com a política.

Quélia Regina assumiu o cargo de Adonei, em  03 de julho, quando este foi afastado pela justiça, acusado de improbidade administrativa quando era investigado pela Operação Alçapão, do Ministério Público do Estado. Ela ficou no cargo até o dia 20 de julho, quando o prefeito foi reempossado pelo TJPA, e neste período exonerou todo o secretariado de Adonei.

A Carta-Renúncia deverá ser lida em sessão ordinária da Câmara Municipal e só aí o Tribunal Regional Eleitoral será comunicado da decisão de Quélia Regina. Como a CMC está em recesso, a leitura deverá acontecer em 03 de agosto. Com a renúncia, quem passará a ocupar o papel de vice-prefeito de Curionópolis é o presidente da Câmara, Francisco Aderbal de Oliveira (DEM), que assumirá o cargo toda vez que Adonei Aguiar se ausentar do município.

Marabá

Tião Miranda revoga renúncia ao cargo de prefeito e diz que assume logo mais a prefeitura de Marabá

Câmara já tem o "Plano B" caso Tião apareça para tomar posse
Continua depois da publicidade

Por Ulisses Pompeu – de Marabá

A volta dos que não foram. Assim poderia ser definido o novo capítulo da conturbada posse do prefeito de Marabá. “O Leão vai descer a montanha”. Essa frase foi dita por Tião Miranda a alguns amigos na noite deste sábado, na virada do ano, e era o prenúncio de que o deputado estadual Sebastião Miranda Filho voltou atrás e “desistiu de desistir” da renúncia do cargo de prefeito. Ele havia protocolado um dia antes, na sexta-feira, dia 30, uma carta desistindo do cargo para o qual tinha sido eleito em 2 de outubro último.

Ainda na noite de sábado, Tião chamou um grupo de correligionários e anunciou que vai assumir, sim, o cargo. Em seguida, chegou à sua residência, na Rua Cuiabá, número 95, Bairro Belo Horizonte, o vice-prefeito Toni Cunha, que não gostou nada do posicionamento de Miranda e chegou a ameaçar deixar o mandato de vice, caso Tião assuma. Isso porque Toni já havia, naquele mesmo dia, tentado acalmar a população através de uma entrevista coletiva e dialogado como futuro prefeito com um grupo de vereadores eleitos. Mas logo chegou a turma do “deixa disso” e depois os ânimos se acalmaram.

A história começou a circular na manhã deste domingo nas redes sociais. A um aliado de primeira hora, Tião disse que “tenho até 16 horas para definir se assumo ou não”. Para esse interlocutor de Miranda, essa é uma demonstração do que a depressão está fazendo com ele. “Como político, desejo muito que Tião assuma, mas como amigo pessoal dele, eu não quero isso e acho que ele não deveria assumir”, afirmou.

Diante do novo posicionamento de Tião Miranda, o presidente da Câmara Miguel Gomes Filho, determinou que o Cerimonial faça um roteiro paralelo, para caso Tião Miranda apareça e decida assumir o cargo. O conteúdo do texto acessório ficou pronto por volta de 11 horas deste domingo.

A notícia da possibilidade da posse de Tião no cargo de prefeito está se alastrando pelas redes sociais, com posicionamentos mais controversos possíveis.

VELOSO NA COLA
A renúncia de Tião Miranda dominou os bastidores políticos desde quinta-feira, dia 29 de dezembro de 2016. O segundo colocado nas eleições de 2 de outubro para prefeito, o médico Manoel Veloso, considerou a decisão de Miranda injusto para o processo eleitoral. Procurado pela Reportagem do blog neste sábado, ele disse que “estou ouvindo juristas e em contato com o partido (DEM). Este fato da renúncia sugere fortemente uma manipulação eleitoral. Acredito que vamos provocar a justiça para uma investigação sobre uma possível fraude

Política

Jurídico garante que Toni Cunha pode ser empossado prefeito com a renúncia de Tião Miranda

Juristas garantem que não haverá problemas para Toni com a renúncia de Tião Miranda
Continua depois da publicidade

Por Ulisses Pompeu – de Marabá

Acometido de uma depressão que lhe persegue há vários meses, o prefeito eleito e diplomado de Marabá, Sebastião Miranda Filho, o Tião Miranda, deve mesmo renunciar ao cargo de prefeito para o qual foi eleito em 2 de outubro deste ano para o quadriênio 2017-2020.

Ontem, quarta-feira, por volta de meio dia, ele informou sua decisão irrevogável com a seguinte frase: “O leão não vai descer da montanha”. Isso simboliza, na avaliação de seus assessores, que ele não descerá para a planície para enfrentar a multidão de problemas que o município de Marabá acumula neste final de gestão. Seus amigos mais próximos dizem que Tião estaria lendo o livro “Rastros de Deus”, que tem a frase cunhada acima e fala de uma leão que teme descer a montanha e enfrentar seus medos.

Procurado pela Reportagem do blog, o assessor jurídico da Câmara, Valdinar Monteiro de Souza, disse que a posse do vice Toni Cunha em caso de renúncia de Tião Miranda está garantida. “A diplomação e a posse são direitos subjetivos do eleito; são, porém, atos meramente declaratórios: o ato constitutivo é a eleição. Se o titular de um cargo eletivo falecer ou renunciar – ainda que isso ocorra antes da diplomação –, o vice terá o direito subjetivo, líquido e certo, de exercer o mandato como titular. Inteligência dos arts. 79 e 81 da Constituição da República. Isso vale também, acrescente-se, para os cargos das eleições proporcionais”, disse Valdinar, ressaltando que, em caso de o vice se negar a assumir, aí sim, haveria novas eleições. Neste caso, o presidente da Câmara assume e em 30 dias haveria nova eleição.

O assunto “renúncia” vinha sendo cogitado há vários dias, mas os assessores mais próximos de Tião tentavam blindar essa história para que o “chefe” pudesse pensar melhor sobre ela e tomar uma decisão definitiva.

Ao renunciar antes de ser empossado, Miranda garante, ainda, sua manutenção no cargo de deputado estadual, uma vez que não protocolou na Mesa da Assembleia Legislativa do Pará sua renúncia do cargo e nem dispensou assessores.

Para ter segurança jurídica de que sua desistência do cargo de prefeito não atrapalharia o vice-prefeito, Toni Cunha, de assumir o posto, Tião consultou advogados renomados em Belém e obteve a resposta afirmativa: pode renunciar que não será necessária realização de nova eleição.

A renúncia começou a ser anunciada desde antes de começar a campanha eleitoral, quando Tião não não queria disputar a eleição e só no último minuto foi convencido por correligionários antigos, como a vereadora Vanda Américo. Ele também relutou em ser diplomado no dia 15 deste mês e foi o último que chegou à cerimônia, com ela já em andamento.

Durante a campanha, em várias ocasiões Tião deixava Marabá rumo a Belém para consulta especializada para tratar sua depressão. Depois de eleito, chegou a ir a São Paulo e São Luís com o mesmo objetivo. Voltava animado, mas depois tinha crises e se isolava em casa e não recebia se quer amigos mais próximos. O vice-governador, Zequinha Marinho, esteve em Marabá na última semana para falar com ele, mas Tião não o recebeu. Não se sentia bem.

Os familiares de Tião já foram informados de sua decisão. Alguns deles já viajaram para passar o reveillon em outras cidades, como Fortaleza, e avisaram que não estarão na cerimônia de posse.

Quem esteve no início da tarde de hoje na Casa de Tião Miranda foi o vereador e presidente da Câmara Municipal Miguel Gomes Filho, o Miguelito, que levou um procurador jurídico da Casa e discutiu com Tião os termos da carta de renúncia a ser apresentada possivelmente nesta sexta-feira no Poder Legislativo municipal.

A confirmação da renúncia de Tião no meio político de Marabá está deixando seus correligionários tristes. Até mesmo a ex-prefeita de Rondon do Pará, Cristina Malcher, veio hoje a tarde a Marabá para tentar tirar a ideia de renúncia da cabeça do prefeito eleito. Em redes sociais, algumas pessoas chegaram a divulgar na tarde de hoje a frase “#ficatiao”.

Toni já avisou que deverá manter os secretários definidos por Tião Miranda, por considerar a equipe técnica e capacitada. Ele também avisou que deverá manter um contato permanente com Miranda, a quem ele reconhece possuir uma “larga experiência” na gestão municipal e deverá contribuir com ele como consultor.

Em caso de renúncia de Tião Miranda, Toni Cunha assume a titularidade do cargo de prefeito e o novo presidente da Câmara será, também, o vice-prefeito, devendo assumir o cargo toda vez que o gestor se ausentar do município. Pedro Correa era o nome defendido por Tião Miranda para assumir a presidência da Câmara e é também o de Toni. A vice-presidente seria a vereadora Irismar Araújo Melo.

A cerimônia de posse do prefeito e vereadores eleitos está marcada para as 16 horas deste domingo, no Plenário da Câmara Municipal de Marabá.

Exclusivo

Tião Miranda, prefeito eleito de Marabá vai anunciar hoje sua renúncia ao cargo

Será o vice, Toni Cunha quem tomará posse no dia primeiro de janeiro.
Continua depois da publicidade

Ainda não é oficial, mas o staff do deputado estadual e prefeito eleito de Marabá, Tião Miranda (PTB) prepara uma carta ao povo de Marabá onde anunciará sua renúncia ao cargo de prefeito de Marabá. Seu vice, Toni Costa, foi chamado às pressas de Brasília e deve chegar amanhã ao meio dia em Marabá para assumir as negociações com os vereadores eleitos.

A alegação para a renúncia será problemas de caráter médico. Tião trava uma grande batalha contra uma depressão.

Mais detalhes em instantes.

Marabá

Por Dilma, Reitor da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará – Unifesspa – vai apresentar amanhã sua carta de renúncia ao Conselho Superior

Continua depois da publicidade

Durante reunião da Coordenação da Administração Superior da Unifesspa (CAS), realizada na tarde desta segunda-feira (16), o reitor pro tempore, Maurílio Monteiro, anunciou que vai renunciar ao cargo que ocupa desde 2013, por designação da presidente democraticamente eleita.

O motivo foi a aprovação da instauração de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, no Senado Federal e o atual cenário de incertezas e dúvidas percebido pelo gestor sobre o futuro da educação superior no país.

“A destituição, sem base legal, da Presidenta longe de resolver a crise institucional, política e econômica, aprofunda-a e, concomitantemente, abre profundas dúvidas sobre o futuro do Brasil, e, sobretudo, incertezas em relação à consolidação e ao destino da Unifesspa. Contexto político e institucional que me conduziu a convocar reunião extraordinária do Conselho Superior da Instituição, na qual apresentarei a renúncia ao cargo de Reitor pro tempore da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará”, afirmou.

Para comunicar oficialmente a decisão, foi convocada uma reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consun), que será realizada na próxima quarta-feira (18), às 15h, no Mini Auditório do PDTSA, localizado na Unidade III, do Campus de Marabá.  Durante a reunião, será feita a entrega da Carta de Renúncia pelo reitor e discutidos os desdobramentos da decisão.

“A vacância do cargo, nos termos da legislação em vigor, confere a este Conselho Universitário a prerrogativa de organizar o processo eleitoral visando compor a lista com os nomes a serem indicados pela comunidade Universitária para ocuparem os cargos de Reitor e de Vice-Reitor”, ressaltou o reitor.

Fonte: Unifesspa

Notícias

Odilon Sansão deve renunciar ao mandato hoje, 4

Continua depois da publicidade

Odilon Rocha de SançãoO Juiz de Direito, Líbio Araújo Moura, concedeu nesta segunda feira, 3, autorização para Odilon Sansão (sem partido) participar da primeira sessão ordinária da Câmara Municipal de Parauapebas, após o recesso legislativo. A sessão será realizada nesta terça-feira, 4.

Odilon (foto) está afastado do cargo de vereador e cumpre uma série de medidas cautelares para ficar em liberdade, entre elas, a proibição de acesso ou frequência a qualquer órgão da Administração Pública, inclusive a Câmara Municipal.

O vereador afastado foi preso na Operação Filisteus, realizada pelo Ministério Público Estadual do Pará (MPPA) no final do mês de maio, em Parauapebas. A investigação do MPPA apontou para indícios de fraude em licitações, emissão de notas fiscais frias e desvio de recurso público envolvendo vereadores, servidores da Câmara e empresários da região. A denúncia já foi apresentada à justiça.

Segundo a decisão do Juiz Líbio Araújo Moura, a suspensão das medidas cautelares que impedem Odilon de ir à Câmara e manter contato com vereadores e servidores do Poder Legislativo tem o único objetivo de permitir que ele apresente sua renúncia ao cargo de vereador. “Não há que se falar em retorno ao mandato, pois a condição de afastamento não foi suspensa”, ressalta o juiz, titular da 4ª Vara Criminal de Parauapebas.

Odilon será acompanhado por Oficial de Justiça e só poderá manter com os membros daquela casa de leis o contato necessário para formalizar seu desligamento. Com a saída de Odilon, o suplente Marcelo Parceirinho (PMDB) assume o cargo de vereador.

Odilon Rocha de Sanção tem 67 anos e está no seu quinto mandato de vereador. Foi eleito pela primeira vez em 1993, assumindo a presidência da Câmara Municipal de Parauapebas na gestão 1993/1995. Odilon voltaria a se eleger nas legislaturas 1997/2000, 2001/2004 e 2009/2012. Para ocupar uma vaga na atual legislatura, Odilon obteve 1552 votos (1,76%).

Brasil

Roseana Sarney anuncia renúncia ao governo do Maranhão às vésperas de deixar cargo

Continua depois da publicidade

Governadora Roseana Sarney ao lado do presidente da Assembleia (à esquerda), que vai assumir o cargo na terça

Governadora Roseana Sarney ao lado do presidente da Assembleia (à esquerda), que vai assumir o cargo na terça

Depois de dois meses de especulação, a governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) confirmou que vai renunciar ao cargo. O ato acontecerá na manhã da próxima terça-feira (9).

Ela fez o anúncio oficial a deputados estaduais da base aliada, na residência do Palácio dos Leões, em São Luís, durante almoço nessa quarta-feira (3). Nesta quinta-feira (4), ela fez a despedida aos integrantes do Judiciário e Ministério Público.

Com a saída de Roseana, quem assume o governo até o dia 1º de janeiro de 2015 é o presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB). Isso ocorre porque o vice-governador, Washington Oliveira, renunciou ao cargo, no final do ano passado, para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.

“A governadora não entrou em detalhes. Disse apenas que ia sair, que ia deixar tudo saneado, falou das emendas dos deputados. Ela entrega a carta às 9h da terça-feira, na Assembleia”, afirmou o deputado César Pires (DEM), líder do governo no Legislativo.

 

18.nov.2014 – O governador eleito do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), é entrevistado no programa Roda Viva, da TV Cultura, encerrado na madrugada desta terça-feira (18). Dino comentou que o senador José Sarney, do aliado governista PMDB, votou em Aécio Neves (PSDB) nas eleições presidenciais para vingar-se da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT).

Segundo o líder do governo na Assembleia, a governadora disse que iria passar uma temporada de quatro meses de descanso após a renúncia fora do país. “Em seguida, ela disse que volta a São Luís. O grande fato novo foi que ela garantiu que vai seguir na vida política, não vai deixar”, afirmou.

Em junho, a governadora anunciou que não iria mais concorrer a cargos públicos e iria se dedicar mais à família.

César Pires afirmou ainda que, ao contrário do que era especulado, não há problemas de saúde com Roseana que justifiquem sua saída do cargo. “Não é nada de saúde. Ela estava muito alegre por sinal. Normalmente, ela conversa conosco e dá detalhes. Foi uma decisão pessoal, ela quer sair mesmo, não vejo nenhuma vantagem a ninguém pela renúncia”, declarou.

Segundo políticos maranhenses ouvidos pelo UOL, a hipótese mais provável para a renúncia de Roseana a pouco mais de 20 dias de terminar o mandato é por conta da derrota nas urnas em outubro, quando Flávio Dino (PC do B) foi eleito governador ainda no primeiro turno, derrotando o senador Edison Lobão Filho (PMDB). Ela não gostaria de participar da cerimônia de posse e passar a faixa ao novo chefe do Executivo.

Em entrevistas, Dino tem feito duras críticas ao governo Sarney. A equipe de transição de governo também reclamou que não estaria recebendo informações sobre a situação e projetos do Estado.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa de Roseana nesta quinta-feira (4), mas ela não quis se pronunciar sobre o motivo da renúncia. (UOL)