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Paragominas

MP vai apurar rompimento de 5 represas particulares em Paragominas

O resultado do relatório técnico irá subsidiar as ações criminais e cíveis dos proprietários das fazendas em que as represas romperam causando o alagamento na cidade.
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O Ministério Público do Estado (MPPA) por meio dos Promotores de Justiça de Paragominas, Reginaldo César Lima Álvares e Carlos Lamark Magno Barbosa, instaurou inquérito civil (0001/2018 1º PJP) na quinta-feira (12) para apurar as circunstâncias que levaram ao alagamento de parte da cidade, deixando desabrigadas mais de 300 famílias, segundo informações oficiais da prefeitura.

O inquérito civil visa responsabilizar civil e criminalmente os responsáveis pela construção de pelo menos 5 represas na cidade e também os órgãos que tenham se omitido na fiscalização a fim de prevenir o rompimento das mesmas. O Ministério Público já conta com uma equipe técnica, disponibilizada imediatamente pelo Procurador-Geral Gilberto Valente Martins, que iniciou nesta sexta-feira (13) um levantamento dos danos causados pelo rompimento das represas.

O resultado do relatório técnico irá subsidiar as ações criminais e cíveis dos proprietários das fazendas em que as represas romperam causando o alagamento na cidade. O Ministério Público também já requisitou, em caráter de urgência, ao Instituto Médico Legal, a realização de perícia nas fazendas a fim de subsidiar as ações. A apuração envolverá tanto a conduta dos fazendeiros quanto a eventual omissão dos órgãos com atribuição para fiscalizar essas construções.

Brasil

Trânsito na BR-155 está interditada devido rompimento de um tubo linear do Rio Sebozinho, em Xinguara

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A Rodovia BR 155 está cortada a altura de Xinguara, a 1 quilômetro da cidade, devido ao rompimento do aterro sobre o Córrego Sebozinho, um afluente do Rio Mariazinha.

XINGUARA 1

De acordo com informações, o aterro se rompeu por volta das 3 horas da manhã desta quarta-feira (19/11/14), deixando o tráfego de veículos completamente interrompido. O motivo foi a chuva torrencial que desabou sobre a cidade e região enchendo rios e córregos.

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A força das águas rompeu a tubulação de aço e as cabeceiras de concreto do aterro deixando tudo destruído. A cratera aberta na pista mede em torno de 20 metros de largura, e no local não passa ninguém, nem pedestres conseguem passar de um lado para o outro da estrada. Não há expectativa de quando o local será consertado pelo DNIT.

Fonte : Edmar Brito

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