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Polícia

Homem preso em Parauapebas por roubo de cabo de cobre é foragido da cadeia de São Félix do Xingu

Acusado de homicídio em São Félix do Xingu, "tatu" tem facilidade em cavar túneis, informou o delegado.

Foi encaminhado nesta segunda-feira, dia 16, para a Cadeia Pública de Parauapebas, José Augusto Silva Santos, de 25 anos, mais conhecido como “Tatuado”. Ele foi preso pela polícia militar, no último sábado, quando furtava de dentro de uma empresa, os cabos revestidos de fios de cobre. A polícia descobriu que José Augusto é foragido da Cadeia Pública de São Félix de Xingu, onde é acusado de assassinato.

O delegado da polícia civil de Parauapebas, Fabrício Andrade, informou que o acusado é morador da cidade de Curionópolis, mas durante um trabalho no município de São Félix do Xingu, ele teria matado um homem. “Ele confessou o homicídio e justificou o crime dizendo que estava sendo ameaçado de morte. Mas, segundo as investigações, foi um acerto de contas por causa de drogas. Ele foi preso no dia 25 de junho deste ano, mas conseguiu fugir depois que fez um buraco na cela”, disse o delegado, que já foi alertado pela polícia de São Felix que José Augusto tem facilidade em cavar buraco para fugir da cadeia e por isso ficou conhecido por “Tatu”.

O acusado já foi pronunciado ao Tribunal de Júri e deve ser julgado pelo crime de homicídio. Mas, José Augusto vai permanecer em Parauapebas porque foi preso em flagrante, e só deve ser transferido para São Felix quando for requisitado pela justiça para comparecer às audiências públicas.

Alimentação

Alimentos biofortificados são plantados em área piloto em Marabá

A Embrapa já lançou oito cultivares biofortificadas com maior teor de vitamina A, ferro, zinco e carotenoides, como o betacaroteno.

Batata doce, macaxeira, milho e feijão-caupi biofortificados são as cultivares desenvolvidas pela Embrapa com maior teor de ferro, zinco e vitamina A, que começaram a se plantadas em uma área piloto de quatro hectares desde a última quarta-feira, 28, no município de Marabá. O plantio ocorre até a semana que vem no campus rural do Instituto Federal Tecnológico do Pará (IFPA), local no qual funcionará uma unidade de demonstração e capacitação para o cultivo desses alimentos.

O trabalho deverá atender inicialmente 60 famílias localizadas em sete assentamentos no entorno de Unidades de Conservação e Áreas de Proteção Ambiental nos municípios de Marabá, São Félix do Xingu e Parauapebas. As famílias receberão as sementes e mudas biorfortificadas e serão capacitadas para o cultivo.  O coordenador do Núcleo da Embrapa em Marabá, Daniel Mangas, explica que essa área experimental servirá para capacitar técnicos que apoiarão as famílias nos assentamentos. O próximo passo, continua o coordenador, é firmar a parceria com a Prefeitura de Marabá para o fornecimento desses alimentos para a merenda escolar do município.

A biofortificação é resultado de um processo de cruzamento de plantas da mesma espécie, gerando cultivares mais nutritivas. “É importante ressaltar que não é alimento transgênico (onde há incorporação de genes de outro organismo no genoma da planta) e que o próprio produtor tem a autonomia para reproduzir sua semente ou muda”, destaca Daniel Mangas.

A ação faz parte do Projeto Mosaico, coordenado pela Embrapa Amazônia Oriental e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e os parceiros do trabalho são Instituto Federal Tecnológico do Pará – Campus Rural Marabá (IFPA), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Emater, Ideflor-Bio e as Prefeituras de Marabá, São Félix do Xingu e Parauapebas.

Ações iniciais – A ação no município de Marabá é a segunda no estado do Pará. A Embrapa Amazônia Oriental já realizou um curso para o cultivo de alimentos biofortificados na sede da instituição no final de agosto. Os primeiros agricultores familiares do estado que receberam treinamento para o cultivo desses produtos foram dos municípios de Bujarú, Capanema e São Caetano de Odivelas. O objetivo é melhorar a dieta da população paraense, especialmente a mais carente.

De acordo com dados da Rede Biofort – um conjunto de projetos na área coordenados pela Embrapa, as deficiências de ferro e vitaminas, são as formas mais comuns de má nutrição com consequências na saúde pública. No Brasil cerca de 50 % das crianças em idade escolar sofrem de algum tipo de deficiência em ferro.

A Embrapa já lançou oito cultivares biofortificadas com maior teor de vitamina A, ferro, zinco e carotenoides, como o betacaroteno. Para se ter uma ideia, a batata doce biofortificada tem 115 microgramas (µg) de betacaroteno por grama de raízes frescas enquanto que a convencional tem 10 µg; o milho biofortificado tem o dobro de vitamina A que o convencional; já o feijão caupi biofortificado tem 77 mg de ferro por kilo e o convencional tem 50 mg.

Pesquisadores de 15 Unidades da Embrapa em diferentes regiões do Brasil trabalham na Rede BioFORT visando a segurança nutricional da população brasileira, tendo o foco direcionado aos alimentos básicos como arroz, feijão, feijão-caupi, mandioca, batata-doce, milho, abóbora e trigo.

Justiça

Presidente da OAB-PA chega a São Félix do Xingu para acompanhar audiência de custódia de suposto assassino da advogada

Alberto Campos disse que é preciso que Kenny Neves seja mantido na cadeia e que se faça justiça

Por Eleutério Gomes – de Marabá

O presidente da OAB/PA (Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará), Alberto Campos, está se deslocando neste momento para São Félix do Xingu. Ele vai participar, amanhã, terça-feira (26), pela manhã, da audiência de custódia do indivíduo Kenny Müller Barbosa Neves, que na manhã de hoje confessou com detalhes o assassinato da advogada Dilamar Martins da Silva, na última quarta-feira (20).

O corpo da advogada, que morava sozinha em uma fazenda de sua propriedade distante 60 km da sede do município foi encontrado carbonizado dentro de um pneu, na manhã de ontem, domingo (24). Após investigações, policiais civis da Superintendência Regional do Alto Xingu prenderam Kenny na manhã desta segunda-feira, quando ele se preparava para fugir pelo rio.

Em seu depoimento, ele contou que havia sido contratado pela advogada havia 45 dias, pelo valor de R$ 50,00 a diária, mas que Dilamar estava se recusando a fazer o pagamento e que ele estava percebendo que ela colocava veneno na comida dele. Disse que, por esse motivo, resolveu matá-la, primeiramente com um golpe de facão, mas, ela conseguiu correr, porém caiu mais adiante. Foi quando Kenny, segundo as próprias palavras, resolve dar o golpe de misericórdia armado com uma enxada. Depois, ainda segundo ele, arrastou o corpo 100 metros dentro da mata e o queimou usando um pneu como combustível.

Os policiais que interrogaram o rapaz disseram que ele apresentava sinais visíveis de transtorno mental quando do interrogatório.

Que se faça justiça

Ainda no Aeroporto de Parauapebas, onde foi recebido pelos presidentes das Subseções da Ordem em Tucumã e Parauapebas, Drs. Weder Coutinho Ferreira e Deivid Benasor da Silva Barbosa, respectivamente, Alberto Campos disse ao Blog que está indo a São Félix acompanhar a audiência de custódia que deve acontecer amanhã, pela manhã, para tentar manter o acusado na prisão.

“Depois, vamos nos se inteirar mais do caso. Pois, embora a versão que ele apresentou não tenha relação com a advocacia, a OAB tem de estar vigilante para que seus associados tenham a devida cobertura da Ordem. Temos de providenciar para que a justiça seja feita, observando o devido processo legal, para que nós possamos prestar contas aos familiares”, encerrou.

Polícia Civil do Pará

Preso suspeito do assassinato de advogada em São Félix do Xingu (Atualizada)

No momento ele está sendo interrogado pelo delegado Lenildo Mendes. Logo mais, notícias atualizadas sobre o caso

Por Eleutério Gomes – de Marabá

O delegado Lenildo Mendes dos Santos, da Superintendência Regional de Polícia Civil do Alto Xingu e a equipe comandada pelo delegado Pedro Henrique Alves Costa, acabam de prender o indivíduo Kenny Müller Barbosa, suspeito de ter matado a advogada e fazendeira Dilamar Martins da Silva. O corpo dela foi encontrado carbonizado, na tarde de ontem, domingo (24), em sua propriedade, a 50 quilômetros da sede de São Félix do Xingu.

Kenny seria empregado da fazenda e neste momento está sendo ouvido pelo delegado. Ele foi preso após buscas na região pela equipe de Lenildo Mendes, autodenominada de “Equipe Caveira”.

Dilamar estava desaparecida desde quarta-feira (20) e o que sobrou do corpo dela foi encontrado queimado em pneus, dentro da área da fazenda de propriedade da advogada. Ela já estaria aposentada da profissão de advogada, nunca advogou no Pará e o registro dela é de Goiás. Dilamar Martins da Silva morava só e ultimamente tratava apenas da propriedade.

Atualização às 11h10 – Informações da Polícia Civil do Pará

A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta segunda-feira, 25, Kenny Muller Barbosa Neves, de 18 anos, autor confesso do assassinato da advogada e fazendeira Dilamar Martins da Silva. Ele foi preso por uma equipe de policiais civis no momento em que tentava fugir do município de São Félix do Xingu, sudeste do Estado. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Em depoimento, o preso confessou o crime, alegando que matou a vítima porque ela estaria lhe “perseguindo”, colocando veneno em sua comida, e também não teria pagado pelos seus serviços prestados como diarista na fazenda de propriedade da vítima.

Dilamar tinha registro de advogada da Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás, mas não atuava como advogada havia mais de dez anos, e morava em São Félix do Xingu, onde era proprietária de fazendas. As investigações sobre o crime iniciaram ainda no domingo, dia 24, logo após a Polícia Civil tomar conhecimento do assassinato de Dilamar Martins da Silva. O corpo dela foi encontrado, ontem de tarde, por volta de 14 horas, por um trabalhador da fazenda. Estava totalmente carbonizado, dentro do terreno da fazenda de propriedade da vítima, de nome Maringá, a 50 metros da casa da vítima na propriedade rural. A fazenda fica a 60 quilômetros da sede do município. De imediato, o nome do suspeito, até então identificado como Wendell, chegou ao conhecimento da equipe de policiais civis, sob coordenação do delegado Lenildo Mendes, da Superintendência da Polícia Civil do Alto Xingu, em São Félix do Xingu, responsável pela investigação.

Segundo o delegado Pedro Andrade, titular da Superintendência, a vítima foi morta na quarta-feira passada e, no dia seguinte, o corpo teria sido queimado, segundo relatos já ouvidos nas investigações. As primeiras informações obtidas no curso das investigações foram de que o crime teria sido resultado de um desentendimento com a vítima. O acusado trabalhava para a vítima prestando serviços gerais de limpeza e manutenção da fazenda. Na quinta-feira passada, um dia após o crime, ele foi embora da fazenda sem falar com ninguém. No domingo, 24, o suspeito foi visto no município. O corpo foi removido para o Centro de Perícias Científicas de Marabá para ser periciado. No local do crime, foi apreendido o objeto que teria sido usado no crime, uma enxada usada para capinar o terreno da fazenda. A ferramenta foi levada para passar por perícia.

Durante as investigações, a equipe de policiais civis conseguiu informações sobre o paradeiro de Kenny Muller, que, nesta segunda-feira, foi localizado na beira do rio Xingu, no momento em que iria pegar um barco para fugir da cidade com destino a outra propriedade rural, para se esconder até “baixar a poeira”. Apresentado na Delegacia do município, o acusado apresenta visíveis sinais de transtornos mentais. Ao delegado Lenildo Mendes, o preso alegou que a vítima estaria lhe “perseguindo” não lhe deixando ir embora da fazenda. Ainda, em depoimento, Kenny alegou que a fazendeira estaria lhe envenenando. Ele também afirma que não teria recebido o pagamento pelos seus serviços prestados na fazenda Maringá. Assim, resolveu premeditar o crime. Na quarta-feira passada, resolveu matar a vítima a golpes de enxada e facão pelo corpo. Em seguida, arrastou o corpo cerca de 50 metros dentro do terreno, onde queimou o corpo, usando pneus. Ainda, conforme o delegado Pedro Andrade, o acusado agiu sozinho e fugiu sem nada levar da casa da vítima. Após a autuação, o preso vai ficar recolhido no município à disposição da Justiça.

Inauguração

TRT: Vara do Trabalho da Comarca de São Félix do Xingu será inaugurada no dia 20 de setembro

O Município de São Félix do Xingu é uma das localidades do Brasil com maior ocorrência de trabalho escravo e da exploração do trabalhador em condições sub-humanas

Por Pedro Ribeiro de Souza

O Pará figura entre os estados brasileiros com maior existência de trabalho escravo, com os dados apontando para quase 10 mil pessoas resgatadas de condições análogas às de escravo no seu território, somente nos últimos 14 anos, segundo dados do Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil, mantido pelo Ministério Púbico do Trabalho, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho.

O estado do Pará lidera o ranking nacional com maior número de resgates e o Município de São Félix do Xingu, na chamada “Terra do Meio”, é uma das localidades do Brasil com maior ocorrência de trabalho escravo e da exploração do trabalhador em condições sub-humanas, com mais de 800 resgates ocorridos. Mesmo diante da atual situação de déficit orçamentário e financeiro pelo qual passa a Justiça do Trabalho, a instalação da Vara do Trabalho de São Félix do Xingu foi priorizada pela atual presidente do TRT da 8ª Região, desembargadora Suzy Koury. A Vara do Trabalho terá o objetivo de marcar a presença do Estado na região e buscar diminuir os sucessivos casos de assassinatos de trabalhadores.

Por essas razões, o Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região realizará, quarta-feira, dia 20 de setembro, às 11 horas, a inauguração das instalações da Vara do Trabalho de São Felix do Xingu, com a crença de que essa Vara será indutora do respeito aos direitos sociais e humanos. O prédio da Vara do Trabalho de São Félix do Xingu ficará localizado na Avenida 22 de Março, Nº 868/870, Quadra 23, Lote 24, Setor 1, Centro, São Félix do Xingu-PA. Estamos torcendo para a justiça fazer valer o direito desses trabalhadores explorados.

São Félix do Xingu

CPAOR forma novos aquaviários no município de São Felix do Xingu (PA)

A cerimônia de encerramento do curso aconteceu na Igreja Assembleia de Deus e foi presidida pelo Capitão de Corveta Carlos José Vicente Cavalcante, representando o Capitão dos Portos da Amazônia Oriental.

No período de 28 de agosto a 1º de setembro, a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), em parceria com a Prefeitura de São Félix do Xingu, realizou o Curso de Marinheiro Fluvial Auxiliar de Convés/Máquinas, nível 1, habilitando 79 novos aquaviários, sendo onze indígenas da tribo Kayapo. As aulas foram realizadas no auditório da Praça Céus, da Secretaria da Cultura, Trabalho e Promoção Social da Prefeitura da cidade.

O curso tem como propósito preparar profissionais para ingresso na Marinha Mercante como Aquaviários do 2º Grupo Fluviários, Seção de Convés/Máquinas, com inscrição na categoria Marinheiro Fluvial Auxiliar de Convés (MAF) e categoria Marinheiro Fluvial Auxiliar de Máquinas (MMA), no nível de equivalência 1, para o exercício das capacidades previstas nas Normas da Autoridade Marítima para Aquaviários.

A cerimônia de encerramento do curso aconteceu na Igreja Assembleia de Deus e foi presidida pelo Capitão de Corveta Carlos José Vicente Cavalcante, representando o Capitão dos Portos da Amazônia Oriental.

Na ocasião, estiveram presentes a Prefeita do município de São Félix do Xingu, Sra. Minervina Barros, o Vereador Fernando Silva de Lima, a Secretária Municipal de Educação, Sra. Viviane Cunha, e o Secretário Municipal de Meio Ambiente, Fabrício Batista.

Indígenas

Prorrogada atuação da Força Nacional em terra indígena do Pará

A Força Nacional permanecerá por pelo menos mais 120 dias.

O Ministério da Justiça prorrogou o prazo de permanência dos profissionais da Força Nacional de Segurança Pública enviados ao Pará a fim de participar da operação de retirada dos não-índios da Terra Indígena Apyterewa, localizada em São Félix do Xingu (PA).

portaria que autoriza a permanência do efetivo em apoio aos órgãos federais envolvidos no processo de desintrusão foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (11).

O objetivo da chamada Operação Apyterewa é garantir a segurança pessoal e patrimonial de índios e não-índios que vivem na região. A Força Nacional permanecerá por pelo menos mais 120 dias.

Território tradicional

Apesar da retirada dos não-índios da reserva estar amparada por decisões judiciais do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e da Seção Judiciária Federal de Redenção (PA), a Fundação Nacional do Índio (Funai)  há anos tenta, sem sucesso, dar início ao processo de desintrusão – questionado na Justiça por moradores e autoridades da localidade. Cerca de 80% do território encontra-se ocupado irregularmente por não indígenas.

Homologada por meio de decreto presidencial em abril de 2007, a terra indígena é, segundo estudos antropológicos contratados pela Funai, território de ocupação tradicional do povo Parakanã. Mede 773.470 hectares (um hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial) e, até 2010, abrigava 4.255 índios, conforme os dados do censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Grupos contrários à remoção dos não-índios alegam que mais de 2 mil colonos vivem dentro da terra indígena.

Os Parakanã foram contatados na década de 1970, durante a abertura da Rodovia Transamazônica (BR-230) e do início de outros empreendimentos locais. Posteriormente, foram removidos de parte de suas terras tradicionais, em razão da construção da Usina Hidrelétrica de Tucuruí. Parte do grupo vive hoje na Terra Indígena (TI) Parakanã, localizada na bacia do rio Tocantins, nos municípios de Novo Repartimento e Itupiranga (PA). Já demarcada e com a situação fundiária regularizada, a referida TI possui extensão de 351 mil hectares.

Ainda de acordo com a Funai, a Terra Indígena Apyterewa faz parte do complexo de terras indígenas afetadas pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte e sua regularização fundiária, incluindo a retirada dos ocupantes não indígenas, é uma das condicionantes governamentais presentes no processo de licenciamento ambiental do empreendimento.

Política

Presidente da Câmara de São Felix do Xingu pleiteia apoio de deputados

A pavimentação do pátio de Exposição Rosiron Prudente e melhorias no Distrito de Sudoeste foram solicitadas

Por Paulo Francis – de São Félix do Xingu

O Presidente da Câmara Municipal de São Felix do Xingu, vereador Silvio Alves Coelho, o “ Silvio Sem Terra” (PDT), esteve na manhã de hoje 9, com o deputado Miro Sanova (PDT) e com o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (ALEPA), deputado Marcio Miranda (DEM), ocasião em que trataram da liberação de recursos para a pavimentação do pátio de Exposição Rosiron Prudente, na sede do município, e de recursos para o Distrito de Sudoeste.

O empenho da prefeita do município Minervina Barros (PDT) e dos deputados Miro Sanova e Marcio Miranda são fundamentais para o atendimento desses e dos demais pleitos que estão sendo feitos.

A pavimentação do pátio de Exposição Rosiron Prudente é uma antiga reivindicação dos produtores rurais de São Félix do Xingu. As outras reivindicações foram destinadas ao distrito da Sudoeste que fica a mais de duzentos e cinquenta quilômetros da sede do município e que irão beneficiar os moradores daquela localidade.

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