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Perfil

Conheça quem são os gestores de Parauapebas (parte 3)

Saiba quem são João Corrêa (Seplan), Isaías de Queiroz (Seden) e Rafael Ribeiro (CMJ)

Os titulares das secretarias municipais de Planejamento e Desenvolvimento e da Coordenadoria Municipal de Juventude são apresentados nesta terceira matéria de perfil dos gestores municipais.

Seplan

O novo ocupante da pasta de Planejamento é João José Corrêa, 52 anos, casado há 33 anos, pai de dois filhos e avô de dois netos. Nascido em Barbacena Minas Gerais, atuou em Parauapebas e região desde a época das cantinas comunitárias, na década de 90, mas tem residência fixa no município desde 2010.

Pedagogo, com uma pós-graduação em História da Educação, outra em Cooperativismo, João Corrêa cursa agora sua terceira pós, na área de Economia Solidária. Em seu histórico profissional consta seu trabalho na FUNAI, nas áreas de desenvolvimento econômico, contabilidade e finanças e Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), como Técnico em Educação não formal, Coordenador da Equipe Local de Marabá, Coordenador de Núcleo do Programa regional Amazônia e Coordenador Adjunto do Programa Amazônia. Atuou como Assessor Parlamentar na ALEPA e na Câmara Municipal de Marabá.

Atualmente sem partido, João Corrêa aponta os seguintes desafios à frente da Seplan: reorganizar a secretaria de Planejamento e Gestão; articular as diversas secretarias em metas e ações; construir coletivamente um processo de planejamento, monitoramento e avaliação do orçamento e das ações desenvolvidas pelo governo; oportunizar a participação dos conselhos e organizações sociais; fortalecer a relação com a Câmara Municipal.

Seden

O empresário Isaías de Queiroz França, conhecido como Isaías da Pioneira foi o escolhido para assumir a Secretaria de Desenvolvimento. Natural de Itaituba, no Pará, reside há 15 anos em Parauapebas, onde atua no segmento de auto escola. Tem 40 anos, é casado e pai de dois filhos. Iniciará agora um curso superior na área de administração.

Em função dos resultados alcançados nas urnas durante as últimas eleições, Isaías foi o indicado pelo PEN, seu partido, para ocupar a pasta. Ele se candidatou a vereador e obteve 1.370 votos em sua primeira tentativa para conseguir uma vaga na Câmara Municipal.

Seu principal desafio à frente da pasta é trabalhar na contribuição do desenvolvimento de novas matrizes econômicas para o município. Para alcançar tal objetivo, o novo gestor tem visitado o Pólo Moveleiro, de Gemas e Jóias e o Distrito Industrial para entender como estão os trabalhos e levantar as principais carências. Já identificou, por exemplo, a urgência em retomar a parceria com a Vale, que tem madeira para ser destinada gratuitamente aos empreendedores do Pólo Moveleiro.

O Plano Municipal de Turismo, que a gestão passada deixou encaminhado, também deverá ser retomado para que esse segmento seja fortalecido na cidade, com o objetivo de gerar emprego e renda. E a meta do novo gestor é também fortalecer o Banco do Povo e aumentar ainda mais os incentivos aos pequenos empreendedores.

CMJ

A Coordenadoria Municipal da Juventude (CMJ) é um órgão que se perdeu ao longo dos últimos anos. Prova disso é que por falta de projetos, os recursos do seu orçamento foram devolvidos ao gabinete, pasta à qual é vinculado, e decresceu vertiginosamente. Em 2012 o orçamento da CMJ era de R$ 2,7 milhões já para 2017 está previsto um orçamento de R$ 311 mil.

E quem tem o desafio de resgatar o órgão e fazer com que desenvolva um papel social importante voltado para a juventude é o jovem Rafael Ribeiro Oliveira, que, apesar de ter apenas 23 anos, tem uma história de vida impressionante. Nascido em Parauapebas, casado e com um filho, Rafael Ribeiro cursa graduação em administração.

Seu histórico profissional inicia aos sete anos de idade quando começou a vender jornal, atividade que exerceu até os 11 anos, paralelo com a venda de picolé. O perfil de liderança também foi despertado cedo, quando na quarta série do ensino fundamental se tornou líder de turma e seguiu implantando grêmio nas escolas que estudava e lutando pelos direitos dos estudantes. Aos 18 anos se candidatou a vereador e conseguiu 518 votos. Nas últimas eleições alcançou a marca de 988 votos e é o primeiro suplente do PMDB.

Em suas propostas de trabalho está o desenvolvimento de parcerias para a criação do Centro de Referência para o Jovem e a Casa do Trabalhador Jovem, que possibilitará capacitação e qualificação profissional para inserção desse público no mercado de trabalho. Além disso, o fortalecimento de grêmios e entidades estudantis e de atividades culturais que envolvem o público juvenil, principalmente nas regiões periféricas do município.

Mas, antes disso tudo, Rafael Ribeiro terá que estruturar sua equipe de trabalho, já que recebeu um quadro de apenas nove servidores, todos efetivos no cargo de auxiliar administrativo. Segundo ele, parcerias com outras secretarias já estão sendo desenvolvidas no sentido de compor uma equipe multidisciplinar para contribuir com os trabalhos, entre eles profissionais nas áreas de assistência social, psicologia e pedagogia.

Leia também: 

Conheça quem são os gestores de Parauapebas (parte 1)

Conheça quem são os gestores de Parauapebas (parte 2) 

Prefeitura

Marabá: Tião Miranda expõe dívida milionária e confirma informação do blog

"O rombo é muito maior do que a gente pensava,” revelou Miranda, durante entrevista coletiva.

Por Ulisses Pompeu – de Marabá

Na entrevista coletiva ocorrida na tarde desta quarta-feira, 11, em Marabá, o prefeito Tião Miranda confirmou o que o blog publicou um dia antes, informando que a dívida atual da Prefeitura de Marabá deve chegar à cifra de R$ 200 milhões.

A entrevista contou com a participação do vice-prefeito Antônio Carlos Cunha Sá, do procurador geral do município, Absolon Mateus Santos, do secretário de Planejamento, Karan El Hajjar, e do secretário de Gestão Fazendária, Aldo Maranhão.

Ao iniciar a entrevista, Tião disse que a decretação de calamidade financeira só ocorreu porque a situação do município de Marabá é extremamente complicada, observando que os débitos atrasados a que a dívida total da Folha é de R$ 106.380.080,92, isso levando em consideração as folhas de julho a novembro, toda a de dezembro, plantões, encargos, consignados e vale alimentação.

A dívida total da Prefeitura de Marabá, segundo Tião Miranda, é de R$ 145.227.195,73 (cento e quarenta e cinco milhões, duzentos e vinte e sete mil, cento e noventa e cinco Reais e setenta e três centavos), cerca de 20% da receita prevista para o município de Marabá para este ano. “Ainda não temos o levantamento do que a prefeitura deve, ao todo, para os fornecedores, mas acredito que deve chegar perto de R$ 200 milhões. O rombo é muito maior do que a gente pensava,” revelou Miranda.

Pela primeira vez, Tião falou sobre o período de transição dos dois governos, alegando que esse processo não levantou todas as informações que deveriam ser repassadas para sua gestão.

Para encarar o problema de frente, o prefeito diz que a solução inicial foi cortar gastos, inclusive demitindo servidores contratados, o que, até agora, já alcançou uma média de 17%, saindo de uma folha total de R$ 32 milhões para R$ 26 milhões. “Precisamos nos adequar à Lei de Responsabilidade Fiscal, reduzindo de 51,3% os gastos com pessoal da Receita Corrente Líquida abaixo de 48%, porque o município não pode trabalhar só com a folha de pagamento, mas deve ter capacidade de investimento para trazer convênios para a cidade”.

O prefeito reafirmou que todas as compras da Prefeitura de Marabá serão feitas por licitação, evitando compras diretas, a não ser casos raros que cheguem a, no máximo, R$ 1.000,00. “Todos os dias chegam novas dívidas que a gente não sabia, e por isso precisamos de mais tempo para avaliar todo o contexto. Havia muitos desperdícios e má gestão. Programaram 22 creches e algumas delas não tinha moradores por perto. Não perceberam que não havia demanda”, alfinetou.

O prefeito disse que enviou esta semana quatro projetos para a Câmara votar em regime de urgência e avisou que deverão ser encaminhados nos próximos dias para ajustar a despesa com a receita.

Karan El Hajjar fez apresentação do que chamou de relatório parcial de transição de governo, mostrando o montante da dívida que a Prefeitura tem hoje.

É preciso fazer justiça e dizer que do montante apresentado, R$ 16,5 milhões são referentes ao Ipasemar e INSS da gestão de Maurino Magalhães. As dívidas com precatórios chegam a R$ 14,3 milhões e se acumulam por mais de 20 anos. “Esses valores serão pagos entre 2017 e 2020”, sustentou Karan.

Sobre a dívida acima, Salame enviou, antecipadamente uma nota para o blog, informando que “não disse que a dívida do Maurino era de R$ 75 milhões, mas que pagou esse montante. “Eu não paguei nada de fornecedores da gestão do Maurino, como o Tião não vai pagar da minha. Na época levantamos que era mais de R$ 70 milhões só a dívida com fornecedores. Não deixei esse volume de dívida com fornecedores para o Tião, mesmo que ele não pague. Deixei a folha de dezembro sem pagar e apenas a educação com dois meses. Na época recebi dois meses de Folha em atraso. Deixei um mês de plantões médicos em atraso contra 4 meses que recebi. Um mês de vale transporte contra 5 meses em atraso que recebi. 5 meses de vale alimentação contra 10 meses que recebi. Recebi com 3 milhões em atraso de contas de energia e entreguei com as contas de energia praticamente em dia. Como a dívida que deixei é maior então?

É preciso ter seriedade na divulgação desses números. Fui sério mostrando apenas o que eu paguei. Só na coleta do lixo tem uma dívida de 25 milhões do governo do Maurino que está sendo cobrada judicialmente e outra de 18 milhões da merenda escolar. E tantas outras. Não relacione nenhuma delas e não deixei esse montante de dívidas a ser paga a nenhum fornecedor”.

Por outro lado, o relatório parcial apresentado por Karan mostra que a gestão de Salame deixou um débito de R$ 920.894, 91 de dívida com a Celpa, além de um parcelamento de R$ 724.111,20 e outro de R$ 2,3 milhões.

Notícias

Prefeito Valmir Mariano e a filha foram convocados pela Câmara para prestar esclarecimentos sobre despesa orçamentária

O pedido, de autoria do vereador Antônio Massud (PTB), solicita o comparecimento do prefeito Valmir Queiroz Mariano e da secretária municipal de Planejamento Flávia Cristina Queiroz Mariano para explanarem sobre a execução orçamentária e financeira do município no ano vigente.

A proposição (Requerimento nº 41/2015) foi aprovada com os votos a favor dos vereadores Euzébio Rodrigues (PT), Israel Miquinha (PT), Eliene Soares (PT), Charles Borges (SD), José Pavão (SD), Irmã Teca (PV), Joelma Leite (PT) e do autor do pedido. Posicionaram-se contra a proposição Ivaniti Barrão (PSDC), Zacarias Marques (PP), Marcelo Parcerinho (PSDB), João Assi, o João do Feijão, (SD) e Maridé Gomes (PSC).

A convocação do prefeito e da secretária de Planejamento faz parte do rol de competências privativas da Câmara com previsão no artigo 13, inciso IX da Lei Orgânica Municipal, bem como no artigo 276 do Regimento Interno, visto que determinam: “Compete à Câmara convocar o prefeito, bem como os secretários municipais, para prestar informações sobre assuntos de sua competência administrativa, mediante ofício enviado pelo presidente, em nome da Câmara, acompanhado do requerimento respectivo, devidamente aprovado regimentalmente”.

O artigo 60 da referida lei prevê que o prefeito eleito preste compromisso perante esta Casa de Leis, prometendo fazer cumprir a Constituição da República, a Constituição Estadual, a Lei Orgânica do Município e a legislação em vigor, visando promover o bem coletivo e exercer o mandato em prol do bem comum dos cidadãos parauapebenses.

Segundo o vereador Antônio Massud, o prefeito não vem cumprindo a Constituição da República, a Constituição Estadual e nem a Lei Orgânica do Município.

Com base no artigo 36 da Lei Orgânica, a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do município e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pela Câmara Municipal, mediante controle externo e pelo sistema de controle interno dos poderes do Executivo e Legislativo.

“É importante ressaltar que é previsto em lei que nos finais dos meses de maio, setembro e fevereiro o Poder Executivo deve demonstrar e avaliar o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre, em audiência pública perante Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal, mas nunca fez, em descumprimento da Lei Orgânica”, reclamou Antônio Massud.

De acordo com o parlamentar, o chefe do Executivo descumpre o artigo 40 da Lei Orgânica, que prevê que anualmente, dentro de 60 dias do início da sessão legislativa, a Câmara Municipal receberá, em reunião especial, o prefeito, que informará, por meio de relatório, o estado em que se encontram os assuntos municipais.

O parlamentar afirmou ao plenário que importa crime de responsabilidade do prefeito os atos que atentam contra a Lei Orgânica, principalmente o atentado contra a lei orçamentária (art. 75, IV, e).

“O prefeito não tem prestado contas das despesas do Executivo e, por entender que os esclarecimentos solicitados são de fundamental importância para o povo de Parauapebas, pedimos que o senhor Valmir nos apresente o balanço dos gastos de sua gestão”, destacou.

Por Josiane Quintino / Ascom CMP

Notícias

Gestor da SEPLAN representa Parauapebas em evento comemorativo aos 80 anos do DNPM em Minas Gerais

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O secretário de Planejamento de Parauapebas, Wander José Nepomuceno, esteve presente na cerimônia de comemoração dos 80 anos do Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM –  ocorrida hoje (17) pela manhã na sede da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais. Durante o evento, os convidados participaram da palestra “O futuro da Mineração no Brasil”, ministrada por Sergio Augusto Dâmaso de Sousa, diretor geral do DNPM.

Na foto o secretário de Planejamento, que representou o município na ocasião, ladeado do presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas Geras, Roberto Luciano Fagundes.

Parauapebas

Secretário critica e culpa Vale por atraso no início da obra de duplicação da Faruk Salmen

Por Francesco Costa

Liderado pelo MCC (Movimento Contra a Celpa) as manifestações contra a Celpa em Parauapebas trouxeram entre as reivindicações o início da duplicação de 8,8 quilômetros da Rodovia Faruk Salmen. De acordo com o MCC a obra não foi iniciada em virtude da concessionária de energia elétrica não ter feito a remoção dos postes em um trecho do local onde passará a obra.

O movimento acusa o “jogo de empurra” entre Celpa, Vale e Prefeitura Municipal de Parauapebas. De acordo com lideres do movimento, a Vale alega que não inicia a obra enquanto a prefeitura não remover os postes, e a prefeitura transfere a culpa para a Celpa.

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Nossa equipe de reportagens procurou o Secretário Municipal de Planejamento e Gestão, Wander José Nepomuceno, em busca de informações reais sobre o motivo que dificulta o início da obra da rodovia.

“Aqui no nosso município a gente vê essa área de interferência entre a Celpa e a prefeitura, que é a interessada na obra juntamente com a sociedade de Parauapebas e a Vale, que é a responsável para executar o projeto”, explicou Wander, acrescentando que todo mundo tem suas prioridades, mas o governo só tem uma, que é fazer a obra.

Nepomuceno disse ainda que a Faruk Salmen é uma via importante para o município, pois liga o eixo norte ao eixo sul do município tendo uma demanda de tráfego altíssima com auto risco de acidente, principalmente na categoria de motocicletas, afirmando que ocorrem de quatro a cinco acidentes por semana naquela via.

O secretário  dá conta que nos cerca de 120 dias que ocupou a pasta já participou de 10 reuniões no sentido de agilizar o projeto, fazendo algumas avaliações do projeto conceitual e algumas considerações, mas lamenta que a Vale venha prometendo desde do último mês de dezembro entregar o projeto para avaliação da SEPLAN (Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão), saindo daí uma aprovação preliminar para a secretaria de obras da prefeitura e até hoje não o fez. Ainda segundo a SEPLAN, a mineradora entregou apenas o projeto conceitual básico e esse foi aprovado, mas o projeto definitivo executivo não foi entregue.

image“Só quero deixar registrado aqui que, antes que o projeto definitivo fosse entregue, a Vale veio entregando um documento do convênio a respeito dos recursos alocados para a obra de duplicação da Faruk Salmen. Pela forma como ele foi redigido, nós achamos por bem não ter uma contrapartida de respeito da Vale com o município e orientamos o prefeito que não assinasse esse convênio até que fosse corrigido o teor desde documento”, esclarece Wander, explicando que “o convênio tinha um teor de forma bastante rudimentar e não condizia com a grandeza do município e com o respeito social que a Vale tem com o município, tratando este convênio como se fosse um contrato, como se fosse qualquer outro prestador de serviços e não como uma obra de interesse social para a população de Parauapebas. Em virtude disso, foi decidido que a Vale reavaliasse o teor do convênio e o que estava escrito nele e trouxesse novamente para apreciação da SEPLAN para depois ser encaminhado para ser assinado pelo prefeito”. A questão pendente, segundo o gestor da SEPLAN, é a entrega do projeto executivo e a assinatura do convênio de reivindicação da estrada. Sobre o trecho obstruído pelos postes, Wander mensura que não chega a 25% de interferência com a obra o que significa não mais que 1,5 km.

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Para tentar destravar a obra, Wander conta que acertou com o gerente de coordenação de relações institucionais da Vale e ele ficou de apresentar, ainda esta semana, o projeto executivo e a revisão do governo para assinatura. Mas de acordo com a SEPLAN, a remoção dos postes não é o único problema que trava o início da obra, dando conta que o verdadeiro motivo seria em virtude do atraso da Vale no processo de licitação da obra. “Só na segunda quinzena de janeiro foi feito o convite à cinco empresas, inclusive umas que prestam serviços para prefeitura e ainda para a Construfox, que é de Marabá, a Andrade Gutierrez e a construtora Apia”, conta Wander, afirmando não saber, ainda, qual foi a empresa qualificada para fazer o serviço. O secretário afirmou que em dezembro a mineradora pediu 60 dias pra fazer o projeto dizendo já ter um parceiro para fazer a obra. “Já estamos em meados de fevereiro e não sabemos quem vai fazer a obra. A Vale tem que parar de brincar. Isso aqui é mais uma peça que a Vale vem pregando no município”, conclui Wander.

Versão da Mineradora Vale

Através de Nota, a Mineradora Vale, via Assessoria de Imprensa, rebateu as críticas do secretário. Leia a íntegra da Nota encaminhada ao Blog:

“A Vale esclarece que assumiu o compromisso de prover recursos de R$ 23 milhões para que a prefeitura providenciasse  melhorias na rodovia Faruk Salmen e vem dialogando com o município de Parauapebas a respeito dos termos para assinatura do convênio e início do repasse da verba.

A pedido da administração local atual, a Vale assumiu o compromisso de execução da obra, que antes estava sob responsabilidade da Prefeitura, ficando esta responsável pelo licenciamento ambiental e desimpedimento da área a ser duplicada.

Com as alterações, a Vale submeteu à Prefeitura uma nova proposta de convênio e aguarda a revisão do documento para dar sequência à duplicação. Quanto à definição da empresa que fará a obra, a contratação está em fase final de negociação”.

 

Parauapebas

Engenheiro pioneiro em Parauapebas é o novo secretário municipal de Planejamento e Gestão

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Wander Jose Nepomuceno é o novo gestor da Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (SEPLAN). Pioneiro em Parauapebas, o engenheiro e hoje mestre em Administração, chegou por aqui em 1985, onde viveu por 18 anos. Hoje, volta à cidade para resgatar um legado com a sociedade que “viu crescer, prosperar e progredir”. Sua relação e ligação foi fortalecida por meio da oportunidade profissional mas ultrapassou esses limites.

Nepomuceno, 57 anos, também escolheu Parauapebas como tema para sua tese de mestrado: “Impacto Socioeconômico da Indústria Extrativa Mineral de Parauapebas”. Para Wander, o desafio do bom planejamento está em garantir sua condução de forma simples e, sobretudo, eficiente.

Graduado em engenharia de minas e engenharia mecânica pela Universidade Federal de Minas Gerais e com MBA Executivo Internacional pela Ohio University – EUA – ele é casado, pai de quatro filhos, e um grande conhecedor desta região. O engenheiro ocupava o cargo de diretor técnico de Implantação de Projetos de Infraestrutura, Obras de apoio logístico às operações de plataformas de exploração de petróleo e gás da bacia do Espírito Santo e bacia de Campos.

Natural de Ipiranga, Minas Gerais, Wander trabalhou por 21 anos na Vale – período de 1985 a 2006 – como gerente de tratamento de minérios, gerente de mineração de Manganês na Mina do Azul, em Carajás, coordenador executivo de serviços técnicos, assessor da Diretoria de Ferrosos Sul, engenheiro master e assessor de relações trabalhistas na Mina de Carajás. O novo secretário também atuou no Grupo CMP – Minerações Novo Astro/Amapá, na gerência de operação de mina e implantação da mina subterrânea.

Fonte: ASCOM PMP

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Parauapebas

Célio Costa não é mais o secretário de Planejamento de Parauapebas

imageO economista Célio não é mais o secretário de Planejamento de Parauapebas. Ele entregou o cargo à Valmir Mariano Queiroz no entardecer da última sexta-feira após reunir-se com o prefeito.

Através de uma carta onde entrega o cargo e solicita sua demissão, Célio Costa, que foi taxado pelo próprio prefeito como a “bússola de seu governo” enumerou as ações impetradas por ele quando esteve a frente da SEPLAN.

Sem se esquecer de mencionar os momentos difíceis, quando foi criticado somente por ser de fora, que pra ele serviram de aprendizado, Célio Costa fez um balanço resumido do governo; agradece a oportunidade concedida por Valmir Mariano; diz que pretende continuar ajudando; cita o que para ele há uma causa maior, a criação do Estado do Carajás; agradece aos colegas da administração alegando sair com o sentimento do dever cumprido e que o governo Valmir Mariano irá marcar a história e impor um novo modelo de gestão e de ética ao estado do Pará.

Esta é a sétima baixa no secretariado de Valmir Mariano desde o início do seu governo, há 10 meses.

Em seu lugar deve ficar o adjunto, Peterson Leal Pacheco.

Em instantes publicaremos o inteiro teor da carta de demissão de Célio Costa.

Atualização

Nota da ASCOM
A Prefeitura de Parauapebas comunica que a secretaria municipal de Planejamento e Gestão não está mais sob a coordenação do economista Célio Costa. O economista encaminhou uma carta ao prefeito Valmir Mariano solicitando o desligamento e o prefeito aceitou o pedido. O servidor Peterson Leal Pacheco, secretário adjunto de Planejamento, assume interinamente a pasta.

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Parauapebas

Parauapebas: governo municipal apresenta orçamento de R$1,52 bi para 2014

O orçamento planejado pelo Poder Executivo para 2014, em Parauapebas, foi apresentado no Fórum do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), realizado na quinta-feira (25), no auditório do Centro Administrativo da Prefeitura. Organizado pela Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (SEPLAN), o evento contou com a presença de representantes da sociedade civil organizada, sindicatos, empresários, Poder Legislativo, secretários de governo e servidores públicos.

Em sentido amplo, o orçamento público é um documento legal elaborado pelo Executivo e aprovado por lei pela Câmara de Vereadores, contendo a previsão de receitas e a fixação de despesas a serem realizadas por um governo durante um ano, iniciando no primeiro dia de janeiro e encerrando no último de dezembro.

A elaboração do orçamento é um processo de planejamento que leva em consideração os princípios básicos definidos na Constituição Federal, apresentados na Lei 4.320/64; as demandas da comunidade apresentadas no Plano Plurianual (PPA); as orientações da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei de Responsabilidade Fiscal. O PLOA deve ser encaminhado para a Câmara de Vereadores até segunda-feira (30) e poderá sofrer alterações.

Destaques

A receita projetada para 2014 passa de um bilhão e meio de reais e se destaca à destinação de cinquenta por cento desses valores para investimentos, o que equivale a mais de R$ 770 milhões. “O Governo Valmir Mariano tem uma preocupação com o planejamento desta cidade, de forma que os déficits, principalmente na área social, sejam reduzidos”, destacou o titular da SEPLAN, Célio Costa.

A aplicação dos recursos será distribuída nos seguintes eixos: Desenvolvimento Social, Desenvolvimento e Produtividade Sustentável, Obras Civis e de Infraestrutura Urbana e Rural e Gestão Administrativa, atendendo, assim, às demandas apontadas pela comunidade durante as sete audiências públicas realizadas para a elaboração do PPA, no primeiro semestre deste ano.

O eixo Desenvolvimento Social recebeu uma atenção especial no planejamento do orçamento de 2014, sendo destinados, aproximadamente, R$ 630 milhões para esse eixo. Para Raimundo Moura, um dos representantes da sociedade civil organizada presentes no evento, se esse volume de recursos for realmente investido no social, vai impactar positivamente a cidade.

Clique aqui para baixar em PDF a apresentação realizada durante o Fórum, com informações sobre o planejamento orçamentário para 2014.

Fonte: ASCOM PMP

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