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Saúde

Reunião em Belém busca melhorias para a saúde de Parauapebas

O Secretário de saúde, Coutinho, o Deputado Estadual Gesmar Costa e o promotor Helio Rubens estão reunidos com o Secretário Estadual de Saúde para solucionar os problemas da Alta Complexidade na saúde de Parauapebas

A Constituição Federal de 1988 deu um importante passo na garantia do direito à saúde com a criação do Sistema Único de Saúde, o SUS. Seus princípios apontam para a democratização nos serviços de saúde, que deixam de ser restritos e passam a ser universais.

Da mesma forma, deixam de ser centralizados e passam a ser norteados pela descentralização, com os estados e municípios assumindo suas responsabilidades e prerrogativas diante do SUS, bem como desenvolvendo ações que deem prioridade à prevenção e à promoção da saúde.

Essa descentralização da saúde tem provocado um colapso financeiro na Secretaria de Saúde de Parauapebas, já que o município vem arcando com despesas que por Lei deveriam ser do Estado.

Para tentar solucionar esse problema, o Ministério Público do Pará, por meio do promotor de justiça Hélio Rubens, o Secretário de Saúde de Parauapebas, José das Dores Couto, e o Deputado Estadual Gesmar Costa estão hoje (14) na Secretaria Estadual de Saúde Pública – Sespa, em Belém, em uma reunião com o Secretário Estadual da Pasta, Vitor Manuel Jesus Mateus.

O encontro teve como objetivo principal sensibilizar o Estado do Pará a assumir os custos dos serviços médicos de Alta Complexidade (UTI, UCI, Hemodiálise, Cirurgias Eletivas…) realizados no município de Parauapebas, que hoje estão sendo arcados pelo prefeitura local. O pleito se baseia na lei do Sistema Único de Saúde – SUS, que confere aos Estados a responsabilidade pela Alta Complexidade.

A reunião teve início por volta das 16 horas e ainda não tem hora para terminar. Mais detalhes sobre o que ficou decidido nesta reunião em breve aqui no Blog.

Parauapebas

Obras da Unidade Básica de Saúde do bairro Rio Verde devem iniciar ainda este ano

Os recursos financeiros para a obra virão dos governos federal e estadual. A prefeitura entrará com equipamentos, insumos e mão-de-obra para o funcionamento da unidade.

A comunidade do Rio Verde aplaudiu calorosamente a gestão municipal durante a Audiência Pública do PPA realizada nesta terça-feira (11), na Escola Municipal Paulo Fonteles. A euforia foi graças a notícia repassada pela secretária adjunta de saúde, Raijane Loras, que anunciou a construção do prédio da Unidade Básica de Saúde (UBS) que atende a localidade. A previsão de início da obra é para o segundo semestre desse ano.

Há anos a comunidade do Rio Verde sofre com a falta de estrutura da Unidade Básica de Saúde, que já funcionou em vários prédios alugados, alguns com condições tão precárias que já precisaram até mesmo ser interditados. O prédio próprio será construído em uma área da Prefeitura, localizada na Rua JK esquina com Rua Minas Gerais, que já abrigou a própria Unidade de Saúde do Rio Verde e anos depois se tornou a sede da Unidade de Saúde Visual Jonas Melo. Atualmente a área está sem ocupação.

A construção da UBS Rio Verde decorre de uma emenda do deputado federal Wladimir Costa, feita em 2014, que pediu a liberação de pouco mais de R$ 700 mil para esse fim. O recurso para o restante da obra será complementado pelo governo do Estado. A responsabilidade da Prefeitura é de equipamentos, insumos e mão-de-obra para o funcionamento da unidade, que deverá entrar em operação em até 90 dias contados a partir da entrega do prédio.

“Já era uma demanda antiga da Prefeitura, tanto que a emenda foi proposta ainda em 2014, mas só agora se consolida. Depois de muita conversa o governo estadual aceitou construir toda a unidade. Nós argumentamos que Parauapebas não tinha como arcar e que já temos um custo muito alto com serviços de média e alta complexidade, cuja competência é do governo estadual, como UTI e Hemodiálise”, disse a secretária ajunta durante o evento.

Tipo da Unidade e capacidade de atendimento

De acordo com o projeto da Obra, será construída uma estrutura para comportar uma UBS Tipo IV, que deve contar com pelo menos 4 consultórios médicos, 4 consultórios odontológicos, sala de curativo, sala de administração de medicamentos, sala de vacinação, entre outros espaços. De acordo com dados do Ministério da Saúde, uma unidade tipo IV consegue atender até 16 mil famílias.

Saúde

Exclusivo: Laudo descarta morte de criança de Parauapebas por Febre Maculosa. As investigações sobre as causas continuam.

A Vigilância em Saúde da Sespa segue trabalhando na investigação do caso, já que foram descartadas as hipóteses iniciais.

O rumoroso caso da pequena parauapebense  Sophia Lopes de Almeida, de dois anos de idade, que morreu com suspeita de febre maculosa em 9 de maio deste passado, em  Belém, teve mais um episódio esta semana.

Segundo informações obtidas com exclusividade pelo blog junto à Vigilância em Saúde da Sespa (Secretaria de Estado de Saúde) o caso foi considerado descartado para febre maculosa, visto que o exame específico realizado deu negativo.

No exame, que já está no Gal – Gerenciamento de Análises Laboratoriais – da Sespa – feito por laboratório de referência nacional localizado em Belém, foi utilizado método de biologia molecular e foram investigadas várias doenças, entre elas leptospirose e meningite, e todas deram negativas, incluindo a prova biológica para febre maculosa.

Relembre o caso

Sophia Lopes de Almeida deu entrada no HGP em 28 de abril com febre elevada, cefaleia e mialgia intensa. Segundo os familiares, a criança foi vítima de uma picada de carrapato em sua residência, no bairro Cidade Jardim, em Parauapebas. “A mãe dela encontrou o carrapato grudado ao corpo e fez a retirada do bicho. Logo depois fez a assepsia com álcool”, disse ao Blog Sinara Albuquerque, tia e madrinha de Sophia.

Pouco depois a criança deu início aos sintomas, sendo levada a uma clínica em Parauapebas, onde, segundo a tia, foi diagnosticada como se estivesse com a garganta inflamada pelo médico que a atendeu. Como os medicamentos ministrados pelo médico não estavam fazendo efeito e os sintomas ficaram mais fortes, Sophia foi encaminhada para Belém por via aérea com suspeita de meningite.

Porém, ao chegar no Hospital Mamaray, o diagnóstico foi de a criança havia contraído Febre Maculosa Brasileira, uma doença infecciosa, febril aguda, de gravidade variável, cuja apresentação clínica pode variar desde as formas leves e atípicas até formas graves, com elevada taxa de letalidade, causada por uma bactéria do gênero Rickettsia (Rickettsia rickettsii), transmitida por carrapatos.

A Vigilância em Saúde da Sespa informa que segue trabalhando na investigação do caso, já que foram descartadas as hipóteses iniciais.

O resultado de outro exame, feito por laboratório de Belo Horizonte está sendo aguardado, mas deve confirmar o resultado de Belém.

Febre Amarela

Pará registra a quarta morte por febre amarela; campanha vai intensificar vacinação

Pacientes estavam internados no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém.

A febre amarela fez mais uma vítima no Pará, aumentando para quatro o número de mortes no Estado, pela doença: duas crianças e dois jovens. A confirmação dos dois últimos óbitos no oeste paraense colocaram não só a região, mas todo o estado, em alerta.

Segundo o governo do Pará, a vacinação contra a febre amarela faz parte do calendário de imunização do Ministério da Saúde e a vacina é encontrada em qualquer unidade de saúde.

Na capital, Belém, existem 60 pontos de imunização. O estado tem quase 310 mil doses de vacina disponíveis.

No Oeste do estado, a Secretaria de Saúde está executando um plano emergencial, com vacinação em massa, combate ao mosquito transmissor da doença e o atendimento e orientação médica para os moradores de Alenquer e Monte Alegre, onde viviam as quatro vítimas.

Moradores de Curuá, Oriximiná e Óbidos também estão recebendo atenção especial por estarem próximos aos municípios com risco de propagação da doença.

A análise clínica dos pacientes foi feita pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará, que também realiza exames em macacos na região.

Mês passado, o Instituto confirmou a morte, em Belém, de um macaco infectado pelo vírus da febre amarela. A morte do animal acendeu o alerta para a transmissão da doença na capital paraense.

Importante ressaltar que os macacos não transmitem a doença, mas assim como os seres humanos, são infectados por mosquitos hospedeiros.

O plano emergencial contra a febre amarela no oeste do Pará prossegue durante esta semana nos municípios de Rurópolis, Óbidos, Oriximiná, Curuá, Alenquer e Monte Alegre, localizados na área endêmica, onde foram registradas mortes de macacos neste ano.

Faz parte desse plano a cessão de um helicóptero do Estado e de um avião do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) para atender eventuais chamadas e urgências. O objetivo é garantir a vacina para as comunidades da zona rural, a fim de combater a febre amarela silvestre, transmitida pelo mosquito Aedes aegipty, o mesmo transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.

Além da vacinação, as equipes orientam a população sobre a necessidade de combater o mosquito. Os cuidados são os mesmos tomados na zona urbana, como evitar o acúmulo de água parada. Nas áreas de floresta, no entanto, o desafio é ainda maior. Por isso, além de orientar moradores, os agentes de saúde da Sespa reforçam a preparação dos profissionais dos municípios para enfrentar o problema.

Saúde

Pará confirma morte de menino de 11 anos por febre amarela silvestre

Desde 2011 o estado não registrava mortes por febre amarela silvestre.

A Secretaria de Saúde do Pará confirmou ontem (22) a morte de um garoto de 11 anos por febre amarela silvestre. Este é o primeiro caso confirmado de morte pela doença no estado. Morador do município de Alenquer, o garoto estava internado desde a semana passada no Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém.

Segundo a Secretaria, em 2016 não houve registros confirmados da doença no Pará. Desde 2011 o estado não registrava mortes por febre amarela silvestre.

Um plano emergencial está sendo elaborado pelo governo para conter a doença no município de Alenquer. De acordo com a Secretaria de Saúde, as ações de prevenção em humanos são contínuas em parceria com os municípios paraenses, principalmente nas áreas rurais, locais mais propícios para a incidência da febre amarela silvestre.

A febre amarela é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas em áreas de mata. A vacinação está disponível nos postos de saúde de todo o país e é recomendada para pessoas que habitam ou visitam áreas com risco da doença. Duas doses tomadas com um intervalo de pelo menos dez anos garantem a proteção por toda a vida.

Saúde

Dez municípios no sudeste do Pará não informaram aplicação de doses da vacina contra febre amarela

O relatório é baseado nos dados lançados no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) por cada município.

Apesar do surto de febre amarela na região sudeste do país que, segundo o Ministério da Saúde, já causou a morte de 46 pessoas e infectou outras 107 até o final de janeiro, 10 municípios da região sudeste do Pará ainda não aplicaram nenhuma dose da vacina contra a doença durante este primeiro mês do ano.

Estes 10 municípios são: Abel Figueiredo; Bom Jesus; Brejo Grande; Itupiranga; Novo Repartimento; Piçarra; Rondon do Pará; São Geraldo do Araguaia; São João do Araguaia; Tucuruí. Foram repassadas 12.700 doses da vacina contra a febre amarela para os 21 municípios atendidos pela 11° Regional da Secretaria de Estado de Saúde do Pará (Sespa) e apenas 4.080 foram aplicadas.

Apenas Goianésia e Jacundá informaram a utilização de  todas as doses de vacina contra a febre amarela enviadas pelo Ministério da Saúde no mês de janeiro deste ano. Todos esses dados foram extraídos do relatório da 11° Regional, que apresenta um balanço do número de doses entregues e aplicadas.

O relatório é baseado nos dados lançados no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI), este lançamento deve ser realizado por cada município.

Situação de Parauapebas

De acordo Ana Raquel, coordenadora da Vigilância em Saúde da 11° Regional da Sespa, o município de Parauapebas recebeu 2.000 doses, no dia 19 de janeiro, e 400 doses extras, no dia 31. A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), por meio da assessoria de comunicação, informou que foram aplicadas 1.599 doses no município, durante o mês de janeiro, e que a demanda foi crescente nos últimos dias do mês.

No início de fevereiro todas as unidades de saúde do município voltaram ao horário de funcionamento normal, e respectivamente todas as salas de vacinação com atendimento das 8 às 12 e 14 às 18 horas. As 801 doses da vacina contra febre amarela que restaram do mês de janeiro foram todas aplicadas nos primeiros dias de fevereiro, portanto, o município está sem a referida vacina em estoque e aguarda o envio de novas doses, o que já foi solicitado à 11° Regional da Sespa. Mas, segundo a Sespa, as vacinas só serão enviadas quando o município informar a aplicação de todo o estoque no SIPNI.

A responsabilidade de disponibilizar as vacinas para os municípios é do governo federal, que compra diretamente de laboratórios especializados. As doses são repassadas para os Estados, responsável em fazer a distribuição aos municípios utilizando como base os dados da população, conforme informado pelo IBGE. Ao município cabe o recebimento dos imunobiológicos, o seu correto armazenamento e distribuição para as unidades de saúde, além de informar a quantidade utilizada e sua respectiva demanda.

No caso da vacina contra a febre amarela, o Ministério da Saúde informa que todos os Estados estão abastecidos e têm estoque suficiente para atender toda a população nas situações recomendadas, ou seja, preferencialmente pessoas que vivem em áreas rurais dos municípios com casos suspeitos ou que nunca se imunizaram contra a doença.

Pará

Sespa apresenta em Canaã proposta de consórcio para administração do Hospital Regional de Parauapebas

A diretoria da regional da Secretaria Estadual de Saúde de Marabá esteve em Canaã dos Carajás, na manhã desta terça-feira (3), para apresentar à equipe da prefeitura, vereadores, e ao Conselho Municipal de Saúde a proposta de criação de um Consórcio Interfederativo para a administração do Hospital Regional de Parauapebas, que será entregue nos próximos meses.

Segundo a proposta, a unidade deve se centrar em atendimentos de média e grande complexidade, atendendo a um grande gargalo da região. O governo do Estado assumirá a responsabilidade por 51% do financiamento, ficando os 49% restantes a cargo da União (20%) e dos municípios da região (29%). Além de Parauapebas e Canaã, a intenção é que os municípios de Eldorado dos Carajás e Curionópolis também participem da gestão. As prefeituras poderão indicar quais são as principais necessidades de atendimento e financiar esses serviços, seguindo essa proporção.

A proposta será estudada pela administração, em conjunto com a Câmara e o Conselho de Saúde. No entanto, durante a reunião, o prefeito Jeová Andrade destacou que o modelo de consórcio tem se mostrado uma saída para a falta de recursos na administração pública. “Municípios Brasil afora tem feito isso e pode ser um caminho”, disse. “Temos vontade e interesse em seguir com essa discussão”, completou Jeová.

O prefeito também lamentou o fato de que pacientes de Canaã precisam se deslocar até Marabá, ou Belém, em busca de serviços de complexidade média ou alta, como a hemodiálise, por exemplo.

Segundo o diretor regional da Sespa em Marabá, Geraldo Pereira Barroso, a criação do Hospital Regional de Parauapebas vai de encontro a uma política do governo estadual de “colocar o atendimento mais próximo do usuário”.

Também estiveram presentes ao encontro o secretário municipal de Saúde, Dinilson José dos Santos, os vereadores Dionízio Coutinho, Hélio Ferreira e João Batista, profissionais da saúde municipal e membros do Conselho Municipal de Saúde.

Pará

Parauapebas reduz o número de casos de dengue, diz Sespa

DengueO atual cenário de casos registrados de dengue, zika e febre chikungunya é uma preocupação vivenciada por todos os brasileiros.  Em Parauapebas, não é diferente, tendo em vista que a cidade figurava na lista dos municípios com maior número de casos notificados da doença do Estado do Pará.

Nesta semana o município recebeu uma boa notícia, com a divulgação do segundo Informe Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Conforme dados da Secretaria, Parauapebas registrou apenas um caso de dengue confirmado durante os meses de janeiro e fevereiro.

Ao todo, o Pará registrou 510 casos de dengue, 18 de zika e um importado de febre chikungunya em janeiro e fevereiro deste ano. Houve uma redução de 30% na quantidade de doentes com dengue no Estado em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 729 confirmações.

O município de Oriximiná lidera no ranking, com 76 casos confirmados, seguido por Santana do Araguaia (45), Alenquer (32), Belém (27), Benevides (11), Marituba (11), Itaituba (11), Ananindeua (8), Canaã dos Carajás (5) e Parauapebas (1). Em todo o Estado, não houve registro de mortes por dengue em 2016.

Ações de combate

Em Parauapebas, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), desde dezembro de 2015, ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e febre chikungunya estão ocorrendo na cidade. Mutirões de limpeza vêm sendo realizados para coleta de lixo e entulhos. O trabalho dos agentes de endemias foi reforçado no sentido de vistoriar e sensibilizar a população para evitar água parada. Palestras em empresas, universidades e escolas já foram realizadas neste início de ano. 

Além disso, o carro fumacê tem passado nos bairros com maiores índices de infestação do mosquito, segundo a coordenadora do Departamento de Vigilância Ambiental e Controle de Endemias, enfermeira Núbia Lima. Ela lembra também que uma Lei Federal permite agora que os agentes de endemias entrem em imóveis fechados para eliminar focos de criadouros do mosquito.

Entre as ações recentes, uma grande mobilização de alunos da rede municipal foi realizada na semana passada. Alunos e professores fizeram caminhadas pela cidade e distribuíram repelentes caseiros, corporais e para o lar.

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