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Indústria

SINOBRAS realiza ações com colaboradores durante a Copa do Mundo

A Copa do Mundo faz o país inteiro acompanhar a seleção brasileira de futebol, e a SINOBRAS programou ações para que nenhum colaborador perca os grandes lances dos jogos do Brasil.
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A cada quatro anos, os brasileiros se preparam para viver grandes emoções. É a Copa do Mundo que faz o país inteiro acompanhar a seleção brasileira de futebol. Este ano, o mundial acontece na Rússia, nos meses de junho e julho, e a SINOBRAS programou ações para que nenhum colaborador perca os grandes lances dos jogos do Brasil.

Torneio de embaixadinhas, concurso de decoração dos setores, dispensa de colaboradores nos horários dos jogos do Brasil e telões espalhados pelas unidades são algumas das atividades que prometem animar a torcida. O torneio de embaixadinhas vale medalhas para os três primeiros colocados. Já o setor vencedor do concurso de decoração “Com a cara do Brasil” será premiado com um troféu.

Para os setores das unidades que não podem parar devido à produção, os jogos serão transmitidos em TVs e telões localizados em áreas estratégicas para que nenhum colaborador fique de fora da torcida na SINOBRAS.

O aço produzido no Pará pela SINOBRAS é apresentado em São Paulo

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A empresa participa da 26ª edição do Congresso Brasileiro do Aço & ExpoAço 2015 que seguem até esta terça-feira.

A SINOBRAS iniciou no último domingo, dia 12, sua participação na edição 2015 do Congresso Brasileiro do Aço e ExpoAço, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. O evento é promovido pelo Instituto Aço Brasil e reúne especialistas do setor siderúrgico para discussões sobre o tema. Em sua quarta participação na ExpoAço, a feira de negócios que ocorre paralela ao Congresso com a presença de empresas produtoras de aço, fornecedoras de equipamentos, serviços e inovações tecnológicas, a SINOBRAS mostra sua linha de produtos que inclui o vergalhão SI50 e seu trabalho com foco no desenvolvimento sustentável, realizado em Marabá, no sudeste paraense.

Com o objetivo de promover a análise e o debate de temas de grande relevância para a indústria do aço no Brasil e no mundo, o Congresso traz renomados palestrantes nacionais e internacionais. Os participantes se revezam em painéis para tratar de questões como a Indústria Brasileira e Mundial do Aço, o Aço e a Economia Verde, entre outras. A conferência inaugural foi apresentada pelo Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, que logo após a cerimônia percorreu os estandes da feira.

Autoridades, empresários e especialistas internacionais, como o diretor geral da Worldsteel Association, Edwin Basson; o consultor Nick Sowar, líder global do setor de metais da Deloitte; Stephen Duck, consultor sênior de matérias primas da CRU, além do professor de Práticas de Gestão Global da INSEAD, o português José Santos, e da economista chinesa Haiyan Wang, sócia do Instituto China Índia participam desta edição do Congresso do Aço.

Para a ExpoAço, a organização trouxe um diferencial este ano. Os visitantes da feira terão a oportunidade de assistir a palestras gratuitas no Espaço Conhecimento. Área paralela à feira, com capacidade para 100 pessoas. Entre os temas apresentados estão “Impactos da Crise de Água – Caminhos e Soluções”, “Sustentabilidade da Construção em Aço” e “A Cadeia Produtiva como Motor da Reindustrialização”.

Usina de aço pretende montar centro de distribuição em Palmas para comercializar produtos Sinobras

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Palmas poderá ter um centro distribuidor de vergalhões, fio­máquina, bobinas carretel, aramados de todo tipo e trefilados. A proposta foi feita ao Governo do Estado do Tocantins pelo Grupo Aço Cearense, que atua há mais de 30 anos no mercado siderúrgico brasileiro e no Tocantins desde 2006, por meio da Sinobras Florestal nos municípios de Araguatins e São Bento do Tocantins.

Segundo o diretor de Sustentabilidade da siderúrgica, Clayton Labes, “atualmente a produção de aço na Sinobras de Marabá é de 300 mil toneladas/ano, com um faturamento de mais de R$ 2,6 bilhões.” A usina tem capacidade para produzir até 800 mil toneladas/ano.

O secretário do Desenvolvimento Econômico, Eudoro Pedroza, garantiu: “Traga a distribuidora para cá, que aqui temos incentivo fiscal para vocês, mas não traga somente ela, traga uma indústria de processamento do aço também. Não queremos nada de vocês, a não ser emprego para os trabalhadores tocantinenses e que comprem insumos aqui”.

Marabá

Governador do Pará entrega licença de instalação para SINOBRAS fase II em Marabá

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O vice-presidente da SINOBRAS, Ian Corrêa, recebeu das mãos do Governador do Pará, Simão Jatene, a Licença de Instalação da SINOBRAS Fase II que terá capacidade de 500 mil toneladas/ano, com início da operação  previsto para março de 2016. A solenidade foi realizada na noite de ontem, dia 02/07, no auditório central do Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, em Marabá. Na oportunidade estiveram presentes colaboradores da Siderúrgica, representantes do governo, associações de classe, entre outros.

O documento autoriza o início da instalação do empreendimento ou atividade, de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos executivos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes, da qual constituem motivo determinante.

Segundo o Governador Simão Jatene, “este é um momento de festejar a iniciativa de empresas como a SINOBRAS que ampliam seus investimentos no Pará”. Para Davi Leal, Secretário de Estado de Indústria Comércio e Mineração, o fato de empresas investirem cada vez mais no Pará demonstra a importância do Estado. “O Pará é a bola da vez”, disse ele.

Ian Corrêa avaliou o momento como muito positivo para o Estado e para a empresa. “Estamos aqui recebendo nossa licença com muito orgulho. Para a expansão da SINOBRAS faremos um investimento previsto na ordem de US$ 200 milhões que  irá gerar a duplicação da capacidade de produção, com a Laminação 2 da SINOBRAS. O projeto de expansão inclui também  a instalação de um fragmentador de sucatas (Shredder),  uma  nova subestação de energia de 230 Kv e a extensão dos galpões da laminação/trefila  ”, adiantou Ian.  Além da SINOBRAS, representantes da empresa Correias Mercúrio, que também está em fase de instalação, no Distrito Industrial de Marabá, receberam a licença de instalação.

Notícias

Sinobras participa da XI Feira da Indústria do Pará

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A marabaense SINOBRAS marcará presença na maior vitrine da indústria do Pará, a Feira da Indústria do Pará – FIPA, de 22 a 25 de maio, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. Promovido e coordenado pela Federação das Indústrias do Estado do Pará – FIEPA, o evento reúne a cada dois anos o setor industrial paraense.

Marabá

SINOBRAS começa a operar sua primeira bateria de fornos da UPR – Unidade de produção de redutor bioenergético

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UPR da SINOBRAS 2Dando início ao processo de autossustentabilidade na produção de redutor bioenergético para a produção de aço, a SINOBRAS Florestal, unidade de reflorestamento da Siderúrgica instalada no estado do Tocantins, concluiu a construção da primeira bateria de fornos retangulares que compõem a Unidade de Produção de Redutor bioenergético – UPR, da empresa. Localizada no município de São Bento do Tocantins (TO), a UPR  iniciou a produção de redutor bioenergético, neste mês de dezembro, com uma bateria de oito fornos.

Segundo Fábio Mendonça, Líder da Célula da UPR, com a iniciativa, a SINOBRAS Florestal, além passar a integrar mais ainda o processo de produção do aço de forma mais efetiva, também trabalhará a sua política de sustentabilidade, pois os fornos têm uma dinâmica que produz bioredutor de maneira ambiental e socialmente correta.

De acordo com o Líder, o mecanismo funcionará de modo a fazer a redução da madeira sem liberar fumaça nociva ao meio ambiente. “Um duto foi construído no subterrâneo e por ele passarão os gases gerados. Estes gases, por sua vez, serão  ‘limpos’ no queimador de fumaça. Para cada conjunto se oito fornos haverá um queimador de fumaça que fará essa limpeza. Com este modelo de produção, a SINOBRAS não  emitirá gases poluentes para a atmosfera.”, informou.  Além dos fatores ambientais, outras questões, relacionadas à UPR, são as condições de trabalho, com destaque para a operacionalização que se dá de forma totalmente mecanizada, na qual a intervenção do colaborador é somente realizada na operação de máquinas, bem como no controle do processo.

O Gerente da unidade de reflorestamento, Frederico Vieira, informou que o trabalho de construção dos fornos continua, pois para atender de forma total a demanda da produção de aço na usina será necessária a construção de outras baterias de fornos. “Agora que finalizamos a primeira bateria vamos dar continuidade à construção dos demais, de forma gradativa. A previsão inicial é de termos 28 fornos na UPR Santa Lúcia e os demais fornos na segunda UPR”, informou Frederico.

De acordo com Edgard Corrêa, Diretor de Suprimentos e Metálicos da SINOBRAS, a UPR é  algo  importante para a SINOBRAS Florestal. “É marco histórico para nós, pois são oito anos de investimentos em reflorestamento, para possibilitar a autossustentabilidade de redutor bioenergético. Com o investimento, nesta primeira bateria de fornos, fechamos o ciclo da produção do bioredutor para a produção do aço autossustentável.”, afirmou.

Marabá

SINOBRAS produz um milhão de toneladas de tarugos de aço em Marabá

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lingotamento contínuoHá seis anos no Pará, a SINOBRAS acaba de atingir a marca de produção de 1 milhão de toneladas de tarugos de aço na Siderúrgica, em Marabá, sudeste do estado. Voltada para o mercado da construção civil e fornecendo para todo o País produtos como o vergalhão SI 50, telas e trefilados, a empresa é um marco no que diz respeito à geração de emprego e renda na região, sendo a primeira usina de aço das regiões Norte e Nordeste.

Em operação desde maio de 2008, a Aciaria Elétrica da SINOBRAS é uma das quatro unidades da Siderúrgica. Equipada com tecnologia de ponta produz aço bruto, que após laminado, possibilita a produção de toda a linha de produtos da empresa. “Esta marca de 1 milhão de toneladas que acabamos de atingir é significativa, pois este ano estamos  com  ritmo para superar a capacidade projetada, que é de 320 mil toneladas por ano.”, explicou Gerson Rusky, Gerente da Aciaria. Segundo ele, com a implantação da usina de produção de aço foram realizados investimentos em treinamento e capacitação das equipes para operar e manter os novos processos e equipamentos. 

Interação com o Pará

Parceira do Estado, a Siderúrgica investiu mais de US$ 400 milhões, para a instalação da usina. Para Ian Corrêa, Vice-Presidente da SINOBRAS, alcançar tamanho êxito é fruto do trabalho e dedicação de todos. “Só chegamos a este número em nossa produção porque tivemos o apoio e o empenho de nossos colaboradores, de nossos parceiros e a confiança que este Estado tem depositado na SINOBRAS. Agradecemos imensamente o reconhecimento e reafirmamos nosso compromisso com o Pará, que nos recebeu tão bem. Primamos por este relacionamento e pelo desenvolvimento de nosso Pará.”, afirmou o executivo.

Sendo a segunda unidade da usina integrada da SINOBRAS, a Aciaria é composta por equipamentos de muitas origens e teve sua engenharia básica realizada localmente, com apoio alemão. Entre outros equipamentos, possui dois fornos (um de fusão e outro de refino) e uma unidade de solidificação (lingotamento contínuo). A operação destes é feita por 189profissionais, sendo que cerca de 90%, destes colaboradores são paraenses. De acordo com os gestores da usina, essa marca é uma demonstração de competência técnica e de gestão. “Muito valorizado, o treinamento das equipes era realizado inicialmente “on the job”, ou seja, dentro do próprio trabalho. Atualmente temos cursos dentro de uma matriz de capacitação, onde cada um sabe o que precisa ser treinado e o que será treinado durante o ano. Dentro do possível, também temos utilizado treinamentos externos para capacitação até o nível de técnico operacional”, afirmou o gerente da unidade.

Com uma política de relacionamento muito estreita com sua equipe, a SINOBRAS atribui seus êxitos ao entrosamento e comprometimento das pessoas. “Relacionamento é fundamental e as pessoas precisam de foco, de objetivo e saber o algo a mais além da rotina do dia a dia”, encerrou Gerson.

SINOBRAS: uma usina de ponta

Números SINOBRAS

Produção: 400 mil toneladas de aço laminado/ano
Empregos gerados: 1.700 empregos diretos e 10.500 indiretos
Base Florestal: 13 fazendas próprias – 24 mil hectares

Unidades de produção

Toda a produção de aço da SINOBRAS é interligada por seu processo industrial. Com suas quatro unidades operacionais integradas (Alto-Forno, Aciaria, Laminação e Trefila), no Pará, e uma unidade Florestal, no Tocantins, a usina tem 100% de sua produção voltada para o mercado brasileiro da construção civil.

São produzidos pela SINOBRAS:

– Vergalhões em barras para concreto armado SI 50 nas bitolas: 6,3 mm; 8,0 mm; 10,0 mm; 12,5 mm; 16,0 mm; 20,0 mm e 25,0 mm.

– Vergalhões para concreto armado SI 50 em rolo nas bitolas: 6,3 mm; 8,0 mm; 10,0 mm e 12,5 mm;

– Fio-Máquina nas bitolas: 5,5 a 12,0 mm

– Barra Mecânica nas bitolas: 6,0 mm a 12,0 mm

BOX

Produtos fabricados na trefilaria:

Fios de aço para construção civil SI 60;
Arames lisos para a indústria;
Telas para coluna
Arames recozidos para construção civil;
Treliças;
Telas eletrossoldadas.

Fonte: Belém Meira – SINOBRAS – Siderúrgica Norte Brasil S.A.