Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
Redenção

Redenção: Mulher comete suicídio sem motivo aparente

A família disse que Marina não havia apresentado nenhum comportamento estranho nos últimos dias
Continua depois da publicidade

A Polícia Militar foi chamada na manhã desta segunda-feira (18), quando uma mulher identificada como Marina Souto, 24 anos, foi encontrada pendurada pelo pescoço em uma corda amarrada em um galho de mangueira, no Setor Jardim Ariane. Os motivos do suicídio ainda são desconhecidos, inclusive para Adriana Ferreira, 25, com quem Marina mantinha uma relação homoafetiva.

Pela manhã, na Delegacia de Polícia Civil, a cunhada de Marina, que pediu sigilo sobre sua identidade, disse à Reportagem que também desconhece o motivo de ato tão extremo. “Ainda ontem a vi bem, ela estava sorrindo alegre com a vida. Não acredito que ela tenha se matado, lamento pelo acontecido”, disse a mulher.

A cunhada de Marina disse ainda que a ela não havia apresentado nenhum comportamento estranho nos últimos dias, porém lembrou que um primo dela a ameaçou com um facão, na última sexta-feira (15). O motivo teria sido o fato de Marina ter pegado uma pipa que caiu no quintal da casa em que morava.

A Polícia Civil está investigando para saber se foi ou não suicídio. Cunhada e esposa foram ouvidos pelo delegado de plantão da Delegacia de Polícia Civil. O corpo de Marina foi removido para Ourilândia do Norte, onde moram os familiares, para ser velado e, posteriormente, sepultado. Marina e sua companheira moravam em Redenção havia poucos meses.

Marabá

Homem se tranca em carro e toca fogo em frente à TV RBA em Marabá

PM, Guarda Municipal e Bombeiros tentaram dissuadir o homem da ideia de suicídio, mas, um disparo de taser possibilitou com que ele fosse desarmado e salvo
Continua depois da publicidade

Foi necessário um disparo de taser – arma não letal de choque elétrico – contra Juarez Pereira da Silva para que ele não cometesse suicídio na manhã desta segunda-feira (18), no pátio da RBA TV, em Marabá. Ele chegou por volta das 9h e se dirigiu à recepção da emissora, muito nervoso, reclamando que alguém estava usando o nome dele para fazer compras. Em seguida, saiu e entrou no automóvel em que havia chegado, um Corsa Classic, e ateou fogo no carro. Um funcionário da TV correu e retirou Juarez, cujas roupas começavam a queimar, de dentro do carro.

Já fora do veículo em chamas, Juarez sacou de uma faca e ainda feriu a mão do rapaz que o salvou do fogo. Depois, disse que ia se matar usando a arma branca. Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Guarda Municipal foram chamados.

O primeiro a tentar dissuadir Juarez da Silva de cometer suicídio foi o subtenente J. Rodrigues, da PM. O homem não atendeu às ponderações do oficial e disse que estava determinado a acabar com a própria vida.

Foi então que, diante do iminente suicídio, o inspetor Carvalho e os guardas F. Costa e Willis, da Guarda Municipal, decidiram que o único meio de evitar que o home se matasse seria o emprego do taser, uma arma de eletrochoque que usa uma corrente elétrica para imobilizar pessoas que estejam representando alguma ameaça a alguém ou à ordem pública.

Coube a F. Costa disparar a arma de choque, jogando Juarez ao chão, sendo logo em seguida desarmado e socorrido pelo Samu, que já estava no local. O homem, devido a primeira tentativa de suicídio, apresentava várias queimaduras pelo corpo e foi removido ao Hospital Municipal.

Só este ano, a Guarda Municipal teve de utilizar mais de quatro vezes o taser para salvar vidas. Na maioria dos casos foram intervenções envolvendo pessoas apresentando distúrbios mentais, atentando contra a própria vida.

Parauapebas

Parauapebas: Suicídio de adolescente de 16 anos deixa Vila Palmares II enlutada

A garota tirou a própria vida ao saltar de uma torre de telefonia celular por volta das 5h da madrugada deste domingo
Continua depois da publicidade

Uma tragédia cobriu de luto na manhã deste domingo (25) a comunidade da Vila Palmares II, a 21 km da área urbana de Parauapebas, quando a adolescente Joyciani Ferreira da Silva, de 16 anos, saltou para a morte, de uma torre de um provedor de Internet a uma altura de aproximadamente 30 metros, o equivalente a um prédio de 10 andares. O motivo do suicídio pode ter sido o distanciamento de um namorado dela, que mora em Novo Repartimento, a 368 km da vila, onde também mora o pai de Joyciani.

Algenira Ferreira da Silva, mãe da adolescente, contou ao Blog na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, onde foi registrar o Boletim de Ocorrência, que a família se recolheu para dormir pouco mais de 2h da madrugada e que, até aquele momento, parecia tudo normal. Porém, hoje cedo ela foi acordada com a notícia de que a filha estava morta. “Ela queria ir morar com o pai, em Novo Repartimento, porque é que mora um rapaz que ela amava muito, era apaixonada por ele. O pai estava ajeitando tudo para que ela fosse morar com ele”, relatou.

A mãe disse também que durante o dia de ontem, Joyciani tentou ligar várias vezes com o pai, mas não conseguiu e mostrava certa angústia por esse motivo, mas ela não imaginava que a filha cometeria o suicídio. “Ela deixou todo mundo dormir e saiu. Entre 4h30 e 5h, um rapaz viu ela subindo na torre, pediu que descesse, mas ela não desceu, continuou subindo e pediu que ele dissesse que me amava muito e que eu não tinha culpa de nada”, disse Alzenira, aos prantos.

Outra versão que circula no WhatsApp dá conta de que a adolescente, que era aluna do 1º ano do Ensino Médio, teria dito, também: “Diz que me ama, se não eu pulo”. Os nomes do namorado, do pai e do rapaz com quem Joyciani falou antes de pular da torre não foram divulgados.

Suicídios de jovens no Brasil

Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2017, mostram que o índice de suicídios cresceu entre 2011 e 2015 no Brasil. Segundo a pasta, esta é a quarta maior causa de mortes entre jovens de 15 e 29 anos.

Em 2011, foram 10.490 mortes: 5,3 a cada 100 mil habitantes. Já em 2015 o número chegou a 11.736: 5,7 a cada 100 mil, segundo dados são do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). Os homens são os que apresentam as maiores taxas de mortalidade, 79% do total, enquanto o número de mulheres é 3,6 vezes menos, 21%. Viúvos, solteiros e divorciados também foram os que mais morreram por suicídio (60,4%).

Os dados mostram que os indígenas são os que mais cometem suicídio (15,2), se comparados com brancos (5,9) e negros (4,7). Assim como os moradores da região do Sul do Brasil, que morreram mais por conta de suicídio, enquanto os índices do Nordeste são os mais baixos.

Reportagem: Ronaldo Modesto

Parauapebas

Cabo PM acusado de matar a jovem Mikaely vai hoje ao Tribunal do Júri. Defesa alega ter sido suicídio.

Laudo do Instituto Renato Chaves aponta para assassinato. Já a perícia contratada pela defesa diz que a jovem se suicidou.
Continua depois da publicidade

Hoje hoje (12/3) em Parauapebas o júri popular do Cabo PM Francisco Gledson da Conceição. Ele, que é lotado no 23º Batalhão de Polícia Militar de Parauapebas, é acusado de matar com um tiro a jovem Mikaely Steffany Ferraz Spinola, de 22 anos, na noite do dia 31/08/2016.

Mikaely e o policial militar Gledson mantinham um relacionamento amoroso à época e a princípio acreditava-se que a jovem teria cometido suicídio, fato desmentido posteriormente pela perícia técnica do Instituto Renato Chaves.

A defesa do cabo PM, condizida pelo advogado Flavio Moura, havia impetrado recurso contra a sentença de pronúncia. Todavia, visando dar celeridade ao julgamento, desistiu por acreditar que o militar será absolvido pelo Tribunal do Júri. A defesa apresentará uma nova perícia mostrando que a jovem teria se suicidado.

Pelo Ministério Público, o promotor  Adonis Tenório Cavalcante será o responsável pela acusação.

Presidirá o júri a  juíza Adriana Karla Diniz Gomes da Costa, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Parauapebas.

O julgamento acontece a partir das 9 horas no Salão do Tribunal do Júri da Comarca de Parauapebas.

saúde

Dia Mundial da Saúde Mental abordará suicídio em Parauapebas

Índice entre adolescentes preocupam especialistas, principalmente, com as automutilações
Continua depois da publicidade

Com o tema “Adolescência, Suicídio e Automutilação”, a Secretaria Municipal de Saúde promove debate nesta quinta-feira (9) no auditório do Instituto Federal do Pará (IFPA), das 8 às 12h, no dia que comemora no mundo a Saúde Mental.

A coordenação do evento é da Rede de Atenção Psicossocial do município e tem o objetivo de atender uma demanda registrada nos atendimentos públicos visando capacitar os professores e profissionais da saúde para enfrentar o desafio de lidar com os jovens, principalmente. De acordo com o psicólogo, Wagner Caldeira “a região Norte tem uma subnotificação de suicídio e tentativa de suicídio. Normalmente são indicadas as mortes por acidente, envenenamento, entre outras causas. Por isso não temos os números reais desse problema social. E o pior: os profissionais de saúde tendem a banalizar a situação e não dão a devida importância caracterizando como frescura e dizem que quem quer se matar, se mata. Assim, as estatísticas são baixas e aí fica até complicado trabalhar a prevenção”, explicou.

As últimas estatísticas mundiais, divulgadas pela Organização Mundial da Saúde – OMS, revelam que uma pessoa tentou se matar a cada 40 segundos. E o Brasil é o oitavo em número de suicídios. Entre os jovens, os números são ainda mais assustadores. A taxa de suicídio entre 10 a 14 anos aumentou 40% e entre 15 a 19 anos, 33%.

O coordenador da Rede de Atenção Psicossocial do município disse ainda que um dos grandes problemas são as automutilações. “Temos informações, por meio dos atendimentos de psicólogos, que essa prática está se alastrando entre os jovens nas escolas. Já existem grupo de convivência de pessoas que tem o hábito de se cortarem e está crescendo muito tanto com homem quanto com mulher, mas com as meninas realizam mais essa prática”, declarou Wagner.

A jovem de Parauapebas, Franciely Silva, de 16 anos, é exemplo dessas estatísticas. Ela já tentou se matar por duas vezes. Depois de causar muito sofrimento para a família, Franciely entendeu que esse não era o melhor caminho. “Eu tive uma infância muito conturbada. E trouxe muitas feridas para minha adolescência. Sofria abuso sexuais do meu padrasto desde os 8 anos. Então entrei na adolescência aderindo a modinha: passei a me cortar por modinha, tentei me matar, me sentia isolada, fora do mundo, não sentia atração pelos meninos, me envolvi com drogas, com álcool… Sei que causei muito sofrimento para meus pais. E aí eu tentei viver a vida que eles queriam para mim até chegar a conclusão de que seguir esse desejo me fazia sofrer”, desabafou a jovem que não denunciou o abuso do padrasto porque ele fugiu.

Hoje, assumindo o homossexualismo, a jovem participa de um projeto social e é beneficiada pelo programa Menor Aprendiz. “Resolvi assumir minha sexualidade, gosto de meninas e ainda enfrento uma batalha. Mas sinto que estou me descobrindo e vencendo os desafios dessa fase me agarrando as boas oportunidades. Eu quero escrever uma nova história daqui para frente porque tive minha infância e adolescência roubada. Não quero ter mais os pensamentos suicidas que me rondaram por muito tempo”, concluiu Franciely.

Outra jovem vive a expectativa para participar do evento como uma das convidadas da mesa de debate. Tharcilla Adrielly, de 16 anos, acredita que a participação será esclarecedora. “Vejo como uma troca de aprendizado que irei dar, mostrando a visão da nossa adolescência, e receber conhecimento”, revelou a jovem.

Para mudar as histórias dos adolescentes de Parauapebas, como aconteceu com Franciely e Tharcilla, que o Dia Mundial da Saúde Mental precisa de uma atenção especial: “Resolvemos fazer esse evento para preparar os adultos a fim de identificarem e lidarem com esses comportamentos auto lesivos dos nossos jovens”. As inscrições podem ser feitas no local do evento e a entrada é um brinquedo ou jogo educativo, que serão destinados para as clinicas de psicologia da Atenção Básica de Parauapebas.

Saúde

OMS diz que tentativa prévia é o fator de risco mais importante para o suicídio

Confira o que diz a psicóloga parauapebense Sara Giusti sobre o assunto.
Continua depois da publicidade

O suicídio de uma jovem de 17 anos, neste final de semana em Parauapebas, foi noticiado por alguns veículos de comunicação da região. De acordo com alguns relatos divulgados, a menina já teria tentado contra a própria vida em outra ocasião. Este ato, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) é um dos principais sinais de alerta.

“Para cada suicídio há muito mais pessoas que tentam a cada ano. A tentativa prévia é o fator de risco mais importante para o suicídio na população em geral”, diz a organização. Segundo dados de 2012 da agência da ONU, mais de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, sendo a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos. Setenta e cinco por cento dos suicídios ocorrem em países de baixa e média renda.

“Embora a relação entre distúrbios suicidas e mentais (em particular, depressão e abuso de álcool) esteja bem estabelecida em países de alta renda, vários suicídios ocorrem de forma impulsiva em momentos de crise, com um colapso na capacidade de lidar com os estresses da vida – tais como problemas financeiros, términos de relacionamento ou dores crônicas e doenças”, afirmou a agência. Além disso, enfrentamento de conflitos, desastres, violência, abusos ou perdas e um senso de isolamento estão fortemente associados com o comportamento suicida.

Depressão e o suicídio

Para a psicóloga Sara Giusti, que atende na rede pública e particular de saúde de Parauapebas, há mais relação de suicídios com casos de transtornos borderline que com casos de depressão. “Tenho observado em minha prática clínica que pessoas com esse transtorno têm sido muito mais suscetíveis à tentativas e à consumação de suicídios, por que são pessoas com muita dificuldades de adaptação social e que têm muitos problemas de relacionamento com familiares e com a sociedade em geral, e que gostam muito de experiências de risco, em se colocar em situações de risco, como jovens, usuários de droga; Essas pessoas têm forte relação com comportamentos destrutivos. A maior parte das pessoas que eu atendo com depressão não tem essa característica da tentativa de suicídio”.

O Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais, o guia das doenças psiquiátricas da Associação Americana de Psiquiatria, caracteriza o transtorno de borderline com uma lista de nove sintomas: sensação constante de vazio; acessos injustificáveis de raiva; alternância constante e extrema de humor; relações interpessoais intensas e instáveis; comportamento impulsivo; ideias frequentes de suicídio ou automutilação intencional (em geral, com intenção de aliviar fisicamente a dor psíquica); episódios de paranoia; autoimagem instável; e esforços desmedidos para evitar um abandono verdadeiro ou imaginado.

Quando questionada sobre os sinais que o suicida dá, Sara Giusti afirma que não é fácil perceber, mas dá algumas dicas: “é interessante verificar se a pessoa está pesquisando alguma coisa sobre o assunto; observar se a pessoa está tendo um desinteresse pela vida; não quer mais fazer as coisas que fazia antes; não vê sentido nas coisas; ou está passando por um problema que pra ela parece ser insuportável, como caso de desemprego, ou o fim de um relacionamento amoroso, que são situações bastante complicadas. Temos que ficar sempre pensando nessa possibilidade, pois a tomada de decisão do suicídio é multifatorial, qualquer coisa que seja de difícil enfrentamento do sujeito, pode levar a pessoa a pensar nisso como uma saída do sofrimento”.

Centro de Valorização pela Vida

O Centro de Valorização pela Vida (CVV) é uma ONG que tem como objetivo trabalhar a prevenção do suicídio. Criado em 1962, em São Paulo, a ONG realiza um milhão de atendimentos por ano, no Brasil. No Pará, há pontos de atendimento em Belém e Santarém, os moradores de outras cidades podem fazer o atendimento à distância.

O CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, no número 141, e-mail, chat e Skype, 24 horas todos os dias. O site para mais informações éhttp://www.cvv.org.br/.

O trabalho da ONG é desenvolvido por voluntários, são 2.000 em todo o país. Para se tornar um, é necessário ter mais de 18 anos de idade e pelo menos quatro horas semanais para os plantões, as inscrições devem ser feitas também no site da CVV.

Suicídio

Itupiranga: escrivão da Polícia Civil se mata durante plantão

Em nota, a Polícia Civil do Pará lamentou a morte do escrivão
Continua depois da publicidade

A Polícia Civil vai apurar as circunstâncias da morte do escrivão José Raimundo Oliveira Rodrigues, ocorrida por volta das 1h deste domingo (30), na delegacia do município de Itupiranga, região sudeste do Pará. Ele efetuou um disparo na altura do maxilar e, segundos depois, outro tiro no próprio peito.

Segundo a Polícia Civil, o escrivão estava confeccionando um flagrante, juntamente com o Grupamento Tático Operacional – GTO. Em certo momento ele teria dito para um policial militar que estava cansado e afirmou que, “se tivesse coragem, daria um tiro na cabeça”.

O PM, por sua vez, teria falado que poderia voltar ao amanhecer. Mas, em seguida, o policial civil atirou contra si mesmo. Ele chegou a ser socorrido, mas veio a falecer no Cartório da Unidade Policial.

O superintendente da Polícia Civil esteve no local e vai apurar o caso, após perícia do Instituto Médico Legal e oitiva das diversas testemunhas que presenciaram o ocorrido.

Em nota, a Polícia Civil lamentou o ocorrido: “A Polícia Civil do Pará lamenta profundamente o falecimento do escrivão José Raimundo Oliveira Rodrigues, lotado em Itupiranga, sudeste do Estado. O corpo será levado para Igarapé-Miri, onde vai ser velado e sepultado. A instituição, por meio da Diretoria de Atendimento a Servidor, está prestando todo apoio aos familiares com acompanhamento de assistente social, psicólogas e psiquiatra, e durante o traslado do corpo. A Polícia Civil externaliza suas condolências a todos os familiares, amigos e colaboradores de trabalho, e roga a Deus para que fortaleça a todos neste momento difícil”.

Notícias

Boato de suicídio de Bruno causa tumulto em fórum

Continua depois da publicidade

Um boato de que o goleiro Bruno Fernandes teria se suicidado na Penitenciária Nelson Hungria, aliado à total falta de organização dos funcionários do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), provocou um tumulto no fórum de Contagem, onde é realizado desde segunda-feira (19) o julgamento sobre o sequestro e assassinato da ex-amante do jogador, Eliza Samudio.

O boato chegou inicialmente para o advogado do atleta, Lúcio Adolfo Silva, que jogou uma garrafa no chão e deixou apressadamente o plenário do Tribunal do Júri. Ele foi seguido por dezenas de repórteres, mas os funcionários do TJMG tentaram impedir o acesso da imprensa ao defensor. O tumulto percorreu os corredores do fórum e chegou à rua, onde, mais uma vez, os servidores do Judiciário mineiro cercaram o advogado para impedir que desse entrevistas e foi necessária a intervenção da Polícia Militar.

Quando finalmente conseguiu falar, Adolfo confirmou que havia acabado de entrar em contato com a direção da penitenciária onde Bruno está preso desde julho de 2010 e confirmou que seu cliente está bem. “Foi só um boato. Ele está bem. Não tentou se suicida, não está doente, não desmaiou nem nada”, disse o advogado, que não sou informar de onde saiu o boato.

Em depoimento de mais de cinco horas encerrado na madrugada de hoje, Bruno foi acusado por seu ex-braço direito, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, de ter mandado matar Eliza, que cobrava dinheiro do goleiro para ajudar na criação do bebê que ela teve com o jogador. Lúcio Adolfo esteve com Bruno pela manhã no presídio e disse que ele ficou “decepcionado” com o depoimento, mas depois “entendeu” as declarações do ex-amigo por causa da pressão sobre Macarrão.

Fonte: Estadão