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Parauapebas: PM prende casal suspeito de tráfico de entorpecentes no Bairro da Paz

Jeovane e Antônia negam ser traficantes e dizem serem apenas viciados, mas foram pegos com seis petecas de crack

Após receber de denúncia de que um casal estava vendendo entorpecentes na esquina das ruas Sol Poente e Lauro Corona, no Bairro da Paz, uma guarnição da Polícia Militar se dirigiu ao local e prendeu Jeovane Correia Campos, 18 anos, e Antônia Pereira da Silva, 35. Com eles foram encontradas seis petecas de crack. A prisão aconteceu por volta da 0h30 desta quinta-feira (8), quando os acusados estavam em frente ao estabelecimento conhecido como Bar do João, local de muita movimentação à noite. Porém, quando perceberam a chega da polícia, cada um foi para um lado.

Mas, a guarnição do sargento J. Ricardo, formada pelo cabo P. Silva e pelo soldado Oliveira, na revista, encontrou três petecas com Jeovane. A mulher, por seu turno, negou que estivesse vendendo a droga, mas, trêmula de nervoso, deixou cair uma peteca no chão. Levada ao quartel da PM, ela foi revistada por uma agente da Guarda Municipal, que encontrou em um dos bolsos de Antônia mais duas petecas.

“Tivemos sorte em pegar esse casal com essa droga e agora eles estão aqui na delegacia para os procedimentos cabíveis”, disse o sargento ao entregar o casal na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil.

Ouvida pela Reportagem, a mulher disse ser apenas viciada e que havia ido ao local comprar uma cabeça de crack para fumar. Também ouvido, o rapaz contou já ter sido preso pelo mesmo motivo, afirmando também que só é dependente químico. Ambos negaram ser traficantes.

Por Caetano Silva
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Parauapebas: Espancaram a vizinha e foram presos por agressão e tráfico de entorpecentes

Cabeludo e Adriano negam tudo. Dizem que não são traficantes nem agrediram a mulher

Acusados de espancar uma mulher no Bairro Jardim Ipiranga, Deijangos Alves da Silva, 37 anos, o Cabeludo, e Adriano Morais dos Santos, 20, acabaram presos pela Polícia Civil por volta das 12h20, de segunda-feira (5), por agressão e tráfico de entorpecentes, de acordo com o investigador Abraão Teixeira, a 23ª Seccional. Eles já vinham sendo investigados pela Polícia Civil por tráfico, praticado na mesma casa em que foram encontrados e onde funcionava uma boca de fumo.

“A vítima ligou desesperada pedindo ajuda pois estava sendo agredida por vizinhos dela. Então, nos deslocamos para o endereço. Quando chegamos, conseguirmos localizar os acusados”, contou o investigador, acrescentando que ao fazerem uma busca na casa de Cabeludo, encontraram no quintal 144 gramas de pedra de crack, celulares, dinheiro e cartões de banco.

Ainda segundo a polícia, Deijangos já é figura conhecida e tem outras passagens pela DP. Ouvidos pela Reportagem os acusados negaram ter agredido a mulher e disseram também que são traficantes. Cabeludo disse que sua vizinha terá de provar que foi agredida por eles.

Por Caetano Silva
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Polícia Civil retira mais dois traficantes das ruas de Parauapebas

Trabalho de inteligência e paciência da equipe do delegado Fabrício Andrade não deu chance para que dupla escapasse

Graças à paciência e ao esforço dos investigadores Max, Fátima e Humberto, da 23ª Seccional de Polícia Civil, mais dois traficantes foram retirados das ruas de Parauapebas ontem, quinta-feira (1º). Após receber denúncia de que, no Bairro Rio Verde, na casa dos pais do indivíduo Breno Almeida Silva, 19 anos, estava havendo intensa movimentação de dependentes químicos, o delegado Fabrício Andrade e a equipe passaram a monitorar o endereço, inclusive, descobrindo que a casa tinha duas saídas, uma delas nos fundos, que servia de rota de fuga ao acusado, que é reincidente no mesmo crime.

Os policiais descobriram também que o jovem traficante contava com a ajuda de um olheiro, Luís Eduardo Nascimento Cruz, 19 anos, que ficava na varanda da casa observando como estava a movimentação da rua, sobretudo se havia presença policial.

De posse dessas informações, o bote foi certeiro: Breno e Luís foram presos em flagrante, com cerca de um quilo de maconha prensada e vários papelotes prontos para comercialização. O acusado não teve como negar entorpecente lhe pertencia e junto com seu ajudante foram indiciados pelos crimes de tráfico de drogas e associação ao tráfico.

Breno que, em vão alegou que é inocente e que nada sabia sobre a droga encontrada na casa em que morava, já havia sido preso por vender entorpecentes e estava havia apenas cinco meses fora da cadeia. Luís Eduardo, por seu turno, alegou que só estava visitando o amigo, mas, pelas circunstâncias do flagrante, a explicação não convenceu o delegado Andrade.