Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
polícia

Marabá: Onze gramas que renderam mais de quatro anos de cadeia

Ueliton Alves Martins foi flagrado, em outubro do ano passado, com 11,36 gramas de cocaína, no Terminal Rodoviário de Marabá
Por Eleutério Gomes – de Marabá

A juíza Renata Guerreiro Milhomem de Souza, da 1ª Vara Criminal de Marabá, condenou, no último dia 16, Ueliton Alves Martins a 4 anos e 2 meses de prisão e 417 dias-multa, pelo crime de tráfico de entorpecentes. Ele foi flagrado no dia 17 de outubro do ano passado, no Terminal Rodoviário da Folha 32, comercializando cocaína. A polícia chegou a Ueliton após uma ligação ao Disque-Denúncia.

Era por volta das 15h quando uma equipe da Polícia Militar se dirigiu à Rodoviária e presenciou o acusado chegar ao local em uma motocicleta Fan, cor vermelha, placa NSX-3353, oportunidade em que foi abordado por outro indivíduo para quem entregou algo.

Diante da situação, os PMs abordaram Ueliton de Souza, encontrando com ele dois papelotes da droga, R$ 80,00 e uma nota falsa de R$ 50,00. Em seguida, os policiais se dirigiram à casa dele, onde encontraram outra porção de cocaína, totalizando 11,36 gramas,  e uma balança de precisão.

No aparelho celular do acusado foram encontradas mensagens codificadas que indicam uma encomenda: “Tem leite?”; “Depois das duas quero 100 litros”, em referência à cor do entorpecente.

Interrogado, o acusado negou ser traficante, afirmando que a droga encontrada era para consumo próprio. Disse ainda não passou qualquer material para outro indivíduo.

Confirmou a existências das mensagens no seu celular, porém declarou que a referência ao “leite” se devia ao fato de trabalhar com comércio de alimentos. Questionado sobre quem teria lhe enviado a mensagem solicitando a entrega de 100 litros de leite, o acusado disse não se recordar. Porém, diante das provas materiais colhidas e dos depoimentos de duas testemunhas, a juíza enquadrou Ueliton Alves Martins nos Artigos 33 a 39 da Lei Antidrogas.

polícia

GTO prende dois adultos e apreende um adolescente com armas e entorpecentes

Busca a apreensões se deram nos bairros Parque Verde e Tropical. Flagrado com drogas e uma espingarda, o menor abriu o bico entregou os demais

Uma guarnição do GTO (Grupo Tático Operacional) tirou de circulação, na noite de ontem, quinta-feira (1º), por volta das 23h, um trio formado pelos indivíduos Michael Cunha Rodrigues, 28 anos, Carlos Daniel Meireles, 23, e um adolescente de 16. Eles são acusados de tráfico de entorpecentes, porte ilegal de arma e assalto. Os dois maiores podem ser ainda incriminados por corrupção de menor. Com eles foram encontrados um revólver calibre 32, um punhal e boa quantidade de maconha prensada.

A ação que resultou na captura dos três começou após denúncia de arrombamento e furto ocorrido na noite de quarta-feira (31), no Bairro Parque Verde, na qual surgiu com acusado Carlos Daniel. Ao chegar ao endereço do acusado, fornecido pelo autor da denúncia, os policiais flagraram o menor de posse da espingarda e da maconha. Indagado sobre a droga, o adolescente disse que pertencia a ele, mas em relação à arma de fogo, ele afirmou que o dono era o padrasto, Michael, que foi preso imediatamente por posse ilegal de arma.

A busca seguiu e, no Bairro Tropical, o GTO prendeu Carlos Daniel, na casa da mãe do adolescente. Com ele foi encontrada uma mochila com o revólver calibre 32 e vários papelotes de maconha. A arma, acreditam os policiais, vinha sendo empregada na prática de assaltos nas ruas a transeuntes.

Todos foram apresentados ao delegado Fabrício Andrade, na 23ª Seccional de Polícia Civil. Os dois adultos estão à disposição da Justiça e o adolescente à disposição do Ministério Público da Infância e da Adolescência.

polícia

Casal de traficantes condenado a 10 anos de prisão em Marabá

Maicon e Flávia foram flagrados com 22 gramas de crack/cocaína e R$ 16,00 que teriam sido adquiridos com a venda de droga

Juntos no amor, juntos na pena. Flávia Cardoso de Souza e Maicon da Silva Andrade receberam nesta sexta-feira, 2, uma pena nada amorosa. Em 31 de março de 2017 eles foram flagrados por policiais militares com “crack” e dinheiro em casa, e menos de um ano depois são condenados à prisão por 10 anos, um mês e quinze dias. A juíza que proferiu a sentença foi Renata Guerreiro Milhomem de Souza, titular da 1ª Vara Criminal de Marabá.

Segundo a denúncia do Ministério Público, na data da prisão, uma guarnição da Polícia Militar se dirigiu à residência dos acusados após receber uma denúncia de que os mesmos estavam comercializando drogas no local, situada na Folha 8, próximo à “Rampa”. Na ocasião, os denunciados foram flagrados na posse de aproximadamente 22 gramas de crack/cocaína, além da quantia de R$ 16,00, em associação ao tráfico, estável e permanente.

Após receber a denúncia anônima de que um casal estaria praticando a venda de substâncias entorpecentes em sua residência, a guarnição da Polícia Militar deslocou-se para a área, primeiramente, abordou uma usuária de drogas que se encontrava às proximidades, tendo a mesma informado que havia comprado uma pedra de crack na casa dos acusados e que efetuou o pagamento no valor de R$ 10,00 diretamente à Flávia, afirmando, ainda, que os réus já haviam lhe vendido droga outras vezes, e que já era de conhecimento da vizinhança que no local funcionava uma ” boca de fumo”.

Os policiais visualizaram o acusado Maicon em “atitude suspeita”, tendo o mesmo tentado fugir quando avistou a viatura, porém a guarnição efetuou sua prisão em flagrante na posse de 14 “petecas”, além de uma “pedra”, acondicionada em um saco plástico, o qual teria sido arremessado para um matagal, pesando 22 gramas. As petecas estavam em embalagens de cor verde, contendo uma substância petrificada e amarela, conhecida vulgarmente como crack, destinadas à comercialização. Foram apreendidos, ainda, tesoura, faca, plásticos, tubo de linha e a quantia de R$ 16,00.

Na delegacia e ainda em depoimento à Justiça, o casal alegou que não comercializava droga, apenas consumiam. A Defensoria Pública, atuando em favor de Maicon, pediu a absolvição dele, alegando falta de provas suficientes para condenação.

Mas, o testemunho de Jéssica Ferreira Carvalho confirmou que ambos vendiam drogas em sua residência há cerca de quatro meses, mas mesmo antes de residir lá já comercializavam o produto. Já Flávia alegou que estava separada do marido e que não vendia droga com ele. Haviam reatado no dia da prisão em função da filha que tinham juntos.

A juíza que os condenou levou vários elementos para chegar à pena de dez anos: culpabilidade, antecedentes criminais, conduta social, personalidade, motivo do crime e circunstâncias do delito.

O crime de associação para o tráfico de drogas fez com que a sentença de ambos fosse ampliada com mais três anos e dez meses e quinze dias de reclusão. Além disso, eles terão de pagar 1.387 dias-multa, fixado cada dia-multa em um trigésimo do salário mínimo, cujo valor será apurado na fase de execução penal.

“Como se vê, a versão apresentada pelos acusados, apesar de estar em consonância com o seu direito constitucional à autodefesa e ao contraditório, não encontra maior credibilidade, uma vez que se trata de elemento isolado e contraditório frente às demais provas presentes nos autos. Embora os acusados não tenham sido flagrados comercializando drogas, eles incidiram nas condutas de “ter em depósito” e “guardar”, prevista no tipo descrito no artigo 33, “caput”, da Lei nº 11.343/2006, e a intenção de difusão ilícita foi revelada por meio das circunstâncias da apreensão dos entorpecentes e depoimentos das testemunhas”, disse a juíza da 1ª Vara Criminal.

polícia

PM tira das ruas mais uma dupla que estava vendendo maconha

Na 20ª Seccional eles foram autuados por tráfico e encaminhados à Justiça

O delegado José Euclides Aquino da Silva, da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, autuou na noite de ontem (16), Ricardo da Silva Santos Filho e Carlos Eduardo dos Santos, ambos de 18 anos de idade, no Artigo 33 da Lei 11.343/2006 (Lei Antidrogas). A dupla foi flagrada pela Polícia Militar portando maconha. Na delegacia, os dois tentaram, em princípio, dizer que o entorpecente era apenas para consumo, mas não convenceram a autoridade e agora estão à disposição da Justiça. Se condenados, podem pegar pena que varia de 5 a 15 anos de prisão.

Ricardo e Carlos foram capturados pela guarnição formada pelo cabo Machado e soldados Ferrais e Lázaro, por volta das 18h40, quando caminhavam pelo Bairro Liberdade II, às proximidades do Rio Parauapebas. Abordados e revistados, com o primeiro foram encontradas 23 trouxinhas de maconha, que ele carregava escondidas na cueca; o segundo carregava em um dos bolsos da bermuda mais três trouxinhas.

Ricardo admitiu, na hora da captura, que estava traficando o entorpecente para conseguir dinheiro a fim de sustentar uma filha dele. Informou que comprou a maconha na Vila Cedere, mas disse não saber o nome do fornecedor.

Quanto a Carlos, os PMs levantaram que ele completou a maioridade recentemente, antes, passou seis meses cumprindo medida socioeducativa por roubo e ganhou a liberdade há dois meses. Com os dois foram apreendidos ainda dois telefones celulares. O delegado Aquino elogiou o trabalho da Polícia Militar, “que vem se empenhando diariamente para tirar das ruas traficantes que trazem o mal a Parauapebas”, e disse que agora a dupla vai se entender com a Justiça.

Cortando na carne

Corregedoria prende em flagrante delito 4 Policiais Militares de Parauapebas

Postagem atualizada às 19h de 20/01 com os desdobramentos da Audiência de Custódia.

A Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Pará (CPR2) recebeu a informação de que quatro membros do quadro da PM lotados no 23º Batalhão em Parauapebas estariam tentando extorquir um suposto traficante, sob a alegação de que o mesmo não seria preso por cometer atos criminosos no município.

A informação teria vindo do próprio traficante. Consta que o traficante teria combinado um valor a ser pago aos militares Cabo Tapajós e soldados PM Lewyi, Robert e Nassar. Todavia, o traficante avisou a corregedoria da suposta negociação. Inconteste, a Corregedoria se fez presente no momento e local combinado para o acerto e prendeu os quatro militares em flagrante delito. Depois, comunicou ao comandante do 23º BPM em Parauapebas. Este, mesmo de férias, encaminhou o Oficial de Dia para acompanhar os militares até a Depol para os ritos processuais. O capitão PM Faustino lavrou o flagrante.

A PM aguarda a Audiência de Custódia no judiciário para ver se as prisões serão mantidas ou não, e ainda a finalização do processo, garantido o amplo direito de defesa e do contraditório, para se manifestar sobre a culpabilidade dos praças.

Apesar de triste, cabe aqui parabenizar a PM por cortar na carne em um momento tão difícil, em que tantos presos estão sendo mortos nos presídios Brasil a fora. Essa atitude mostra, mais uma vez, que a Polícia Militar do Pará se manterá irredutível em punir aqueles que por ventura demonstrarem qualquer desvio de caráter e usar de suas funções e poder de polícia para agir de forma errada, sendo esse tipo de ação de forma individual ou em grupo.

Até o início da noite desta terça-feira os militares ainda estavam na 20ª Seccional de Polícia de Parauapebas sendo inquiridos pela autoridade policial. Concluídos os depoimentos, eles devem ser encaminhados ao Quartel da PM onde aguardarão a audiência de custódia, que deve acontecer amanhã no Fórum de Parauapebas.

Atualização às 19 horas de 20/01/2016

A audiência de custódia dos PM’s presos aconteceu na sala de audiência da 1ª Vara do Fórum da Comarca de Parauapebas, onde se achavam presentes o MM. Juiz de Direito da 1ª Vara penal, Dr. DANILO ALVES FERNANDES, o(a/s) representante(s) do Ministério Público Dr. GUILHERME LIMA CARVALHO e Dra. CRYSTINA MICHIKO TAKETA MORIKAWA, os custodiados e o advogado Dr. Celso Valério Nascimento Pereira OAB/Pa nº 17.158.

Após a oitiva dos custodiados, o juiz Danilo Alves Fernandes, sem prejuízo de análise superveniente, dada a natureza rebus sic stantibus da medida, CONVERTEU a prisão em flagrante dos custodiados…:

  • 1. THIAGO TAPAJÓS BRAZ, CB/PM/PA, brasileiro, nascido aos 15.04.1985, filho de Raimundo do Carmo Braz e de Miraci Tapajós, residente na Rua Joao Pessoa, 324-A, bairro Liberdade I, Parauapebas-PA.
  • 2. ROBERT ROSA DE AQUINO, SD/PM/PA, brasileiro, nascido aos 16.08.1984, filho de Solange Rosa de Aquino e de Antonio Inês Batista de Aquino, residente na Rua Rui Barbosa, 367, bairro Guanabara, Parauapebas-PA.
  • 3. PAULO LEVY FERREIRA DA SILVA, SD/PM/PA, brasileiro, nascido aos 20.05.1990, filho de Paulo Roberto Melo da Silva e de Ocineia da Silva Ferreira, residente na Rua Amazonas, 114, bairro Rio Verde, Parauapebas-PA

… em PRISÃO PREVENTIVA, necessária para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.

O juiz, em sua decisão, mandou que:

  • fosse expedido os respectivos mandados de prisão, com a devida inclusão no BNMP;
  • indeferiu o requerimento da defesa de relaxamento das prisões;
  • indeferiu o pedidos da defesa para que os PM’s fossem colocados em liberdade provisória;
  • indeferiu o pleito da defesa para permanência dos agentes no 23º BPM, determinando suas imediatas transferências  para a Casa Penal Anastácio das Neves, bem como a REMESSA DOS AUTOS À JUSTIÇA MILITAR;
  • Mandou que fosse aberta uma conta judicial atrelada ao processo, uma vez que houve apreensão do valor de R$ 500,00 (quinhentos reais);
  • Mandou oficiar a Corregedoria da PM informando acerca da conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva dos custodiados;
  • mandou dar ciência ao Ministério Público e à Defensoria Pública.

O Soldado PM Nassar, citado acima pelo Blogger como preso junto com os demais PM’s chegou a ser detido junto com os demais. Mas, durante a lavratura do flagrante ficou constatado que não havia como indiciá-lo. Nassar foi ouvido na audiência de custódia na condição de testemunha e depois liberado. Contra ele não há nenhum procedimento em andamento.

Pará

Receita Federal apreende mercadoria com 60 quilos de cocaína em aeroporto de Belém

imageEm operação de Vigilância e Repressão realizada ontem (13), a Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém, em parceria com a Polícia Federal, após análise de risco em carga direcionada à exportação, apreendeu equipamentos contendo droga.

Aproximadamente 60 quilos do entorpecente estavam distribuídos no interior de seis cilindros de aço e tinham a Austrália como destino. Dois homens – um amazonense e um colombiano – foram presos apontados como as pessoas que contrataram uma empresa para fazer o envio do material. Eles serão indiciados por tráfico internacional. Os cilindros de aço faziam parte de um equipamento de panificação conhecido como “masseira”. Cada uma das masseiras tinha dois cilindros, que foram preenchidos com cocaína compactada.

Ação
A equipe de fiscalização da Receita Federal levantou várias suspeitas com relação à mercadoria. Primeiro, com relação à procedência, depois sobre o caminho de despacho da carga e, por fim, na observação de que o peso declarado das máquinas não condizia com o peso real. Sendo assim, considerou que havia algo errado e, utilizando uma broca, constatou que havia um pó branco no interior dos cilindros. Após constatar que se tratava de cocaína, solicitou apoio da Polícia Federal.

Balanço
A Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém realizou diversas apreensões durante o ano de 2015, contabilizando os dados abaixo:

  • R$ 70.000,00 em jóias (ouro)
  • 40.000,00 (euros)
  • 3,5 kg de pasta base de cocaína
  • 8,5 kg de cloridrato de cocaína
  • R$ 750.000,00 em mercadorias
  • 4,5 kg de cocaína

Parauapebas

Parauapebas: mulher é presa ao tentar entrar na carceragem com drogas

A Polícia Militar em Parauapebas, através do sargento Dias, apresentou hoje (30) na 20ª Seccional de Parauapebas, Cassia Garcia Barros, 18 anos. Ele é acusada de tráfico de drogas pois com ela foram encontrados um rodo e uma vassoura cujos os cabos estavam recheados com maconha e craque.

Cassia afirmou na Depol que recebera um telefonema de Pablo solicitando que a mesma fosse até um local no bairro Cidade Jardim e que lá lhe seriam entregues as ferramentas de limpeza e estas deveriam ser levadas para a carceragem do Rio Verde. Detalhe: Pablo é um traficante que está preso em Parauapebas, e, portanto, não deveria ter acesso a um aparelho de celular.

Cassia, acompanhada de uma menor, tentou entrar na carceragem com as ferramentas, mas foi descoberta quando funcionários da Susipe lotados naquela carceragem desconfiaram da ação.  As duas estão a disposição da justiça.

Nota-se que não é só de dentro das grandes penitenciárias do Brasil que o tráfico é comandado. Em  Parauapebas traficantes presos estão de posse de celulares e continuam traficando.

Parauapebas

Polícia prende sete traficantes em Parauapebas. Com eles foram encontrados 3 kg de drogas.

image

Uma operação conjunta das polícias civil e militar em Parauapebas colocou atrás das grades, ontem (24), sete pessoas (seis homens e uma mulher) por estarem comercializando drogas na região.

Eles foram presos em uma chácara distante 20 km do centro de Parauapebas e com os eles foram encontrados e apreendidos 3 kg de drogas (crack, pasta base de cocaína e cocaína) supostamente oriunda da Bolívia. Foram apreendidos ainda vários aparelhos celulares, uma metralhadora de uso exclusivo das Forças Armadas, munição, duas motos e um carro.

Segundo o Tenente-Coronel Mauro Sergio, o grupo vinha sendo monitorado pelo serviço de inteligência das polícias civil e militar, que conseguiu reunir elementos suficientes para que fosse feita a investida que culminou com a prisão dos elementos.

Os sete traficantes estão à disposição da justiça e deverão responder pelos crimes de formação de quadrilha, porte ilegal de armas, tráfico e associação ao tráfico de drogas.

Parabéns ao Tenente-Coronel Mauro Sergio, Capitão Júlio e demais comandados pela brilhante ação. Com traficante o modo de agir deverá ser sempre esse mesmo, confiscar a droga e bens oriundos dela.

error: Conteúdo protegido contra cópia!