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Parauapebas

Polícia de Parauapebas flagra bandidos a caminho de “casinha”

Um dos suspeitos foi interceptado e faleceu a caminho do Hospital Municipal
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Nesta quinta-feira (14), por volta das 11h30, uma guarnição do 23º Batalhão da Polícia Militar de Parauapebas foi avisada de que dois homens em uma moto estavam armando uma “casinha” para executar alguém. O informante deu a localização dos suspeitos e a equipe policial, em carro descaracterizado, seguiu para o ponto da emboscada. No morro Nova Vitória avistou dois suspeitos em uma motocicleta, na Avenida Faruk Salmen, mais precisamente no cruzamento com a Rua Inglaterra.

Ao perceber que o passageiro estava armado, a guarnição seguiu a motos, mas, os homens perceberam e passaram a atirar nos PMs, que responderam à altura, atingindo um deles. Durante a confusão, o outro abandonou a moto na Rua Tocantins e conseguiu fugir pelos fundos de uma das residências da rua.

Já o baleado, Landison Lisboa de Oliveira, foragido do Crama (Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes), de Marabá, foi removido ao Hospital Municipal, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Com Landison, foram encontradas uma pistola de brinquedo e uma escopeta calibre 12.

Conceição do Araguaia

Ecstasy: 15 mil comprimidos são apreendidos pela PRE em Conceição do Araguaia

A droga foi encontrada durante uma fiscalização de rotina da Polícia Rodoviária Estadual
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Quinze mil comprimidos da droga conhecida como Ecstasy foram encontrados dentro do bagageiro de um ônibus da empresa Ouro e Prata, que fazia a rota Goiânia/Belém, na tarde do último sábado (19), em Conceição do Araguaia, sudeste do Pará.

A droga, que estava dentro de uma caixa de papelão, foi encontrada por uma guarnição da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) após uma fiscalização de rotina. Apenas seis passageiros estavam no ônibus no momento da apreensão. Eles e o motorista foram encaminhados à delegacia de Conceição do Araguaia para prestarem depoimento, mas o responsável pela bagagem não foi identificado. O motorista do ônibus não soube informar de quem seria a carga em virtude dele ter sido o terceiro motorista a conduzir o ônibus durante a viagem.

Segundo a Polícia Civil, a carga está avaliada em aproximadamente R$ 750 mil.

 

Marabá

Menor traficante flagrado “fazendo a festa” em abrigo de alagados

Na semana passada, ele foi apreendido por porte ilegal de arma e, na noite de ontem, o patrão correu da PM e o deixou na mão
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Durante patrulhamento de rotina, na noite de ontem (18), na Velha Marabá, uma guarnição da Polícia Militar recebeu a denúncia de que a venda de entorpecentes estava correndo solta no abrigo de alagados montado na entrada daquele núcleo. O denunciante, anônimo, informou ainda que o traficante estava de camisa branca, junto com seu “avião”, um adolescente, em frente ao barraco 19. De imediato, a equipe, do policiamento em motos, formada pelo cabo Porfírio e soldados Carlos e Warley, se dirigiu a local, mas, quando o traficante percebeu a chegada dos PMs, “meteu o pé” e fugiu pulando o muro que circunda ao abrigo, levando com ele o dinheiro auferido com o crime.

O adolescente, de 17 anos, que segurava e guardava o entorpecente, tentou fazer o mesmo, enquanto também tentava se desfazer da droga, mas foi alcançado pelos policiais militares, que o reconheceram como o mesmo que foi apreendido na última semana por porte ilegal de arma de fogo. Ele já é conhecido da polícia pelo cometimento de outros crimes e por trabalhar para o traficante de prenome Bruno, que seria o patrão do tráfico no Bairro Santa Rosa, onde monopoliza o infeliz negócio.

Com o adolescente “avião” foram encontradas 21 cabeças de crack e oito embalagens de maconha, pronta para consumo. Ele foi entregue na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil, de onde será encaminhado ao Ministério Público da Infância e da Juventude.

O tráfico de entorpecentes é crime previsto no Artigo 33 da Lei Antidrogas (11.343/2006) e pode ser punido com pena que varia de cinco a 15 anos de reclusão. No caso do adolescente, ele deve ser recolhido ao Ciam (Centro de Internação do Adolescente Masculino).

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Parauapebas

Polícia Militar apreende maconha pronta para ser comercializada em Parauapebas

O traficante, que é reincidente, fugiu antes que a polícia chegasse
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A apreensão de 3,5 kg de maconha prensada e já sendo preparada para circular no mercado do tráfico em Parauapebas se deu por  volta das 15 horas de ontem, quarta-feira (14), quando uma guarnição da Polícia Militar flagrou um menor de 14 anos portando uma pequena porção de maconha. Os policiais indagaram, então, onde o menor havia comprado a droga e ele deu o endereço, no Bairro União.

A guarnição, comandada pelo tenente Freitas, se dirigiu ao endereço indicado, mas, ao chegar, não encontrou o responsável pela boca de fumo. Na casa, foram encontrados tabletes da droga, balança de precisão, material para embalagem a Carteira de Identidade do dono da boca, Romário da Silva de Sousa, 21 anos, que, na pressa para escapar de ser preso, deixou até o documento para trás.

Segundo o tenente Freitas, Romário já foi preso pelo mesmo crime, mas acabou ganhando liberdade e já é conhecido da polícia. “Vamos continuar as buscas, porém, e assim que ele for localizado será preso novamente”, disse o oficial.

A equipe que fez a apreensão da droga é formada ainda pelo sargento Pinto, cabo Batalha e soldado Décio.

Reportagem: Ronaldo Modesto

polícia

Marabá: Onze gramas que renderam mais de quatro anos de cadeia

Ueliton Alves Martins foi flagrado, em outubro do ano passado, com 11,36 gramas de cocaína, no Terminal Rodoviário de Marabá
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Por Eleutério Gomes – de Marabá

A juíza Renata Guerreiro Milhomem de Souza, da 1ª Vara Criminal de Marabá, condenou, no último dia 16, Ueliton Alves Martins a 4 anos e 2 meses de prisão e 417 dias-multa, pelo crime de tráfico de entorpecentes. Ele foi flagrado no dia 17 de outubro do ano passado, no Terminal Rodoviário da Folha 32, comercializando cocaína. A polícia chegou a Ueliton após uma ligação ao Disque-Denúncia.

Era por volta das 15h quando uma equipe da Polícia Militar se dirigiu à Rodoviária e presenciou o acusado chegar ao local em uma motocicleta Fan, cor vermelha, placa NSX-3353, oportunidade em que foi abordado por outro indivíduo para quem entregou algo.

Diante da situação, os PMs abordaram Ueliton de Souza, encontrando com ele dois papelotes da droga, R$ 80,00 e uma nota falsa de R$ 50,00. Em seguida, os policiais se dirigiram à casa dele, onde encontraram outra porção de cocaína, totalizando 11,36 gramas,  e uma balança de precisão.

No aparelho celular do acusado foram encontradas mensagens codificadas que indicam uma encomenda: “Tem leite?”; “Depois das duas quero 100 litros”, em referência à cor do entorpecente.

Interrogado, o acusado negou ser traficante, afirmando que a droga encontrada era para consumo próprio. Disse ainda não passou qualquer material para outro indivíduo.

Confirmou a existências das mensagens no seu celular, porém declarou que a referência ao “leite” se devia ao fato de trabalhar com comércio de alimentos. Questionado sobre quem teria lhe enviado a mensagem solicitando a entrega de 100 litros de leite, o acusado disse não se recordar. Porém, diante das provas materiais colhidas e dos depoimentos de duas testemunhas, a juíza enquadrou Ueliton Alves Martins nos Artigos 33 a 39 da Lei Antidrogas.

polícia

GTO prende dois adultos e apreende um adolescente com armas e entorpecentes

Busca a apreensões se deram nos bairros Parque Verde e Tropical. Flagrado com drogas e uma espingarda, o menor abriu o bico entregou os demais
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Uma guarnição do GTO (Grupo Tático Operacional) tirou de circulação, na noite de ontem, quinta-feira (1º), por volta das 23h, um trio formado pelos indivíduos Michael Cunha Rodrigues, 28 anos, Carlos Daniel Meireles, 23, e um adolescente de 16. Eles são acusados de tráfico de entorpecentes, porte ilegal de arma e assalto. Os dois maiores podem ser ainda incriminados por corrupção de menor. Com eles foram encontrados um revólver calibre 32, um punhal e boa quantidade de maconha prensada.

A ação que resultou na captura dos três começou após denúncia de arrombamento e furto ocorrido na noite de quarta-feira (31), no Bairro Parque Verde, na qual surgiu com acusado Carlos Daniel. Ao chegar ao endereço do acusado, fornecido pelo autor da denúncia, os policiais flagraram o menor de posse da espingarda e da maconha. Indagado sobre a droga, o adolescente disse que pertencia a ele, mas em relação à arma de fogo, ele afirmou que o dono era o padrasto, Michael, que foi preso imediatamente por posse ilegal de arma.

A busca seguiu e, no Bairro Tropical, o GTO prendeu Carlos Daniel, na casa da mãe do adolescente. Com ele foi encontrada uma mochila com o revólver calibre 32 e vários papelotes de maconha. A arma, acreditam os policiais, vinha sendo empregada na prática de assaltos nas ruas a transeuntes.

Todos foram apresentados ao delegado Fabrício Andrade, na 23ª Seccional de Polícia Civil. Os dois adultos estão à disposição da Justiça e o adolescente à disposição do Ministério Público da Infância e da Adolescência.

polícia

Casal de traficantes condenado a 10 anos de prisão em Marabá

Maicon e Flávia foram flagrados com 22 gramas de crack/cocaína e R$ 16,00 que teriam sido adquiridos com a venda de droga
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Juntos no amor, juntos na pena. Flávia Cardoso de Souza e Maicon da Silva Andrade receberam nesta sexta-feira, 2, uma pena nada amorosa. Em 31 de março de 2017 eles foram flagrados por policiais militares com “crack” e dinheiro em casa, e menos de um ano depois são condenados à prisão por 10 anos, um mês e quinze dias. A juíza que proferiu a sentença foi Renata Guerreiro Milhomem de Souza, titular da 1ª Vara Criminal de Marabá.

Segundo a denúncia do Ministério Público, na data da prisão, uma guarnição da Polícia Militar se dirigiu à residência dos acusados após receber uma denúncia de que os mesmos estavam comercializando drogas no local, situada na Folha 8, próximo à “Rampa”. Na ocasião, os denunciados foram flagrados na posse de aproximadamente 22 gramas de crack/cocaína, além da quantia de R$ 16,00, em associação ao tráfico, estável e permanente.

Após receber a denúncia anônima de que um casal estaria praticando a venda de substâncias entorpecentes em sua residência, a guarnição da Polícia Militar deslocou-se para a área, primeiramente, abordou uma usuária de drogas que se encontrava às proximidades, tendo a mesma informado que havia comprado uma pedra de crack na casa dos acusados e que efetuou o pagamento no valor de R$ 10,00 diretamente à Flávia, afirmando, ainda, que os réus já haviam lhe vendido droga outras vezes, e que já era de conhecimento da vizinhança que no local funcionava uma ” boca de fumo”.

Os policiais visualizaram o acusado Maicon em “atitude suspeita”, tendo o mesmo tentado fugir quando avistou a viatura, porém a guarnição efetuou sua prisão em flagrante na posse de 14 “petecas”, além de uma “pedra”, acondicionada em um saco plástico, o qual teria sido arremessado para um matagal, pesando 22 gramas. As petecas estavam em embalagens de cor verde, contendo uma substância petrificada e amarela, conhecida vulgarmente como crack, destinadas à comercialização. Foram apreendidos, ainda, tesoura, faca, plásticos, tubo de linha e a quantia de R$ 16,00.

Na delegacia e ainda em depoimento à Justiça, o casal alegou que não comercializava droga, apenas consumiam. A Defensoria Pública, atuando em favor de Maicon, pediu a absolvição dele, alegando falta de provas suficientes para condenação.

Mas, o testemunho de Jéssica Ferreira Carvalho confirmou que ambos vendiam drogas em sua residência há cerca de quatro meses, mas mesmo antes de residir lá já comercializavam o produto. Já Flávia alegou que estava separada do marido e que não vendia droga com ele. Haviam reatado no dia da prisão em função da filha que tinham juntos.

A juíza que os condenou levou vários elementos para chegar à pena de dez anos: culpabilidade, antecedentes criminais, conduta social, personalidade, motivo do crime e circunstâncias do delito.

O crime de associação para o tráfico de drogas fez com que a sentença de ambos fosse ampliada com mais três anos e dez meses e quinze dias de reclusão. Além disso, eles terão de pagar 1.387 dias-multa, fixado cada dia-multa em um trigésimo do salário mínimo, cujo valor será apurado na fase de execução penal.

“Como se vê, a versão apresentada pelos acusados, apesar de estar em consonância com o seu direito constitucional à autodefesa e ao contraditório, não encontra maior credibilidade, uma vez que se trata de elemento isolado e contraditório frente às demais provas presentes nos autos. Embora os acusados não tenham sido flagrados comercializando drogas, eles incidiram nas condutas de “ter em depósito” e “guardar”, prevista no tipo descrito no artigo 33, “caput”, da Lei nº 11.343/2006, e a intenção de difusão ilícita foi revelada por meio das circunstâncias da apreensão dos entorpecentes e depoimentos das testemunhas”, disse a juíza da 1ª Vara Criminal.

polícia

PM tira das ruas mais uma dupla que estava vendendo maconha

Na 20ª Seccional eles foram autuados por tráfico e encaminhados à Justiça
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O delegado José Euclides Aquino da Silva, da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, autuou na noite de ontem (16), Ricardo da Silva Santos Filho e Carlos Eduardo dos Santos, ambos de 18 anos de idade, no Artigo 33 da Lei 11.343/2006 (Lei Antidrogas). A dupla foi flagrada pela Polícia Militar portando maconha. Na delegacia, os dois tentaram, em princípio, dizer que o entorpecente era apenas para consumo, mas não convenceram a autoridade e agora estão à disposição da Justiça. Se condenados, podem pegar pena que varia de 5 a 15 anos de prisão.

Ricardo e Carlos foram capturados pela guarnição formada pelo cabo Machado e soldados Ferrais e Lázaro, por volta das 18h40, quando caminhavam pelo Bairro Liberdade II, às proximidades do Rio Parauapebas. Abordados e revistados, com o primeiro foram encontradas 23 trouxinhas de maconha, que ele carregava escondidas na cueca; o segundo carregava em um dos bolsos da bermuda mais três trouxinhas.

Ricardo admitiu, na hora da captura, que estava traficando o entorpecente para conseguir dinheiro a fim de sustentar uma filha dele. Informou que comprou a maconha na Vila Cedere, mas disse não saber o nome do fornecedor.

Quanto a Carlos, os PMs levantaram que ele completou a maioridade recentemente, antes, passou seis meses cumprindo medida socioeducativa por roubo e ganhou a liberdade há dois meses. Com os dois foram apreendidos ainda dois telefones celulares. O delegado Aquino elogiou o trabalho da Polícia Militar, “que vem se empenhando diariamente para tirar das ruas traficantes que trazem o mal a Parauapebas”, e disse que agora a dupla vai se entender com a Justiça.