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Polícia

Polícia prende, em Goiás, suspeito de ter contratado e pago o pistoleiro que matou o prefeito de Tucuruí

Jones William, então prefeito de Tucuruí, foi morto a tiros em 25 de julho deste ano.

A Polícia Civil do Pará informou que foi preso ontem (15), no Assentamento Umuarama, na Zona Rural de São Miguel do Araguaia-GO, por agentes da Divisão de Homicídios, da Polícia Civil do Pará, o nacional identificado como Flávio Rodrigues Porto (foto), de 49 anos. Ele é apontado como intermediário da morte do prefeito de Tucuruí, Jones William. De acordo com o delegado-geral Rilmar Firmino, que acompanha de perto o inquérito, ele teria contratado e pago o pistoleiro que matou a tiros o prefeito em 25 de julho deste ano.

Flávio Rodrigues Porto é natural de Rondon do Pará e viveu grande parte de sua vida em São Miguel do Araguaia, informou a Polícia.

Segundo a Rádio Floresta, de Tucuruí, no dia 06 de setembro deste ano o fazendeiro José David de Lucas, conhecido na região como “Zé Davi”, de 76 anos, foi assassinado a tiros enquanto dirigia pela BR-422. Após a morte do fazendeiro, Flávio, que segundo informações trabalhava em uma fazenda de “Zé Davi”, teria desaparecido da região sudeste do Estado o que causou estranheza e levantou suspeitas sobre ele.

Agora, transcorridos mais de três meses da morte do prefeito, Flávio foi preso. Ele foi encaminhado à capital paraense para prestar depoimentos e deve chegar a tarde e segue direto para a Delegacia-Geral, onde o delegado-geral Rilmar Firmino e o diretor da Divisão de Homicídios, delegado André Costa devem falar com a imprensa às 17 horas sobre a prisão de mais um envolvido na morte do gestor municipal. Para a polícia, esse foi mais um passo importante para a elucidação do caso, que chocou a região sudeste do estado.

Em menos de dois anos, três prefeitos foram assassinados na região: Russo, de Goianésia do Pará, Diego Kolling, de Breu Branco e Jones William, de Tucuruí.

Para o delegado-geral Rilmar Firmino, as investigações avançaram muito nos últimos 20 dias e com isso, já se pode considerar, que o caso está mais de 80% elucidado.

Política

Bena Navegantes, do PROS, toma posse como prefeito de Tucuruí

O vereador, que é presidente da Câmara Municipal de Tucuruí, tomou posse depois que Artur Brito foi afastado pela justiça.

Dando prosseguimento a ordem judicial emitida pelo juiz de Direito Pedro Enrico de Oliveira, substituto, respondendo pela 1ª Vara Cível e Empresarial da Comarca de Tucuruí, em Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa movida pelo Ministério Público do Pará, que culminou com o afastamento do prefeito Artur de Jesus Brito, tomou posse hoje (14) como prefeito de Tucuruí o vereador Benedito Joaquim Campos Couto (PROS).

Bena Navegantes, como é conhecido o prefeito empossado, deve permanecer no cargo por 180 dias, ou até que o prefeito afastado consiga na justiça o retorno.

Justiça

Justiça afasta o prefeito de Tucuruí, Artur de Jesus Brito, por Improbidade Administrativa (Atualizada)

O presidente da Câmara Municipal de Tucuruí deve assumir o cargo em 24 horas

O juiz de Direito Pedro Enrico de Oliveira, substituto respondendo pela 1ª Vara Cível e Empresarial da Comarca de Tucuruí, em Ação Civil Pública por Improbidade Administrativa movida pelo Ministério Público do Pará, acaba de afastar do cargo o prefeito de Tucuruí, Artur de Jesus Brito.

Detalhes em instantes.

Atualização

O prefeito foi afastado depois que o Ministério Público do Pará informou que o empresário Alexandre França Siqueira, proprietário da “Siqueira Locação Ltda”, que presta serviços de locação de máquinas pesadas à prefeitura de Tucuruí, informou em juízo que o chefe de gabinete do prefeito, Sr. Wilson Wischansky e o secretário municipal de obras, Sr. Florisvaldo Martins, lhe solicitaram, a pedido do prefeito Artur Brito, que alterasse a medição de seus serviços. Segundo o informante, a medição correta era de R$1 milhão, mas o pedido era para que a NF fosse emitida no valor de R$2 milhões, e que esse dinheiro excedente deveria ser entregue ao prefeito em espécie.

O informante questionou o chefe de gabinete quanto a legalidade do dinheiro, visto que, segundo ele, não haveria recursos para o valor solicitado. A resposta foi de que os políticos haviam elevado o valor depositado na conta ICMS da prefeitura no Banpará, o que daria respaldo ao negócio.

Alexandre Siqueira informou que não topou o negócio, apesar de ser pressionado até pela mãe do prefeito, e que em 07 de novembro foi notificado que a prefeitura de Tucuruí havia rescindido unilateralmente os dois contratos que a Siqueira Locações mantinha com o município. Para o Ministério Público, a rescisão unilateral caracteriza uma retaliação ao empresário que não topou entrar na maracutaia proposta pelo gestor.

O MP informou ao juízo que desde setembro de 2017 o Portal da Transparência da Prefeitura de Tucuruí não é atualizado, o que tem dificultado as investigações.

Por tudo isso, o juiz Pedro Enrico de Oliveira, substituto respondendo pela 1ª Vara Cível e Empresarial da Comarca de Tucuruí, afastou o prefeito Artur Brito, o chefe de gabinete do prefeito, Sr. Wilson Wischansky e o secretário municipal de obras, Sr. Florisvaldo Martins por 180 dias. O juiz também bloqueou os bens e as contas bancárias dos três agentes políticos envolvidos e os proibiu de acessar prédios e repartições públicas durante o período de afastamento.

O presidente da Câmara Municipal de Tucurui, Benedito Joaquim Campos Couto, foi notificado para assumir o cargo de prefeito em 24 horas. Se não o fizer, estará sujeito ao pagamento de multa no valor de R$10 mil por dia.  Ele já marcou reunião com os vereadores para comunicar o fato e organizar a posse.

Pouco depois de ser notificado, o prefeito afastado falou à Rádio Floresta de Tucuruí. Ele pediu calma e tranquilidade à população de Tucuruí e afirmou que a verdade prevalecerá. Disse, ainda, que “as acusações do empresário não procedem e são motivadas em virtude da rescisão dos contratos que ele possuía com a prefeitura de Tucuruí”. Para o prefeito afastado, “o empresário que o acusa tem uma ficha criminal gigantesca e que em breve ele será desmascarado”.

O prefeito afirmou que vai recorrer da decisão.

Segurança Pública

Tucuruí: Coronel Barata comandará a Secretaria Municipal de apoio à Segurança Pública

Com muito entusiamo, o secretário assumiu a secretaria pela manhã e deu início às atividades já durante a tarde de hoje(13).

A cerimônia de posse do Secretário Municipal de Apoio à Segurança Pública, aconteceu no final da manhã desta segunda-feira(13), no gabinete do prefeito Artur Brito em Tucuruí. De acordo com o prefeito, o principal objetivo da secretária é garantir mais segurança e tranquilidade aos moradores.

” Logo que assumi como prefeito providenciei esse Projeto de Lei e encaminhei à Câmara. Quero parabenizar os vereadores que aprovaram por unanimidade a criação da secretaria. Após isso, começamos a discutir quem poderia assumir o cargo. O nome do “Barata” foi muito citado, vindo principalmente da população e de lideranças de Tucuruí. Começamos uma conversa no intuito dele assumir a pasta e visemos o convite, que foi aceito. Não tenho dúvidas de que ele irá fazer um grande trabalho”, disse o prefeito.

O secretário Pedro Paulo Barata, popularmente conhecido como “Coronel Barata”, concedeu uma entrevista exclusiva a nossa equipe de reportagem e destacou alguns pontos do projeto do governo municipal. Entre eles, a instalação de câmeras de monitoramento em pontos estratégicos de nossa cidade.

“Nós estamos montando a nossa equipe, nossa força-tarefa. Ninguém faz absolutamente nada sozinho. Nesta guerra temos que ter a participação e a união do estado e do município. Eu tenho que lembrar que exerci essa função em 2005/2006, uma secretaria que deu certo, que servimos de exemplo não só para outros municípios, mas para outros estados. Nós queremos serviços de boa qualidade e iremos investir em bons equipamentos”, afirmou o gestor.

Ainda de acordo com o secretário, “trata-se de um grande desafio, mas que será encarado com garra.”

Quando questionado sobre um dos principais veículos usados em crimes, a motocicleta, ele respondeu: “alguém que anda em contra-mão, empinando, fazendo pega, está praticando o crime chamado de direção perigosa. Está praticando um crime. Tem que ser preso e autuado em flagrante, e isso vai acontecer.”

Com muito entusiamo, o secretário assumiu a secretaria pela manhã e deu início às atividades já durante a tarde de hoje(13).

Tucuruí

Caso Jones William: Em Tucuruí, vereador Weber Galvão vai pedir a cassação de Artur Brito (prefeito), e do vereador Lucas Brito

A mãe do atual prefeito foi presa por envolvimento na morte de Jones William no início da semana.

Em desabafo publicado em sua página pessoal no Facebook, cuja a capa é uma foto de Jones William com os dizeres “Eu quero Justiça”, o vereador Weber Galvão (PMDB), irmão do prefeito assassinado de Tucuruí disse que vai entrar com um processo de cassação dos mandados do prefeito Artur Brito (PV) e do vereador  Lucas Brito (PV), já que, a atitude da mãe dos políticos, Josy Brito, foi o que favoreceu a ascensão de Artur ao cargo. Para o vereador Weber Galvão, Artur Brito deveria renunciar imediatamente ao cargo, herdado às custas da morte do irmão por atitudes da mãe. Confira a nota:

Polícia

Caso Jones William: mãe do atual prefeito de Tucuruí é presa temporariamente suspeita de ser a mandante do assassinato

Marlon Possebon, amigo de Artur Brito que havia sido preso pela manhã, a acusou de ser a mandante do assassinato do prefeito Jones William.

A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (30), 24 mandados judiciais referentes à investigação sobre a morte do prefeito de Tucuruí, Jones William Galvão. Do total de ordens judiciais, foram cumpridas 12 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão temporária e oito conduções coercitivas. A operação policial foi deflagrada, no início da manhã, em Tucuruí, no sudeste do Estado, e em outras cidades da região, e ainda em Belém. Ao todo, 50 policiais civis participaram da ação policial que foi comandada pelo delegado-geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino.

Os detalhes da operação foram apresentados, no início da tarde, na Seccional de Tucuruí, durante entrevista concedida à imprensa pelo delegado-geral, que estava acompanhado dos delegados Claudio Galeno, diretor de Polícia Especializada da Polícia Civil, e André Costa, diretor da Divisão de Homicídios, e do promotor de Justiça de Tucuruí, Charles Teixeira, durante a entrevista.

Ele explicou que o objetivo principal da operação foi ouvir pessoas cujos depoimentos são necessários para instruir o inquérito policial sobre o crime. “Nem todas as pessoas apresentadas estão na condição de investigadas por envolvimento no crime, mas são pessoas que se fazem necessárias de serem ouvidas”, esclareceu o delegado-geral. Durante a manhã, foram cumpridos três mandados de prisão temporária. De tarde, mais um mandado de prisão temporário foi cumprido. Pela manhã, foram cumpridos os mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva.

A respeito do atual prefeito de Tucuruí, Artur Brito, o delegado-geral esclareceu que ele não foi preso nem teve condução coercitiva decretada pela Justiça. “Ele foi notificado a comparecer espontaneamente à Superintendência de Tucuruí para prestar informações importantes ao inquérito”, detalhou. As investigações sobre a morte do prefeito continuam.

Um dos homens apontados como executores do prefeito continua preso. O sergipano Bruno Marcos de Oliveira, conhecido como Bruno Venâncio, foi preso em 5 de setembro desde ano, no Aeroporto Internacional de Belém, por volta de 3 horas da manhã, quando iria pegar uma conexão para seguir viagem para São Paulo. Ele também tem mandado de prisão pela morte do empresário Albenor Moura de Sousa, em 24 de agosto deste ano, em Itaituba, sudoeste do Estado.

A mãe do prefeito Artur Brito, conhecida como Josenilde Silva Brito, a Josy, foi presa por determinação do juiz José Leonardo Frota de Vasconcelos Dias, titular da Vara Criminal daquela Comarca, durante a tarde, já que segundo o delegado-geral, Marlon Possebon, que havia sido preso pela manhã, em Belém, a acusou como mandante do assassinato do prefeito Jones William.

Marlon Possebon era genro de um pecuarista conhecido em Tucuruí como Zé Davi, assassinado no dia 7 de setembro último, naquela cidade, suspeito de ter contratado os pistoleiros que mataram o prefeito Jones William.

Com 53 anos de idade, a empresária Josy é acusada de ser a mandante do assassino do prefeito Jones William Galvão, ocorrido em julho deste ano, em via pública de Tucuruí. A prisão é temporária, ou seja, ficará no cárcere pelo prazo de 30 dias, mas caso seja decretada prisão preventiva, poderá ficar mais tempo. (Com informações da Polícia Civil do Pará e do Jornal Correio do Carajás)

Tucuruí

Caso Jones William: Polícia Civil do Pará cumpre mandados de prisão em Tucuruí (Atualizada)

50 policiais civis participam da operação, que é comandada pelo Delegado-Geral da Polícia Civil do Pará, Rilmar Firmino de Souza.

A Polícia Civil do Pará está realizando neste momento uma operação em Tucuruí, no sudeste do Pará, para elucidar a morte do prefeito Jones William, que foi morto a tiros por motoqueiros enquanto inspecionava obras no município, em 25 de julho de 2017.

Segundo informações extra-oficiais, estão sendo cumpridos 13 mandados de condução coercitiva, 10 mandados de busca e apreensão, e três mandados de prisão temporária. A PC informou que 50 policiais civis participam da operação, que é comandada pelo Delegado-Geral da Polícia Civil do Pará, Rilmar Firmino de Souza.

A Polícia Civil do Pará não confirma, mas os envolvidos são: Artur Brito (atual prefeito), Josy Brito (mãe de Artur), Lucas Brito (irmão do prefeito), Comandante Wilson (amigo de Artur), Patrick  (pistoleiro e segurança de Josy), Marlon (amigo de Arthur), Birinha (pistoleiro), Tiago Canaã (motorista do Arthur), Clóvis (agiota e sócio de Artur), Cleiton (agiota e sócio de Arthur).

O prefeito Artur Brito e sua mãe, Josy, não foram encontrados até o momento. Contra eles há notificação para prestar esclarecimentos.

Todos os envolvidos serão levados para a Superintendência da Polícia Civil em Tucuruí.

Jones William foi baleado no dia 25 de julho, enquanto visitava uma obra no bairro Cristo Vive, em uma estrada que dá acesso ao aeroporto de Tucuruí. Dois homens chegaram ao local de moto, disparando diversas vezes contra o prefeito, fugindo em seguida.

Mais informações, em breve.

Atualização às 10 horas:

A Assessoria de Comunicação da prefeitura de Tucuruí informou há pouco que o prefeito Artur Brito está em Tucuruí e se apresentará à polícia para prestar os esclarecimentos necessários para o caso. Informou, ainda, que não há mandado de prisão contra Artur Brito e que, logo após seu comparecimento na Superintendência de PC de Tucuruí o prefeito cumprirá agenda normal na prefeitura.

A prefeitura de Tucuruí emitiu nota de esclarecimento. Confira a nota:

Em respeito à população de Tucuruí, e buscando esclarecer a verdade sobre o assassinato do nosso eterno ex-prefeito Jones William (PMDB), houve mais uma ação da Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (30), com o cumprimento de mandados de busca e apreensão  de documentos e de condução coercitiva de pessoas ligadas à vítima.

Artur Brito, que assumiu com o ex-prefeito Jones William o governo de Tucuruí em 1º de Janeiro de 2017, como vice-prefeito do município foi convidado para prestar depoimento perante a autoridade policial responsável pela apuração dos fatos, assim como outras pessoas ligadas à vítima.

Prefeitura de Tucuruí esclarece que as informações divulgadas de forma inconsequente nos meios de comunicações e nas redes sociais, tentando jogar a opinião pública contra o prefeito Artur Brito, trazem grandes prejuízos para a governabilidade, mas o prefeito Artur Brito garante que vai continuar a administrar nossa cidade buscando melhores dias a nossa população, colaborando com as investigações, para que o assassinato do amigo, líder político e companheiro de gestão, sejam esclarecidos e os culpados por esta barbárie sejam identificados e colocados atrás das grades para pagar pelo crime que cometeram, extirpando a vida e os sonhos do ex-prefeito Jones William e de toda a população tucuruiense que o amava”.

Privatização

Tucuruí pode influir na privatização da Eletrobras

A concessão da hidrelétrica expira em 2024. Há discussões no governo sobre a possibilidade de prorrogar por 30 anos esse contrato.

A usina de Tucuruí (PA), com 8.370 megawatts de capacidade instalada, tornou-se peça-chave para definir os valores envolvidos na privatização da Eletrobras e quanto o Tesouro poderá arrecadar com a operação. A concessão da hidrelétrica expira em 2024. Há discussões no governo sobre a possibilidade de prorrogar por 30 anos esse contrato.

O tema surgiu na reunião de sexta-feira entre integrantes da equipe econômica e do Ministério de Minas e Energia para desenhar o modelo de privatização da estatal. O entendimento é que, se a usina no rio Tocantins tiver sua concessão renovada agora, os valores passíveis de se obter têm potencial para subir vertiginosamente.

Outra ideia em gestação no governo é que os minoritários terão papel decisivo no futuro da Eletrobras. Pretende-se submeter à uma assembleia de acionistas todo o acordo, que envolve a escolha das usinas hidrelétricas que terão seus contratos zerados, podendo praticar preços de mercado (o fim do sistema de cotas) e o aumento de capital necessário para pagamento do bônus de outorga.

Só que a União, atualmente controladora da empresa, simplesmente abdicaria do direito de votar para evitar um potencial “conflito de interesses”. Ficaria exclusivamente nas mãos dos minoritários aceitar ou não o acordo.

O objetivo é marcar a diferença entre o processo de privatização da Eletrobras e a tumultuada adesão à MP 579, medida provisória assinada pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2012, que contrariou o interesse dos acionistas e resultou na condenação do governo pela Comissão de Valores Mobiliários por abuso de poder de controle.

Outra ideia que ganha mais clareza nas discussões de governo é a de manter “golden share”, independentemente da fatia acionária da Eletrobras que ficará nas mãos da União, garantindo poder de veto em questões controversas.

A definição básica da modelagem deve ficar pronta até meados deste mês, mas os detalhes serão definidos por uma consultoria a ser contratada este ano.

Por: Daniel Rittner (VE)

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