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Eventos

UNAMA concede título Honoris Causa para personalidades

As homenagens reconhecem serviços relevantes prestados à sociedade

A Universidade da Amazônia (UNAMA) realizará  cerimônia de outorga que vai conceder  títulos de Doutor Honoris Causa para personalidades amazonenses. A entrega  será no dia 27 de novembro, às 19h, no auditório 1 do campus Ananindeua. O reitor da Instituição de Ensino superior (IES), Dr. Janguiê Diniz, estará presente para conceder as homenagens, junto com toda a comunidade acadêmica e autoridades convidadas.

O Doutor Honoris Causa é uma homenagem para profissionais e autoridades que ofereceram contribuições significativas para a coletividade. O Conselho Universitário da UNAMA escolheu os nomes a partir de uma análise minuciosa da trajetória profissional dos agraciados e entregará, durante a cerimônia, o diploma e a medalha.

A outorga de títulos para Doutor Honoris Causa será concedida ao Exmo. Sr. Dr. Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Paulo de Moura Ribeiro, ao Exmo. Sr. prof. Dr. Arnaldo Niskier e o Exmo. Sr. Dr. Desembargador Milton Augusto de Brito Nobre. Os títulos de Professor Emérito serão entregues aos professores Edson Raymundo Pinheiro de Souza Franco e Antonio de Carvalho Vaz Pereira.

A vice-reitora da Universidade, Betânia Fidalgo, afirma que este é um momento muito importante para toda a gestão superior que reconhece o mérito, o esforço e a dedicação das personalidades. “A UNAMA incentiva cada vez mais a valorização de profissionais que fazem a diferença na sociedade pela sua excelência e brilhantismo em tudo no que se comprometem a fazer”, afirmou.

Segundo o Pró-reitor de Ensino da UNAMA, professor Jeferson Bacelar, a instituição tem a honra de conceder as homenagens em um momento de celebração pela inauguração do Museu UNAMA, que ocorrerá no mesmo dia. “Queremos destacar essas personalidades como forma de agradecimento a todos  os que têm feito história no estado e no Brasil”, declarou.

Arte

UNAMA inaugura Museu de Arte e Galeria Ananin

Espaços serão inaugurados, no dia 27 de novembro no campus Ananindeua da Instituição, com obras do Acervo de Artes Visuais da Casa da Memória

O município de Ananindeua, no Pará, receberá o primeiro museu de referência cultural da região com obras de artistas paraenses e nacionais. Com a inauguração do Museu de Arte UNAMA, a nova estrutura vai abrigar o acervo de artes visuais da Instituição. O equipamento cultural será inaugurado no dia 27 de novembro, às 18h, no campus Ananindeua e contará com a presença do Reitor da Universidade da Amazônia (UNAMA), Dr. Janguiê Diniz, que prestigiará o evento junto a autoridades convidadas, professores e funcionários.

Além da Galeria Graça Landeira, criada em 1993 e localizada no campus Alcindo Cacela, a Universidade amplia a sua atuação no cenário artístico-cultural a partir da inauguração do museu. A abertura oficial da exposição contará com trabalhos selecionados de artistas que fizeram e fazem parte da história das artes visuais no Pará e no Brasil, como Alexandre Siqueira, Armando Queiróz, Mestre Nato (in memoriam), Osvaldo Gaia, Nina Matos, Elieni Tenório, Marinaldo Santos, Marcone Moreira, Berna Reale, Acácio Sobral (in memoriam), Armando Sobral, Ruma, PP Conduru e Emanuel Franco.

O museu contará com a Galeria de Arte Ananin, espaço expositivo que faz uma homenagem ao nome do município paraense. Além da galeria, o espaço terá reserva técnica, sala de manutenção e sala de projeção. De acordo com a coordenadora técnica do museu, Jonise Nunes, a ideia é contribuir para a formação cultural de alunos, professores, colaboradores e sociedade paraense. “A criação do Museu de Arte UNAMA destaca a importância de práticas acadêmicas e profissionais em seus espaços, atendendo ao estágio e pesquisa dos cursos de Artes Visuais, História, Arquitetura, Letras e programas de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado em Comunicação, Linguagens e Cultura”, afirma.

A ideia é estabelecer e fortalecer a relação do saber acadêmico com arte e cultura e memória e patrimônio histórico, além de integrar a comunidade acadêmica com as políticas de ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão universitária. “Além de funcionar como meio de intercâmbio com instituições culturais e artistas, o museu estará de portas abertas a todos os cursos e público externo que desejem conhecer acervo”, aponta.

Efemérides

Artigo: Dia Internacional da Educação

No Brasil, especificamente, boa parte da população ainda não tem acesso à educação, desde o ensino infantil.

Por Janguiê Diniz ( * )

No dia 28 de abril celebra-se o Dia Internacional da Educação. A data foi instituída em 2000, durante a realização do Fórum Mundial da Educação, que reuniu 180 países em Dakar, Senegal. No decorrer do encontro, os países participantes assinaram um acordo se comprometendo a não pouparem esforços, políticos e financeiros, para que a educação chegasse a todas as pessoas do planeta até o ano de 2015.

O Fórum foi considerado um marco para a educação global, mas, o que mudou desde então? Infelizmente, o objetivo não foi atingido totalmente. No Brasil, especificamente, boa parte da população ainda não tem acesso à educação, desde o ensino infantil. Erradicar o analfabetismo é uma meta que o País ainda não alcançou e ainda temos o analfabetismo funcional, que afeta uma parte da população.

A Constituição Federal de 1988 garante, em seu artigo 205 e 206, que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família. Além disso, a CF assegura que ela deve ser ministrada com igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. É de conhecimento comum que, se as pessoas têm oportunidade de acesso a uma educação de qualidade, aumentam as chances de elas terem uma vida digna e de exercerem a cidadania de forma plena. Além disso, a educação abre portas para outros direitos, como saúde, trabalho e lazer.

Além da Constituição Federal, o artigo 26 da Declaração dos Direitos Humanos diz que toda pessoa tem direito ao acesso à educação. E o artigo 7 da Declaração Universal da Criança explica que: ‘A criança tem direito a receber educação que será gratuita e obrigatória, pelo menos nas etapas elementares’.

No Brasil, o desenvolvimento da educação enfrenta os prejuízos relacionados ao desvio e a má aplicação do dinheiro público, além da ineficiente fiscalização dos órgãos responsáveis, tanto da aplicação dos recursos públicos, quanto no cumprimento das normas e diretrizes ditadas pelo Ministério da Educação (MEC) para o funcionamento das instituições de ensino superior.

Muitas pessoas associam a palavra “educação” unicamente com o ambiente escolar, porém não deve ser apenas a escola o único instrumento importante de educação de uma criança ou jovem. Não podemos esquecer que a família também é a base da formação educacional das nossas crianças e jovens. Os pais ou responsáveis devem estar atentos e participar da formação dos valores sociais, éticos e morais.

Fato é que a educação é a base para promovermos o consumo consciente e um dos meios mais eficazes para construir uma sociedade ambientalmente mais equilibrada e socialmente mais justa. Ainda existe um longo caminho a ser percorrido até que sanemos todos os problemas ou, ao menos, melhoremos muito as condições do nosso ensino.

Ainda não é possível comemorar uma conquista completa. Dessa forma, o Dia Internacional da Educação pode ser utilizado como uma data para que todas as esferas governamentais – Federal, Estadual e Municipal -, bem como, as iniciativas privadas repensem as estratégias e prioridades sobre a Educação, que necessita formar e eleger líderes que levem o Brasil ao desenvolvimento.

( * ) – Janguiê Diniz é Mestre e Doutor em Direito; Reitor da UNAMA; Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional

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