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Unifesspa

“Menina” Unifesspa celebra 5 anos com 5.461 acadêmicos e 40 cursos de graduação

Universidade injeta na economia regional R$ 6 milhões por mês com folha de pagamento em Marabá e campi em outros quatro municípios da região
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A Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) está em festa esta semana para celebrar os cinco anos de criação, desde que deixou de ser Campus da Unifesspa e tornou-se uma universidade autônoma. Para o reitor da instituição, Maurílio Monteiro, a instituição ainda é uma “menina” e profetiza que em até 15 anos terá emitido cerca de 100.000 diplomas.

Atualmente, a Unifesspa conta com 5.461 acadêmicos matriculados nos três campi de Marabá e nos de Rondon do Pará, Xinguara, Santana do Araguaia e São Félix do Xingu. Criada pela Lei Federal 12.824, passou a funcionar oficialmente em 5 de junho de 2013 e oferece 40 graduações, 3 especializações, 7 mestrados e 3 doutorados, estes em parceria com outras instituições, além de já ter diplomado 1.500 profissionais de diversas áreas do conhecimento. Para o reitor Maurílio de Abreu Monteiro, todas essas conquistas são motivos de comemoração.

Durante coletiva aos veículos de comunicação de Marabá na manhã desta quinta-feira (14), ele disse que, apesar da Emenda Constitucional 95, que congela os gastos públicos por 20 anos, não se pode perder de vista que “não se atravessa tempos difíceis, como este, sem firmeza estratégica”.

“E onde é que está essa firmeza estratégica? Está na nossa convicção, na convicção de toda a nossa equipe de que a jovem Unifesspa é e deve manter, enquanto instituição social, autonomia intelectual e que tem de, cada vez mais se firmar como pública, democrática e diversa”, enfatizou o reitor.

Nesse aspecto, Maurílio Monteiro disse, não é simples, mas há todo um esforço para, de forma homogênea, unir a excelência acadêmica e o compromisso social. “Para conseguir isso, você tem que, necessariamente, construir uma universidade que, simultaneamente, seja excelente e popular”, observou.

A coletiva contou com a participação, também dos pró-reitores de Extensão e Assistência Estudantil, Diego de Macedo Rodrigues; de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Marcel Ferreira Miranda; de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação Tecnológica, Erinaldo Cavalcanti; de Ensino e Graduação, Elias Fagury; de Administração, Hugo Kuribayashi. E ainda os secretários de Infraestrutura, Lucas França; de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Rogério Souza Marinho; e o diretor do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação, Victor Castro.

O reitor destacou que a “menina” Unifesspa atende hoje a estudantes 90 cidades do Pará e de mais de 150 cidades brasileiras, oriundos de todas as regiões do País, notadamente do Maranhão, de onde há acadêmicos de 15 municípios; e de 13 cidades do Tocantins.

Salientou ainda que a diversidade é uma marca da Unifesspa e um valor cultivado na instituição, onde estudam cerca de 200 alunos indígenas e quilombolas e onde a maioria dos acadêmicos, 80%, são negros e pardos e os brancos e amarelos, 17%.

Atualmente a Unifesspa conta com 637 servidores, entre professores e técnicos. Mais de 53% dos professores têm título de doutor e cerca de 40% são mestres, já em processo de doutoramento, o que classifica a universidade, entre as criadas em 2013, como a que mais cresceu em recursos humanos.

Após enumerar as conquistas, Monteiro falou também das dificuldades que a Unifesspa enfrenta, como o déficit de técnicos, por exemplo, destacando que, apesar de pequeno, o corpo técnico atual tem conseguido construir muitas coisas, numa luta cotidiana para que possa a universidade possa manter uma postura crítica, da diversidade, do contraditório e das tensões.

 “Então, é motivo para comemorar muito porque, mesmo diante das adversidades, nós conseguimos construir uma universidade alegre, firme, vitoriosa, diversa, plural, pública, democrática. Isso é muito importante”, disse o reitor.

 Programação do dia 15

10h – Inauguração dos prédios Administrativo e Multiuso

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

11h0 – Inauguração do Painel Artístico do Illa.

Parte externa do Prédio Multiuso da Unidade //I do Campus de Marabá

16h – Recepção Musical

(Grupo de Corda da Casa da Cultura)

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

16h30 – Abertura

(Com apresentação do Coral da Unifesspa)

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

17h – Solenidade Oficial

Auditório da Unidade //I do Campus de Marabá

18h30 – Lançamento da campanha audiovisual “Iguais na Diversidade”

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

19h – Lançamento do Selo Comemorativo dos 5 Anos

Praça Externa

19h30 – Parabéns

Praça Externa

19h45 – Coquetel

Praça Externa

19h45 até às 22h – Apresentações Culturais

Choro em Harmonia, Meury e Athos Pedrosa (voz e violão), Aedo XXI (música, poesia e percussão) e Ítalo Almeida (voz e violão) – na Praça Externa

Eleutério Gomes e Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Unifesspa e Vale inauguram prédio do Museu de Geologia da região   

O espaço, quando definitivamente implantado, vai registrar as ocorrências de cavidades em Carajás, de forma técnico-científica
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Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) e mineradora Vale inauguraram, na tarde desta quinta-feira (9), no Campus II da instituição de ensino, o prédio que abrigará o primeiro Museu de Espeleologia e Geologia do sul e sudeste do Pará. Trata-se do resultado de convênio de cooperação técnico-científica do Procav (Projeto Cavidades), no valor de R$ 3,5 milhões pelo qual o novo espaço foi reformado e ampliado e fica dentro da Faculdade de Geologia da universidade.

Assinado há sete anos, o Procav, que chega à sua conclusão, tem a finalidade de contribuir com a geração de conhecimento científico e tecnológico e com a formação de profissionais de Geoespeleologia, ciência que estuda os atributos físicos das cavernas.

Para João Coral, gerente executivo de Sustentabilidade da Vale, maior que o valor monetário do projeto é o investimento em educação, no capital humano. “Esse projeto é muito conectado com esse tipo de inciativa. O mais importante é que isso vai se transformar também num museu, onde vamos trazer espeleotemas e rochas, todos esses trabalhos de pesquisa feitos por esses pesquisadores daqui. Vai ser uma referência para o Brasil. Para todas as pesquisas minerais aqui e para o País”, avalia ele.

O museu terá espaço para guardar, com segurança, amostras e dados geoespeleológicos coletados das cavidades naturais da Província Mineral de Carajás. Tudo passará por catalogação, tombamento e identificação e será exposto no museu assim que este estiver implantado.

Para o professor Antônio Emídio de Araújo, coordenador do Projeto Cavidade, o Museu de Espeleologia e Geologia terá grande importância porque vai registrar as ocorrências de cavidades em Carajás, de forma técnico-científica, fazendo produções científicas em revistas internacionais, além de abrigar um banco de dados de espeleotemas que serão registrados e expostos para visitação da comunidade local e de cidades circunvizinhas.

“A parceria com a Vale foi muito importante. Nós nem tínhamos ideia de onde esse projeto chegaria e alcançamos patamares além do que esperávamos, principalmente na questão de recursos humanos, de informação, de pesquisadores, de mestres, de doutores. Então isso foi muito bom para nós”, reconheceu Antônio Emídio.

Na opinião de Bruno Scherer, espeleólogo e responsável pelo Departamento de Espeleologia da FCCM (Fundação Casa da Cultura de Marabá), é um ganho muito grande a universidade estar se inteirando cada vez mais do conhecimento sobre as cavernas, haja vista que a FCCM já trabalha com isso há mais de 30 anos. “É um grande ganho para a sociedade, principalmente porque grande parte das cavernas fazem parte de parques de unidades de conservação e isso contribui muito com a preservação dessas unidades”, avaliou ele.

Scherer assinalou, entretanto, que não se tem preservação se não conhecimento do patrimônio espeleológico, o que é fundamental, além do conhecimento científico: “As cavernas não guardam somente um buraco com morcegos, como muitas pessoas imaginam, mas sim a possibilidade de obter antibióticos e identificar outros tipos de espécies de animais não identificados antes, assim como formações rochosas, entre outras”.

Antônio Padovezi, diretor do Corredor Norte da Vale, disse que todo projeto tem começo, meio e fim, mas as boas parcerias têm início, meio, mas não têm fim. “Isso vale para a Unifesspa”, destacou ele, lembrando que a parceria entre a instituição de ensino superior e a mineradora começou bem antes da existência da Unifesspa.

“Lá no início dos anos 2000, quando ainda era Universidade Federal do Pará, nós começamos a trabalhar juntos. Tivemos a honra de participar da implantação aqui do então Campus II da UFPA e, quis assim a história e a vontade de todos, que se tornasse então a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará”, lembrou ele.

Padovezi afirmou que é uma honra para a Vale ter participado dessa transformação assim como é uma honra seguir com parcerias das mais diversas, inclusive com os programas de porta com estágio para os jovens.

“A gente entende que essa indústria do conhecimento, de investimento no conhecimento, propicia que todos os profissionais envolvidos possam trilhar as suas escolhas e os seus caminhos. E é isso o que nós queremos também”, disse Antônio Padovezi.

O reitor da Unifesspa, Maurílio de Abreu Monteiro, disse que os museus são uma invenção brilhante da humanidade, porque permitem, “articular, de forma mágica a pesquisa”. “A nossa tarefa agora é dar vida a esse museu. Não haveria melhor forma de encerrar a etapa de um projeto, como com um museu. Porque é a forma de permitir que um conjunto de ações de pesquisa ganhe, e com rapidez, o coração e as mentes dos professores e alunos dos outros cursos da universidade, mas, sobretudo, dos meninos que estão entrando no ensino fundamental”, declarou, muito empolgado.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Marabá

Entidades preparam vasta programação para Semana do Meio Ambiente

ICMBIO, Uepa, Unifesspa Prefeitura de Marabá, entre outras entidades, têm agenda definida para atividades na próxima semana
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A data de 5 de junho é conhecida como Dia Mundial do Meio Ambiente. E em Marabá uma vasta programação está agendada pelas entidades que atuam neste segmento. O ICMBio, por exemplo, organiza a II Gincana Ambiental Interescolar da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri, junto às escolas beneficiadas com o projeto em Marabá.

O evento contará com a participação das escolas envolvidas no programa de educação ambiental crítica da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri, denominado “A Comunidade Vai à Floresta”, tendo como objetivos principais o fortalecimento das ações praticadas até então na criação de valores sustentáveis junto aos envolvidos, além de promover maior integração entre instituições de ensino locais e a consequente aproximação destas ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, órgão gestor da unidade, no fortalecimento da gestão participativa.

As escolas participantes são Anísio Teixeira, Pedro Peres Fontenelle, Gabriel Sales Pimenta;

Escola São Francisco, Escola Martinho Motta; Deuzuita Melo de Albuquerque, João Anastácio de Queiroz, IFPA – Campus Industrial de Marabá e Escola Família Agrícola.

PROGRAMAÇÃO DA UEPA
A poluição atmosférica causa 12,6 milhões de mortes por ano. Aproximadamente 23% de todas as mortes prematuras são causadas por problemas de degradação ambiental. Os dados são da Organização das Nações Unidas e alertam a população mundial sobre os graves riscos da degradação e não preservação do meio ambiente.

Como podemos manter o futuro incerto diante dessas questões socioambientais? É por meio da politica ambiental efetiva, maior fiscalização ou das mudanças no padrão de consumo da sociedade? Para analisar esse cenário, com o tema “Pensar no agora para manter o futuro”, o Campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) em Marabá realizará entre os dias 4 e 8 de junho de 2018, a sua Semana do Meio Ambiente.

Organizado pelos professores de engenharia ambiental e florestal do campus de Marabá, com apoio do centro acadêmico, o evento pretende debater as questões socioambientais junto a estudantes, pesquisadores e profissionais da área.

A programação da Semana do Meio Ambiente da Uepa em Marabá é composta por três categorias: mesas redondas e atividades de extensão; oficinas; e minicursos. Entre as temáticas abordadas estão o empreendedorismo, a restauração ambiental, a fitopatologia (estudo das doenças das plantas) e o monitoramento ambiental.

NA UNIFESSPA
Na quarta-feira, dia 6 de junho de 2018, acontece na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) mais uma edição da Feira dos Povos do Campo. O objetivo da feira é criar um espaço de sociabilidade e comercialização direta entre os sujeitos do campo que produzem e reproduzem seus modos de vida nos territórios que ocupam, enquanto resistem aos processos de expropriação capitalista, e a comunidade acadêmica que recorrentemente estabelece interlocução com os mesmos, por meio de ações de pesquisas e/ou extensão.

Para está 7ª edição da feira virão agricultores de assentamentos da região de PA Alegria, PA Três Ilhas, PA 26 de Março, PDS Porto Seguro e PAE Praia Alta Piranheira, entre outros, estarão na Tenda do NEAm, comercializando seus produtos como: maracujá, mamão, limão, laranja, biribá, murici, abacaxi, carambola, diversas variedades de banana, polpa de frutas (cupuaçu, acerola, cajá/taperebá, goiaba, manga), coco verde, farinha branca e de puba, goma, massa puba, macaxeira na casca e descascada, abóbora na casca e descascada, inhame, jiló, quiabo corante, molho de pimenta, pimenta-do-reino, pimenta-de-cheiro, cheiro-verde, temperos caseiros, tucupi, azeite de coco, castanha-do-pará, feijão verde e seco debulhado, leite, massa de milho verde, pamonha, pato e frango caipira abatidos, bolos e doces, vinagreira/cuxá, couve e produtos de andiroba.

Na Prefeitura de Marabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente prepara uma programação educativa para escolas e comunidade em geral. A cidade, que tem pouca arborização, precisa rediscutir o plantio de mudas de árvores em diversas vias.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Nova Cartografia Social dos babaçuais será lançada amanhã na Unifesspa

Pesquisa atual estima que existam 27 milhões de hectares de babaçuais e desafio é garantir às quebradeiras de coco acesso à terra e babaçuais
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O lançamento do mapa da “Nova Cartografia Social dos babaçuais: mapeamento social da região ecológica do babaçu” é parte do Programa de Pós-Graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia (PPGCSPA), sendo uma realização da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Estadual do Maranhão (Uema), com apoio da Ford Foundation, será realizado amanhã, dia 8 de maio, no auditório da Unidade I do Campus de Marabá, às 14 horas.

A programação iniciará com o acolhimento que se dará com cantos de resistências e lutas das quebradeiras de coco babaçu.

A coordenadora do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco (MIQCB) Francisca Silva Nascimento, coordenadora do MIQCB Regional Pará – Jucilene Rodrigues de Souza, coordenadores do PNCSA – Alfredo Wagner de Almeida e Rosa Elizabeth Acevedo Marin, coordenador do Projeto de Cartografia Social dos Babaçuais: mapeamento social da região ecológica do babaçu – Jurandir Santos de Novaes, coordenadora do projeto na Unifesspa – Rita de Cássia Costa, além de representações institucionais da Unifesspa, Emater, Comissão Pastoral da Terra (CPT), Programa Territórios da Cidadania (Codeter), Cofama e Ministério Público participarão do evento.

Haverá a sessão de apresentação do mapa “Nova Cartografia Social dos babaçuais: mapeamento social da região ecológica do babaçu”, com a participação do professor Alfredo Wagner de Almeida e da representante do MIQCB – Francisca Silva Nascimento, com o auxílio das coordenações regionais do MIQCB do Piauí, Pará Maranhão e Tocantins.

Em seguida, haverá debate com os participantes da plenária. Logo após os presentes participarão do momento de “Diálogos de pesquisa: Quebradeiras de coco babaçu e nova cartografia social”.

Este projeto resulta de pesquisa, com trabalho de campo, georreferenciamento e a realização de reuniões e encontros de movimentos sociais e pesquisadores para levantamento e debate das questões em situação de pesquisa. Foi feita a retomada de mapas produzidos no âmbito da nova cartografia social da Amazônia e de fontes externas.

Já em laboratório, foram feitas reelaboração e elaboração de novos mapas, com que se dá o processo de construção do mapa que será apresentado.

O trabalho junto às quebradeiras de coco babaçu iniciou em 2014 e se estendeu até 2017, com o objetivo de mapear as organizações, situações sociais aos aspectos que lhe são relevantes e com foco nas áreas de incidência dos babaçuais e na configuração e reconfiguração da “região ecológica do babaçu”, com abrangência nos estados do Maranhã, Piauí, Tocantins e Pará.

O mapa assinala para uma área de babaçuais superior apontadas em mapeamentos anteriores. A pesquisa atual estima que existam 27 milhões de hectares de babaçuais. O mapa elaborado consiste em um instrumento de mobilização e de reconhecimento para as quebradeiras de coco babaçu, suas lutas por acesso à terra e babaçuais. Indica que os babaçuais, se renovam, ressurgem e resistem às práticas de devastação, pela derrubada, queima, envenenamento, entre outras.

O mapeamento dá visibilidade a estas situações socioambientais e à floresta de babaçu, nas áreas pesquisadas e no sudeste do Pará, que passa sucessivamente pela derrubada da floresta nativa, especialmente dos castanhais e também dos babaçuais, levando-se em consideração, os dois projetos realizados no período.

Pará

Unifesspa e IFPA assinam acordo de cooperação técnica para ações de ensino

Reitor da universidade, em discurso empolgado e veemente, afirma que o fundamental na construção de uma Nação e o ensino público de qualidade, mas, para isso, é preciso eliminar as assimetrias
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A Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) e o IFPA (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará) assinaram na manhã desta segunda-feira (23) Acordo de Cooperação Técnica tendo em vista ações conjuntas que assegurem a realização de atividades de interesse das duas instituições. O Plano de Trabalho do acordo visa o desenvolvimento tecnológico regional, por meio de ensino, pesquisa e extensão. Num primeiro momento estão previstas um conjunto de ações envolvendo o IGE (Instituto de Geociências e Engenharia), pela Unifesspa; e o Campus Tecnológico e Marabá, pelo IFPA.

A cooperação será dividida em etapas independentes, em níveis crescentes de inserção, que podem ser desde visitas técnicas às instituições, pesquisa, uso de equipamentos, espaço físico ou, até mesmo, aulas experimentais.

O IFPA, visando a melhoria na qualidade do ensino tecnológico na região, discutiu a ampliação da área de atuação e obteve recursos material, físico e humano para o Campus Avançado de Marabá, enquanto o IGE apresenta demandas de laboratórios e profissionais qualificados.

Esforço conjunto

Logo, o Acordo de Cooperação Técnica entre as duas instituições viabiliza estrutura comum para o desenvolvimento das atividades relacionadas a ensino, pesquisa e extensão, como gerador de conhecimentos na região. O aspecto relevante disso será a fixação de profissionais na região, além do desenvolvimento de tecnologias por esses mesmos profissionais.

Ao falar à plateia do auditório do Campus 1 da Unifesspa, formada pro acadêmico, professores e funcionários da universidade, o diretor-geral do IFPA – Campus Industrial de Marabá, Marcelo Edgar Maia, destacou que a assinatura do Acordo de Cooperação foi a culminância de eventos que já há algum tempo vêm acontecendo, por meio do esforço das duas instituições para se unirem oficialmente.

“Em verdade essa união, essa cooperação já existe informalmente, há alguns anos. Eu diria que não é uma coisa que precisa dar certo, pois vem dando certo, só precisava oficializar mesmo”, salientou Marcelo, acrescentando que, ao tornar oficial a parceria a tendência é ampliar essa cooperação, por meio da área de ensino, de graduação e até de pós-graduação.

Crescer junto

“Nós temos muito que crescer aqui na nossa região, as duas instituições são novas e estão crescendo. Então temos de crescer juntas. Ninguém cresce sozinho e, nós, que estamos já há algum tempo aqui em Marabá, sabemos que, quanto mais nos unirmos, mais vamos crescer”, enfatizou o diretor-geral do IFPA, reafirmando não ter dúvida de que isso vai acontecer “e, agora, de maneira bem mais rápida”.

O reitor do IFPA, Cláudio Alex Jorge da Rocha, em seu discurso, lembrou que a Unifesspa tem sido parceira constante do instituto, e que este precisa dessas oportunidades. Salientou que as instituições estão vivendo um declínio acentuado de investimentos públicos na Educação, o que impede, por exemplo, de fazer ampliações, “impactando as ações dos campi, principalmente do Campus Industrial, que está limitado num espaço físico, que, se fosse maior, já teria crescido muito mais”.

Cláudio Alex disse ainda esperar que essa relação com a Unifesspa continue cada vez mais estreita, a fim de que as duas instituições possam melhorar, se aperfeiçoar, ampliar o intercâmbio de professores e alunos das duas instituições e que o IFPA possa promover cursos de stricto senso, em parceria, sempre com foco no desenvolvimento da região.

Construindo uma Nação

“A gente acredita, todos nós acreditamos que é a Educação que vai transformar o mundo. A educação que nós oferecemos, tanto a universidade quanto os institutos, tem dentro do seu contexto não só o ensino, o que alavanca ainda mais esse desenvolvimento, afirmou o reitor, completando: “O nosso forte é a pesquisa, a extensão e a inovação”.

Maurílio Monteiro, reitor da Unifesspa, por seu turno, disse que será muito bom ter alunos do IFPA convivendo diuturnamente com os alunos da Unifesspa, porque essa convivência dá o sentido de ensino generalizado. “É muito importante essa integração”, reforçou ele.

O reitor discorreu ainda sobre as vantagens que encerra a Cooperação, para as duas instituições, se empolgou com mais essa parceria, dirigiu palavras de elogio ao colega Cláudio Alex e aos demais membros do corpo docente do IFPA, lembrando que, no início da cerimônia foi executado e cantado o Hino Nacional, e dizendo que aquilo não era uma mera formalidade, enfatizando: “Nós estamos aqui em nome de um projeto de Nação. Nós procuramos diminuir as assimetrias. Os alunos que estão aqui têm de ter as mesmas condições de um aluno de uma escola privada de São Paulo. Isso é o que constrói uma Nação”, assinalou, acrescentando que “para conseguir isso é preciso ser criativo”.

Simetria

“A simetria significa que nós tenhamos as condições iguais. Ou seja, melhor ensino, melhores laboratórios, melhor qualificação dos professores e integração para construir um projeto de Nação. E, nesse projeto de Nação, uma coisa é fundamental: a educação pública de qualidade. E o que nós estamos fazendo aqui é isso, um esforço criativo para obter, no projeto de Nação, viva, presente e crescente a perspectiva de diminuir as assimetrias com um ensino público de qualidade”, frisou Maurílio Monteiro.

Participaram ainda da cerimônia: Elias Fagury, pró-reitor de Ensino e Graduação da Unifesspa; Carlos Vinícius de Paes Santos, diretor substituto de Ensino do IFPA – Campus Industrial de Marabá; Riguel Feltrin Contente diretor de Pesquisa, Extensão, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica do IFPA – Campus Industrial de Marabá; e José de Arimatéia Costa de Almeida, diretor do IGE da Unifesspa, além de representantes do Exército e outras autoridades.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Pará

Aluno denuncia uso e venda de maconha na Unifesspa e causa polêmica

Reitoria reúne Consur para discutir o tema, DCE relativiza e redes sociais se dividem até com memes sobre o polêmico Campus I
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Petri Furtado é aluno do 4º ano do curso de Engenharia Mecânica na Unifesspa, que tem três campi em Marabá. Ele estuda no Campus II e a polêmica diz respeito ao Campus I, o mais antigo, localizado na Folha 31, Nova Marabá. O Campus III, mais recente, é também o mais distante, no final da longínqua Cidade Jardim.

Esta semana, Petri divulgou na Fanpage “Unifesspa” o seguinte texto: “A cada ano que passa fica mais difícil sobreviver na Unifesspa. Não se pode respirar com tranquilidade dentro do campus! Creio que os alunos da unidade 1, de certa forma, já se acostumaram com o odor de maconha ou não tomam atitude por receio de serem tachados como caretas ou ‘do contra’. Quando se passa por perto do auditório já se sente o forte odor da droga. E, na ‘área verde’, vários grupos de maconheiros sem vergonha utilizam a droga da forma mais natural do mundo. E, sem dúvidas, há traficantes dentro do campus. Pois não se pode ter tal situação ocorrendo todo santo dia debaixo do nosso nariz, literalmente!”

No Campus I funcionam os cursos de Direito, Direito da Terra, Pedagogia, Ciências Sociais,

Geografia e Educação do Campo. Na Unidade II da Unifesspa estão todas as Engenharias: Sistemas de Informação, Geologia, Física, Química, Matemática e Ciências Naturais.

A Reportagem do blog conseguiu falar com o jovem Petri Furtado, o qual confirmou a denúncia que fez em postagem e confessou que recebeu até mesmo ameaça em um comentário “Tá achando que mexer com maconheiro é sussa”, disse um dos que ficaram revoltados com a queixa do jovem. Questionado sobre quem seria o vendedor de drogas no Campus I, Petri preferiu não apontar nome, embora diga que já tenha “ouvido falar”, mas que não convive com esse meio.

Na manhã desta quarta-feira, 11, a publicação que causou polêmica já havia sido removida do Facebook por administradores da Fanpage. Até às 18 horas de ontem, dia10, 272 pessoas haviam curtido a postagem, 107 apenas sorriram, 44 amaram, 24 compartilharam e 209 comentaram a postagem. Entre os comentários, muitos dizem que é absolutamente normal, alegam que a universidade é uma instituição em que a liberdade deve ser cultivada e criticam o acadêmico. O tacham ainda de careta, bolsonarista, repressor e outros adjetivos pejorativos, demonstrando revolta com o desabafo.

Outra parte, entretanto apoia o que diz a postagem, repudia o uso de drogas nos campi da Unifesspa e também manifesta indignação por ter de suportar, diariamente, o mau cheiro que exala dos cigarros de maconha consumidos abertamente.

Vários alunos do Campus I ouvidos pela Reportagem confessaram que não se sentem bem com a fumaça da maconha que exala, principalmente, de uma pracinha atrás do auditório da Unifesspa. Mas nenhum deles teve coragem de gravar entrevista com medo de retaliações.

VAMOS DISCUTIR
A Reportagem do blog procurou a Assessoria de Imprensa da Unifesspa, que enviou a seguinte nota sobre o assunto: “A Unifesspa obteve conhecimento das denúncias e está ciente da reclamação dos estudantes que se manifestaram pelas redes sociais. Embora não haja nenhuma denúncia formalizada até o momento, a Instituição está dedicada e sempre pronta ao enfrentamento de todas as questões que envolvem a segurança da comunidade acadêmica.

Nesta quinta-feira (12), a Unifesspa começa a votar o Código de Posturas da Instituição, minuta que já está disponível há alguns meses para amplo diálogo e debate da comunidade acadêmica e pode ser acessada no sitehttp://participa.unifesspa.edu.br, para participação de todos os membros da comunidade acadêmica e sociedade em geral.

O documento irá definir questões importantes concernentes à ordem, à ética, à segurança, à preservação estética e ambiental, entre outras normas que envolvem a boa convivência no ambiente universitário.

Sobre o caso específico, envolvendo denúncias de consumo e venda de drogas nos espaços da Universidade, o reitor da Unifesspa solicitou imediata inclusão da pauta na reunião do Conselho Superior da Unifesspa (Consun), instância máxima deliberativa da Instituição, com representação de todos os segmentos universitários para discutir ações emergenciais, com ampla participação da comunidade acadêmica. O objetivo é que sejam apresentadas e discutidas medidas tais como controle de acesso de pessoas e veículos às unidades da Unifesspa que possuem delimitação por meio de muro, entre outras alternativas de enfrentamento à questão.

A reunião acontece às 9h, na Unidade III do Campus da Unifesspa em Marabá, que fica localizado no Loteamento Cidade Jardim”.

CONSERVADORISMO E PRECONCEITO
Também procurado pelo blog, o presidente do DCE (Diretório Central dos Estudantes) da Unifesspa, Igor Silva, disse que acompanhou a repercussão da postagem do estudante Petri Furtado e disse que desde que assumiu a gestão da entidade, em março de 2017, não recebeu nenhuma denúncia de estudantes relacionada ao uso de maconha em quaisquer campi da universidade. Ele confirma que desde que entrou na Unifesspa, em 2015, percebeu que estudantes fazem uso de maconha no Campus I. “Mas isso não acontece apenas aqui, mas em muitas universidades federais pelas quais passei, há consumo de maconha. Este não é um fato novo e a questão foi tratada com certo exagero”, avaliou.

Na visão de Igor Silva, pior do que o consumo de maconha na Unifesspa é o uso de tabaco, observando que há muitas “bitucas” de cigarro espalhadas pelo chão e o uso dele também causa fumaça prejudicial à saúde.

O presidente do DCE avalia que há muito conservadorismo, preconceito e falta de informação em relação ao uso da maconha e defende que a universidade tem de pautar a discussão de uma política de redução de danos não apenas para a maconha, mas para todos os tipos de droga. “Se você for a eventos culturais do Campus II, por exemplo, verá que ali acontecem as festas e que mais se consomem álcool, que causam confusões e geram prejuízos à universidade”.

Publicações como a de Petri Furtado, no entendimento de Igor Silva, apenas denigrem a imagem da Unifesspa perante a sociedade e, no final, todos os estudantes são prejudicados porque saem com diploma desta universidade, manchando a vida profissional dos discentes.

É SÓ UM BASEADO, GENTE!
Igor também enviou à Reportagem do blog um manifestou publicado pelo Coletivo Regional de Luta pela Descriminalização e Legalização do Uso Medicinal, Recreativo e Religioso da Maconha, criado em 2015. No documento, o Coletivo critica o comentário do estudante Petri e diz o seguinte: “Segundo os comentários veiculados, nós os maconheiros estamos incomodando alguns narizes hipocritamente sensíveis, pelo fato do cheiro da erva se espalhar no campus. Por isso, e apenas por isso, fomos atacados e mais uma vez difamados e injuriados pelo fascismo conservador unicamente por fumarmos um baseado. Ficamos aqui nos questionando por que atacam com tanta severidade a maconha, sendo que é consenso

que o uso da maconha é bem menos prejudicial que o uso de outras drogas, inclusive ditas “licitas”.

Não estamos fazendo nada errado, a maneira de tratar o assunto, com discursos eivados de ódio, preconceito e conservadorismo é que está errada. Devemos ser inteligentes e pensar espaços de discussões sobre o tema. A Unifesspa, juntamente com o DCE Jr. devem pensar políticas de informação e sensibilização dos usuários, não só de maconha, mas de qualquer outro fumígeno no que diz respeito aos espaços e áreas de consumo, como ocorre inclusive em outros campi federais no Brasil”.

CASO NA PF?
A Reportagem também procurou o delegado da Polícia Federal, Ricardo Viana, o qual disse que nunca recebeu nenhuma denúncia sobre venda de drogas no Campus da Unifesspa. Ele disse que é difícil de estabelecer se a competência para investigar é da PF neste caso de suposta venda de maconha, mesmo sendo uma universidade federal. “Se for caso de um servidor federal vendendo droga no campus, a gente pode avaliar a competência”.

Por outro lado, Viana ponderou que é preciso haver um trabalho educativo dentro da própria universidade sobre o tema, fomentado pela reitoria e envolvendo os estudantes.

O QUE DIZ A LEI?
A Lei Antidrogas 11.343/2006 diz o seguinte:

Artigo 28 – Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:

I – advertência sobre os efeitos das drogas;

II – prestação de serviços à comunidade;

III – medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.

Artigo 33 – Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar:

Pena – reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de 500 (quinhentos) a 1.500 (mil e quinhentos) dias-multa.

Por Ulisses Pompeu e Eleutério Gomes

Pará

Com longo hiato sobre derrocamento do Lourenção, Unifesspa promove evento para discutir o tema

Ibama exige estudos mais aprofundados sobre a fauna e flora da região e com a longa demora, assunto pode ficar fora dos holofotes da campanha eleitoral deste ano
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Alardeada em junho de 2016 com festa e queima de fogos, a ordem de serviço para a empresa DTA Engenharia realizar o derrocamento do Pedral do Lourenção, em Itupiranga, parecia mais um documento selando outro dos muitos entraves que o projeto já sofreu em mais de 10 longos anos de espera.

Depois que a empresa começou a trabalhar, o Ibama informou que não aceitaria estudos de impactos ambientais apenas na área de 42 km a ser impactada diretamente, mas em todo o trajeto da hidrovia, de Marabá ao município de Baião. O impasse se instalou e os políticos de plantão espernearam muito, mas os técnicos do Ibama não aceitaram a pressão e mantiveram a ordem.

Depois disso, o derrocamento do Lourenção deixou de ser uma bandeira para a campanha eleitoral deste ano, porque o caso já estava muito desgastado. Da ordem de serviço até aqui já se passaram quase dois anos e, segundo informação colhida na tarde desta segunda-feira, dia 26, junto ao engenheiro Ronaldo Almeida, da DTA Engenharia, a empresa ainda está no aguardo da liberação das licenças ambientais por parte do Ibama. A DTA garantiu a realização da obra por R$ 520,6 milhões.

O Ibama exigiu detalhes relevantes para a captura de material biológico, a marcação e o transporte na área de implantação da obra. Foram analisados e adequados o período temporal (estações do ano), metodologia, permanência e quantidade de pontos para coleta. O objetivo é produzir estudos para os processos de licenciamento ambiental federal. O Ibama já havia liberado a Autorização para Captura, Coleta e Transporte de Material Biológico (ACCTMB), conhecida como Abio.

A conclusão e entrega do EIA/RIMA para análise do Ibama será a próxima etapa. Os estudos sobre desenvolvimento sustentável e prevenção são anteriores à obtenção do licenciamento ambiental e uma obrigação legal em qualquer empreendimento ou atividade com intervenções ambientais. A análise conta com discussões e audiências públicas.

Enquanto isso, a Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará), prepara o I Colóquio sobre a Derrocagem do Pedral do Lourenção, que será realizado no auditório da Unidade II, Campus de Marabá, no próximo dia 4 de abril. O evento é destinado aos estudantes, professores, gestores municipais, pescadores, ribeirinhos, indígenas, além da população em geral.

A Reportagem do blog enviou pedido de explicações à assessoria do Ibama, em Brasília, sobre a demora para concessão das licenças ao empreendimento, mas até a publicação desta Reportagem a resposta ainda não havia chegado à Redação.

SOBRE O PEDRAL

O Pedral do Lourenção é uma formação rochosa situada no rio Tocantins que impede a navegação da hidrovia. A obra de derrocagem consiste no desgaste do pedral que impede a passagem de comboios de carga no período em que o rio fica mais raso, geralmente entre os meses de setembro e novembro. Quando as chuvas estão escassas, as rochas aparecem e impedem que as embarcações se desloquem pelo rio Tocantins. A área tem 43 quilômetros e é conhecida como “Pedral do Lourenção”, que vai da Vila Santa Terezinha do Tauari até a Ilha do  Bogéa.

Marabá

Unifesspa vai promover 1ª Jornada Jurídica do Sul e Sudeste do Pará

Organizadores esperam que evento resulte em um autêntico e incontroverso marco que reitere o potencial da comunidade jurídica das duas regiões do Estado
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Os alunos da 20ª turma do curso de Direito da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) vão realizar a I Jornada Jurídica do Sul e Sudeste do Pará. O evento ocorrerá no Palace Eventos, no período de 19 a 21 março, das 18h30 às 22 horas.

A I edição da Jornada Jurídica do Sul e Sudeste do Pará vai ofertar doze palestras que versem sobre temáticas atuais e relevantes no universo jurídico e, com efeito, atrair tanto discentes da área quanto profissionais dos mais diversos campos do direito.

No primeiro dia (19/03), os participantes participarão de temáticas referentes aos Direitos Constitucional e Previdenciário, no segundo dia (20/03) – a temática será em torno do Direito Penal e, por fim, no terceiro dia (21/03) – as pessoas terão a chance de conhecer mais sobre o Direito do Trabalho.

A cidade de Marabá foi escolhida para sediar o evento por ser uma metrópole detentora de enorme influência na região sul e sudeste do Pará, no estado de Tocantins e no sul do Maranhão.

A I Jornada Jurídica foi idealizada no intuito de realizar um momento especial de reunião da comunidade jurídica da nossa região mediante a exposição de palestras de personalidades reconhecidas regional e/ou nacionalmente.

Os alunos esperam que nesses três dias de evento (19, 20 e 21 de março), resultem em um autêntico e incontroverso marco que reitere o potencial da nossa comunidade jurídica no sul e sudeste do estado do Pará.

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA) foi criada em 5 de junho de 2013, através do desmembramento do Campus de Marabá (CAMAR) da Universidade Federal do Pará (UFPA). O curso de Direito do Campus Universitário de Marabá-UFPA foi criado em 1994.

Serviço:

Evento: I Jornada Jurídica do Sul e Sudeste do Pará

Local: Palace Eventos – localizado na Rua das Mangueiras, 04 – Incra, Amapá, Marabá-PA.

Data: 19 a 21 de março

Horário: De 18h30 às 22h, a ser realizada no Palace Eventos.