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Marabá

Feira das Profissões terá mix com mais de 50 cursos da Unifesspa, Uepa e IFPA

Evento vai acontecer no Shopping Pátio Marabá durante dois dias no final deste mês
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Nos dias 25 e 26 de agosto de 2018 acontecerá no Shopping Pátio Marabá, a II Feira das Profissões envolvendo a Unifesspa, Uepa e IFPA. As instituições apresentarão mais de 50 cursos, entre técnicos, tecnólogos, graduações (bacharelados e/ou licenciaturas) e pós-graduações Lato e Stricto Sensu.

A primeira edição da Feira ocorreu em 2017 e foi promovida pela Unifesspa, quando o evento recebeu em torno de 7.000 visitantes que puderam conhecer os mais de 40 cursos de Graduação e Pós-graduação ofertados pela Instituição.

Este ano, a Unifesspa firmou parceria com a Uepa e o IFPA para promover a II edição da Feira e apresentar aos visitantes a estrutura de mais de 50 cursos. A feira acontecerá no Espaço de Eventos do 2º piso do Shopping Pátio Marabá, em frente à loja Riachuelo e se estenderá pelo corredor em frente à loja Polishop, ocupando uma área de cerca de 1.000 m2, gentilmente cedida pelo Shopping.

Os estudantes que estão se preparando para fazer o Enem terão a oportunidade de conversar com docentes e discentes sobre o perfil dos cursos, tirar dúvidas sobre os campos de atuação profissional e realizar teste vocacional, além de obter informações sobre as formas de ingresso nas Instituições envolvidas e detalhes sobre as ações afirmativas que garantem o ingresso e permanência dos estudantes nos cursos.

O principal objetivo da Feira é proporcionar aos visitantes informações precisas e ao mesmo tempo detalhadas sobre os diversos cursos que estarão expostos e assim auxiliar os estudantes na escolha da sua profissão de maneira mais consciente.

“Ao visitar os estandes, o público obterá informações sobre a duração dos cursos, grade curricular, áreas de abrangências, inserção no mercado de trabalho entre outras importantes informações que contribuirão para uma melhor escolha dos candidatos ao Enem. A Feira também tem uma importante função que é mostrar a importância da formação acadêmica para a qualificação profissional”, ressaltou a Profa. Dra. da Unifesspa, Andréa Novais, uma das coordenadoras do evento.

A II Feira das Profissões é uma ação sinérgica dos professores, técnicos e estudantes que atuam em diferentes áreas na Unifesspa, UEPA e IFPA.  As visitas aos estandes acontecerão nos dias 25 e 26 de agosto, respeitando os horários de funcionamento do Shopping Pátio Marabá.

São Félix do Xingu

São Félix do Xingu vai ganhar prédio multiuso da Unifesspa

MEC libera R$ 2,4 milhões para construção de bloco universitário e consolidação da universidade no município
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Uma das mais relevantes ações anunciadas pela Unifesspa à comunidade de São Félix do Xingu diz respeito à liberação de verbas por parte do MEC para a construção do prédio multiuso do Campus daquele município. A construção do Bloco Multiuso faz parte do processo de consolidação desse campus universitário. “O prédio propiciará espaços acadêmico e administrativos que viabilizarão o funcionamento do Instituto de Estudos do Xingu, abarcando as demandas de ensino de seus três cursos de graduação”, diz o reitor Maurílio Monteiro.

O secretário de infraestrutura da Unifesspa, Lucas França, apresentou os detalhes do projeto. Segundo ele “a comunidade acadêmica de São Félix do Xingu receberá 6 salas de aula, 1 biblioteca, 1 laboratório de Informática e 3 laboratórios de ensino, sala de professores, além de espaços administrativos para a direção do instituto e as coordenações do curso, distribuídos em 1.447,87 m² completamente acessíveis conforme a NBR 9050/2016”, afirmou o secretário. A Obra está orçada em R$ 2.450.000,00 e será executada através de Termo de Execução Descentralizada (TED), pelo Ministério da Educação.

A prefeita Minervina afirmou “estar muito feliz e animada com a notícia de descentralização de recursos para construção do prédio da Unifesspa em São Félix do Xingu. Que todos os esforços sejam empenhados para que a construção do prédio comece imediatamente.”

Para a professora Nayara Camargo “esse momento é extremamente importante. Esse anúncio anima a comunidade acadêmica em vista do início do curso de Ciências Biológicas, ainda este ano, e do curso de Engenharia Florestal para o próximo ano”.

A representante dos discentes do curso de Letras, Rozane Alves, destacou que “como veteranos, assistimos a expansão do quadro docente, presenciamos excelentes aulas, profissionais do ensino, técnicos em diversas áreas, novas turmas e a sensação de uma comunidade acadêmica se solidificando em nosso município”.

O Pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Marcel Ferreira Miranda informou que o concurso público para provimento de cargos de Professor da Carreira do Magistério Superior da Unifesspa já foi homologado e cinco novos professores serão nomeados e vão integrar o quadro de servidores do IEX.

Na reunião, a mesa diretiva contou com presença do reitor Maurílio Monteiro, da prefeita Minervina Silva, a professora Nayara Camargo (diretora adjunta do IEX) e a aluna Rozane de Abreu (representante discente do curso de Letras).

São Félix do Xingu

Hélio Leite libera R$2,4 mi para construção de campus da Unifesspa em SF do Xingu

O prédio multiuso contará com 1.447,87 m² de área construída e atenderá cerca de 400 pessoas do Instituto de Estudos do Xingu (IEX)
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O deputado Hélio Leite conseguiu liberar, em parceria com o presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda, o pagamento de R$ 2,4 milhões para construção de prédio do campus da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), no município de São Félix do Xingu. Segundo o parlamentar, a obra começa neste ano.

A autorização para transferência do recurso foi feita pelo secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Paulo Barone, nesta quarta-feira (20), em Brasília, com a presença do reitor da Unifesspa, Maurílio Monteiro.

“O empenho em articular a liberação do recurso é um compromisso com o fortalecimento do ensino superior no Estado do Pará e consequentemente com desenvolvimento econômico e social do município de São Félix”, afirmou.

O projeto para construção do campus feito em parceria entre a universidade e a prefeitura de São Félix vai consolidar a implantação da instituição no município. O prédio multiuso contará com 1.447,87 m² de área construída e atenderá cerca de 400 pessoas do Instituto de Estudos do Xingu (IEX) que conta com o curso de Letras e inicia os cursos de Ciências Biológicas e Engenharia Florestal.

Unifesspa

“Menina” Unifesspa celebra 5 anos com 5.461 acadêmicos e 40 cursos de graduação

Universidade injeta na economia regional R$ 6 milhões por mês com folha de pagamento em Marabá e campi em outros quatro municípios da região
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A Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) está em festa esta semana para celebrar os cinco anos de criação, desde que deixou de ser Campus da Unifesspa e tornou-se uma universidade autônoma. Para o reitor da instituição, Maurílio Monteiro, a instituição ainda é uma “menina” e profetiza que em até 15 anos terá emitido cerca de 100.000 diplomas.

Atualmente, a Unifesspa conta com 5.461 acadêmicos matriculados nos três campi de Marabá e nos de Rondon do Pará, Xinguara, Santana do Araguaia e São Félix do Xingu. Criada pela Lei Federal 12.824, passou a funcionar oficialmente em 5 de junho de 2013 e oferece 40 graduações, 3 especializações, 7 mestrados e 3 doutorados, estes em parceria com outras instituições, além de já ter diplomado 1.500 profissionais de diversas áreas do conhecimento. Para o reitor Maurílio de Abreu Monteiro, todas essas conquistas são motivos de comemoração.

Durante coletiva aos veículos de comunicação de Marabá na manhã desta quinta-feira (14), ele disse que, apesar da Emenda Constitucional 95, que congela os gastos públicos por 20 anos, não se pode perder de vista que “não se atravessa tempos difíceis, como este, sem firmeza estratégica”.

“E onde é que está essa firmeza estratégica? Está na nossa convicção, na convicção de toda a nossa equipe de que a jovem Unifesspa é e deve manter, enquanto instituição social, autonomia intelectual e que tem de, cada vez mais se firmar como pública, democrática e diversa”, enfatizou o reitor.

Nesse aspecto, Maurílio Monteiro disse, não é simples, mas há todo um esforço para, de forma homogênea, unir a excelência acadêmica e o compromisso social. “Para conseguir isso, você tem que, necessariamente, construir uma universidade que, simultaneamente, seja excelente e popular”, observou.

A coletiva contou com a participação, também dos pró-reitores de Extensão e Assistência Estudantil, Diego de Macedo Rodrigues; de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Marcel Ferreira Miranda; de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação Tecnológica, Erinaldo Cavalcanti; de Ensino e Graduação, Elias Fagury; de Administração, Hugo Kuribayashi. E ainda os secretários de Infraestrutura, Lucas França; de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Rogério Souza Marinho; e o diretor do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação, Victor Castro.

O reitor destacou que a “menina” Unifesspa atende hoje a estudantes 90 cidades do Pará e de mais de 150 cidades brasileiras, oriundos de todas as regiões do País, notadamente do Maranhão, de onde há acadêmicos de 15 municípios; e de 13 cidades do Tocantins.

Salientou ainda que a diversidade é uma marca da Unifesspa e um valor cultivado na instituição, onde estudam cerca de 200 alunos indígenas e quilombolas e onde a maioria dos acadêmicos, 80%, são negros e pardos e os brancos e amarelos, 17%.

Atualmente a Unifesspa conta com 637 servidores, entre professores e técnicos. Mais de 53% dos professores têm título de doutor e cerca de 40% são mestres, já em processo de doutoramento, o que classifica a universidade, entre as criadas em 2013, como a que mais cresceu em recursos humanos.

Após enumerar as conquistas, Monteiro falou também das dificuldades que a Unifesspa enfrenta, como o déficit de técnicos, por exemplo, destacando que, apesar de pequeno, o corpo técnico atual tem conseguido construir muitas coisas, numa luta cotidiana para que possa a universidade possa manter uma postura crítica, da diversidade, do contraditório e das tensões.

 “Então, é motivo para comemorar muito porque, mesmo diante das adversidades, nós conseguimos construir uma universidade alegre, firme, vitoriosa, diversa, plural, pública, democrática. Isso é muito importante”, disse o reitor.

 Programação do dia 15

10h – Inauguração dos prédios Administrativo e Multiuso

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

11h0 – Inauguração do Painel Artístico do Illa.

Parte externa do Prédio Multiuso da Unidade //I do Campus de Marabá

16h – Recepção Musical

(Grupo de Corda da Casa da Cultura)

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

16h30 – Abertura

(Com apresentação do Coral da Unifesspa)

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

17h – Solenidade Oficial

Auditório da Unidade //I do Campus de Marabá

18h30 – Lançamento da campanha audiovisual “Iguais na Diversidade”

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

19h – Lançamento do Selo Comemorativo dos 5 Anos

Praça Externa

19h30 – Parabéns

Praça Externa

19h45 – Coquetel

Praça Externa

19h45 até às 22h – Apresentações Culturais

Choro em Harmonia, Meury e Athos Pedrosa (voz e violão), Aedo XXI (música, poesia e percussão) e Ítalo Almeida (voz e violão) – na Praça Externa

Eleutério Gomes e Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Unifesspa e Vale inauguram prédio do Museu de Geologia da região   

O espaço, quando definitivamente implantado, vai registrar as ocorrências de cavidades em Carajás, de forma técnico-científica
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Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) e mineradora Vale inauguraram, na tarde desta quinta-feira (9), no Campus II da instituição de ensino, o prédio que abrigará o primeiro Museu de Espeleologia e Geologia do sul e sudeste do Pará. Trata-se do resultado de convênio de cooperação técnico-científica do Procav (Projeto Cavidades), no valor de R$ 3,5 milhões pelo qual o novo espaço foi reformado e ampliado e fica dentro da Faculdade de Geologia da universidade.

Assinado há sete anos, o Procav, que chega à sua conclusão, tem a finalidade de contribuir com a geração de conhecimento científico e tecnológico e com a formação de profissionais de Geoespeleologia, ciência que estuda os atributos físicos das cavernas.

Para João Coral, gerente executivo de Sustentabilidade da Vale, maior que o valor monetário do projeto é o investimento em educação, no capital humano. “Esse projeto é muito conectado com esse tipo de inciativa. O mais importante é que isso vai se transformar também num museu, onde vamos trazer espeleotemas e rochas, todos esses trabalhos de pesquisa feitos por esses pesquisadores daqui. Vai ser uma referência para o Brasil. Para todas as pesquisas minerais aqui e para o País”, avalia ele.

O museu terá espaço para guardar, com segurança, amostras e dados geoespeleológicos coletados das cavidades naturais da Província Mineral de Carajás. Tudo passará por catalogação, tombamento e identificação e será exposto no museu assim que este estiver implantado.

Para o professor Antônio Emídio de Araújo, coordenador do Projeto Cavidade, o Museu de Espeleologia e Geologia terá grande importância porque vai registrar as ocorrências de cavidades em Carajás, de forma técnico-científica, fazendo produções científicas em revistas internacionais, além de abrigar um banco de dados de espeleotemas que serão registrados e expostos para visitação da comunidade local e de cidades circunvizinhas.

“A parceria com a Vale foi muito importante. Nós nem tínhamos ideia de onde esse projeto chegaria e alcançamos patamares além do que esperávamos, principalmente na questão de recursos humanos, de informação, de pesquisadores, de mestres, de doutores. Então isso foi muito bom para nós”, reconheceu Antônio Emídio.

Na opinião de Bruno Scherer, espeleólogo e responsável pelo Departamento de Espeleologia da FCCM (Fundação Casa da Cultura de Marabá), é um ganho muito grande a universidade estar se inteirando cada vez mais do conhecimento sobre as cavernas, haja vista que a FCCM já trabalha com isso há mais de 30 anos. “É um grande ganho para a sociedade, principalmente porque grande parte das cavernas fazem parte de parques de unidades de conservação e isso contribui muito com a preservação dessas unidades”, avaliou ele.

Scherer assinalou, entretanto, que não se tem preservação se não conhecimento do patrimônio espeleológico, o que é fundamental, além do conhecimento científico: “As cavernas não guardam somente um buraco com morcegos, como muitas pessoas imaginam, mas sim a possibilidade de obter antibióticos e identificar outros tipos de espécies de animais não identificados antes, assim como formações rochosas, entre outras”.

Antônio Padovezi, diretor do Corredor Norte da Vale, disse que todo projeto tem começo, meio e fim, mas as boas parcerias têm início, meio, mas não têm fim. “Isso vale para a Unifesspa”, destacou ele, lembrando que a parceria entre a instituição de ensino superior e a mineradora começou bem antes da existência da Unifesspa.

“Lá no início dos anos 2000, quando ainda era Universidade Federal do Pará, nós começamos a trabalhar juntos. Tivemos a honra de participar da implantação aqui do então Campus II da UFPA e, quis assim a história e a vontade de todos, que se tornasse então a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará”, lembrou ele.

Padovezi afirmou que é uma honra para a Vale ter participado dessa transformação assim como é uma honra seguir com parcerias das mais diversas, inclusive com os programas de porta com estágio para os jovens.

“A gente entende que essa indústria do conhecimento, de investimento no conhecimento, propicia que todos os profissionais envolvidos possam trilhar as suas escolhas e os seus caminhos. E é isso o que nós queremos também”, disse Antônio Padovezi.

O reitor da Unifesspa, Maurílio de Abreu Monteiro, disse que os museus são uma invenção brilhante da humanidade, porque permitem, “articular, de forma mágica a pesquisa”. “A nossa tarefa agora é dar vida a esse museu. Não haveria melhor forma de encerrar a etapa de um projeto, como com um museu. Porque é a forma de permitir que um conjunto de ações de pesquisa ganhe, e com rapidez, o coração e as mentes dos professores e alunos dos outros cursos da universidade, mas, sobretudo, dos meninos que estão entrando no ensino fundamental”, declarou, muito empolgado.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Marabá

Entidades preparam vasta programação para Semana do Meio Ambiente

ICMBIO, Uepa, Unifesspa Prefeitura de Marabá, entre outras entidades, têm agenda definida para atividades na próxima semana
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A data de 5 de junho é conhecida como Dia Mundial do Meio Ambiente. E em Marabá uma vasta programação está agendada pelas entidades que atuam neste segmento. O ICMBio, por exemplo, organiza a II Gincana Ambiental Interescolar da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri, junto às escolas beneficiadas com o projeto em Marabá.

O evento contará com a participação das escolas envolvidas no programa de educação ambiental crítica da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri, denominado “A Comunidade Vai à Floresta”, tendo como objetivos principais o fortalecimento das ações praticadas até então na criação de valores sustentáveis junto aos envolvidos, além de promover maior integração entre instituições de ensino locais e a consequente aproximação destas ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, órgão gestor da unidade, no fortalecimento da gestão participativa.

As escolas participantes são Anísio Teixeira, Pedro Peres Fontenelle, Gabriel Sales Pimenta;

Escola São Francisco, Escola Martinho Motta; Deuzuita Melo de Albuquerque, João Anastácio de Queiroz, IFPA – Campus Industrial de Marabá e Escola Família Agrícola.

PROGRAMAÇÃO DA UEPA
A poluição atmosférica causa 12,6 milhões de mortes por ano. Aproximadamente 23% de todas as mortes prematuras são causadas por problemas de degradação ambiental. Os dados são da Organização das Nações Unidas e alertam a população mundial sobre os graves riscos da degradação e não preservação do meio ambiente.

Como podemos manter o futuro incerto diante dessas questões socioambientais? É por meio da politica ambiental efetiva, maior fiscalização ou das mudanças no padrão de consumo da sociedade? Para analisar esse cenário, com o tema “Pensar no agora para manter o futuro”, o Campus da Universidade do Estado do Pará (Uepa) em Marabá realizará entre os dias 4 e 8 de junho de 2018, a sua Semana do Meio Ambiente.

Organizado pelos professores de engenharia ambiental e florestal do campus de Marabá, com apoio do centro acadêmico, o evento pretende debater as questões socioambientais junto a estudantes, pesquisadores e profissionais da área.

A programação da Semana do Meio Ambiente da Uepa em Marabá é composta por três categorias: mesas redondas e atividades de extensão; oficinas; e minicursos. Entre as temáticas abordadas estão o empreendedorismo, a restauração ambiental, a fitopatologia (estudo das doenças das plantas) e o monitoramento ambiental.

NA UNIFESSPA
Na quarta-feira, dia 6 de junho de 2018, acontece na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) mais uma edição da Feira dos Povos do Campo. O objetivo da feira é criar um espaço de sociabilidade e comercialização direta entre os sujeitos do campo que produzem e reproduzem seus modos de vida nos territórios que ocupam, enquanto resistem aos processos de expropriação capitalista, e a comunidade acadêmica que recorrentemente estabelece interlocução com os mesmos, por meio de ações de pesquisas e/ou extensão.

Para está 7ª edição da feira virão agricultores de assentamentos da região de PA Alegria, PA Três Ilhas, PA 26 de Março, PDS Porto Seguro e PAE Praia Alta Piranheira, entre outros, estarão na Tenda do NEAm, comercializando seus produtos como: maracujá, mamão, limão, laranja, biribá, murici, abacaxi, carambola, diversas variedades de banana, polpa de frutas (cupuaçu, acerola, cajá/taperebá, goiaba, manga), coco verde, farinha branca e de puba, goma, massa puba, macaxeira na casca e descascada, abóbora na casca e descascada, inhame, jiló, quiabo corante, molho de pimenta, pimenta-do-reino, pimenta-de-cheiro, cheiro-verde, temperos caseiros, tucupi, azeite de coco, castanha-do-pará, feijão verde e seco debulhado, leite, massa de milho verde, pamonha, pato e frango caipira abatidos, bolos e doces, vinagreira/cuxá, couve e produtos de andiroba.

Na Prefeitura de Marabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente prepara uma programação educativa para escolas e comunidade em geral. A cidade, que tem pouca arborização, precisa rediscutir o plantio de mudas de árvores em diversas vias.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Nova Cartografia Social dos babaçuais será lançada amanhã na Unifesspa

Pesquisa atual estima que existam 27 milhões de hectares de babaçuais e desafio é garantir às quebradeiras de coco acesso à terra e babaçuais
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O lançamento do mapa da “Nova Cartografia Social dos babaçuais: mapeamento social da região ecológica do babaçu” é parte do Programa de Pós-Graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia (PPGCSPA), sendo uma realização da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Estadual do Maranhão (Uema), com apoio da Ford Foundation, será realizado amanhã, dia 8 de maio, no auditório da Unidade I do Campus de Marabá, às 14 horas.

A programação iniciará com o acolhimento que se dará com cantos de resistências e lutas das quebradeiras de coco babaçu.

A coordenadora do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco (MIQCB) Francisca Silva Nascimento, coordenadora do MIQCB Regional Pará – Jucilene Rodrigues de Souza, coordenadores do PNCSA – Alfredo Wagner de Almeida e Rosa Elizabeth Acevedo Marin, coordenador do Projeto de Cartografia Social dos Babaçuais: mapeamento social da região ecológica do babaçu – Jurandir Santos de Novaes, coordenadora do projeto na Unifesspa – Rita de Cássia Costa, além de representações institucionais da Unifesspa, Emater, Comissão Pastoral da Terra (CPT), Programa Territórios da Cidadania (Codeter), Cofama e Ministério Público participarão do evento.

Haverá a sessão de apresentação do mapa “Nova Cartografia Social dos babaçuais: mapeamento social da região ecológica do babaçu”, com a participação do professor Alfredo Wagner de Almeida e da representante do MIQCB – Francisca Silva Nascimento, com o auxílio das coordenações regionais do MIQCB do Piauí, Pará Maranhão e Tocantins.

Em seguida, haverá debate com os participantes da plenária. Logo após os presentes participarão do momento de “Diálogos de pesquisa: Quebradeiras de coco babaçu e nova cartografia social”.

Este projeto resulta de pesquisa, com trabalho de campo, georreferenciamento e a realização de reuniões e encontros de movimentos sociais e pesquisadores para levantamento e debate das questões em situação de pesquisa. Foi feita a retomada de mapas produzidos no âmbito da nova cartografia social da Amazônia e de fontes externas.

Já em laboratório, foram feitas reelaboração e elaboração de novos mapas, com que se dá o processo de construção do mapa que será apresentado.

O trabalho junto às quebradeiras de coco babaçu iniciou em 2014 e se estendeu até 2017, com o objetivo de mapear as organizações, situações sociais aos aspectos que lhe são relevantes e com foco nas áreas de incidência dos babaçuais e na configuração e reconfiguração da “região ecológica do babaçu”, com abrangência nos estados do Maranhã, Piauí, Tocantins e Pará.

O mapa assinala para uma área de babaçuais superior apontadas em mapeamentos anteriores. A pesquisa atual estima que existam 27 milhões de hectares de babaçuais. O mapa elaborado consiste em um instrumento de mobilização e de reconhecimento para as quebradeiras de coco babaçu, suas lutas por acesso à terra e babaçuais. Indica que os babaçuais, se renovam, ressurgem e resistem às práticas de devastação, pela derrubada, queima, envenenamento, entre outras.

O mapeamento dá visibilidade a estas situações socioambientais e à floresta de babaçu, nas áreas pesquisadas e no sudeste do Pará, que passa sucessivamente pela derrubada da floresta nativa, especialmente dos castanhais e também dos babaçuais, levando-se em consideração, os dois projetos realizados no período.

Pará

Unifesspa e IFPA assinam acordo de cooperação técnica para ações de ensino

Reitor da universidade, em discurso empolgado e veemente, afirma que o fundamental na construção de uma Nação e o ensino público de qualidade, mas, para isso, é preciso eliminar as assimetrias
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A Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) e o IFPA (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará) assinaram na manhã desta segunda-feira (23) Acordo de Cooperação Técnica tendo em vista ações conjuntas que assegurem a realização de atividades de interesse das duas instituições. O Plano de Trabalho do acordo visa o desenvolvimento tecnológico regional, por meio de ensino, pesquisa e extensão. Num primeiro momento estão previstas um conjunto de ações envolvendo o IGE (Instituto de Geociências e Engenharia), pela Unifesspa; e o Campus Tecnológico e Marabá, pelo IFPA.

A cooperação será dividida em etapas independentes, em níveis crescentes de inserção, que podem ser desde visitas técnicas às instituições, pesquisa, uso de equipamentos, espaço físico ou, até mesmo, aulas experimentais.

O IFPA, visando a melhoria na qualidade do ensino tecnológico na região, discutiu a ampliação da área de atuação e obteve recursos material, físico e humano para o Campus Avançado de Marabá, enquanto o IGE apresenta demandas de laboratórios e profissionais qualificados.

Esforço conjunto

Logo, o Acordo de Cooperação Técnica entre as duas instituições viabiliza estrutura comum para o desenvolvimento das atividades relacionadas a ensino, pesquisa e extensão, como gerador de conhecimentos na região. O aspecto relevante disso será a fixação de profissionais na região, além do desenvolvimento de tecnologias por esses mesmos profissionais.

Ao falar à plateia do auditório do Campus 1 da Unifesspa, formada pro acadêmico, professores e funcionários da universidade, o diretor-geral do IFPA – Campus Industrial de Marabá, Marcelo Edgar Maia, destacou que a assinatura do Acordo de Cooperação foi a culminância de eventos que já há algum tempo vêm acontecendo, por meio do esforço das duas instituições para se unirem oficialmente.

“Em verdade essa união, essa cooperação já existe informalmente, há alguns anos. Eu diria que não é uma coisa que precisa dar certo, pois vem dando certo, só precisava oficializar mesmo”, salientou Marcelo, acrescentando que, ao tornar oficial a parceria a tendência é ampliar essa cooperação, por meio da área de ensino, de graduação e até de pós-graduação.

Crescer junto

“Nós temos muito que crescer aqui na nossa região, as duas instituições são novas e estão crescendo. Então temos de crescer juntas. Ninguém cresce sozinho e, nós, que estamos já há algum tempo aqui em Marabá, sabemos que, quanto mais nos unirmos, mais vamos crescer”, enfatizou o diretor-geral do IFPA, reafirmando não ter dúvida de que isso vai acontecer “e, agora, de maneira bem mais rápida”.

O reitor do IFPA, Cláudio Alex Jorge da Rocha, em seu discurso, lembrou que a Unifesspa tem sido parceira constante do instituto, e que este precisa dessas oportunidades. Salientou que as instituições estão vivendo um declínio acentuado de investimentos públicos na Educação, o que impede, por exemplo, de fazer ampliações, “impactando as ações dos campi, principalmente do Campus Industrial, que está limitado num espaço físico, que, se fosse maior, já teria crescido muito mais”.

Cláudio Alex disse ainda esperar que essa relação com a Unifesspa continue cada vez mais estreita, a fim de que as duas instituições possam melhorar, se aperfeiçoar, ampliar o intercâmbio de professores e alunos das duas instituições e que o IFPA possa promover cursos de stricto senso, em parceria, sempre com foco no desenvolvimento da região.

Construindo uma Nação

“A gente acredita, todos nós acreditamos que é a Educação que vai transformar o mundo. A educação que nós oferecemos, tanto a universidade quanto os institutos, tem dentro do seu contexto não só o ensino, o que alavanca ainda mais esse desenvolvimento, afirmou o reitor, completando: “O nosso forte é a pesquisa, a extensão e a inovação”.

Maurílio Monteiro, reitor da Unifesspa, por seu turno, disse que será muito bom ter alunos do IFPA convivendo diuturnamente com os alunos da Unifesspa, porque essa convivência dá o sentido de ensino generalizado. “É muito importante essa integração”, reforçou ele.

O reitor discorreu ainda sobre as vantagens que encerra a Cooperação, para as duas instituições, se empolgou com mais essa parceria, dirigiu palavras de elogio ao colega Cláudio Alex e aos demais membros do corpo docente do IFPA, lembrando que, no início da cerimônia foi executado e cantado o Hino Nacional, e dizendo que aquilo não era uma mera formalidade, enfatizando: “Nós estamos aqui em nome de um projeto de Nação. Nós procuramos diminuir as assimetrias. Os alunos que estão aqui têm de ter as mesmas condições de um aluno de uma escola privada de São Paulo. Isso é o que constrói uma Nação”, assinalou, acrescentando que “para conseguir isso é preciso ser criativo”.

Simetria

“A simetria significa que nós tenhamos as condições iguais. Ou seja, melhor ensino, melhores laboratórios, melhor qualificação dos professores e integração para construir um projeto de Nação. E, nesse projeto de Nação, uma coisa é fundamental: a educação pública de qualidade. E o que nós estamos fazendo aqui é isso, um esforço criativo para obter, no projeto de Nação, viva, presente e crescente a perspectiva de diminuir as assimetrias com um ensino público de qualidade”, frisou Maurílio Monteiro.

Participaram ainda da cerimônia: Elias Fagury, pró-reitor de Ensino e Graduação da Unifesspa; Carlos Vinícius de Paes Santos, diretor substituto de Ensino do IFPA – Campus Industrial de Marabá; Riguel Feltrin Contente diretor de Pesquisa, Extensão, Pós-Graduação e Inovação Tecnológica do IFPA – Campus Industrial de Marabá; e José de Arimatéia Costa de Almeida, diretor do IGE da Unifesspa, além de representantes do Exército e outras autoridades.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá