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Carajás

ICMBio realiza capacitação para professores da rede pública de Parauapebas em Carajás

A parceria proporciona que a Floresta de Carajás seja usada como instrumento de sensibilização na construção do aprendizado dos alunos.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Prefeitura Municipal de Parauapebas, através do Centro de Educação Ambiental de Parauapebas
(CEAP), realizaram no último fim de semana uma capacitação simplificada para professores e técnicos da Secretaria de Educação na Floresta Nacional de Carajás (FLONACA) com o intuito de envolver os docentes no processo de educação ambiental.

O objetivo da programação foi resgatar o sentimento de pertencimento territorial e transmitir a importância das unidades de conservação do mosaico de Carajás nas atividades pedagógicas no ambiente escolar.

No sábado (29/04), os professores participaram de palestras ministradas pelo ICMBio e CEAP. Foram apresentados conteúdos com as ações da gestão do ICMBio na região e as atividades do Programa de Uso Público da Flona Carajás, além dos Programas desenvolvidos no CEAP. Logo após, os professores foram a campo e visitaram a Trilha Ecológica de Águas Claras. Os participantes pernoitaram em uma das bases de apoio da mineradora Vale, que cedeu suas instalações para realização desse evento.

No domingo (30/04), os participantes voltaram a campo, desta vez, visitaram o ecossistema de canga, também conhecido por Savana Metalófila, e conheceram um mirante natural onde puderam contemplar as transições de ambientes da floresta. Após o almoço houve uma palestra sobre o histórico de ocupação territorial do Pará e uma roda de conversa.

O evento destacou o valor dos docentes participarem do Programa de Formação de Professores desenvolvido pelo CEAP, ICMBio e Universidade Rural da Amazônia. O curso oferece capacitação para professores da rede municipal desenvolverem educação ambiental nas escolas. Além disso, eles podem utilizar o projeto “Escola Vai a Flona” e usar os recursos da floresta como ferramenta de ensino para cultivar a consciência crítica de seus alunos.

Segundo Margarida Figueiredo, técnica da Semed, essa oportunidade permitiu aos professores perceberem que a floresta de Carajás pode ser usada como instrumento de sensibilização na construção do aprendizado dos alunos.

“Esta capacitação foi importante, pois mostrou aos professores da rede municipal que é possível incluir as escolas em atividades lúdicas em áreas do mosaico de Carajás com a finalidade de estimular o sentimento de pertencimento territorial e valorizar a biodiversidade que está ao nosso redor”, disse Marcel Regis, que é o chefe substituto da Floresta Nacional de Carajás.

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