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Jacundá: Uma ambulância para 56 mil moradores

A saúde pública não pode ter esse tipo de situação. Deparando-nos com vários problemas e daqui pra frente vamos procurar resolver o mais rápido possível
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No dia 10 de fevereiro, nove dias após reassumir a prefeitura de Jacundá por ordem judicial o prefeito Ismael Barbosa visitou o Hospital Municipal Maria Cecília de Oliveira. Naquela manhã de sábado ele estava em companhia da recém-nomeada secretária de Saúde, Yara Soraya Taborda, de um vereador e alguns funcionários.

Ismael e trupe encontraram três ambulâncias funcionando, entre elas uma do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Abismado com a situação da frota de veículos, o gestor demonstrou irritação ao afirmar que “a saúde pública não pode ter esse tipo de situação. Deparando-nos com vários problemas e daqui pra frente vamos procurar resolver o mais rápido possível”, garantiu.

Na manhã de ontem, segunda-feira, a Reportagem esteve no Hospital Municipal e encontrou a situação bem pior. “Agora só uma ambulância está funcionando”, disse um servidor. O veículo pertence à rede municipal. E a única ambulância do Samu em operação, agora está na garagem do sistema e fora de atividade. Outra ambulância estacionada no pátio com uma caminhonete do programa de Endemias continua no mesmo lugar.

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“Como te falei naquele dia por lei temos que ter 3 orçamentos. Estamos aguardando os outros dois, infelizmente hoje quando você diz que é para prefeitura seja de qualquer município eles não mostram muito interesse. Vontade e necessidade de pôr para rodar é muito grande. Com fé em Deus logo Jacundá voltará a ser uma cidade digna de se morar”, explicou a secretária de Saúde quando procurada para falar sobre a situação dos veículos.

Dez dias depois da visita do prefeito, a população de 56 mil habitantes tem apenas uma ambulância para atender aos casos de locomoção de pacientes. Lembrando que a rede pública de saúde tem seis ambulâncias, entre elas duas do Samu.

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