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Jarbas Passarinho será homenageado em sessão do Congresso Nacional

A sessão solene do Congresso Nacional em homenagem à memória do ex-senador Jarbas Passarinho, falecido no último dia 5, será realizada nesta quarta-feira (15) no Plenário do Senado, às 12 horas. Ele morreu em casa, em Brasília, aos 96 anos, em decorrência de problemas de saúde pela idade avançada. Coronel reformado do Exército, foi governador do Pará na década de 60 e presidente do Senado na década de 80.

Jarbas Gonçalves Passarinho nasceu em Xapuri (AC), no dia 11 de janeiro de 1920, filho de Inácio de Loiola Passarinho e de Júlia Gonçalves Passarinho. Cursou a Escola Preparatória de Cadetes de Porto Alegre (RS). Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1940, ingressando, no ano seguinte, na Escola Militar de Realengo. Em agosto de 1962, alcançou o posto de tenente-coronel.

Indicado pelo presidente Castelo Branco durante a ditadura militar, Jarbas Passarinho assumiu em junho de 1964 o governo do Pará, eleito pela Assembleia do estado.

Em novembro de 1966, elegeu-se senador pela Arena. No ano seguinte, foi convidado pelo novo presidente da República, Artur da Costa e Silva, para o Ministério do Trabalho e Previdência Social. Nesse mesmo ano, passou para a reserva com a patente de coronel.

Três anos depois, em virtude do agravamento do estado de saúde de Costa e Silva, toma posse na Presidência da República o General Emílio Garrastazu Médici, que convida Jarbas Passarinho para o Ministério da Educação.

Reassumiu sua cadeira no Senado em 1974. Em novembro do mesmo ano, foi reeleito pela Arena do Pará. Em fevereiro de 1981, foi eleito presidente do Senado.

A convite do presidente João Figueiredo, assumiu o Ministério da Previdência em novembro de 1983. Em 1986, foi eleito senador para a Assembleia Nacional Constituinte.

Foi ministro da Justiça do governo Fernando Collor, de 15 de outubro de 1990 a 2 de abril de 1992, quando retornou ao Senado para concluir seu mandato em janeiro de 1995. (Agência Senado)

Comentários ( 2 )

  1. Grande brasileiro,deveria ter um busto em cada cidade do Pará,que bom seria se tivéssemos mais passarinhos como esse.
    Bons tempos aqueles onde o princípio de autoridade era mantido.

  2. Diria que foi um grande homem público, prestou relevantes serviços ao pais, nunca teve seu nome envolvido em escândalos, preservou esses valores, pena que neste pais esses princípios são ignorados.

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