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Desenvolvimento

Marabá: Câmara fará audiência sobre desenvolvimento econômico em agosto

Além dos vereadores, a audiência terá participação de representantes do governo do Estado, deputados federais e representantes de grandes empresas, como Cevital e Vale.

Com objetivo de promover discussão sobre o desenvolvimento socioeconômico do município, a Comissão Especial de Desenvolvimento da Câmara Municipal de Marabá (CMM) agendou para o dia 11 de agosto uma audiência pública para discutir métodos de atração de empresas para a cidade. Além dos vereadores, a audiência terá participação de representantes do governo do Estado, deputados federais e representantes de grandes empresas, como Cevital e Vale.

No último dia 29, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki, esteve na CMM discutindo a atração de novos investimentos que visam beneficiar o município e a região sudeste do Pará. Empresários ligados à Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM), também participaram do encontro.

Demachki explicou que o projeto da Cevital (de aços laminados) está sendo redimensionado pela empresa para se adequar à relação custo-benefício, mas, quando estiver pronto, ela e a Vale farão o anúncio em conjunto. Por outro lado, fez questão de observar que, até lá, vários passos precisam ser dados, como a criação da ZPE (Zona de Processamento de Exportação), que depende do governo federal.

Ainda de acordo com o secretário, existe um esforço em várias frentes para a instalação do empreendimento. “Criamos um grupo de trabalho para discutir a Siderúrgica em Marabá, para estudar os modais já existentes, como Ferrovia e hidrovia do Rio Tocantins”, explicou o secretário.

Representante da ACIM, Eugênio Alegretti disse que o setor produtivo precisa ser insistente com os projetos desenvolvimentistas instalados não apenas em Marabá, mas na região, sobretudo quando esses empreendimentos dialogam com a verticalização do aço.

A Cevital, empresa argelina, adquiriu da Vale o projeto de aços laminados da Alpa, estimado em torno de R$ 4,5 bilhões. A ideia é que 20 mil empregos sejam gerados no período de construção civil. Quando pronto, o empreendimento deve gerar 2,6 mil empregos diretos e milhares de postos de trabalho indiretos em Marabá e região.

Foto: Ascom/Câmara Municipal

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