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Marabá

Marabá: Salão do Livro colocou à prova o Centro de Convenções

Administração do empreendimento contradiz os críticos que intitulavam o centro de “elefante branco”

Mesmo tendo acontecido em espaço reduzido, o Salão do Livro de Marabá, que encerrou neste domingo (6), foi considerado um evento bem sucedido em organização, bom acolhimento aos expositores e considerável volume de vendas. Embora tenha dividido opiniões num primeiro momento, a feira literária serviu para medir a capacidade de realização de grandes eventos no Centro de Convenções de Marabá. Com 35 dias na gerência do empreendimento, Mauro Souza contradiz totalmente àqueles que diziam que o centro seria apenas um “elefante branco” em Marabá.

“A nossa avaliação é extremamente positiva, não só pelo que vem acontecendo neste momento, que é o Salão do Livro, que está sendo fantástico e superou todas as expectativas”, disse ele, relatando ainda que tem sido grande a procura dos espaços do centro para os mais diversos eventos, como feiras, formaturas e cerimônias
religiosas de várias igrejas, entre outros.

“Isso nos satisfaz muito em relação àquilo, pois achávamos que essa nossa demanda só viria no segundo semestre, imaginando que a maturação do processo iria demorar um pouco”, observou Mauro, acrescentado que, mesmo nos 90 dias em que o centro ficou aos cuidados da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), antes que ele
assumisse a gerência, já havia procura pelos espaços de evento.

Sobre aqueles que ainda veem com pessimismo a existência de um Centro de Convenções em Marabá, Mauro Souza diz nem querer acreditar que existam pessoas com pensamento tão pequeno. “Marabá e nós, do sul e sudeste do Pará, da Região de Carajás, uma região tão grande, temos de pensar grande. Não podemos pensar pequeno e, nesse momento, quem pensa pequeno deveria mudar e pensar do mesmo tamanho que somos na região”, opina ele. Despido da função de dirigente e falando como cidadão marabaense, Mauro diz que o centro chegou na hora certa e realmente veio para atender ao anseio da sociedade de Marabá e da região. Afirma que, apesar da magnitude e do gigantismo, está aberto a qualquer evento.

“Temos uma sala multiuso com 40 lugares, que pode servir para treinamentos, sala para eventos com 120 pessoas, o nosso auditório pode ser alugado por partes, uma pétala para 104 pessoas, ou todo ele para 520 pessoas, fora outros espaços, como o nosso teatro, cuja plateia para 1.200 lugares, descreve o gerente do Centro de Convenções.

Mauro, inclusive, convida as pessoas a visitarem o empreendimento para terem uma visão completa dele, que não abriga só grandes eventos. “Está aberto para todos, desde uma formatura do pré-escolar até de faculdades, festas de 15 anos, casamentos, feiras que estão chegando à cidade e fomentando a economia, shows, vários deles já previstos, já agendados. Enfim, o Carajás Centro de Convenções de Marabá atende a todos os anseios da sociedade”, reforça.

Deia Farias, da Selecta Livros, de São Paulo, uma das expositoras do Salão do Livro, avaliou o evento como positivo. “Estou feliz demais, o público compareceu em massa, apoiou, quer que tenha continuidade. O resultado é muito bom, tanto comercialmente quanto com a presença do público para prestigiar o evento, estamos felizes com o resultado”, disse ela, que não tem loja física na capital paulista, apenas participa de feiras e salões de livros, oito durante o ano, e vende pela Internet, nos sites Amazon, Americanas, Submarino e B2W.

“O espaço aqui é perfeito, tem estacionamento, banheiros, praça de alimentação. É tudo muito bom. Logicamente a gente acha que a feira tende a aumentar e ó oque a gente quer. Está pequena, mas muito bem organizada, atende a todas as expectativas de qualquer evento que vier para a cidade. Isso tem de ser ampliado, já tem a necessidade de mais expositores e tem mercado na cidade, que quer um evento maior ainda”, disse.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá

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