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Protestos

Marabaense não adere à greve geral e rotina da cidade segue inalterada

Comércio e a grande maioria dos órgãos públicos funcionaram normalmente. Manifestação foi pacífica

Por Eleutério Gomes – de Marabá

Cerca de 1.500 pessoas, segundo os organizadores da manifestação, participaram do protesto que marcou o que deveria ser dia de greve geral nesta sexta-feira, em Marabá. Os manifestantes se concentraram desde as 8 horas na Rodovia Transamazônica, em frente à agência do INSS e, de lá, partiram para uma passeata de aproximadamente 3 quilômetros em direção à Praça Duque de Caxias, na Velha Marabá, onde aconteceu nova concentração. Por volta das 11h30 a manifestação encerrou, após discursos inflamados tendo como alvo principal o Governo Temer, a classe política e as reformas: trabalhista e da Previdência Social.

O protesto não teve acompanhamento da Polícia Militar, Samu, Bombeiros, Departamento Municipal de Trânsito, Detran, Polícia Rodoviária Federal ou Guarda Municipal. Porém, não houve acidentes nem outro tipo de transtorno, a não ser lentidão no trânsito no percurso da passeata.

O comércio, como havia antecipado o blog, funcionou normalmente assim como os órgãos públicos da administração municipal e do Governo do Estado com representação na sede municipal.

De acordo com a Ascom (Assessoria de Comunicação) da Prefeitura de Marabá, menos de 50% das 220 escolas municipais tiveram suas atividades paralisadas. No setor da Saúde, Unidades Básicas e hospitais funcionaram normalmente. E, segundo fonte do governo estadual, 95% dos órgãos do Estado funcionaram normalmente nesta sexta-feira (28).

Já entre nos órgãos da esfera federal, a participação dos servidores na greve foi em número bem maior, principalmente de professores e alunos da Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) e do IFPA (Instituto Federal de Educação Tecnológica do Pará).

O transporte urbano também funcionou sem alterações, mas com muita lentidão, causando acúmulo de pessoas nos pontos de ônibus. A demora se deu devido o deslocamento dos manifestantes pela Transamazônica e pela Avenida Antônio Maia, principal via do Núcleo Pioneiro.

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