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Reforma Agrária

MST invade, depreda e queima propriedade rural no município de Eldorado dos Carajás, palco de massacre em 1996

Atualizada

Na madrugada da sexta-feira, 28, cerca de trinta homens ligados ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terras – MST, armados com espingardas, facões e foices, invadiram a Fazenda Serra Norte, localizada cerca de a 3 km da sede do município de Eldorado do Carajás.

Funcionários da fazenda e seus familiares foram feitos reféns, a maioria formada por mulheres e crianças. Entre elas, uma criança especial foi ameaçada de morte a todo momento. Algumas esposas também foram desrespeitadas e coagidas psicologicamente e sexualmente, mas, segundo relatos, não houve estupro.

Os invasores chegaram de surpresa na sede da fazenda e mandaram que todos se ajoelhassem. Posteriormente foi dada uma ordem para que retirassem a mobília dos imóveis, dando-lhes 30 minutos para tal ação. Logo depois os invasores atearam fogo em casas, máquinas e equipamentos da fazenda.

A Polícia Militar de Eldorado dos Carajás foi avisada e compareceu imediatamente ao local. Todavia, os incasores correram em direção à invasão, localizada a alguns quilômetros da fazenda, em um local privilegiado geograficamente, de onde é possível acompanhar de longe qualquer movimentação de veículos vindos pela PA 275.

A PM orientou a todos que registrassem um Boletim de Ocorrência na delgacia de Eldorado dos Carajás.

A PMPA também prestou segurança e apoio às famílias durante a retirada de seus pertences para um local seguro. Algumas famílias ficaram em Eldorado e outras em Curionópolis.

Com a saída dos trabalhadores, a PM vem realizando rondas periódicas na sede da propriedade na tentativa de coibir mais depredações.

Hoje pela manhã fazendeiros da região começaram a se reunir com o propósito de retirar do local os invasores. A PM monitora a situação na fazenda, inclusive com uso de helicóptero.

O clima é de tensão no local.

Eldorado dos Carajás é mundialmente conhecido em virtude do confronto entre a PM do Pará e pessoas ligadas ao MST acontecido em 17 de abril de 1996, quando 19 sem terras morreram após ação da PM para desobstruir a então PA-275, hoje BR-155, bloqueada pelo Movimento que reivindicava a desapropriação de áreas da região para a Reforma Agrária.

Atualização às 17 horas

Uma operação sob o comando da Delegacia de Conflitos Agrários – DECA – que contou com três guarnições do GTO e do Grupamento Aéreo da PM, sob o comando do Major Alan, foi realizada na tarde deste sábado (29) na sede da referida Fazenda e apreendeu 24 pessoas do movimento MST por esbulho e depredação dos imóveis. Foram ainda apreendidas 4 motos, 2 armas caseiras, pólvora, espoleta, fações e canivetes. Nesse momento ocorre a averiguação no assentamento sendo fator prejudicial o mal tempo na área. Os procedimentos policiais envolvendo as pessoas detidas serão instaurados na 20ª Seccional de Parauapebas.

Comentários ( 6 )

  1. Cambada de vermes filhos da puta, porque a polícia não prende esses lixos em forma de humanos, raça do capeta! Imundice do mundo essses tais sem terra nojentos

      1. Cara vc realmente é um idiota. Só abre essa fossa para defecar merda. Se dependesse de vc o Brasil viveria uma eterna guerra. O EI deveria ti recrutar para cometer as barbaridades deles por aí. Pobre coitado!!

  2. São uns bandos de vagabundos, sem respeito. Porque que não chegam la e pedem serviço para roçar a jurica, ao inves de querer tomar posse de terras alheias. So irão se aquetar qnd tiver outro massacre. Bando de lixos..

  3. Impossível não sentir ódio. Esse é um exemplo claro do racismo as avessas que implantamos no país… Quem trabalha, paga imposto (não entrando no mérito de quem é o dono da terra), que se esforça pra manter seu emprego, zela por sua carteira de trabalho… Esse tem que tirar sua mobília de casa em 30Min para que os “discriminados pela sociedade, os que tem crédito com o país, os que temos contas a pagar, os protegidos pelos direitos humanos” possam atear fogo, fazer bagunça, depredar, roubar, coagir, matar. Olha, francamente, o MST deveria acabar, ou melhor, não deveria existir. A resposta é simples: Acaba com o movimento declara tudo o que tiver relação com MST fora da lei, pena de reclusão – 50anos sem redução. Depois faz um levantamento de quem são os sem terra no país, cadastra, pega RG, CPF, digital e foto, cadastra, depois constrói um assentamento bem estruturado, com cooperativa agrícola, laticínio, apoio técnico, etc. Doa-se as terras aos ex-sem-terra, com uma condição: só pode ser vendida após a 3ª geração, antes, se vender ou não quiser mais, devolve ao governo e será desocupada e vendida para qualquer cidadão brasileiro. A partir daí, quem se declarar sem terra será preso – 50 anos. O que falta é vontade política, saco roxo e sangue no olho. #PAZ

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