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Parauapebas

Parauapebas: Assistência Social faz campanha para redução de abuso sexual

“Abuso e Exploração Sexual de Crianças e adolescentes. Os números assustam. Um número salva. Disque 100”
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A Secretaria de Assistência Social de Parauapebas promoveu, nesta sexta-feira (18), no Centro de Desenvolvimento Cultural, programação alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A data faz referência ao assassinato de Araceli Cabrera Sánchez, de 8 anos, em 18 de maio de 1973, cometido por Paulo Constanteen Helal e Dante Michelini, no Espírito Santo, os quais usaram de extrema violência e abuso sexual. Pertencentes a famílias influentes, eles nunca foram condenados, mesmo com fortes evidências de que aquele não foi o primeiro crime da dupla.

Sueli Guilherme, socióloga e secretária-adjunta de Assistência Social, declarou que o tema da campanha é “Abuso e Exploração Sexual de Crianças e adolescentes. Os números assustam. Um número salva. Disque 100”. “A gente quer potencializar as denúncias, para que, em crimes como esse, os culpados sejam condenados e a gente consiga, enfim, extinguir esse crime, que tanto acomete crianças e adolescentes no nosso país,” afirmou ela.

“A data é simbólica e, há um mês, a gente vem empoderando os jovens. Os que estavam presentes aqui são da comunidade atendida no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e a comunidade de estudantes de algumas escolas estaduais e municipais,” explicou Sueli, afirmando que há duas semanas está capacitando esses alunos e são eles que farão as caminhadas na semana que vem, em cinco pontos diferentes da cidade, entregando cartazes, explanando para a população o quanto esse crime é ruim para as crianças e para os adolescentes.

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Ela anunciou que a campanha finaliza no dia 26, no Partage Shopping, às 17h. “A ação, porém, é contínua. Ou seja, todos os dias você deve e pode renunciar,” afirmou Sueli, lamentando nada ter para comemorar nesta data. “Não estaríamos nesse tipo de ação se não houvesse o abuso, mas ainda existe e é principalmente nos grupos familiares que ele ocorre. Infelizmente, a gente só tem números para mostrar, mas não são números bons”.

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