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retrato falado

Polícia Civil divulga retrato falado de um dos executores da morte de sem terras no interior do Pará

Informações que levem ao paradeiro dos assassinos podem ser encaminhadas através do Disque-Denúncia 98198-3350 (WhatsApp) ou 3346-2250

Com base nas descrições que foram repassadas por uma das testemunhas, a polícia civil elaborou o retrato falado de um dos assassinos de dois sem terras, ocorrido na última quarta-feira, 13, no Acampamento Boa Esperança, dentro da Fazenda Santa Clara, zona rural de Marabá, há 60 km de Parauapebas.

O duplo homicídio de Eraldo Moreira Luz, conhecido por “Pirata” e Jorge Matias da Silva, de 26 anos, será investigado pela Delegacia de Conflitos Agrários – DECA, porque as vítimas eram integrantes de movimento social e os crimes ocorreram dentro de uma área de disputa pela posse da terra.

A Polícia Civil já interrogou 6 testemunhas no inquérito instaurado para apurar as circunstâncias das mortes e suas autorias. Outras diligências já estão sendo realizadas para oitivas de outras testemunhas e dos proprietários da área.

Execução

Segundo as investigações, dois pistoleiros chegaram pela manhã em uma motocicleta, sentaram próximo ao barraco onde estavam as vítimas e ficaram conversando. Em seguida, foram até o local e deram vários tiros na cabeça de Pirata, que estava deitado numa rede e morreu na hora. Jorge foi atingido com tiros no rosto. Ele ainda foi socorrido com vida, mas chegou morto em Parauapebas.

O crime aconteceu em uma área, ocupada há dois anos por cerca de 500 pessoas, segundo o MST. Eraldo Moreira, o “Pirata”, era o líder do Assentamento Boa esperança e, segundo os próprios acampados, já havia se envolvido em brigas dentro do movimento, por causa da divisão de terras.

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