Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
Cotidiano

População de Parauapebas sofre com as queimadas urbanas

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Parauapebas iniciou uma campanha contra as queimadas urbanas na semana passada.

Willamar Carvalho, moradora do bairro Cidade Jardim, já não sabe mais o que fazer para amenizar os problemas de saúde que sua filha, de seis anos, sofre por conta das queimadas urbanas. “Ela tem asma e não consegue respirar bem com essa fumaça toda. Todo ano é o mesmo sofrimento”, relata a mãe.

Além dos problemas de saúde, as queimadas deixam muita bagunça com as fuligens que invadem as casas, se espalhando pelo chão, sujando roupas e mudando qualquer cenário. O Blog recebeu um vídeo que demostra um pouco do estresse causado.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Parauapebas iniciou uma campanha contra as queimadas urbanas na semana passada. Além das ações educativas, um conjunto de peças publicitárias também estão sendo veiculadas com o tema “Queimadas: sua consciência é a cura desse mal”.

Uma das ações já realizadas foi protagonizada pelos alunos do programa Jovem Ambientalista e educadores ambientais, na quarta-feira (28), em que realizaram blitzes em vários pontos de Parauapebas para alertar sobre os perigos das queimadas para a saúde da população e para o meio ambiente.

A campanha tem o apoio do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio) e das secretarias municipais de Saúde (Semsa) e de Serviços Urbanos (Semurb) bem como do Serviço de Abastecimento de Água e Esgoto (Saaep), que irão realizar fiscalizações de combate às queimadas.

Nesta época é comum as pessoas atearem fogo para a limpeza de áreas, sejam quintais ou lotes, ignorando os terríveis danos que provocam à saúde humana, já que a fumaça está carregada de substâncias que podem causar problemas oculares e respiratórios, como asma, bronquite, renite alérgica, e até mesmo câncer. Crianças e idosos são as maiores vítimas.

As queimadas contribuem ainda para o aquecimento global e destroem plantas e animais. Há ainda o risco das chamas se alastrarem com o vento e avançar sobre as residências, causando incêndios de grandes proporções.

Deixe uma resposta