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Por uma campanha eleitoral limpa.

“A luta não se trava no terreno das ideias, mas no das reputações pessoais.” (Joaquim Nabuco)

Outro dia estava conversando com um amigo sobre a atual situação política do país e sobre a campanha eleitoral de outubro próximo. Chegamos à conclusão  de que ela (a campanha) será travada no campo das ofensas pessoais no mais baixo nível, salvo se a justiça eleitoral não intervir. Senão vejamos:

Antigamente as campanhas eleitorais visavam tornar conhecido o candidato. Todos os esforços visavam apenas inserir o nome do candidato na cabeça do eleitor. Ele era mostrado de forma tranquila, sorrindo e junto do eleitor.

Depois as campanhas foram profissionalizadas. Além do candidato, a propaganda mostrava a militância que o acompanhava.

Posteriormente criou-se o marqueteiro político, e com ele a estratégia de marketing eleitoral, que são as campanhas como são vistas hoje. Apresenta-se o candidato, suas propostas e a militância seguido de uma musiquinha salientando o caráter e a disponibilidade do candidato.

Em Parauapebas pelo menos onze candidatos devem buscar a cadeira mais macia do Morro dos Ventos: o atual prefeito Valmir Mariano (PSD), o ex-prefeito Darci Lermen (PMDB), o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais Marcelo Catalão (DEM), o ex-vereador Adelson Fernandes (sem partido, mas com os pés no PP), o oftalmologista Hipólito Reis (PRTB), o empresário Falcão (PMN ), o ex-deputado estadual Milton Zimmer (PT), o médico Zé Roberto (PT do B), o ex-deputado Claudio Almeida (PR), o ex-prefeito Chico das Cortinas (PPS), e o empresário Hipólito Gomes (PPL).

A maioria deles certamente usará a campanha para falar mal um do outro. Será aquela campanha onde esquece-se os grupos, a militância, os projetos e só se apresentam as sujeiras um dos outros.

Fica a pergunta: é o sujo que você quer, eleitor? Vale a pena votar em quem não apresenta proposta alguma, não mostra o que fez ou o que pode fazer para melhorar a sua vida como munícipe? Vale a pena votar em candidato que usa todos os meios para desqualificar o outro como única forma de defender seus interesses pessoais?

Acredito que a futura campanha eleitoral poderá ser guiada por você, eleitor. Basta não aceitar baixarias e cobrar propostas quando o candidato for até você para pedir o voto. Como disse em outros artigos, você já conhece os problemas, mas quer a solução. Não se deixe levar apenas pelo discurso, escolha com sabedoria. Quem sabe assim você poderá sentir  no futuro que fez a escolha certa!

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