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Pará

MST de todo o Pará realiza atividades pelos 20 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás

No contexto da crise política, social e ambiental vivenciadas pela sociedade, e os recentes acontecimentos em torno a questão agrária e conflitos no campo, como o caso dos sem terras no estado do Paraná, sul do Brasil, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra realiza (MST) em memória e justiça aos mártires da luta pela terra, assassinados na curva do “S” em Eldorado dos Carajás, em 17 de abril de 1996, que se tornou um marco para a luta do/as camponesas/es de todo o mundo serão realizados atividades no estado do Pará e em todo Brasil que marcam a luta pela reforma agrária, a impunidade e denúncia da violência contra os trabalhadores/as rurais.
Violência e Impunidade no campo
 
No estado do Pará acontecerá o acampamento nacional da juventude sem terra de 10 a 17 de abril e são esperados 500 jovens para celebrar as vítimas de Eldorado e homenagear dentre eles Oziel Alves Pereira, de 17 anos, jovem que foi assassinado na curva do “S” naquele dia 17 de abril de 1996 e se tornou um símbolo para militância sem terra.
Os jovens do acampamento terão palestras sobre violência, situação da juventude no campo, saúde, sexualidade; oficinas de teatro, dança, pintura, percussão, vídeos; visita ao cemitério de Curionópolis onde as vítimas do massacre foram enterrados; além do ato em comemoração aos 18 anos do PRONERA (Programa Nacional de educação na Reforma Agrária).
Será realizado a Conferência Internacional da Reforma Agrária de 13 a 17 de abril em Marabá, o evento organizado pela Via Campesina e contará com a participação de representantes e lideranças de movimentos camponeses dos cinco continentes que discutirão temas sobre o projeto do capital, agronegócio, questão mineral, meio ambiente, entre outros. No encontro será lançado o caderno de conflitos no campo organizado pela Comissão Pastoral da Terra.
Além disso, está sendo realizado a semana camponesa na Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) em parceria com o MST com debates para os estudantes e aberto ao público, exibição de vídeos e exposição fotográficas sobre a realidade no campo e dos trabalhadores/as.
 
Ações Unitárias e em defesa da democracia
Na capital, Belém, será realizado o acampamento com 400 camponeses no centro da cidade com ato de memória as vítimas de Eldorado, audiências com órgãos públicos e ações com outros setores populares em defesa da democracia organizadas em conjunto com a Frente Brasil Popular. Também ocorrerá a 1ª Jornada Universitária em defesa da Reforma Agrária, em parceria com a UFPA (Universidade Federal do Pará) nos dias 26 e 27 de abril.

 

Comentários ( 4 )

  1. Lá pelas bandas do Paraná já começaram a comemorar,ontem a polícia despachou dois vagabundo pro inferno.
    Se os pilantras daqui tivessem memória e juízo,rezariam toda noite para espantar o fantasma do Pantoja.

  2. Os parasitas do MST não podem esquecer,o CEL. pantoja é um herói paraense,mesmo tendo feito o serviço incompleto deve entrar para o “panteon” dos heróis paraenses,nessa data se alguém deve ser homenageado,este é o nobre coronel.
    Pilantra do MST tem mesmo é que entrar na chibata,não passam de vagabundos e vagabundas,sangue sugas da sociedade,querem sempre seus direitos e esquecem seus deveres,nas minhas terras, se entrar,tiro no tapa.

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