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Vale inaugura complexo de oficinas de locomotivas e vagões em Ponta de Madeira

A Vale inaugurou no dia 19 de maio o terminal ferroviário de Ponta da Madeira, em São Luis do Maranhão, considerado o mais moderno complexo de oficinas de locomotivas e vagões da companhia. Segundo a empresa, as novas instalações ocupam 20 mil m² de área dentro do terminal e adotam tecnologias inéditas, capazes de tornar o ciclo de manutenção preventiva e corretiva da sua frota ainda mais eficiente.

O complexo de Ponta da Madeira também inclui um novo Posto de Inspeção e Abastecimento de Locomotivas (PIAL), o Complexo de Troca de Rodeiros (CTR) e ainda o Complexo de Manutenção de Rodeiros (CMR). Em cada local, é realizada uma atividade diferente do processo de manutenção.

Em detalhes, a Vale explicou como acontece este processo: trens com 330 vagões vindos de Carajás, no sudeste do Pará, são separados em blocos de 110 vagões para facilitar a descarga. Enquanto o minério é retirado, as locomotivas seguem para revisão no PIAL, que tem capacidade para atender até 12 locomotivas simultaneamente.

O tempo de preparação das locomotivas para uma nova viagem é de 90 minutos.

Descarregados, os vagões são conduzidos pelas locomotivas revisadas e abastecidas até o Centro de Troca de Rodeiros (CTR). O rodeiro integra rodas, rolamentos e eixo e permite a movimentação do vagão sobre os trilhos. No CTR, os rodeiros que precisam de manutenção são retirados e trocados por outros em perfeitas condições de uso.

O CTR tem capacidade de atender até 2 mil vagões/dia. Neste novo método, que dura até 15 minutos, a companhia afirma que não há mais necessidade de separar o vagão com o rodeiro danificado do bloco, como era feito antes. A troca com o bloco integrado diminui o tempo de parada na manutenção.

A Vale detém 16 mil vagões e 220 locomotivas que fazem o transporte de minério de ferro entre os estados do Pará e Maranhão. A Estrada de Ferro Carajás, uma das mais importantes do país, é considerada ferrovia Classe 1.

Comentários ( 2 )

  1. Enquanto isso o Pará fica olhando o trem passar… E com enorme buraco no seu solo. Até quando?
    Os municípios paraenses abrangidos pelos projetos da Vale, servem apenas de “chocadeira”, a riqueza produzida e a verticalização para criar empregos para tantos paraenses e maranhenses que para cá vem, tem que se conformar com as migalhas que a mineradora joga no chão…
    É uma vergonha! Talvez a classe política paraense acorde quando os buracos estiverem cheios de água contaminada e o solo exaurido e inóspito…

  2. Me sinto orgulhoso de ter participado dessa obra maravilhosa e posso afirmar que fiz parte dease projeto, parabens a todos que contribuiram para esse brilhante projeto.

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