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Jacundá

Açaí sai da tigela e vira arte com exposição em praça pública

Projeto estudantil mobilizou a comunidade escolar de Jacundá por meio do fruto
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Existem novas formas de apreciar o açaí? Claro que sim. Da ideia da professora Elsamar Silva dos Santos Emerique essa apreciação do fruto mais consumido no Pará é através da arte. E foi por meio do Projeto “Cores do Açaí” que o público pôde conhecer um pouco do trabalho estudantil durante uma exposição de várias telas na Praça Municipal Inácio Pinto, na cidade de Jacundá, na última segunda-feira, 4.

A professora Elsamar Emerique é educadora graduada em Artes Visuais e trabalha com alunos do 7º ao 9º ano da Escola Maria da Glória. “O Projeto Cores do Açaí teve início no mês de abril deste ano e estendeu-se até o dia 4 de setembro, culminando com a exposição das obras na praça municipal de Jacundá.

Ela explica que o projeto tem o objetivo de desenvolver experiências estéticas no processo de ensino, aprendizagem e criação em arte,  tomando como produto principal o açaí, dando um referencial teórico à abordagem triangular da Professora Drª Ana Mae Barbosa: “o fazer, contextualizar e apreciar”.

Como metodologia, foram repassados às turmas os  temas e movimentos artísticos diversificados, associando, assim, a história da arte à nossa cultura, especificamente o açaí. Em todas as obras, o açaí foi o principal elemento da composição. “fica comprovado que esse fruto de cheiro e sabor peculiar, pode sim ser tomado como objeto de experiências artísticas”, sintetiza a educadora.

A polpa da fruta foi utilizada como corante e as sementes nos adornos das telas. E os alunos/artistas fizeram a mediação entre suas obras e o público, que prestigiou o evento, entre eles professores das escolas convidadas, assim como boa parte da comunidade jacundaense. À noite, aconteceu a escolha do melhor trabalho, com cerimônia realizada na Câmara Municipal. “É importante ressaltar que, paralelo a essa ideia, trabalhamos o projeto Todos por uma escola leitora, que tem a finalidade de incentivar a prática da leitura”.

Durante o Projeto Cores do Açaí, os alunos praticaram a decodificação não apenas de imagens, como também da linguagem escrita.

Foram avaliadas 13 obras apresentadas por 26 alunos.

1ºlugar: O Açaizeiro (obra da turma do 9º ano “C”)

2º lugar: Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, da Velha Jacundá ( obra da turma do 9ºano “B”)

3º lugar: O Ribeirinho (obra da turma do 7º ano “C”).

O evento foi encerrado com a entrega dos troféus aos alunos representantes de suas turmas.

Por Antonio Barroso – de Jacundá
Marabá

Arte regional para quebrar a dureza do concreto em Marabá

Bino Souza usa cores fortes para contrastar com o cinza opaco do cimento e promover os ciclos econômicos do município
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Escadaria de acesso aos barcos na Orla do Rio Tocantins; viadutos de duas passagens na Rodovia Transamazônica, na Folha 33; paredão externo do Ginásio Osorinho, na Velha Marabá. O que esses três locais têm em comum? Primeiramente, concreto puro; “segundamente”, a suavidade da arte criativa e regional de Bino Souza.

Os motivos da arte multicolorida de Bino neste verão são personagens dos ciclos econômicos de Marabá e que se tornaram referência nacional e até internacional, como garimpeiro, castanheiro, todos cravados nas paredes com a linguagem popular do grafite.

E Bino Souza não é toy (grafiteiro iniciante), tendo vários trabalhos anteriores com essa técnica já registrados, também em espaços públicos, embora a maior parte de sua arte tenha sido limitada a telas pequenas que cabem na parede de uma casa. Agora, ao dar vida a quadros grandiosos que todos veem a dezenas e até centenas de metros de distância, o artista mostra que tem tutano e “braços longos” para uma composição mais densa.

Segundo Bino Souza o que motivou a escolha dos desenhos foi o fato de ele ter uma identificação pelos ciclos econômicos, sobretudo pela história de Marabá. “Pretendo retratar numa série de grafites um pouco de história, da riqueza e economia regional”, ressalta o artista plástico, explicando que a princípio, a proposta foram três imagens, porém, a pretensão é disseminar a arte grafiteira em toda cidade.

O painel de grafite localizado na lateral do Ginásio Municipal Osorinho retrata o ciclo da castanha, após o ciclo do caucho (borracha) a exploração da Castanha-do-Pará foi uma das mais importantes molas econômicas de Marabá, entre as décadas de 1920 e 1970, estimulando o crescimento da cidade.

Na imagem pintada na escada de embarque da Orla “Sebastião Miranda” é retratada a lenda indígena de Iara, do folclore brasileiro. Souza explica que, para esse ponto, a ideia era fazer uma imagem relacionada ao verão. “Quando o rio começar a subir ele [grafite] vai embora, a Iara pode ficar ali quando a água estiver subindo do ladinho dela, na altura da calda. Ficará interessante a imagem”, prevê.

No viaduto Três da Nova Marabá, o grafite é relacionado ao ciclo do ouro, que ocorreu em Serra Pelada, na década de 1980, considerado o maior garimpo a céu aberto do mundo, sendo Marabá o ponto principal da passagem desse ouro. “É muito gostoso falar do ciclo do ouro. Quando eu estava pintando lá [no viaduto] apareceu um garimpeiro, com dentes cheios de ouro. Ele lembrou que vendeu picolé no tempo do garimpo, portanto se identificou com a imagem. É legal quando as pessoas se identificam com os desenhos, que contam a história da cidade e das pessoas que nela vivem”, pondera.

As cores retratadas no grafite de Bino são vibrantes, apesar de alguns artistas optarem por cores leves, mais brandas, outros só trabalham com preto e branco.

Os desenhos em grafite já estão fazendo sucesso na cidade. Prova disso foi a opinião da servidora pública Tainara Dantas ao visualizar as imagens. “Essas manifestações artísticas, além de expressar a identidade do povo marabaense, afirmam na paisagem da cidade uma cultura local, que para muitos não é conhecida ou até mesmo é esquecida. Mas ainda temos o valor artístico, porque possui grande atrativo turístico”, diz Tainara Dantas.

Bino Souza é artista plástico há 18 anos em Marabá. A história dele com o grafite começou em 2014, porém ele já é bastante conhecido na cidade pelas pinturas, com várias exposições na Galeria Vitória Barros, onde atua no dia a dia, e até mesmo fora de Marabá.

Ulisses Pompeu e Emilly Coelho (Ascom PMM)
Arte

UNAMA inaugura Museu de Arte e Galeria Ananin

Espaços serão inaugurados, no dia 27 de novembro no campus Ananindeua da Instituição, com obras do Acervo de Artes Visuais da Casa da Memória
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O município de Ananindeua, no Pará, receberá o primeiro museu de referência cultural da região com obras de artistas paraenses e nacionais. Com a inauguração do Museu de Arte UNAMA, a nova estrutura vai abrigar o acervo de artes visuais da Instituição. O equipamento cultural será inaugurado no dia 27 de novembro, às 18h, no campus Ananindeua e contará com a presença do Reitor da Universidade da Amazônia (UNAMA), Dr. Janguiê Diniz, que prestigiará o evento junto a autoridades convidadas, professores e funcionários.

Além da Galeria Graça Landeira, criada em 1993 e localizada no campus Alcindo Cacela, a Universidade amplia a sua atuação no cenário artístico-cultural a partir da inauguração do museu. A abertura oficial da exposição contará com trabalhos selecionados de artistas que fizeram e fazem parte da história das artes visuais no Pará e no Brasil, como Alexandre Siqueira, Armando Queiróz, Mestre Nato (in memoriam), Osvaldo Gaia, Nina Matos, Elieni Tenório, Marinaldo Santos, Marcone Moreira, Berna Reale, Acácio Sobral (in memoriam), Armando Sobral, Ruma, PP Conduru e Emanuel Franco.

O museu contará com a Galeria de Arte Ananin, espaço expositivo que faz uma homenagem ao nome do município paraense. Além da galeria, o espaço terá reserva técnica, sala de manutenção e sala de projeção. De acordo com a coordenadora técnica do museu, Jonise Nunes, a ideia é contribuir para a formação cultural de alunos, professores, colaboradores e sociedade paraense. “A criação do Museu de Arte UNAMA destaca a importância de práticas acadêmicas e profissionais em seus espaços, atendendo ao estágio e pesquisa dos cursos de Artes Visuais, História, Arquitetura, Letras e programas de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado em Comunicação, Linguagens e Cultura”, afirma.

A ideia é estabelecer e fortalecer a relação do saber acadêmico com arte e cultura e memória e patrimônio histórico, além de integrar a comunidade acadêmica com as políticas de ensino, pesquisa, pós-graduação e extensão universitária. “Além de funcionar como meio de intercâmbio com instituições culturais e artistas, o museu estará de portas abertas a todos os cursos e público externo que desejem conhecer acervo”, aponta.

Arte

Exposição “Mulheres de Barro: identidade e memória” inaugura Centro Mulheres de Barro

Cooperativa vem desenvolvendo ações para valorização da história e cultura de Carajás
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Iniciativas são patrocinadas pela Vale, por meio da Lei Roaunet

Foi inaugurado no sábado, 12/11, o Centro Mulheres de Barro de Exposição e Educação Patrimonial da Serra dos Carajás com a abertura da exposição “Mulheres de Barro: identidade e memória”. As iniciativas fazem parte de um conjunto de ações da Cooperativa dos Artesãos da Região de Carajás – Mulheres de Barro, patrocinadas pela Vale, por meio da Lei Roaunet. O objetivo do projeto é valorizar o patrimônio artístico-arqueológico e difundir a identidade cultural da região, além de fomentar a geração de emprego e renda, por meio da produção artesanal.

Ao visitar o local, o público vislumbraram a beleza e singularidade do artesanato típico da região. Parte das 85 peças que envolvem esculturas, objetos de decoração e utilitários, como panelas, bules, xícaras e moringas feitas de barro que têm a inspiração e o diferencial de peças que foram feitas e usadas nos tempos dos primeiros habitantes da região, a cerca de 11 mil anos, e que foram conhecidas por membros da Cooperativa durante oficinas do Programa de Educação Patrimonial executado pela Vale, na época da implantação do projeto Salobo.

Além de um espaço para exposição no município, o projeto irá promover a formação artístico-cultural, por meio de oficinas, que visem cada vez mais à profissionalização da produção e comercialização do artesanato local e fortaleçam a economia da região. Também serão realizadas visitas guiadas e ações educativas para ampliar o conhecimento sobre o patrimônio artístico-arqueológico da Serra de Carajás.

A coordenadora do projeto, Sandra Santos, comenta sobre a importância desse momento. “Para nós é a realização de um sonho antigo. Essa parceria e esse incentivo da Vale tornam possível exibir o talento dos artesãos locais e tornar sua atividade uma fonte sustentável de trabalho e renda, valorizar a cultura e disseminar conhecimento sobre o patrimônio que é nossa região”, declara.

O espaço dispõe de galeria de arte e um ateliê para o trabalho dos artesãos. A programação de abertura contou com apresentações artísticas do grupo de Carimbó Raízes Parauaras e do grupo de Teatro Escola Arte Vida, que participou da abertura das Olimpíadas 2016 no Rio de Janeiro, além de voz e violão com o cantor local Vamberto.

A unidade ficará aberta ao público de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. E aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h. O espaço está com agendamento para visita de grupos pelo fone (94) 99165-1604 e pelo e-mail mulheresdebarro@gmail.com.

O Centro Mulheres de Barro de Exposição e Educação Patrimonial da Serra dos Carajás está localizado na Alameda Castelo Branco, quadra 187, lote 107, ao lado do Mercado Municipal do bairro Rio Verde, com entrada pela Rua Araguaia.

Mulheres de Barro

O grupo Mulheres de Barro nasceu no período entre 2005 e 2011, fruto das oficinas do Programa de Educação Patrimonial, uma das atividades ambientais realizadas pela Vale, na época da implantação do projeto Salobo. Desde então, a cooperativa vem desenvolvendo ações para valorização da história e cultura de Carajás e para o fortalecimento da atividade artesanal, com a produção, venda e divulgação de produtos cerâmicos inspirados em artefatos encontrados, por meio de pesquisas arqueológicas.

Parauapebas

Exposição “Linhas do Tempo” abre série de eventos no CAP

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Com o intuito de valorizar ainda mais o Centro de Abastecimento de Parauapebas (CAP), a Prefeitura de Parauapebas, através da Secretaria Municipal de Cultura (Secult) realizou a Exposição Linhas do Tempo, com obras do artista plástico Civaldo Rodrigues. A exposição foi o início de um leque de eventos que ocorrerão na área de alimentação do CAP, que tende a assistir a todos os segmentos culturais do município.

Exposição Civaldo Rodrigues 2

Com a paralisação das atividades regulares no Centro de Desenvolvimento Cultural (CDC), devido a reforma e ampliação do prédio, alguns eventos culturais estarão ocorrendo no Centro de Abastecimento a partir das 19h todas as sextas-feiras.

Quem também esteve prestigiando o evento de divulgação das obras do artistas plástico Civaldo Rodrigues foi o vereador e atual presidente da Câmara Municipal de Parauapebas Josineto Feitosa (SDD), que na oportunidade afirmou estar encantado com os trabalhos de Civaldo. “Fico feliz em contemplar as artes de um artista de Parauapebas. Nossa cidade tem um ciclo cultural muito grande e parabenizo a Secretaria Municipal de Cultura por estar proporcionando esse momento aos nossos populares e ao mesmo tempo estar incentivando essas maravilhosas artes do Civaldo”, relatou Feitosa.

Para o secretário Fernando Veras, gestor da Secult, “o novo Centro de Abastecimento de Parauapebas (CAP), que fica localizado na estrada Faruk Salmen, tem um espaço formidável para receber as várias atrações artísticas e culturais através de projetos desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Cultura”.

Texto Luiz Bezerra – Foto Israel Lira , do Portal Pebinha de Açúcar

Parauapebas

Região de Carajás recebe Caravana Mostra Pará nesta quarta e quinta-feira

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Com uma população de mais de quatro mil habitantes, os assentamentos Palmares I e II, em Parauapebas, são os primeiros na região a receber a Caravana Mostra Pará, que chegou ao município depois de passar por outras quatro cidades do sudeste do Estado. A primeira sessão será realizada na Escola Municipal Crescendo na Prática, às 10h; e a segunda será às 16h na Escola Municipal Paulo Freire, nesta quarta-feira, 27. À noite as sessões serão realizadas no Centro de Desenvolvimento Cultural (CDC), às 19h.

Parauapebas é a quinta cidade a receber a Caravana Mostra Pará. A ação está sendo desenvolvida pelo Instituto de Artes do Pará, em parceria com a Secretaria de Cultura de Parauapebas, com o objetivo de levar as referências culturais do Pará ao maior público possível. A Caravana vai para além das praças públicas, se inserindo também nas escolas municipais. Para a diretora Clívia Regina, o diferencial da mostra é que não é apenas entretenimento. “É a nossa cultura, nossa relação de identidade, e isso é conteúdo pedagógico”, afirmou durante a visita realizada pela equipe de técnicos do Instituto de Artes do Pará, presentes na Caravana.

De acordo com o gerente do Núcleo de Produção Digital do IAP, Afonso Gallindo, a expectativa é que a mostra possa despertar nos alunos o interesse pela história cultural do Pará. “É importante esse despertar nas crianças, para valorizar a cultura, nossas referências e oralidade”, ressaltou o gerente.

Os assentamentos Palmares ficam a 17 km de Parauapebas. As duas escolas nasceram dentro do assentamento e seguem o modelo de organicidade coletiva. Em ambas serão apresentados os filmes integrantes da Mostra Parazinho, que possui títulos como os episódios do programa “Catalendas” e “O Rapto do Peixe Boi”, de Cássio Tavernard, dentre outros.

À noite desta quarta-feira e na quinta, 28, o CDC, localizado no centro de Parauapebas, recebe a Mostra Pará dentro da Semana Cultural do Município. Entre os filmes a serem exibidos estão “O Grande Balé de Damiana”, de Emanoel Loureiro (Santarém Novo); “Juliana Contra o Jambeiro do Diabo Pelo Coração de João Batista”, de Roger Elarrat (Belém); e “Ademar e a Onça”, da Associação Dalcídio Jurandir (Marajó).

O que é a Caravana Mostra Pará

Organizada pelo Núcleo de Produção Digital (NPD), do Instituto de Artes do Pará (IAP), a Caravana Mostra Pará iniciou seu percurso no dia 19 de agosto. A primeira cidade a recebê-la foi Tucuruí, seguida de Breu Branco, Goianésia do Pará e Marabá. Até agora foram mais de 756 km percorridos, com mais de 1.800 expectadores alcançadas, entre crianças, jovens e adultos. Após Parauapebas, outras sete cidades receberão a Caravana, que encerra sua expedição em 17 de setembro, na cidade de Dom Eliseu.

A seleção de filmes da Caravana Mostra Pará reúne produções do cinema paraense em seis grades de filmes. Com diferentes títulos, o acervo inclui animações, documentários, ficção, entre curtas e médias metragens. Ao todo mais de 50 títulos estão sendo exibidos dentro das Mostras Pará e Parazinho.

Serviço:
Caravana Mostra Pará em Parauapebas
Dias 27 e 28 de agosto de 2014
Dia 27 – 10h – Escola Municipal Crescendo na Prática – Assentamento Palmares II
Dia 27 – 15h – na Escola Municipal Paulo Freira – Assentamento Palmares I
Dias 27 e 28 – 19h – Centro de Desenvolvimento Cultural – CDC de Parauapebas
Entrada franca.

Por Danielle Franco – Instituto de Artes do Pará

Parauapebas

Prefeitura realiza Mostra de Arte Jovens Artistas

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A Prefeitura Municipal de Parauapebas, através da Coordenadoria de políticas para a juventude (CMJ) abre de 4 a 20 de agosto inscrições para a Mostra de Arte Jovens Artistas. O evento que busca dar visibilidade à produção de artistas emergentes pretende apresentar um panorama da arte produzida pela juventude de Parauapebas em diversas linguagens, bem como promover o intercâmbio cultural e artístico entre os jovens artistas, visando à democratização do acesso à cultura e à formação de público.

Poderão se inscrever artistas com idade entre 15 e 29 anos, residentes no município de Parauapebas, com trabalho nas seguintes linguagens/modalidades:

  • Artes cênicas: teatro, dança e circo de quaisquer gêneros ou estilos;
  • Artes plásticas/visuais: pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, objeto, arte digital, instalação, vídeo, performance;
  • Música: artistas e bandas quaisquer gêneros e estilos;

As inscrições poderão ser feitas na sede da CMJ, localizada na Rua 135, quadra 38, lotes 2 e 3, Bairro Beira Rio II. Mais informações poderão ser obtidas por meio do telefone (94) 3346-7679 e/ou pelo e-mail: contato.cmj@parauapebas.pa.gov.br. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. As inscrições poderão ser feitas pessoalmente na CMJ ou via e-mail, do dia 4 até as 11h59 do dia 20 de agosto de 2014.

Parauapebas

Aberta a 10ª Maspp – Mostra de Artes dos Servidores de Parauapebas.

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Maspp 1Hoje (30) pela manhã foi realizada a abertura da 10ª Mostra de Artes dos Servidores Públicos de Parauapebas (Maspp), que este ano traz o tema Parauapebas Recanto Cultural do Brasil. O evento se deu no Centro Administrativo e é destinado à quase dez mil servidores públicos.

Realizada pela Secretaria Municipal de Administração, por meio da Coordenadoria de Treinamento e Recursos Humanos (CTRH), a Maspp vai até o mês de outubro. Durante esse período outras atividades culturais, esportivas e oficinas serão disponibilizadas ao público interno.

Com a presença do prefeito Valmir Mariano, secretários de governo, servidores públicos e imprensa, o evento contou com um momento cívico, exposição de artes, danças folclóricas, apresentações do coral e da banda municipal. Discursando, o prefeito parabenizou a organização e falou da importância dos servidores públicos para o processo de desenvolvimento do governo e da cidade.  Maspp 2

A Maspp é um programa da Prefeitura de Parauapebas criado para, dentre outras ações, promover a valorização do servidor público. Com isso, o programa proporciona momentos de conhecimento, integração, descoberta e desenvolvimento de aptidões artísticas e culturais, através de participação em atividades (oficinas e competições) que acontecerão no período de 30/05 a 01/11/2014.