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Religião

Banco da Amazônia apresenta programação para o Círio 2018

A campanha Círio 2018 envolve uma série de ações que já são conhecidas pelos colaboradores do banco e pelo público paraense e de toda a Amazônia.
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Há mais de dois séculos, o Círio de Nazaré é uma das maiores manifestações culturais do Brasil. E, para homenagear esse evento que mobiliza milhões de pessoas, devotos, turistas e curiosos, o Banco da Amazônia promove as suas já tradicionais ações de marketing alusivas à festividade.

E, para celebrar esse momento marcante na história cultural de Belém do Pará, capital onde se encontra a sede da Instituição, o banco lança a campanha Círio 2018, cujo tema é “A fé movimenta sonhos”, aliando símbolos da manifestação ao trabalho desenvolvido pela principal empresa de fomento do Governo Federal na Amazônia, que trabalha para realizar os projetos dos empreendedores da região.

“Há quase três décadas o Banco da Amazônia realiza ações internas e externas em homenagem a essa grande celebração cultural amazônica. Este ano, o mote remete ao que representa o Círio para os paraenses com o que fazemos no dia a dia, no caso, incentivar o indivíduo e seus negócios, encorajando-os, também, a empreender, ato que também precisa de fé, que move e realiza sonhos”, explica Ruth Helena Lima, coordenadora de Comunicação do Banco da Amazônia.

A campanha Círio 2018 envolve uma série de ações que já são conhecidas pelos colaboradores do banco e pelo público paraense e de toda a Amazônia. Foram programadas várias ações, como: a realização de ação para arrecadação de donativos para a Casa de Plácido e Cruz Vermelha, exposição de artes visuais, peregrinações pelas agências da Região Metropolitana de Belém e Castanhal, missa com visita da Imagem Peregrina à sede da Instituição, jantar de adesão e homenagens à Virgem de Nazaré durante a Trasladação e a procissão do Domingo do Círio.

Arrecadação de Donativos

O Banco da Amazônia iniciou no dia 27 de agosto a Gincana Social, que mobiliza colaboradores, clientes, parceiros e público em geral para angariar donativos para serem doados à Casa de Plácido, espaço de acolhida de romeiros que vêm a Belém participar do Círio e está localizado ao lado da Basílica de Nazaré, e também à Cruz Vermelha, , que atua na ajuda voluntária nas procissões da festividade. Quem quiser contribuir para a gincana pode doar alimentos não perecíveis como leite em pó, café, leite líquido, biscoito, bolacha, macarrão e sardinha. Os donativos estão sendo arrecadados nas agências de Ananindeua (Rod. Br 316, km 8, nº 1113), Campina (Av. Presidente Vargas, nº 800), Pedreira (Av. Pedro Miranda, nº 979) e Reduto (Tv. Almirante Wandenkolk, nº 175), das 10 às 16 horas. A arrecadação será feita até o dia 5 de outubro e a entrega do material arrecadado será feita no dia 11 de outubro.

Exposição “Entre a Chuva e o Mormaço: Nasce a Fé”

No Espaço Cultural Banco da Amazônia ocorrerá a exposição “Entre a Chuva e o Mormaço: Nasce A Fé”, da artista Andrea Fiuza, com a curadoria de Ana Carla Negrão Benaion dos Santos. A abertura da mostra está marcada para o dia 4 de setembro, às 18h30, e o público pode visitá-la até o dia 1º de novembro, de 9 às 17 horas, na avenida Presidente Vargas, nº 800. Convidada pelo Banco da Amazônia, Andrea Fiuza estreia como expositora. A mostra também marca o lançamento de Ana Carla dos Santos como curadora.

Peregrinações

As peregrinações ocorrem nas unidades do banco localizadas na Região Metropolitana de Belém e em Castanhal, esta última onde tem início as homenagens, no dia 6 de setembro, a partir das 8h1h. Depois ocorrem nas agências da Cidade Nova, Icoaraci, Pedreira, Reduto e Super PA I e Armazém. No dia 17, segunda-feira, as peregrinações começam no prédio sede do banco, culminando com a realização, no dia 11 de outubro, de uma missa com a presença da Imagem Peregrina, no auditório Rio Amazonas, também a partir das 8h15.

Jantar do Círio

No dia 10 de outubro ocorrerá o Jantar do Círio, na Usina 265 (Rua Municipalidade, 265 – Reduto). O evento tem por objetivo envolver e mobilizar os parceiros e colaboradores do banco nas homenagens ao Círio de Nazaré. O momento serve para reforçar a aproximação de parceiros institucionais. Durante o jantar, haverá apresentação do Coral Vozes da Amazônia, formado por colaboradores e aposentados do Banco da Amazônia. Na ocasião, haverá a apresentação da campanha publicitária para o Círio 2018. Os convidados serão recepcionados pela Diretoria Executiva, tendo à frente o presidente Valdecir Tose, e gerentes executivos.

Trasladação

Na noite da Trasladação, 13 de outubro, os convidados serão recepcionados pelos gestores do Banco da Amazônia. No palco montado em frente ao edifício-sede da Instituição será aguardada a passagem da Berlinda. Momentos antes da Imagem de Nossa Senhora passar começarão as homenagens. Haverá apresentação do Coral Vozes da Amazônia, do Grupo AMA e, em seguida, do Padre Antônio Maria, que evangeliza por meio da música. Desde 2011, o sacerdote é uma das atrações principais da instituição durante o Círio. Na ocasião haverá, ainda, chuva de pétalas de rosas, que serão arremessadas sobre a Berlinda.

Domingo do Círio

No domingo do Círio, 14 de outubro, as homenagens prosseguem com a apresentação do Coral de Vozes da Amazônia, Grupo AMA e do Padre Antônio Maria até a aproximação da Berlinda. Durante a passagem desta pelo palco principal também haverá chuva de pétalas de rosas, encerrando as homenagens da Instituição.

Amazônia

Banco da Amazônia lança novo edital de pesquisa 2018

O edital oferece apoio financeiro de R$ 1 milhão para pesquisas científicas na Amazônia Legal
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O Banco da Amazônia torna público a partir desta segunda-feira, dia 30, o seu novo Edital Público de Pesquisa 2018 e disponibiliza R$ 1 milhão para estimular a expansão da pesquisa cientifica e tecnológica na região Amazônica. Traz como novidade neste ano o incentivo à pesquisa de instituições públicas e privadas na área de big data e análise de dados, bioprodução e bioeconomia, nanotecnologia e produtos inteligentes, dentro da linha temática Indústria Avançada. As outras linhas incentivadas são: Agricultura e agronegócio; Restauração de ecossistemas ou vinculadas ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono; e Desenvolvimento de cidades sustentáveis.

As propostas apresentadas devem estar voltadas à inovação, à busca pela superação da escassez de informações científicas e, também, atender aos interesses de negócios do Banco e do desenvolvimento regional. De acordo com o presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose, com esta iniciativa pretende-se ampliar o conhecimento sobre a Amazônia e sobre o uso sustentável da biodiversidade da região. “Também queremos contribuir para o desenvolvimento de novas alternativas tecnológicas e econômicas, que agreguem valor aos produtos regionais, e estimular a implementação de agroindústrias e agrupamentos produtivos em setores-chave do mercado”.

Essa é a segunda vez que o Banco lança edital de pesquisa. O último foi publicado em 2015 e contemplou 18 projetos dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Nesse ano, foram apresentadas 218 propostas, sendo 5% do estado do Acre, Amazonas (11%), Amapá (5%), Maranhão (3%), Mato Grosso (14%), Pará (38%), Rondônia (11%), Roraima (3%) e Tocantins (10%). O grupo de pesquisa que mais se destacou foi o de Recursos Naturais e Meio Ambiente com 32% do pleito, seguido do de Agricultura com 26%.

De 1999 até o ano de 2017, o Banco da Amazônia financiou 389 projetos de pesquisa, com recursos na ordem de R$ 28,6 milhões. O apoio do Banco para o desenvolvimento da ciência na região se intensificou a partir do final da década de 90 quando a Instituição passou a financiar projetos por meio dos recursos vindos de 1,5% das liberações feitas pelo então Fundo de Investimento da Amazônia (FINAM). Em 2004, o Banco começou a aportar recursos próprios na área, culminando com o lançamento, em 2015, do Edital de Seleção Pública de Pesquisa Científica e Tecnológica, que agora ganha sua segunda versão. No total, a Instituição contabiliza 389 projetos apoiados, envolvendo parcerias com mais de 40 instituições da Amazônia Legal.

Um destes projetos é de autoria do pesquisador doutor Rafael Salomão, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em Belém do Pará. Responsável por um dos 18 projetos contemplados no Edital de Pesquisa 2015 do Banco da Amazônia, o pesquisador foi selecionado com o projeto “Desenvolvimento e Disponibilização de Livre Acesso de Software para Restauração de Áreas Degradadas de Reserva Legal (ARL) e de Preservação Permanente (APP) na Amazônia”, concluído em novembro do ano passado.

Realizado em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) e a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), o projeto de Rafael Salomão permitiu a criação de um software que torna possível selecionar as espécies arbóreas mais adequadas para a restauração de áreas degradadas na região. “Na COP-21, Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, o Brasil se comprometeu a restaurar 12,5 milhões de hectares, sendo 4 milhões somente no bioma Amazônia, compromisso este reafirmado na COP-23. Com nosso trabalho é possível selecionar as espécies madeireiras e não-madeireiras mais adequadas a esse processo de restauração. E a contribuição do Banco da Amazônia foi muito oportuna para a realização deste projeto e o desenvolvimento do software”, enfatiza Rafael Salomão.

O apoio do Banco da Amazônia à pesquisa é feito através de seleção de projetos na forma de Edital, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira e já disponível no site institucional do Banco. A iniciativa pretende dar maior transparência e visibilidade do processo à sociedade. O edital pretende selecionar projetos para apoio financeiro, obedecendo ao seguinte cronograma: de 30 de abril a 31 de maio de 2018 ocorre o período de divulgação e inscrição das propostas, de 1º de junho a 5 de julho ocorrem as análises das propostas inscritas, e até 16 de julho haverá divulgação das propostas selecionadas. A recepção de proposta para o Edital 2018 será individual, compreendendo um único projeto de pesquisa apresentado por um pesquisador ou por um grupo de pesquisadores vinculados a instituições públicas ou privadas de ensino superior e/ou pesquisa. Confira os detalhes no site institucional do Banco é www.bancoamazonia.com.br.

Concurso

Banco da Amazônia realiza novo concurso público para preenchimento de 46 vagas

20 vagas serão para o cargo de técnico bancário, 25 para técnico científico na área de TI e uma vaga destinada à área de Medicina do Trabalho.
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Principal órgão de fomento do Governo Federal na região Norte do país, o Banco da Amazônia finaliza os detalhes para lançar já na próxima semana seu mais novo edital de concurso público. O certame é para preenchimento de 46 vagas, sendo 20 para o cargo de técnico bancário, 25 para técnico científico na área de Tecnologia da Informação (TI) e uma vaga destinada à área de Medicina do Trabalho. Em todos haverá cadastro reserva.

Com provas previstas para ocorrer no mês de abril, o concurso será organizado pela Fundação Cesgranrio, empresa também responsável pela realização do último concurso do banco, em 2015. Nesse certame foram 826 aprovados e 288 candidatos convocados, sendo 286 técnicos bancários e dois técnicos científicos.

“Além de remuneração e benefícios bem atrativos, nossa empresa possibilitará ao profissional que vier a trabalhar conosco um ambiente de qualidade, em uma Instituição com grande reputação no mercado, responsável por quase 70% da concessão de crédito de fomento na Amazônia”, ressalta Bruna Paraense, gerente de Gestão de Pessoas do Banco da Amazônia.

Atualmente, o banco oferece ao técnico bancário a remuneração de R$ 2.380,82, além do auxílio-alimentação no valor de R$ 1.317,83. Para os que preencherem as vagas na área de TI, a remuneração será de R$ 2.829,75, mesmo valor destinado ao profissional de Medicina. Ambos também receberão o auxílio-alimentação. A jornada de trabalho é de seis horas por dia, totalizando 30 horas semanais para os cargos de técnico bancário e técnico científico TI e de 20 horas semanais para o cargo de técnico científico Medicina do Trabalho. Os convocados para técnico bancário podem ser lotados em qualquer das localidades que o banco possua unidade, distribuídas principalmente na região Norte do país e nos Estados do Mato Grosso e Maranhão. Já os convocados para técnicos científicos Ti e Medicina do Trabalho serão lotados, exclusivamente, na região metropolitana de Belém, no Pará.

Bancos

Prazo para renegociação de dívidas rurais encerra em 60 dias

A renegociação pelo Banco da Amazônia dá descontos de até 85%, carência até 2020, juros de 0,5% a 3,5% e bônus de adimplência
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Produtores rurais inadimplentes da Região Amazônica possuem até 29 de dezembro de 2017 para renegociarem suas dívidas. Essa renegociação foi aberta pela Lei 13.340 desde setembro do ano passado a qual permite recalcular as dívidas ou liquidá-las com concessão de rebates que podem chegar a  85% de desconto.

Para o agricultor familiar Reinaldo Martins, residente em Benevides-PA, esta renegociação foi uma excelente oportunidade de alavancar sua atividade. “Paguei minhas dívidas e fiquei com crédito livre para pegar um novo financiamento para ampliar a minha venda”, comentou. Ele é cliente do Banco da Amazônia há doze anos e é fornecedor de frangos.

Atualmente, ele vende por mês uma quantidade de 70 mil frangos. Mas sua meta é aumentar sua venda para 150 mil unidades do seu produto. “Essa chance de renegociação para mim foi ótima, porque pude reinvestir meu dinheiro e tenho a possibilidade de dobrar minha produção”, salientou.

De acordo com o Gerente de Reestruturação de Operações, Manoel Piedade, a lei 13.340 é uma grande oportunidade para repactuar ou liquidar as dívidas em condições diferenciadas. “Existem mais de 217 mil beneficiários enquadrados na lei em toda a Região Amazônica, que totalizam operações de mais de R$ 4,7 bilhões”, informou.

“Só no Pará, são mais de 92 mil operações passíveis de renegociação ou liquidação. Até o momento, mais de 6 mil já foram renegociadas. Estamos pedindo que os produtores rurais, principalmente agricultores familiares, venham acessar o benefício, pois a lei permite o alongamento da dívida em 10 (dez) anos, incluindo carência até 2020, facilitando o pagamento dos financiamentos”, explicou.

Os bônus aplicados aos contratos, em caso de repactuação, variam de 5% a 85%, porém dependem dos valores contratados e obedecem a uma escala que vai de R$ 15 mil a R$ 500 mil.

Se o produtor optar pela repactuação, recebe carência até 2020, independentemente da data de formalização da renegociação.

Bancos

Governo auxiliará Banco da Amazônia a renegociar dívidas do FNO contraídas até dezembro de 2011

A lei 13.340 oferece aos produtores rurais a possibilidade de quitar o financiamento com um desconto de até 85% no valor total da operação ou renegociar o principal com juros baixos ou parcelar com três anos de carência e dez anos para pagamento do valor negociado.
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A Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em conjunto com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), está organizando uma força-tarefa para apoiar o Banco da Amazônia na recuperação de créditos e quitação de financiamentos contratados com recursos do Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Norte (FNO) até 31 de dezembro de 2011, aproveitando as vantagens oferecidas pela Lei 13.340, sancionada pelo governo federal. “A inadimplência dos produtores rurais hoje é um entrave para a contratação de novas operações de crédito e as condições oferecidas para a renegociação são excelentes”, afirmou o titular da Sedap, Giovanni Queiroz.

O Banco da Amazônia programou para a próxima segunda-feira (24) o Dia D, quando todas as agências estarão mobilizadas para atender os produtores interessados em renegociar ou quitar as dívidas. Os escritórios regionais da Sedap e da Emater vão ajudar na mobilização.

A lei 13.340 oferece aos produtores rurais a possibilidade de quitar o financiamento com um desconto de até 85% no valor total da operação ou renegociar o principal com juros baixos – entre 0,5% e 3,5% – e ainda três anos de carência e dez anos para pagamento do valor negociado.

A organização da força-tarefa foi discutida em reunião nesta quinta-feira (21), na sede da Sedap. Participaram do encontro, além do secretário Giovanni Queiroz, o presidente da Emater, Paulo Pedroso, o diretor comercial do Banco da Amazônia, Luiz Cláudio Sampaio, executivos da instituição e técnicos da Sedap e da Emater. “Nós precisamos divulgar maciçamente os benefícios da lei no estado. Só no Pará temos mapeadas 120 mil operações que se enquadram na renegociação, mas até agora pouco mais de 7% destas dívidas foram revistas e o prazo para a concessão de benefícios se encerra no dia 29 de dezembro. Precisamos aumentar urgentemente esse percentual de adesão”, explicou o diretor comercial do Banco da Amazônia.

As facilidades oferecidas pela legislação valem tanto para os produtores rurais que estão em dia com o pagamento quanto para os inadimplentes, e são estes últimos o maior foco de preocupação tanto da Sedap quanto do Banco da Amazônia, porque estão impedidos de realizar novas operações de crédito. E, se a inadimplência é muito alta em uma determinada cidade, todos os produtores do município ficam impedidos de contratar créditos por meio do FNO.

Comércio

Basa disponibiliza mais de R$ 90 milhões para investimentos na região de Carajás

A Instituição realizou visita à Parauapebas na última sexta-feira (26) para apresentar suas propostas de crédito ao empresariado local
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Grandes e pequenos empreendedores, na zona urbana ou rural, podem contar com linhas de créditos facilitadas pelo Banco da Amazônia (Basa), por meio do Fundo Constitucional do Desenvolvimento do Norte (FNO). A instituição financeira está realizando uma série de visitas aos municípios pólos da Região Norte para apresentar as propostas de crédito: é a ROTA do FNO.

Parauapebas foi o décimo primeiro município que recebeu a caravana da ROTA do FNO, o evento contou com a parceria da Prefeitura e ocorreu no auditório do Centro Administrativo, nesta sexta-feira (26). Entre outras destinações, o crédito pode ser disponibilizado para a aquisição de máquinas e equipamentos, custeio ou capital de giro, com uma margem de juros baixa – dependendo da opção, pode chegar à 0,53% ao ano.

De acordo com Luiz Sampaio, diretor comercial do Basa, são 90 milhões de reais de investimentos destinados às cidades de Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado dos Carajás. “Sei que muitos estão temerosos em investir, mas temos dados que apontam para um novo aquecimento na economia, tanto que vamos criar uma nova superintendência do Basa só para atender a região sul e sudeste do Pará”, adiantou o representante do banco.

O empresariado local compareceu em peso ao evento e saiu satisfeito, não só com as facilidades de crédito apresentadas pela instituição financeira, mas também com as notícias compartilhadas pelo prefeito de Parauapebas, Darci Lermen, sobre as ações locais para o desenvolvimento da economia.

“Tudo isso é muito bom, sou cliente do Basa há 17 anos e 98% da minha movimentação financeira é toda por lá. Fiquei também muito satisfeito em ouvir do prefeito os investimentos e ações para as áreas de turismo e formação superior. Precisamos reagir, nossa cidade tem potencial”, disse o pecuarista Magliano Baesse Carvalho, um dos clientes que assinou contrato de financiamento com a Basa, durante o evento.

As dificuldades enfrentadas pelos empresários do município também foram destacadas durante o evento. “Nossos colegas empresários estão pedindo socorro; pessoas competentes, que estão no mercado há anos, estão com suas empresas quebrando”, relatou Leonardo Pinheiro, que representou a Associação Comercial e Industrial em Parauapebas (ACIP), durante o evento.

Cenário com boas perspectivas

Darci Lermen apresentou uma série de possibilidades de desenvolvimento da economia local em seu discurso e elencou algumas ações que a gestão municipal tem realizado no sentido de diversificar a economia e de reaquecer o movimento no mercado local. “Temos que fazer um pacto por essa cidade, precisamos nos unir”, declarou o prefeito, deixando os empresários animados quando informou que, dentro de poucos dias, mais de R$ 30 milhões estarão nas mãos dos professores da rede pública, graças ao repasse de verbas da educação, conquistado depois de um processo judicial.

“Quase 100 mil metros cúbicos de madeira estão se estragando em Carajás. Com essa quantidade, é possível o pessoal do Pólo Moveleiro trabalhar por uns 10 anos, gerando emprego e renda, por isso estamos lutando para conseguir esse matéria-prima junto à Vale; temos um potencial turístico enorme: são 111 mil hectares de floresta, com cavernas, cachoeiras, temos aldeias indígenas, águas termais; o porto-seco também é outro foco de trabalho nosso, em junho faremos a primeira visita; vamos contar com o apoio do ministro Helder Barbalho para asfaltar até as Quatro Bocas, o que vai possibilitar a implantação de frigorífico; temos o projeto da Orla, os consultores contratados pelo BID já estão em nossa cidade, é uma obra de 400 milhões de reais; na agricultura familiar, estamos implantando 140 pastos rotacionados, para o pequeno produtor trabalhar com o leite, temos um laticínio subutilizado na Estação do Conhecimento, na Apa, precisamos investir lá; até o final do ano, Parauapebas contará com um curso de medicina, de uma faculdade particular, e estamos avançando para a implantação do Campus da UEPA, que foi iniciado na gestão anterior”, acrescentou Darci Lermen.

Seguindo a “Rota do FNO”

A Rota do FNO é uma ação promovida pela área comercial do Banco da Amazônia e que objetiva dinamizar a aplicação do FNO através da divulgação das linhas de crédito de forma próxima aos empreendedores de todos os portes e segmentos da cadeia produtiva.

Assim, foi traçado um percurso e cronograma de realização dos eventos que ocorrerão em 25 municípios pólos de toda a Região Norte, abrangendo os Estados do Pará, Amapá, Rondônia, Tocantins, Amazonas, Roraima e Acre. Na oportunidade, serão apresentadas as linhas de financiamentos disponíveis para fomentar os negócios do empreendedor individual, agricultor familiar, produtor rural, micro e pequena empresa, bem como a média e grande empresa, e com destaque para as contratações destinadas ao custeio agrícola e pecuário, capital de giro e aquisição de máquinas e equipamentos, utilizando a metodologia de crédito pré-aprovado.

Para atender toda demanda existente, o Banco da Amazônia dispõe de R$4,6 bilhões de recursos do FNO para o ano de 2017, e quem participar da Rota do FNO irá conhecer o diferencial do Banco da Amazônia que são suas linhas de crédito, tanto comercial e de fomento. Terá a oportunidade de conhecer também sobre às condições de acesso ao FNO, linhas de crédito com prazos, limites e encargos financeiros diferenciados. Além disso, conhecerá sobre os benefícios da Lei 13.340 que informa sobre soluções para liquidar ou renegociar suas dívidas, com descontos de até 85%.

Piçarra: Emater e Banco da Amazônia liberam crédito que contempla energia elétrica

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Picarra Eletrificacao Rural FlavioA Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) através do escritório local de Piçarra, em parceria com agente financeiro Banco da Amazônia – Agência Xambioá – Tocantins, no âmbito do Plano Safra 2015/2016, contratou em novembro de 2015 um projeto de financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na linha “Mais Alimentos”, no valor R$65.463,60 (sessenta e cinco mil e quatrocentos e sessenta e três reais e sessenta centavos), para agricultor familiar Francisco Silva do Projeto de Assentamento Oziel Pereira para compra de matrizes e construção de reservatório de água. Com um item especial o financiamento da eletrificação rural no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), que visa o desenvolvimento da pecuária leiteira:

A equipe da Emater e os/as agricultores/as comemoraram esta possibilidade de financiamento via PRONAF, considerando que o Programa Luz Para Todos ainda não atingiu cobertura de 100% e muitas famílias não tiveram acesso à energia elétrica. Para Flávio Vidal “do nosso conhecimento é primeiro projeto que contemplam a eletrificação rural.” Outros projetos semelhantes estão sendo estudados pela Emater, em vista de beneficiar maior número de agricultores/as familiares.

Agora em fevereiro de 2016 foi um carnaval de alegria para o senhor Francisco Silva e família com a chegada da energia elétrica na propriedade com impacto na qualidade de vida da família e melhoria na produção agrícola. “O terreno ali é bem seco. Tendo energia, o produtor pretende construir um poço semi-artesiano, que ajudará na criação de pequenos animais e produção de hortaliças.”, explica o técnico em agropecuária e gestor ambiental da Emater Flávio Vidal.

Marabá

EMATER em Marabá tem projetos de crédito rural aprovados

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Neste inicio de 2015, o escritório local da EMATER-PA em Marabá manteve o ritmo de elaboração e liberação de projetos no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), são 40 Pronaf Mais Alimentos e 01 Pronaf A aprovados pelo Banco da Amazônia – Agência Nova Marabá. O montante a ser investido na agricultura familiar neste mês de março é de R$2.127.000,00 (dois milhões e cento e vinte e sete mil reais).

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Técnicos, funcionários do banco e agricultores, com destaque à participação das mulheres.

No dia 18 de março foram liberados aproximadamente um milhão de reais com a contratação de 15 Pronaf. Os projetos foram elaborados pelos técnicos Richardson Mourão e Cássio Rafael, vistoriados pelo técnico André Luiz do Banco da Amazônia, monitorados pela gerente geral do Banco da Amazônia – Nova Marabá Sra. Leila Michele de O. Souza

Além destes projetos, o esloc Marabá já elaborou mais 18 Pronaf que estão em análise pelo banco, que somam um total de R$1.000,300,00 (um milhão e trezentos reais). Segundo o técnico Richardson Mourão, a perspectiva é que sejam investidos, até maio/2015, mais de três milhões de reais no município de Marabá através dos projetos elaborados pela EMATER e contratados pelo Banco da Amazônia.

Para socióloga Franceli de Sousa Silva (Coordenadora Local da EMATER em Marabá) é cumprimento do papel institucional da EMATER de prestar assistência técnica e extensão rural e garantir o crédito rural para que os/as agricultores/as desenvolvam o aspecto econômico e garanta a geração de renda. Observou a significativa participação das mulheres no ato de assinatura do contrato.