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Marabá

Interrupção de fornecimento de água em Marabá será no “conta-gotas”

Companhia de Saneamento revela em nota que “parada programada” será feita em três etapas e que a última ainda não tem data para acontecer
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A Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) divulgou nota no início da tarde desta terça-feira, 22, avisando que a interrupção no fornecimento de água que estava agendada para a última semana, vai ocorrer nesta quarta-feira, dia 23 de maio. Além disso, a mesma nota informa que a referida “parada programação” vai ocorrer em três dias diferentes e visa permitir que os técnicos façam interligação de três grandes adutoras do sistema.

Mas o que causou preocupação na mesma nota, é que estão previstas outras duas interrupções no fornecimento de água, sendo uma programada para o dia 28 de maio e a terceira sem previsão para realização.

Leia abaixo a nota da Cosanpa anunciando a falta de água que deve atingir moradores dos dois núcleos mais populosos da cidade, atingindo cerca de 100 mil pessoas:

“A Cosanpa informa que agendou para a próxima quarta-feira (23) a parada programada da Estação de Tratamento de Água, que atende os núcleos Cidade Nova e Nova Marabá no horário de 8 horas da noite até às 2 horas da madrugada. Nesse período de 6 horas sem água, os técnicos da companhia irão iniciar a primeira etapa da interligação de três adutoras, de 400mm, 500mm, 700mm.

A Cosanpa informa também que a segunda etapa da interligação das adutoras será realizada no próximo dia 28 de maio (uma segunda-feira) das 08 horas da noite às 08 da manhã de terça-feira, dia 29, quando o abastecimento de água será restabelecido.

O serviço de interligação dessas adutoras que vai melhorar o abastecimento nos dois principais núcleos habitacionais de Marabá, terá uma terceira etapa mas a  data ainda será definida”.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Quarenta mil pessoas vão ficar sem água da Cosanpa em Marabá

Interrupção vai durar mais de 40 horas e companhia informa que fará interligação de três adutoras já na próxima sexta
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Nesta sexta-feira, 18 de maio, a partir das 7 horas da manhã, a Cosanpa irá realizar o serviço de interligação de três adutoras na cidade de Marabá, deixando cerca de 40 mil pessoas sem água na cidade.  As adutoras têm 400mm, 500mm e 700mm e fazem parte do sistema de distribuição de água da Estação de Tratamento de Água da Nova Marabá e Cidade Nova, que são um só.

Por conta da realização da obra, a companhia irá suspender o fornecimento de água nos núcleos Nova Marabá e Cidade Nova a partir do início do serviço.

Em nota, a empresa diz que a previsão do término da obra é no sábado, 19, às 18 horas. Mas a Cosanpa informa que a distribuição de água só deve normalizar entre 6 a 8 horas após esse término, pois é necessário encher os reservatórios para começar a distribuir e a rede leva um tempo para ganhar pressão.

Na mesma nota, a Cosanpa garante que a partir dessa interligação, o abastecimento de água se dará de forma mais contínua e segura nos dois principais núcleos de Marabá.

Cosanpa

Cosanpa vai instalar novo trecho de rede para distribuição de água em Marabá

Um novo rompimento da adutora principal ocorreu na madrugada desta quinta-feira, 26.
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A Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) está colocando em ação um plano emergencial para a instalação de um novo trecho de rede para a distribuição de água da Estação de Tratamento da Nova Marabá. Um novo rompimento da adutora principal ocorreu na madrugada desta quinta-feira, 26. Os técnicos da companhia acreditam que o solo não suporta mais o peso da tubulação e está cedendo.

Para realizar o serviço de instalação do novo trecho de rede, será necessário enviar novos equipamento para Marabá, que já estão sendo providenciados pela Cosanpa em Belém.

A Companhia está trabalhando para que a instalação seja concluída o mais breve possível, já que a adutora vem sofrendo uma sequência de rompimentos, apesar dos esforços das equipes de reparo.

Por conta do novo rompimento desta quinta-feira, os núcleos Nova Marabá e Cidade Nova estão com o abastecimento de água suspenso.

Marabá

Menos de 24 horas depois de ter deixado o marabaense sem água por dois dias, adutora da Cosanpa volta a estourar

Apesar do investimento de R$ 300 milhões, rede de abastecimento e equipamentos continuam sucateados
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Por Eleutério Gomes – de Marabá

A exemplo dos movimentos sociais de luta pela terra, que fundaram o MST, o marabaense poderia e já tem motivos para fundar o OSAMA (Os Sem-Água de Marabá) tantos são os transtornos que mais de 100 mil pessoas, que vivem em 27 mil domicílios dos núcleos Nova Marabá e Cidades Nova, passam nas mãos da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), que detém um contrato de 37 anos com o município para abastecimento de água e rede de esgoto sanitário.

Só neste semestre, depois de amargar falta de água permanente, seguida de aproximadamente dois meses de racionamento, por conta da seca do Rio Tocantins, de onde sai a água que jorra – em tese – nas torneiras marabaenses, a situação se normalizou, depois que a Cosanpa estendeu o ponto de captação para o meio do rio.

Mas, a alegria durou pouco: na madrugada da última quinta-feira (19), a adutora que faz a distribuição para os dois grandes núcleos rompeu e foi recuperada já na manhã de sexta-feira (20). Porém, era necessário que a espera durasse mais 12 horas, tempo em que a capa de concreto colocada sobre o tubo secaria completamente.

Por volta das 20h de ontem a água voltou aos poucos às torneiras e, na manhã deste sábado (21), tudo já estava normalizado. Entretanto, outra malfada surpresa estava por vir: na tarde de hoje, no mesmo local, a adutora rompeu novamente e a capa de concreto – não muito concreta, por sinal – não resistiu.

O resultado é que um novo remendo está sendo feito e, em pleno fim de semana, o consumidor está na seca novamente. Nas redes sociais, circula a notícia de que estabelecimentos comerciais que lidam com comida fecharam as portas mais cedo, contabilizando prejuízos; e que alguns eventos familiares foram suspensos.

O Blog tentou contato com a Gerência Regional da Cosanpa, mas não obteve sucesso. Informação extraoficial dá conta de que operários da estatal estão novamente no local, trabalhando para recuperar a adutora, mas sem prazo para que o abastecimento seja regularizado.

Terceirização

Vale lembrar que, em 2014, o então prefeito João Salame, argumentando que o contrato da Cosanpa com o município havia se esgotado em 2008 e com base nas reclamações da população, chegou a abrir licitação para que empresas de outros Estados pudessem assumir o abastecimento de água na cidade e dotar a área urbana de esgoto sanitário.

A proposta, no entanto, provocou muitos protestos e foi rechaçada por sindicatos, associações, pelo Ministério Público Estadual e pela própria Cosanpa, cujos dirigentes da época argumentaram que estavam fazendo um investimento de R$ 300 milhões para aperfeiçoar o sistema, aumentar a oferta do líquido e implementar o esgoto, que hoje só cobre 4% da cidade.

De outra parte, se espalhou entre a população a contrapropaganda de que as faturas, caso a água fosse terceirizada, viriam com valores estratosféricos; que os mais pobres não teriam água em casa e outras tantas lendas sobre o assunto. O projeto acabou engavetado.

Marabá

Presidente da Cosanpa anuncia plano de emergência para pôr fim ao racionamento de água em Marabá em 15 dias

Cláudio Conde esteve na cidade acompanhado dos diretores de Expansão e Tecnologia e de Operações
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Por Eleutério Gomes – de Marabá

Durante coletiva na manhã desta sexta-feira (15), o presidente da Cosanpa (Companhia de Saneamento do Pará), Cláudio Conde, anunciou um plano emergencial para acabar com o racionamento de água em Marabá, devido ao nível muito baixo do Rio Tocantins. Ele anunciou a construção de uma plataforma no meio do rio, onde serão instaladas duas bombas de captação que levarão a água direto para a Estação de Tratamento. Para isso, será necessária a instalação de 1.120 metros de cabos elétricos, um transformador de energia, conexões de ferro fundido, a colocação de 133 metros de tubos, balsa, caminhão munk, escavadeira hidráulica e máquina de solda. O prazo para que as bombas estejam funcionando e o abastecimento volte ao normal é de 15 dias.

O diretor de Expansão e Tecnologia da Cosanpa, Fernando Martins, explicou o que está acontecendo e levando ao racionamento. Segundo ele, a captação é feita na margem do Tocantins, onde há um poço de 20 metros de profundidade, do qual três das quatro bombas – uma é reserva – sugam 4 mil metros cúbicos de água por hora, mas, com a descida do nível, as águas já estão a apenas 35 centímetros da grade que protege a boca do poço. “Se chegar na borda, vai ficar no mesmo nível do poço”, alerta ele, justificando o racionamento e a execução de um plano emergencial.

Conde, que esteve acompanhado também do diretor de Operações, Antônio Crisóstomo, explicou que o nível do Rio Tocantins vem baixando demais de 2015 para cá, um período hidrológico desfavorável registrado somente há mais de 40 anos, no início dos anos 1970.

Disse que tem conversado com a direção da ANA (Agência Nacional de Águas) a respeito das seis hidrelétricas de grande porte hoje instaladas ao longo do Rio Tocantins, reduzindo a vazante útil do curso d’água para 18% neste período de seca, solicitando que essas usinas, pelo menos nessa época, não represem as águas.

“Existe uma perspectiva ainda mais negativa. Na hidrologia trabalhamos com três cenários: pessimista, central e otimista. No pessimista, o sistema atual para e fica só o emergencial. Essa é a pior condição”, alertou Conde, explicando que dia a dia o rio está baixando e ainda vai ter de 30 a 60 dias de depressionamento.

Questionado sobre o motivo de a Cosanpa, sabendo do comportamento do Rio Tocantins nos últimos três anos, não ter preparado com antecipação um plano de emergência, Cláudio Conde disse que, num histórico de 20 anos, nunca teve problema, mas em 2017 o rio demonstrou que a afluência pode piorar. “Demonstrou que temos de adotar nova premissa de planejamento. Pegar outra captação para garantir o abastecimento. Demonstrou que deve haver uma mudança de parâmetro de planejamento”, admitiu.

Indagado sobre que se os milhares de consumidores que ficaram sem uma gota de água nas torneiras por aproximadamente 10 dias, terão algum tipo de indenização ou de compensação, Conde disse que a Cosanpa também teve perdas, mas que o único pensamento agora é acabar com o racionamento e concluiu dizendo que não há legislação que determine qualquer tipo de compensação nesse caso.

Racionamento

Cosanpa estabelece plano de ação para acabar com racionamento em Marabá

O racionamento de água em Marabá começou no último dia 30 de agosto e afeta os núcleos Nova Marabá e Cidade Nova.
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A Companhia de Saneamento do Pará, Cosanpa, anunciou na tarde desta quarta-feira, 6, um plano de ações de engenharia que pretende pôr fim ao racionamento de água em Marabá  dentro de 15 dias. Entre as ações que já estão sendo viabilizadas pela Cosanpa está a montagem de um sistema flutuante de captação de água no rio Tocantins.

Todo o trabalho de montagem do novo sistema de captação de água será feito por uma empresa especializada contratada pela Cosanpa e por equipes da própria companhia que estão se deslocando para o município.

O esquema de emergência será apresentado pelo presidente da Cosanpa, Claudio Conde, na próxima quinta-feira, 14, quando estará em Marabá acompanhando os trabalhos. O presidente pretende dar uma entrevista coletiva aos meios de comunicação do município, sendo que o local e hora serão posteriormente divulgados pela assessoria de comunicação da Cosanpa.

O racionamento de água em Marabá começou no último dia 30 de agosto e afeta os núcleos Nova Marabá e Cidade Nova. A Equipe local já identificou os pontos sensíveis ao esquema e está contando com o apoio da prefeitura Municipal de Marabá na cessão de carros-pipa para a distribuição de água nas folhas 17, 30 e 34 da Nova Marabá.

Segundo informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios da Bacia do Tocantins está com apenas 20% de volume útil, com uma Energia Natural Afluente (ENA) de apena 42 % da média histórica do período.

Seca

Em Marabá, nível do Rio Tocantins baixa assustadoramente e Cosanpa inicia esquema de racionamento no abastecimento de água

Durante o dia o Núcleo Nova Marabá terá água durante 12 horas seguidas; à noite é suspenso e só haverá água nas torneiras do Núcleo Cidade Nova
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A Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) informa que haverá racionamento de água nos núcleos Nova Marabá e Cidade Nova, no município de Marabá, sudeste do estado. A Companhia esclarece que a medida é necessária devido ao baixo nível do Rio Tocantins, de onde é feita a captação de água bruta para a Estação de Tratamento de Água da Nova Marabá, que distribui para os dois núcleos. Manhã desta quarta-feira, 30, conforme Boletim Informativo de Vazões da Eletronorte, o rio amanheceu hoje com apenas 2,66 metros acima do nível normal. O racionamento  começa no início da noite desta quarta-feira, 30, quando a distribuição de água para o núcleo Nova Marabá será fechada e apenas a Cidade Nova terá o abastecimento disponível durante toda a noite, até o início da manhã de quinta-feira, 31, quando será feito o movimento inverso para que Nova Marabá comece a receber água, e assim seguirá por 12 horas para cada núcleo.

A Cosanpa ainda não sabe precisar por quanto tempo será necessário manter essa medida.

Segundo Ângela Raiol, coordenadora Técnica da Cosanpa em Marabá, “é indispensável que o núcleo Nova Marabá tenha água durante o dia, pois é onde ficam dois grande hospitais da cidade”. O presidente em exercício da Cosanpa, Antônio Crisóstomo, pede a compreensão da população de Marabá e esclarece que é a primeira vez que a companhia necessita adotar uma medida extrema desse tipo no município. “O índice pluviométrico foi muito baixo esse ano e nós perdemos 40% da vazão na ETA Marabá, por isso será necessário desligar uma das bombas para não danificar o sistema e isso implicará nesse racionamento de água”.

Segundo José Raimundo Souza, coordenador do 2º Distrito de Meteorologia no Pará, a estiagem já estava prevista para esta época, mas houve um fator surpresa. “Este ano houve uma antecipação desse fenômeno natural e o nível do rio Tocantins baixou 30 dias antes do período esperado”. Ainda segundo José Raimundo, a previsão é que o nível do rio Tocantins só comece a normalizar no mês de outubro, quando a estiagem deve ser amenizada com a volta das chuvas na região. (Por Andrea Cunha/ Agência Pará)

Informação

Cosanpa inicia mutirão de corte em Marabá

A ação vai começar pela Folha 28 da Nova Marabá e faz parte da Campanha Conta em Dia
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A Cosanpa inicia amanhã, quarta,12, um mutirão de corte aos clientes inadimplentes do município de Marabá.

A ação vai começar pela Folha 28 da Nova Marabá e faz parte da Campanha Conta em Dia, que se propõe a negociar e renegociar contas em atraso com descontos de 100% dos juros e até 90% do valor principal.

Para negociar débitos e evitar o corte vá até às lojas de atendimento da Cosanpa em Marabá:

– Nova Marabá- Folha 30, Quadra Especial Lote especial- Nova Marabá

– Estação Cidadania- Folha 32, Quadra 09, Lote 02 -Nova Marabá- Shopping Pátio Marabá