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Produtor rural é assassinado com 6 tiros

Crime ocorreu em estrada que liga os municípios de Jacundá, Breu Branco e Goianésia. Corpo foi enterrado nesta segunda-feira.
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Jeovane Oliveira Santos, 52 anos, conhecido na cidade de Jacundá como Carlito, foi executado no início da tarde de domingo, 16, na rodovia estadual PA-151, a Estrada da Moran, que liga os municípios de Jacundá, Breu Branco e Goianésia do Pará. A morte do pequeno pecuarista causou comoção entre familiares e amigos.

O homicídio está cercado de mistério. O corpo da vítima foi encontrado na pista de chão, a cerca de 15 quilômetros da cidade jacundaense. A moto, uma Bros, conduzida por Carlito, estava distante aproximadamente 20 metros do corpo, que apresentava diversos ferimentos causados por arma de fogo. Os documentos pessoais foram deixados sobre o cadáver.

Segundo familiares, Carlito havia saído de sua propriedade rural que fica na região do Janari, município de Goianésia do Pará, cerca de 50 minutos antes de ser morto. No local, a equipe de policiais não encontrou nenhuma pista que identificasse o executor do homicídio.

O velório aconteceu na residência da família, no Bairro Boa Esperança, de onde o corpo seguiu para o cemitério local no final da tarde desta segunda-feira. “Meu pai, te amarei eternamente. Senhor Jesus tende misericórdia de nós, que dor meu Deus”, publicou a filha da vítima, Soany Barros Santos, numa rede social.

Antonio Barroso
Pará

Homem executado com quatro tiros dentro de casa em Floresta do Araguaia

Ele morava na cidade havia cerca de um mês, antes morava em Rio Maria. Os matadores de Antoniel invadiram a casa dele perguntando se ela era Tiago
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A Polícia Civil em Floresta do Araguaia está investigando um homicídio ocorrido na noite de terça-feira (4), tendo como vítima Antoniel Gomes de Jesus. Segundo o registro policial, dois homens não identificados chegaram em uma moto Honda, preta, a uma casa no Setor Aeroporto, por volta das 20h30. O passageiro da garupa desceu e, segundo testemunhas, bateu na porta e foi atendido pela mulher de Antoniel, cujo nome foi mantido em sigilo, e perguntou por um homem chamado Tiago, tendo ela respondido ali não havia ninguém com esse nome.

De acordo com a polícia, o criminoso perguntou se havia mais alguém na casa e foi entrando sem autorização, chegou à cozinha e encontrou Antoniel, perguntando se ele se chamava Tiago. O homem respondeu negativamente, mas, mesmo assim, o estranho mandou que ele deitasse no chão e o matou com quatro tiros. Após o assassinato, os criminosos fugiram tomando rumo ignorado.

Segundo o delegado Ricard Ribeiro, que está à frente do caso, disse que Antoniel estava morando em Floresta do Araguaia havia cerca de 30 dias e antes morava em Rio Maria. A polícia iniciou investigação para tentar determinar a causa da execução e localizar os assassinos.

Canaã dos Carajás

Dois Josés de Ribamar morrem executados e motociclista tem o pé decepado

José Ribamar dos Santos e José de Ribamar Alves morreram com vários tiros pelo corpo em uma estrada na Zona Rural. Saniel Monteiro colidiu com um automóvel e foi parar no hospital
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No sábado (7), por volta de meio-dia, dois homens foram encontrados mortos em uma estrada da VP-20, Zona Rural de Canaã dos Carajás. Jogados às margens da estrada, estavam os corpos de José Ribamar de Sousa dos Santos, 25 anos, e José de Ribamar da Silva Alves, 37. Os moradores das proximidades, que encontraram os cadáveres, imediatamente, comunicaram a Polícia Militar. A Polícia Civil também esteve no local, fazendo os primeiros levantamentos do crime. Em ambos, nascidos no Maranhão, havia diversas perfurações feitas a bala.

Mais cedo, naquele mesmo dia, uma guarnição da Polícia Militar esteve no local, também chamada pelos moradores, que denunciaram a presença de dois homens suspeitos que pareciam estar em a procura de alguém naquelas redondezas. Logo em seguida, os dois, Josés de Ribamar foram encontrados mortos.

A polícia ainda não tem pistas sobre o que pode ter motivado o crime e ainda não se sabe se as vítimas tinham passagem pela polícia.

Acidente

Na tarde de domingo (8), o motociclista Saniel Ferreira Monteiro se envolveu em um acidente de trânsito em um cruzamento no Bairro Novo Brasil. Ele, que é natural de São Pedro da Água Branca (MA), conduzia uma motocicleta Pop 100 quando colidiu com o carro do tipo Sedan. Foi lançado ao chão, mas teve o pé esquerdo, decepado. O membro ficou preso entre o moto e o carro. O motociclista foi levado ao hospital.

Parauapebas

Jovem acusado de tráfico e roubo executado no Palmares Sul

Moisés de Lima, após levar o primeiro tiro, ainda correu por 400 metros, mas foi perseguido pelos pistoleiros e baleado mais três vezes
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Envolvido com os crimes de tráfico de drogas e roubo, segundo a Polícia Civil, o jovem Moisés Ribeiro de Lima, 23 anos, foi executado com quatro tiros por volta das 15 horas de ontem, domingo (8), no Assentamento Palmares Sul, onde morava com a mãe Gelzamares Ribeiro de Lima, com o pai Raimundo Ribeiro de Lima e com a esposa, identificada pelo prenome de Késia.

Ele estava na sala de casa, com a família, jogando videogame, quando dois homens chegaram em uma motocicleta Honda Bros, preta, de placa não identificada, e dispararam o primeiro tido contra Moisés pela janela da casa. O rapaz ainda correu cerca de 400 metros e tentou se abrigar em outra casa da vizinhança.

Os pistoleiros, porém, o perseguiram, encurralaram e dispararam mais três vezes contra ele, duas no peito e uma na cabeça, acabando com a vida de Moisés, que morreu instantaneamente, enquanto os matadores fugiram para rumo ignorado.

O investigador de Polícia Civil Odorico Almeida, que esteve no local fazendo o levantamento do crime, disse à Reportagem do Blog que Késia, também envolvida com tráfico e receptação, contou que Moisés de Lima toda semana pegava uma peça de crack, de um fornecedor, no valor de R$ 100,00 para fracionar e revender.

A partir dessa informação, Almeida acredita que Moisés estaria devendo ao fornecedor e que pode ter sido executado por acerto de contas. O policial afirma, ainda, que Késia sabe quem é a pessoas que fornecia a droga ao marido, mas se recusa a informar para a polícia.

“Ela nega o tempo todo. Dissemos a ela que precisávamos saber, pois isso seria o fio da meada para chegarmos ao culpado, mas ela nega saber a identificação do fornecedor”, afirma o policial.

Marabá

Corpo do DJ Felipe será sepultado em Mosqueiro

Ele foi executado a tiros de pistola na madrugada desta terça-feira, quando se dirigia para a inauguração de sua casa noturna
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O corpo do DJ Felipe, cujo nome completo era Carlos Felipe Ferreira da Silva, executado na madrugada desta terça-feira (5), conforme noticiou o Blog pela manhã, segue na tarde de hoje para o Distrito de Mosqueiro, Região Metropolitana de Belém, onde será sepultado. Ele se deslocava, de carro, para a casa noturna Dubai, na Folha 5, de sua propriedade, para tocar na inauguração, quando foi abordado por dois homens em uma motocicleta, na Folha 11. Felipe ainda tentou fugir da morte, acelerando o veículo que dirigia, mas, perdeu o controle e bateu no carro, do qual saiu correndo para se esconder em uma madeireira, mas foi atingido e caiu embaixo de um caminhão tendo morte instantânea.

Pelo menos 10 disparos de pistola calibre 380 teriam atingido o DJ, que era casado, pai de três filhos, empresário da noite e também ex-tenente temporário do Exército.

O radialista Leverson Oliveira, com quem Felipe trabalhou durante 10 anos, afirma que nunca soube do envolvimento do DJ em algum negócio desonesto nem de algum envolvimento extraconjugal.

“Ele era um cara muito trabalhador, casado, bastante animado e sempre estava com o astral para cima. Trabalhávamos juntos havia 10 anos e eu nunca soube que ele tivesse inimigos ou alguma desavença”, testemunha o radialista.

A Polícia Civil segue investigando o caso, mas sem ter ainda ponto de partida, já que Carlos Felipe, além de não ter antecedentes criminais, segundo todos os que o conheciam, não tinha uma vida irregular que envolvesse algum tipo de ilícito.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Marabá

Conhecido DJ executado em Marabá na madrugada desta terça-feira

DJ Felipe ainda tentou fugir de seus algozes, mas foi alcançado e teria sido atingido por mais de 10 tiros
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Os profissionais da noite marabaense amanheceram hoje, terça-feira (5), enlutados e assustados com a morte do DJ Carlos Felipe Ferreira da Silva, ou “DJ Felipe”, como era mais conhecido. Ele foi executado por volta das 2 horas da madrugada, nas proximidades da Folha 10, Núcleo Nova Marabá, após ter sido perseguido por dois homens em uma moto. Felipe, que ainda tentou fugir dos pistoleiros, teria levado mais de 10 tiros, segundo as primeiras informações.

DJ Felipe, além de animador de festas e outros eventos, era empresário da noite e se dirigia a um dos dois empreendimentos do qual era sócio arrendatário, o Clube Dubai, antigo Cupu Night. Ele também era ex-tenente temporário do Exército e gozava de muito carinho a prestígio entre os colegas de profissão e demais artistas da noite marabaense.

O radialista Leverson Oliveira está abalado com a morte de Felipe, com quem trabalhava por 10 anos, e que o acompanhava ultimamente na Rádio Carajás FM. “Ainda ontem à tarde estivemos junto no programa”, conta Leverson. Ele afirma que nunca soube do envolvimento do DJ em algum negócio desonesto nem de algum envolvimento extraconjugal.

“Ele era um cara muito trabalhador, casado, bastante animado e sempre estava com o astral para cima. Trabalhávamos juntos havia 10 anos e eu nunca soube que ele tivesse inimigos ou alguma desavença”, testemunha o radialista.

As primeiras informações desta manhã dão conta de que a Polícia Civil já teria uma linha de investigação. Ao longo do dia o Blog publicará novas informações sobre o caso.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Parauapebas

Rapaz executado com tiros na cabeça no Bairro Nova Carajás

A Policia Civil vai ouvir testemunhas e examinar imagens de câmeras de monitoramento para tentar chegar ao matador
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Foi executado a tiros, por volta das 14 horas desta sexta-feira (27), na casa em que morava, na Rua 37, Bairro Nova Carajás, Dennis Roberto Moraes da Silva, 21 anos, natural de Belém. Segundo os primeiros levantamentos feitos pela Polícia Civil no local do crime, três tiros atingiram a cabeça do rapaz, mas, só após a necropsia feita pelo Instituto Médico Legal será possível dizer se ele foi baleado em outras partes do corpo, qual o calibre dos projéteis e de que tipo de arma eles foram disparados.

 De acordo com o delegado José Euclides Aquino, de plantão na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, num primeiro levantamento não foi constatado que Dennis tivesse passagem pela polícia ou respondesse a algum procedimento judicial.

Ele antecipou que, no imóvel em que ocorreu o crime, havia mais uma pessoa com a vítima e que um pedreiro que trabalhava no local teria testemunhado o assassinato e será intimado a depor para contar o que viu, assim como outras testemunhas serão arroladas.

Na casa em que Dennis morava e onde foi eliminado a polícia encontrou também uma sacola com fios elétricos e uma chave micha, empregada para abrir com facilidade cadeados, fechaduras, portas de veículos etc.

O delegado informou ainda que nas proximidades da casa há câmeras de monitoramento e que as imagens serão examinadas no decorrer das investigações.

Reportagem: Ronaldo Modesto
Parauapebas

Homem morre vítima de emboscada da Vila Cedere I

O matador de Fábio Fagundes se valeu da escuridão e ficou de tocaia atrás de uma árvore na entrada do lote da vítima
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Mistério total cerca a morte de Fábio Borges Fagundes, 36 anos, morador da Vila Cedere I, zona rural de Parauapebas. Ele foi executado com disparo de arma tipo “por fora”, por volta das 23h de ontem, domingo (25), quando chegava em casa, de uma festividade em local próximo, com a companheira, Maria Adalgiza dos Santos Filho. Vários caroços de chumbo ficaram cravados no rosto de Fábio, mas, os que causaram sua morte foram dois que atingiram profundamente a região do pescoço.

Segundo Adalgiza, quando chegaram ao lote em que moravam, ela desceu da moto para abrir o colchete – porteira – e, ao se voltar para o marido, só ouviu o estampido. Como o local é escuro, ela não viu quem atirou em Fábio e deduz que o assassino estava de tocaia atrás de uma árvore próxima da entrada.

Ao perceber que Fábio foi atingido, ela gritou por socorro e saiu correndo até o lote da filha, ali próximo. Nesse momento, ouviu o atirador correndo para o lado contrário, em fuga, mas não viu o rosto dele.

Adalgiza contou ao investigador Ricardo Moraes, da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, que o casal saiu de casa logo pela manhã para uma vila próxima à Cedere I, onde moram há cerca de quatro anos.

Ela lembra que não estava com vontade de sair casa, mas, Fábio a convenceu, dizendo que eles poderiam distrair-se, tomar umas cervejas e assistir a apresentação de um cantor do qual ele era fã e que se apresentaria na festa.

A mulher conta que concordou e diz que, de fato, se divertiram muito. Pela parte da tarde assistiram um torneio de futebol e à noite dançaram, comeram e beberam na festa. “Que eu saiba, ele não tinha inimigos nem desavenças com alguém. Eu não conhecia muito bem o passado nem os parentes dele, apenas sabia que ele tem uma irmã em Parauapebas, mas nunca falava nela”, disse.

Sem descrição ou qualquer pista que possam levar ao assassino, Ricardo Moraes informa que vai começar a investigação a partir de conversas com pessoas da comunidade, a respeito da presença de pessoa ou pessoas estranhas à vila nos últimos dias, em atitude suspeita.

Reportagem: Ronaldo Modesto