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Jacundá

Saúde de Jacundá não cumpre meta vacinal contra a gripe

Apenas nove municípios da região cumpriram a meta do Ministério da Saúde de vacinação, que é de 90% dos grupos prioritários
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Apesar da vacina contra a gripe ainda estar sendo ofertada nas unidades de saúde de Jacundá, mais de mil pessoas dos grupos prioritários deixaram de se proteger contra a doença este ano. A cobertura vacinal, após o fim, chegou a 85,21%. O índice, no entanto, ainda está abaixo da meta recomendada pelo Ministério da Saúde, que é de 90%. Gestantes, crianças e indígenas continuam sendo os que menos procuram as salas de vacinação, com cobertura de 82,38%, 71,39% e 58,18, respectivamente.

“Fizemos uma varredura em todo o município, envolvendo os profissionais das unidades de saúde, agentes comunitários de saúde, rede escolar e entidades para vacinar todos os grupos prioritários, porém não atingimos a meta estabelecida pelo MS”, explica o coordenador de Imunização, enfermeiro Ailton Lima.

A explicação para não cumprir a meta pode estar na área geográfica do município, onde centenas de moradores residem nas regiões do Lago (Porto Novo), Pintinga (Rondon do Pará) e Moran Madeira (Breu Branco). “E as gestantes têm seus filhos na rede hospitalar da cidade e o sistema computa como nascidos aqui, mas essas crianças são vacinadas onde residem”, explica o coordenador.

Os municípios da região sudeste do Pará que cumpriram a meta vacinal são Marabá, Parauapebas, Curionópolis, Eldorado do Carajás, Novo Repartimento, Goianésia, Abel Figueiredo, Breu Branco, São João do Araguaia e São Domingos.

CASOS DE GRIPE NO BRASIL

O último boletim do Ministério da Saúde aponta que, até 06 de julho, foram registrados 4.226 casos de influenza em todo o país, com 745 óbitos. Do total, 2.538 casos e 495 óbitos foram por H1N1. Em relação ao vírus H3N2, foram registrados 889 casos e 127 óbitos. Além disso, foram 317 registros de influenza B, com 44 óbitos e os outros 482 de influenza A não subtipado, com 79 óbitos.

Antonio Barroso – de Jacundá
Foto: Carajás Tudo de Bom
Curionópolis

Gripe: Dia D de vacinação será realizado sábado (19) em Curionópolis

A meta é vacinar, durante a campanha, 90% das pessoas que estão nos grupos de risco do município
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Neste sábado (19) será realizado o Dia D de Vacinação contra a Gripe em Curionópolis. A ação, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), faz parte da Campanha Nacional contra a Influenza, coordenada pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a Semsa, a vacinação estará disponível em seis postos de vacinação e contará com a participação de cerca de 60 profissionais. A meta é vacinar, durante a campanha, 90% das pessoas que estão nos grupos de risco do município, até o dia 1º de junho.

A campanha tem como público-alvo pessoas acima dos 60 anos de idade, pessoas portadoras de doenças crônicas, gestantes ou mulheres com até 45 dias após o parto, crianças de seis meses a menores de cinco anos, profissionais da área da saúde, professores e indígenas.

Os que estão incluídos no perfil do público-alvo devem procurar uma unidade de atendimento mais próxima da sua residência e levar a caderneta de vacinação. Em Curionópolis, a imunização no dia D será realizada das 8 às 17 horas nos seguintes postos de vacinação: Jardim Panorama, Bairro da Paz, Planalto, Rio Grande do Sul, PSF 31 e Miguel Chamon.

O dia D da campanha de vacinação contra gripe em Serra Pelada se realizará no sábado seguinte, dia 26 de maio, na santa Casa de Misericórdia.

Pará

Sábado é o Dia D da campanha de vacinação contra a gripe no Pará

Devem se vacinar os grupos mais vulneráveis às gripes, como as grávidas em qualquer período gestacional, crianças com idade entre seis meses e menores de cinco anos e pessoas com mais de 60 anos, entre outros.
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As 144 Secretarias Municipais de Saúde sediadas no Pará farão, neste sábado, 12, o Dia D da 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra o Influenza, estratégia do Ministério da Saúde (MS) em curso desde o dia 23 de abril para prevenir o avanço da gripe pelo país. É quando as vacinas ficarão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde e em postos volantes, mediante ações organizadas pelas prefeituras.

A campanha segue até o dia 1º de junho, mas é importante se imunizar logo, visto que o Pará atingiu somente 12% da meta preconizada em 90%. Devem se vacinar os grupos mais vulneráveis às gripes, como as grávidas em qualquer período gestacional, crianças com idade entre seis meses e menores de cinco anos, trabalhadores de saúde das áreas pública e privada, professores das redes pública e privada, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas aldeados, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas e detentos, além de funcionários do sistema penitenciário.

Também deverão ser vacinadas as mulheres que tiveram bebês até 45 dias, as denominadas puérperas, e os que possuem doenças crônicas comprovadas por laudo médico, como as respiratórias, cardíacas, com baixa imunidade, entre outras. Juntos, os 144 municípios deverão cumprir a meta mínima de vacinar 90% desse público alvo, o que corresponde em todo o Estado 1,6 milhão de pessoas. No ano passado, 88% da meta foi atingida e as pessoas com mais de 60 anos foram as que mais se esforçaram em se vacinar, perfazendo quase 80%.

Desde o início da campanha, o Pará já conseguiu cumprir 13% da meta de vacinação, enquanto a capital, Belém, chegou a 15%. Entre os municípios estratégicos do Pará, a meta está nos seguintes índices: Altamira (15%), Marabá (15%), Redenção (3%), Santarém (7%), Breves (16%), Bragança (15%), Paragominas (25%), Santa Isabel do Pará (5%), Soure (25%), Barcarena (18%) e Castanhal (16%).

Os dados são atualizados constantemente pelas Secretarias Municipais de Saúde, que alimentam o “vacinômetro” do Ministério da Saúde, acessível para a população por meio do link: http://sipni.datasus.gov.br/si-pni-web/faces/relatorio/consolidado/vacinometroInfluenza.jsf

Segundo informe técnico da Divisão de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), o Programa Nacional de Imunização (PNI) do MS enviou ao Estado 1.880.150 doses da vacina, que já foram distribuídas pela Sespa aos 13 Centros Regionais de Saúde, os quais repassaram as doses aos municípios – que são, na prática, executores da ação.

Como ocorre em toda campanha, os municípios são responsáveis pela aplicação das vacinas, ou seja, cada Secretaria Municipal de Saúde tem livre arbítrio para executar a estratégia de vacinação para o público indicado a receber a dose. De um modo geral, a vacina está disponível em qualquer Unidade Básica de Saúde, nas salas das Estratégias de Saúde da Família e em outros locais definidos pelas gestões municipais.

Conforme explica a coordenadora estadual do Programa de Imunizações da Sespa, Jaíra Ataíde, a vacina em questão é importante porque evita algumas complicações causadas pelo vírus influenza, como pneumonia e doenças cardíacas. Assim, ao tomar a vacina, a pessoa não se protege apenas contra a gripe, mas evita quadros mais graves relacionados com hospitalização e morte.

Ela esclarece, ainda, que a vacina só é contra-indicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores ou que tenham alergia grave a ovo de galinha e seus derivados. Outra recomendação importante do Ministério da Saúde: as pessoas que tomaram vacina no ano passado devem repetir o esquema esse ano, pois a ação da vacina contra a gripe leva duas semanas para funcionar e dura cerca de nove meses. A reaplicação é necessária porque a vacina oferecida em 2018 é diferente e resguarda o organismo contra outras mutações do vírus.

No dia D da campanha de vacinação, que será neste sábado, 12, a exemplo do que ocorrerá no restante do País, as secretarias municipais de Saúde disponibilizarão as doses nas Unidades Básicas e em outros locais abertos, especialmente para a ocasião – os postos volantes -, como centros comunitários, salões paroquiais, estandes em shoppings e supermercados e ainda coretos de praças e até em embarcações.

Só em Belém, segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), serão 391 postos realizando a imunização, das 8h às 17 horas, em toda a capital. No Pará como um todo, são 3.832 postos de vacinação fixos, além de 1.186 volantes terrestres e 320 volantes fluviais, com 21.350 pessoas envolvidas, incluindo 5.338 equipes de vacinação. Durante o período de duração, a campanha envolve 970 carros, 62 barcos, 16 voadeiras e 75 motocicletas.

Por Mozart Lira – APN

Saúde

Profissionais são capacitados para campanha de vacinação em Curionópolis

A secretária de saúde, Kelma Oliveira, destacou que a capacitação permanente dos profissionais de saúde é uma premissa da atual gestão
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Com o objetivo de preparar Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Técnicos em Enfermagem e Enfermeiros de Curionópolis para atuarem dentro das normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde na campanha de vacinação contra a gripe, que inicia na próxima segunda-feira (23), a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) promoveu uma capacitação sobre a temática nesta sexta-feira (20).

Os profissionais se reuniram e tiraram dúvidas diversas. A composição do público alvo da campanha foi um dos assuntos abordados, um dos exemplos são os professores, eles deverão receber a dose da vacina contra a gripe, porém, somente aqueles que estão em atividade, ministrando aulas, os participantes da capacitação foram informados que monitores que auxiliam os professores também poderão ser vacinados.

Josenilda Marques da Silva é ACS no Posto de Saúde da Família Grande Sul. Para ela, a capacitação é de grande utilidade: “De posse dessas informações posso alertar melhor as famílias que eu visito, ajudando, assim, na prevenção da gripe, doença que pode levar a óbito dependendo do tipo de vírus e do sistema imunológico da pessoa”.

A secretária de saúde de Curionópolis, Kelma Oliveira, destacou que a capacitação permanente dos profissionais de saúde é uma premissa da atual gestão e que os estoques da vacina contra a gripe já estão organizados para atender a comunidade, a partir de segunda-feira (23), quando inicia a campanha em todo o país.

“O público alvo dessa campanha é composto por idosos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), crianças de seis meses a menores de cinco anos, profissionais de Saúde, Educação e do sistema prisional, assim como pessoas encarceradas. Todos devem ser vacinados contra a gripe, a vacina é a melhor forma de prevenção. Pedimos para que quem faz parte desse grupo, compareça à unidade de saúde mais próxima de sua residência a partir de segunda-feira que nossas equipes estarão preparadas para recebê-los”, informou a secretária.

Brasil

Vírus que provocou surto de gripe nos EUA também circula no Brasil

O Ministério da Saúde ainda não marcou o início da campanha nacional de vacinação, mas segundo a assessoria de imprensa da pasta, deve ocorrer entre abril e maio.
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Com a chegada do outono, é esperado que novamente o vírus Influenza, causador das gripes, comece a circular com mais intensidade no país. Além do vírus H1N1, também conhecida como gripe influenza tipo A ou gripe suína, alguns estados já registraram os primeiros casos de infecção pelo H3N2, um tipo do vírus Influenza que só nos Estados Unidos, infectou mais de 47 mil pessoas e provocou diversas mortes, principalmente de crianças e idosos.

Segundo o último informe epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, já são 13 os estados brasileiros que registraram 57 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, (SARS, na sigla em inglês), causado pelo Influenza A (H3N2), resultando em 10 mortes este ano, sendo três casos em São Paulo.

A circulação do H3N2 no Brasil não é novidade. Segundo a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, a biomédica Regiane de Paula, o vírus H3N2 circula no país há bastante tempo. “O que acontece é uma sazonalidade, por isso em todo mês de setembro um grupo se reúne na Organização Mundial de Saúde (OMS) para entender qual é o vírus que está circulando, principalmente no hemisfério Norte, e isso replica um pouco no Brasil.”

A diretora explicou que a imunização contra o vírus está na vacina da gripe. “A vacina já vem com uma composição que abrange esses tipos de life vírus [vírus vivo] que são específicos para a imunização, a vacina já tem o H1N1, o H3N2 e tem também influenza B”.

Para a biomédica, não é possível afirmar que a incidência no H3N2 no Brasil será igual ao que ocorreu nos Estados Unidos. “Não podemos falar que vamos ter [o H3N2] exatamente da mesma maneira [no Brasil], lembrando que há um inverno muito mais intenso na América do Norte. Estamos em um país tropical, ainda não esfriou, mas estamos em mundo globalizado”, ressalta.

Segundo Regiane de Paula, a vigilância epidemiológica dos estados e municípios e também o Ministério da Saúde usam como referência o que ocorreu no hemisfério Norte. “Durante 2014 e 2015 houve incidência do H1N1 e isso se manteve durante o ano de 2017. Agora, em 2018, também temos o H3N2, que está circulando nesse momento pelo estado de São Paulo e no Brasil”.

Para a diretora, apesar disso não há nenhuma mudança significativa na incidência do vírus H3N2 no Brasil. “Ao compararmos os boletins epidemiológicos do ano passado com os dados desse ano, no estado de São Paulo, eles estão muito semelhantes”, e que a Vigilância Epidemiológica está monitorando os dados, “nesse momento estamos monitorando como está a circulação desse vírus no estado”, acrescentou.

Vacinação

O Ministério da Saúde ainda não marcou o início da campanha nacional de vacinação, mas segundo a assessoria de imprensa da pasta, deve ocorre entre abril e maio. Idosos acima de 60 anos, crianças com mais de 6 meses e menores de 5 anos, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, trabalhadores de saúde, povos indígenas, portadores de doenças crônicas e professores da rede pública e particular serão convocados para a imunização. Os grupos alvo da campanha são os mais vulneráveis.

Prevenção

As medidas de prevenção para o H3N2 são as mesmas que os outros tipos de influenza. “É seguir a etiqueta respiratória: colocar sempre o braço para tossir e/ou espirrar nas pessoas (porque ao tossir/espirrar nas mãos a pessoa pode tocar em superfícies e passar o vírus), fazer a lavagem das mãos, evitar locais fechados, principalmente população de risco e, aos primeiros sinais de sintomas, procurar um médico”, destacou biomédica.

Saúde

Campanha de vacinação contra a Gripe é prorrogada em todo o país

Com seu término originalmente previsto para o último dia 26, prazo foi estendido para 9 de junho
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“Eu ainda não tomei a vacina contra a Gripe por que não estava nem aguentando levantar da cama por conta de tantas dores da Chikungunya. Agora estou bem melhor, hoje mesmo vou no postinho me vacinar. Todo ano tomo essa vacina e nunca mais peguei uma Gripe forte”, relatou a dona de casa Rosa Maria Macário, que tem 65 anos, e faz parte do grupo prioritário da Campanha de Vacinação contra a doença. O imunobiológico é disponibilizado pelo Ministério da Saúde em todo o país.

Assim como dona Rosa Maria, muitas pessoas que são beneficiadas por esta imunização ainda não compareceram às unidades básicas de saúde para participar da campanha de vacinação, que foi prorrogada até o dia 9 de junho. Em Parauapebas, até o dia 24 de maio, 16.541 pessoas foram vacinadas, um número bem menor do que a meta de 38.096 pessoas, apesar das ações já desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) com o objetivo de atrair a comunidade para a campanha. Muitos municípios têm enfrentado a mesma dificuldade para alcançar a meta.

De acordo com os dados da Semsa, foram vacinados os seguintes quantitativos dos grupos prioritários: crianças de 6 meses e menores de 5 anos – 6.462; colaboradores de Saúde – 1.863; gestantes – 1.283; puérperas (até 45 dias após o parto) – 253; indígenas – 900; idosos – 4.421; população privada de liberdade – 145; funcionários do sistema prisional – 14; professores de ensino básico e superior – 1.250.

Os grupos que menos se vacinaram em Parauapebas, até então, são de crianças e gestantes; a meta para esses grupos são 18.383 e 4.017 pessoas, respectivamente. De acordo com a enfermeira Cleice Reis, coordenadora da Rede de Atenção à Saúde da Mulher e da Criança, da Semsa, algumas atividades da programação da Semana do Bebê, realizada em todas as unidades de saúde ao longo da semana passada, reforçaram a importância da vacina e resultou em um aumento da procura. Além disso, já foi realizada a programação do dia D pela secretaria de saúde, para também reforçar a importância da imunização.

Dados da Campanha no Brasil

De acordo com a Agência Brasil, até o dia 26 de maio, data em que encerraria a Campanha, haviam sido imunizados 63,6% de um total de 54,2 milhões de pessoas. A meta é alcançar 90% desse público. O balanço do Ministério da Saúde indica que, entre os grupos que integram o público-alvo, os idosos registram a maior cobertura vacinal (72,4%); em seguida estão puérperas (71,2%) e indígenas (68,6%). Os grupos que menos se vacinaram são crianças (49,9%), gestantes (53,4%), professores (60,2%) e trabalhadores de saúde (64,2%).

Também foram aplicadas 7,1 milhões de doses em pessoas com doenças específicas, privadas de liberdade e em trabalhadores do sistema prisional.

Os estados com a maior cobertura vacinal, até o momento, são Amapá (85,7%), Paraná (78,1%), Santa Catarina (77,7%), Rio Grande do Sul (74%) e Goiás (70,1%). Já os estados com menor cobertura são Roraima (47,9%), Rio de Janeiro (49%), Pará (52,1%), Mato Grosso (55,8%), Rondônia (56,2%), Acre (56,4%) e Mato Grosso do Sul (57,1%).

Público-alvo

A vacina contra a gripe está disponível nos postos de saúde para crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, pessoas com 60 anos ou mais (idosos), trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além dos professores.

A orientação do ministério é que pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com deficiências específicas apresentem prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde devem se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

Segurança

A vacina disponibilizada pelo governo brasileiro protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde para este ano (A-H1N1, A-H3N2 e Influenza B). A dose, segundo a pasta, é segura e considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves de gripe.

Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o ideal, de acordo com o ministério, é realizar a imunização antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe no Brasil vai do final de maio até agosto.

Fonte: informações da Semsa e Agência Brasil

 

Pará

Pará alcança meta de vacinação contra a gripe

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A Secretaria de Estado de Saúde do Pará (Sespa) informa que a campanha de vacinação contra a gripe no Estado acaba de alcançar a meta estipulada pelo Ministério da Saúde. Dados da Coordenação Estadual de Imunização indicam que até a quarta-feira, 10, foram imunizados exatos 80% da população alvo –  idosos, gestantes, crianças de seis meses a quatro anos, mulheres no período de até 45 dias após o parto, doentes crônicos e profissionais de saúde – em 86 dos 144 municípios paraenses. Isso significa que 1.187.564 de pessoas já foram vacinadas.

Ainda assim, a Sespa recomenda que os 58 municípios que ainda não atingiram a meta prossigam com a campanha normalmente e comuniquem a população que as vacinas continuam disponíveis. “Cada secretaria de saúde pode buscar estratégias diferenciadas para resgate dos não vacinados”, explica Jaíra Ataíde, coordenadora estadual de Imunização, em nota técnica. O resultado definitivo da campanha vai depender também da inserção de dados desses municípios, cuja velocidade de processamento depende de conexão estável pela internet.

No Pará, os trabalhadores da Saúde foram os que mais procuraram a vacina, correspondendo ao percentual de 93%, seguidos pelos seguintes grupos: Puerperas (93%), Idosos (87%), Gestantes (78%), Indígenas (76%) e crianças, com 73%. Entre os municípios estratégicos paraenses, dois ultrapassaram os 90% de população vacinada: Ananindeua, com 91%, e Paragominas, com 99%. Outros, igualmente populosos, ainda devem prosseguir com a campanha, como Belém (76%), Santarém (73%), Marabá (70%) e Altamira (68%).

A vacina contra gripe é segura e evita o agravamento da doença, internações e, até mesmo, óbitos por influenza. Estudos demonstram que a imunização pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da Influenza. Todas as pessoas que fazem parte do grupo prioritário devem se dirigir aos postos de saúde com o cartão de vacinação. As pessoas com doenças crônicas devem apresentar também prescrição médica no ato da vacinação. Aqueles pacientes que já fazem parte de programas de controle das doenças crônicas do SUS devem se dirigir aos postos em que estão cadastrados para receber a vacina.

Após a aplicação da dose, podem ocorrer dor no local da injeção e o endurecimento leve da pele, manifestações que geralmente passam em 48 horas. A título de orientadora da campanha, a Sespa recomenda que os profissionais das secretarias de Saúde de municípios que ainda não atingiram a meta se empenhem em convencer a população pela adesão à campanha, pois a vacina concede imunidade após 15 dias da aplicação. Nesse caso, as grávidas são um desafio à parte, já que formam um grupo mais receoso e resistente à ação. “Não há perigo. Pode se imunizar em qualquer período gestacional”, recomenda Jaíra Ataíde, coordenadora estadual do Programa de Imunizações, ao lembrar que a vacina só é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastro-intestinais, dor muscular intensa e prostração.

Os dados sobre o desempenho do Pará e dos municípios estão ao alcance da consulta pública pelo site http://sipni.datasus.gov.br/, do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (PNI)/Ministério da Saúde, órgão responsável pela dispensação de vacinas para todas as regiões do País.

Fonte: Secretaria de Estado de Saúde Publica

Pará

Campanha contra a gripe já vacinou 50% da meta no Pará

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A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informa que quem perdeu o período de vacinação contra a gripe terá mais uma oportunidade de se proteger contra a doença. O Ministério da Saúde prorrogou a campanha nacional até o dia 05 de junho. A meta é alcançar, pelo menos, 80% do público prioritário. Até a manhã desta segunda-feira, 25, foram vacinadas, só no Pará, 751.192 mil pessoas, o que representa 51% do público-alvo, formado por 1.479.953 milhões de pessoas, consideradas com mais riscos de desenvolver complicações causadas pela doença.

vacinaAs vacinas podem ser encontradas, no Pará, nas Unidades Básicas de Saúde e salas dos Programas Saúde da Família (PSF).

Até o momento, a maior cobertura de vacinação no Pará foi entre as mulheres que estão nos 45 dias após o parto, as puérperas, com 10.044 doses administradas, o que representa 58% deste público-alvo. Em seguida estão os trabalhadores da saúde, com 64.811 de doses aplicadas (57%); seguidos pelos idosos, com 301.845 (55%) de vacinados; as gestantes, com 49% imunizada; os indígenas, para os quais a vacinação chegou a 15.871 mil doses, correspondendo a 51%, e por último as crianças de seis meses a menores de cinco anos, com 306.009 vacinados (46%).

A Sespa recomenda que os profissionais das secretarias municipais de Saúde estejam empenhados em convencer a população pela adesão à campanha, pois a vacina concede imunidade após 15 dias da aplicação. Nesse caso, as grávidas são um desafio à parte, já que formam um grupo mais receoso e resistente à campanha. “Não há perigo. Pode se imunizar em qualquer período gestacional”, recomenda Jaíra Ataíde, coordenadora estadual do Programa de Imunizações, ao lembrar que a vacina só é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada à proteína do ovo de galinha.

Além da vacina, durante a campanha os órgãos de saúde intensificarão as orientações de higiene que deveriam ser mantidas a rigor pela população para uma melhor prevenção das síndromes respiratórias, como manter janelas abertas e ambientes arejados, assim como lavar as mãos, já que a transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz).

Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

Conforme as recomendações do Ministério da Saúde, a vacina contra a gripe não é capaz de eliminar a doença ou impedir a circulação do vírus. Por isso, as medidas de prevenção são muito importantes, particularmente durante o período de maior circulação viral, entre os meses de junho e agosto. Convém lembrar ainda que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar atendimento médico imediatamente.

Fonte: Secretaria de Estado de Saúde Pública