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Redenção

Vigia de hotel assassinado por asfixia em Redenção

Dois hóspedes são suspeitos de terem matado o funcionário do estabelecimento. Eles sumiram do local levando a motocicleta da vítima
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Mais um homicídio foi registrado em Redenção, o crime aconteceu por volta da 00h desta quinta-feira (16) e vitimou Antônio Pereira de Oliveira, 52 anos, mais conhecido como “Cassio”, que era vigia do hotel em que foi assassinado. De acordo com informações do proprietário do estabelecimento, que pediu para não ser identificado, dois homens são suspeitos de terem cometido o crime. “Eles chegaram aqui na terça-feira (14), dizendo que queriam um quarto. Disseram que estavam na fazenda e vieram para a cidade”, contou o homem, lembrando que na noite de quarta-feira (15), eles assistiram ao jogo na TV, na companhia de Antônio, na Recepção do hotel.

De acordo com a polícia, na manhã desta de quinta-feira (16) foi feito o Boletim de Ocorrência relatando a morte de Antônio. “O proprietário do estabelecimento chegou pela manhã e estranhou, pois o café ainda não tinha sido servido. Ligou para o aparelho celular do vigia, que não atendeu. Então, ele seguiu o som e encontrou o homem morto no quarto alugado pelos suspeitos”, contou o delegado Luciano Freitas.

A Polícia Civil está investigando para saber os motivos que levaram os supostos assassinos a cometerem o ato de crueldade. Antônio foi morto asfixiado e os assassinos fugiram levando uma moto Honda Pop 100 de propriedade da vítima. Imagens de circuito interno do hotel já foram entregues a Polícia Civil, que tenta desvendar mais um homicídio na região.

Polícia

Empresário executado a tiros no sábado em Parauapebas

Polícia Civil desmente boatos e afirma que ainda não existem acusados
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A equipe de Homicídios da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas segue investigando a execução ocorrida neste sábado (5), por volta das 16h50, na Avenida Liberdade, na qual foi vítima o empresário José Antônio Ferreira, 44 anos, do ramo de automecânica. Ele, inclusive, estava mudando de endereço e, ao atravessar a via, foi surpreendido por dois homens em uma moto vermelha que, armados de pistola calibre 380, o atingiram com vários tiros. Ferreira ainda foi levado ao Hospital Geral, mas não resistiu aos danos internos causados pelos projéteis e faleceu por volta das 17h10.

Acerca de especulações nas redes sociais, dando conta de que a esposa de José Antônio teria ligação com o assassinato, a Polícia Civil afirma que as investigações estão em andamento e não existem ainda acusados, nem a mandantes ou executores.

Também a respeito de informações de que o celular da esposa teria sido apreendido para averiguação, novamente a Polícia Civil desmente essas especulações, afirmando que ela fez questão de entregar o aparelho espontaneamente e que, após minucioso exame, nada suspeito foi encontrado nas ligações ou mensagens.

José Antônio Ferreira

Sobre especulações de que os executores se deslocavam em uma moto Honda POP, a Polícia Civil não confirma essa informação. Porém, o calibre da arma, 380, foi confirmado devido às cápsulas encontradas no local do crime.

A Polícia Civil informa que a nova equipe de investigação de homicídios está, inclusive, levantando casos antigos cuja elucidação continua pendente, se debruçando atualmente sobre assassinatos ocorridos nos anos de 2006 e 2008.

As autoridades solicitam a quem tiver informações que possam ajudar a elucidar a morte de José Antônio, assim como de outros homicídios, que ligue para o número 181. O sigilo é garantido.

Redenção

Final de semana violento em Redenção

Polícia relata ter encontrado o corpo de uma mulher e a execução de um homem
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A violência cresce desenfreada no município de Redenção, localizado no extremo sul do estado. No início da tarde deste sábado (28), mais uma pessoa foi executada: a vítima trata-se de Celio Queiróz Correia, de 60 anos de idade, conhecido na região por Celio Boiadeiro.

De acordo com informações da Polícia Civil, a vítima foi assassinada quando chegava à sua chácara, localizada na vicinal que dá acesso ao Paudarquinho, cerca de 5km do centro de Redenção.

Ainda segundo as autoridades, um veículo que não teve as características divulgada, ultrapassou o veículo de Celio e efetuou vários disparos de arma de fogo, que acertaram a sua cabeça. Ele chegou a ser socorrido e removido ao Hospital Regional, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu ao dar entrada na unidade de saúde.

A Polícia Civil ainda não tem pistas dos assassinos, mas segue investigando para tentar descobrir as motivações do crime.

Mais cedo

Na manhã do sábado (28), o corpo de uma mulher identificada como Orlene Miranda de Sousa, 30 anos, foi encontrado em estado de putrefação às margens da PA-287, saída para Conceição do Araguaia.

O corpo foi localizado pela Polícia Militar a cerca de 7 km de Redenção, e, enquanto não havia sinais de luta corporal, a vítima foi encontrada seminua.

A Polícia Civil relata que a irmã de Orlene foi localizada e informou a equipe de investigadores que ela possuía problemas psicológicos, adquiridos após um parto. Devido à isto, a vítima foi presa, acusada de ter assassinado sua filha de cinco anos, ficando dois anos recolhida no Centro de Recupração de Redenção (CRR). Após sua saída, ela ficou internada em uma clínica psiquiátrica por cerca de sete anos.

O caso está sendo investigado pela Dra. Carolina, de Xinguara.

Polícia

DJ Jhonson executado com três tiros em Canaã dos Carajás

A vítima teria procurado a polícia em março para registrar ameaças e calúnias sofridas
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A Polícia Civil de Canaã dos Carajás ainda não tem pistas do responsável pelo assassinato do DJ Joncicley Noleto Santos, mais conhecido como DJ Jhonson, ou mesmo o que motivou o crime, ocorrido por volta das 22h da última sexta-feira (27). Ele foi abordado em seu veículo, durante a volta para a casa ao lado de sua esposa, Randara Martins da Silva, após a participação em um evento esportivo ocorrido no Residencial Carajás, quando dois homens se aproximaram e dispararam seis tiros contra o DJ. Duas das balas atingiram seu abdômen e uma delas atingiu seu ombro.

Ele chegou a ser socorrido, levado para um hospital particular de Canaã dos Carajás, mas não resistiu à gravidade dos seus ferimentos, sofrendo várias paradas cardíacas ainda no centro cirúrgico.

O DJ Johnson era uma figura conhecida em várias cidades da região. Envolvido em meios políticos, ele almejava um cargo público nas próximas eleições. Suas participações em redes sociais geraram bastante repercussão e polêmica, sobretudo sua página do Facebook, onde seus compartilhamentos, em sua maioria de cunho político, geralmente envolviam ou denunciavam o descaso da classe com o município.

A notícia de sua morte foi muito lamentada em seu perfil da rede social: “A sua morte nos pegou de surpresa e o levou de nós repentinamente. Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz, e que Deus dê conforto à sua família, para que possa enfrentar esta imensurável dor com serenidade”.

Randara também se manifestou pelo perfil do marido: “É com lágrimas nos olhos e o coração sem sentir nada que informo o falecimento do Jhonson. Deus levou ele pra morar no céu. Meu amor, Deus sabe de todas as coisas”.

Jhonson tinha 36 anos, deixa viúva e uma filha de quatorze anos. O caso será investigado pelo delegado Jorge Carneiro.

Ameaças em março

Segundo notícia veiculada pelo Blog Pedro Reis, em 28 de março deste ano, Jhonson registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia Civil em Canaã dos Carajás, dando conta de que estava sendo alvo de falsas acusações, feitas em uma rede social, de ter articulado assaltos às casas de dois vereadores da cidade.

Na ocasião, ele deixou registrado também que, após ter sido alvo dessas calúnias, passou a receber ameaças de morte feitas por indivíduos de dentro do presídio, ligados a um dos seus acusadores.

Marabá

Oficina de moto é palco de homicídio ao meio dia

Dejane Viana foi morto nesta sexta-feira com vários disparos de arma de fogo e bandidos fugiram em uma moto
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Por volta de 12h30 desta sexta-feira, 27, um pistoleiro entrou em uma oficina de motocicleta no Bairro Laranjeiras, em Marabá, e disparou contra Dejane Viana Reis, 33 anos. O crime aconteceu na Avenida Itacaiunas, bairro Cidade Nova, próximo à Feira Coberta do bairro Laranjeiras, em Marabá.

Dejane tinha acabado de chegar à oficina de bicicleta, quando foi surpreendido por um pistoleiro. O comparsa do atirador ficou aguardando, à distância, a execução de Dejane Viana, e em seguida ambos empreenderam fuga, tomando rumo ignorado.

Natural da cidade de Tucuruí, Dejane chegou a Marabá nos anos 90. A vítima era bastante conhecida no Complexo Cidade Nova, tinha vários amigos e era uma pessoa bastante carismática. O morador do bairro Laranjeiras foi atingido por pelo menos três disparos de arma de fogo, possivelmente uma Pistola 380, sem nenhuma chance de defesa, e morreu no local do atentado. A Divisão de Homicídios da 21ª Seccional de Polícia Civil já está investigando a autoria de mais esse assassinato em Marabá.

Polícia

Ex-vereador de Pau D’arco é executado em Redenção

O crime aconteceu cerca de 200 metros da Delegacia de Polícia Civil
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Mais um homicídio foi registrado na cidade de Redenção, localizada ao sul do estado do Pará, às 18h30 da tarde desta quarta-feira (25). A vítima trata-se do ex-vereador do município de Pau D’arco, Carlos Eduardo Barbosa Pereira, de 50 anos de idade, mais conhecido na região como Neto do Chicão.

De acordo com informações, Neto foi alvejado pelas costas, a cerca de 200 metros da Delegacia de Polícia Civil. Após os disparos, uma equipe da Polícia Civil esteve no local do crime para fazer os primeiros levantamentos, seguida por um carro funerário para remover o corpo do local.

Ainda não há informações sobre os executores do ex-vereador, mas testemunhas relatam que, após os disparos, estes tomaram um rumo ignorado. A Polícia Civil de Redenção segue investigando para elucidar mais este homicídio ocorrido no município.

Carlos Eduardo foi vereador em Pau D’arco por três mandatos, concorrendo a vice-prefeito na eleição de 2016, como parte da chapa do ex-prefeito Maurício Cavalcante (PMDB). Na ocasião do seu falecimento, o ex-parlamentar não exercia nenhum cargo político, porém concorreria à eleição como deputado estadual.

Brasil

Homicídios no Pará aumentam mais de 100% em uma década

Atlas da Violência 2018 revela ainda que a taxa de homicídios de jovens foi de 98 para cada grupo de 100 mil habitantes
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Em 2006, no Pará, um total de 2.073 pessoas foram vítimas de homicídio. Dez anos depois, em 2016, a estatística revela que foram mortas 4.223 pessoas no Estado. Esse é um dado alarmante evidenciado esta semana com a publicação do Atlas da Violência 2018 no Brasil. Foi um aumento de 103,7%, considerado altíssimo pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Outra informação que deve acender o sinal de alerta das autoridades é a participação do homicídio como causa de mortalidade da juventude masculina (15 a 29 anos). Em 2016, essa participação correspondeu a 50,3% do total de óbitos. Se considerados apenas os homens entre 15 e 19 anos, esse indicador atinge a marca dos 56,5%. No Pará, em 2016 a taxa de homicídios de jovens, por grupo de 100 mil habitantes, foi de 98,0.

Junto de outros 19, o estado está entre aqueles que apresentaram aumento na quantidade de jovens assassinados. Em destaque estão o Acre (84,8%) e o Amapá (41,2%), seguidos pelos grupos do Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte e Roraima, que apresentaram crescimento em torno de 20%, e de Pernambuco, Pará, Tocantins e Rio Grande do Sul, com crescimento entre 15% e 17%.  Em apenas sete unidades verificou-se redução.

Em análise da violência letal contra jovens, é verificada uma situação ainda mais grave e que se acentuou no último ano: os homicídios respondem por 56,5% da causa de óbito de homens entre 15 a 19 anos. Quando considerados os jovens entre 15 e 29 anos, é observada em 2016 uma taxa de homicídio por 100 mil habitantes de 142,7 em todo o país, ou uma taxa de 280,6, se considerada apenas a subpopulação de homens jovens.

Os dados de 2016 indicam o agravamento do quadro em boa parte do Brasil. Os jovens, sobretudo os homens, seguem prematuramente perdendo as suas vidas. No país, 33.590 jovens foram assassinados em 2016, sendo 94,6% do sexo masculino. Esse número representa um aumento de 7,4% em relação ao ano anterior. Se, em 2015, pequena redução fora registrada em relação a 2014 (-3,6%), em 2016 o crescimento voltou a ocorrer.

Em termos de variação da taxa de homicídios de jovens homens, o país apresentou, em 2016, elevação de 8,0% em relação ao ano anterior. No Pará, quando analisada a taxa por 100 mil jovens homens, na faixa etária de 15-29, variação foi de 91,2% em 10 anos. Enquanto em 2006 morreram 1.185 jovens, em 2016 foram 2.266.

Em Marabá, em 2017, segundo dados do DATASUS do governo federal, 257 pessoas foram vítimas de homicídio. É um número muito alto, considerando-se a população do município, que é de 277 mil habitantes.

NEGROS

O estudo aponta, também, a desigualdade das mortes violentas por raça/cor, que veio se acentuando. Entre 2006 e 2016 a taxa de homicídios de indivíduos não negros diminuiu 6,8%, ao passo que a taxa de vitimização da população negra aumentou 23,1%. Assim, em 2016, enquanto se observou uma taxa de homicídio para a população negra de 40,2%, o mesmo indicador para o resto da população foi de 16%, o que implica dizer que 71,5% das pessoas que são assassinadas a cada ano no país são pretas ou pardas.

O Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência, que tem como ano base 2015, demonstrou que o risco de um jovem negro ser vítima de homicídio no Brasil é 2,7 vezes maior que o de um jovem branco.

De acordo com o Atlas, os negros, especialmente os homens jovens negros, são o perfil mais frequente do homicídio no Brasil, sendo muito mais vulneráveis à violência que os jovens não negros. Por sua vez, os negros são também as principais vítimas da ação letal das polícias e o perfil predominante da população prisional do Brasil.

MULHERES MAIS VULNERÁVEIS

O Atlas da Violência 2018 destaca ainda que, em 2016, 4.645 mulheres foram assassinadas no país, o que representa uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. Em dez anos, observa-se um aumento de 6,4%. A taxa do Pará é de 7,2%.

O estudo destaca, no entanto, que a base de dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade não fornece informação sobre feminicídio, portanto não é possível identificar a parcela que corresponde às vítimas desse tipo específico de crime.

No Pará, o número de homicídios de mulheres teve variação de 110,0% em dez anos, passando de 140 em 2006 para 294 em 2016. Em todo o país, a taxa de homicídios de mulheres por 100 mil habitantes por UF sofreu variação de 85,3% em 10 anos.

Desagregando-se a população feminina por raça, confirma-se um fenômeno já amplamente conhecido. No Brasil, considerando-se os dados de 2016, a taxa de homicídios é maior entre as mulheres negras (5,3) que entre as não negras (3,1) – a diferença é de 71%.

Em relação aos dez anos da série, a taxa de homicídios para cada 100 mil mulheres negras aumentou 15,4%, enquanto que entre as não negras houve queda de 8%. Em 20 estados, a taxa de homicídios de mulheres negras cresceu no período compreendido entre 2006 e 2016, sendo que em doze deles o aumento foi maior que 50%.

Comparando-se com a evolução das taxas de homicídio de mulheres não negras, neste caso, houve aumento em 15 estados e em apenas seis deles o aumento foi maior que 50%. O Pará tem a segunda mais alta taxa de homicídios de mulheres negras (8,3), assim como tem uma taxa para mulheres não negras também alta (6,6), ficando atrás apenas do Goiás.

Em 10 anos, o estado nortista viu um aumento de 92,8% nas taxas de mortes de mulheres negras, enquanto a taxa de homicídios de mulheres não negras foi negativa, de – 31,2%, no mesmo período.  É especificamente o homicídio de mulheres negras que coloca os estados de Goiás e Pará no topo do ranking das maiores taxas, já que estes não estão entre os estados com as maiores taxas de homicídios de mulheres brancas.

Parauapebas

Dois homicídios no fim de semana em Parauapebas

Um homem foi encontrado morto a pauladas e facadas e um adolescente, executado a tiros
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O adolescente Raimundo Reis dos Santos, de 16 anos, foi assassinado a tiros na noite de domingo (3), na entrada do Bairro Jardim América II. Ele já havia sido apreendido por roubo, no início deste ano, era viciado em entorpecentes e tinha envolvimento com o tráfico. Quem comunicou a morte do rapaz à Polícia Civil foi a própria mãe do rapaz, Maria Raimunda Silva Reis, 34, que registrou também um assalto sofrido dentro de casa, na Rua Monteiro Lobato, Bairro Jardim América, oportunidade em que os próprios ladrões contaram a ela que Raimundo havia sido eliminado.

A mulher relatou, em Termo de Declaração, na madrugada desta quarta-feira (4), na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, que estava em casa na noite de domingo, quando dois desconhecidos invadiram e tomaram um celular de outro filho dela, Reis dos Santos, e de um sobrinho que estava no local, Allan Breno. Depois do assalto, disseram que Raimundo estava morto na esquina e saíram.

A mulher conta que saiu imediatamente à procurado filho e, primeiramente, foi ao lava-jato em que ele trabalhava, não encontrou e seguiu para a Praça Faruk Salmem e ele também não estava lá. Dirigiu-se, então ao Bairro Jardim América II, onde encontrou o adolescente morto.

Outro assassinato

No sábado (2), Maria Antônia Bezerra, moradora da Rua Central, Bairro da Paz, registrou Boletim de Ocorrência, na 20ª Seccional, dando conta do assassinato do companheiro dela, José Agenor Pereira Lima, encontrado morto a pauladas na cabeça e facadas pelo corpo, em um barraco construído num lote que mantinha na Rua Carajás, ocupação Nova Esperança.

Maria Antônia afirma desconhecer que Agenor tivesse inimigos ou que alguém por algum motivo estivesse interessada na morte dele, mas levanta a hipótese de latrocínio, já que despareceram do local a motocicleta dele, uma Yamaha XTZ, preta, placa HTX-9036, o aparelho celular e o capacete.