Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
Jacundá

Semed implanta sistema que vai acompanhar a vida do aluno

O Programa Gestor Escolar está presente em mais de 70 municípios pelo País e foi apresentado aos secretários das escolas municipais do município
Continua depois da publicidade

A vida escolar de cada aluno matriculado na rede municipal de ensino de Jacundá será otimizada a partir deste semestre. A Secretaria de Educação (Semed) apresentou na tarde de quinta-feira (13) o novo software que fará a gestão da vida funcional dos mais de 12 mil estudantes. A informatização do gerenciamento escolar ajudará a vida do gestor escolar que tem seu dia repleto de responsabilidades.

“É necessário ter sob controle os setores acadêmico administrativo e também o pedagógico. Se o gestor não tiver um sistema de gestão escolar de qualidade eficiente, certamente perderá tempo com a burocracia que envolve a rotina escolar, sem conseguir dar a devida atenção à área mais importante de qualquer instituição de ensino: a pedagógica”, lembrou a secretária de Educação, Leila Barbosa.

Um exemplo do novo programa adquirido pela Semed está no módulo acadêmico, onde “será possível emitir os boletins escolares, consultar planilhas de resultados de todas as disciplinas escolares das turmas, obter o cálculo da média dos alunos, e assim atuar prontamente quando os alunos apresentarem baixo desempenho, consultar o ranking de notas dos alunos, entre outras facilidades”.

O Programa Gestor Escolar foi apresentado aos secretários das escolas municipais por um dos técnicos responsáveis para a primeira apresentação. “Este programa está presente em mais de 70 municípios pelo País. Após participar do processo licitatório e cumprir as regras, o mesmo apresentou todas as demandas necessárias para que fosse contemplado pelo período de um ano de assistencialismo – período este podendo ser prorrogado ou reduzido de acordo com as necessidades escolares”, disse um dos técnicos da empresa fornecedora do programa.

Leila explicou que a Semed trabalhou por um longo período com um sistema semelhante ao Gestor Escolar, o qual permite suporte administrativo e pedagógico às escolas, favorecendo e viabilizando a rotina das secretarias de maneira operativa. Por se tratar de um novo sistema, a secretaria de educação conduzirá para a próxima semana, treinamentos específicos para os secretários escolares, para que assim seja implementado o Gestor Escolar em todas as escolas municipais – campo e cidade.

Por Antonio Barroso – de Jacundá
(Foto: Divulgação)
Jacundá

Educadores de Jacundá escolhem livros didáticos para 2019

O encontro dos profissionais da Educação aconteceu na Escola “Rosália Correia”, onde tiveram a oportunidade de analisar e decidir sobre as coleções que serão utilizadas por professores e alunos nos próximos três anos
Continua depois da publicidade

Um encontro decidiu a grade de livros a ser adquiridos pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), a fim de atender os mais de 10 mil alunos matriculados na rede municipal de ensino público de Jacundá. Para definir as obras didáticas, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) reuniu diretores e educadores envolvidos com o Ensino Infantil e Fundamental, no último dia 30.

O encontro dos profissionais da Educação aconteceu na Escola “Rosália Correia”, onde tiveram a oportunidade de analisar e decidir sobre as coleções que serão utilizadas por professores e alunos nos próximos três anos. “Este momento conclui o processo de escolha democrático e participativo, iniciado anteriormente pelas unidades escolares”, disse a secretária de Educação, Leila Barbosa.
De acordo com o PNLD, os materiais distribuídos pelo MEC às escolas públicas de Educação Básica do País são escolhidos pelas escolas, desde que inscritos no PNLD e aprovados em avaliações pedagógicas coordenadas pelo Ministério da Educação e que conta com a participação de Comissões Técnica específica, integrada por especialistas das diferentes áreas o conhecimento correlatas, cuja vigência corresponderá ao ciclo a que se referir o processo se avaliação.

O que é?
Os Programas do Livro compreendem as ações de dois programas: o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), por meio dos quais o governo federal provê as escolas de educação básica pública com obras didáticas, pedagógicas e literárias, bem como com outros materiais de apoio à prática educativa, de forma sistemática, regular e gratuita.

Por Antonio Barroso – de Jacundá
(Foto: Divulgação)
Parauapebas

Líder do Governo mostra resultados positivos da educação em Parauapebas

Parauapebas apresenta a menor taxa de distorção idade/série do Pará, ou seja, todas as crianças estão na série correspondente à sua idade.
Continua depois da publicidade

O vereador Luís Castilho (PROS) usou a tribuna na Câmara Municipal e falou do êxito da educação municipal em Parauapebas. “Eu quero falar de boas notícias”, iniciou Castilho, afirmando ter acompanhado o trabalho do Secretário Municipal de Educação, Raimundo neto, que comanda a maior pasta em importância e número de servidores e de pessoas atendidas, cerca de 48 mil alunos distribuído em 68 escolas.

Castilho qualificou o trabalho de Raimundo Neto como “sério e compromissado” à frente da pasta buscando sempre realizar investimentos em áreas estratégicas para que os estudantes possam obter melhores resultados. Exemplo destes resultados, segundo o vereador, é que Parauapebas apresenta a menor taxa de distorção idade/série do Pará, ou seja, todas as crianças estão na série correspondente à sua idade. Durante o mês de julho, o Ministério da Educação divulgou importantes indicadores educacionais referente ao senso escolar 2017 que revelaram o avanço na educação pública na rede municipal de ensino de nosso município”, apresentou o vereador, detalhando que entre os sete indicadores divulgados está a educação com índice de 3.3% de distorção idade/série o menor do Pará, cuja média nacional é de 18.1% no Ensino Fundamental e 28.2% no Ensino Médio.

Segundo a Lei de Diretrizes e Base (LDB 9.394 de 1.996) a criança deve ingressar aos 6 anos de idade no 1º Ano do Ensino Fundamental devendo concluir a Etapa aos 14 anos de idade; devendo estar na faixa etária de 15 a 17 anos de idade, o jovem deve estar matriculado no Ensino Médio. “vale destacar que o resultado é soma de ação articuladas e promovidas pela SEMED ao longo do ano passado como, por exemplo, gestão eficiente, investimento e formações. Motivo que me faz parabenizar o secretário de educação Raimundo Neto e toda sua equipe técnica envolvida neste processo”, conclui Luís Castilho.

Parauapebas

Circuito Mineração encerra programação com debate sobre inclusão

Cerca de 150 professores da rede municipal de ensino participaram na manhã do último sábado, 11, no auditório do Espaço Valer, da formação que encerrou a segunda etapa de encontros do Circuito Mineração nas Escolas.
Continua depois da publicidade

Marcaram presença docentes das disciplinas de História, Geografia e Ciências, dos 3º e 4º ciclos do ensino fundamental. O projeto é realizado por meio de parceria firmada entre a Prefeitura de Parauapebas, via Secretaria de Educação (Semed), e a mineradora multinacional Vale.

Nesta terceira e última etapa das formações, o tema foi “Sustentabilidade: Inclusão Profissional no Mercado de Trabalho”. Durante o encontro, os educadores conheceram as profissões mais demandadas pela mineradora Vale e as oportunidades ofertadas às pessoas com deficiência (PcD).

A gerente de Recursos Humanos da empresa, Carmene Abreu, discorreu sobre oportunidades e empregos na mineração. E Gildiney Sales, gerente executivo de Operações, compartilhou sua experiência inclusiva. “Temos muitas iniciativas de inclusão de profissionais com deficiência na mineração. Atualmente, estamos no meio de uma formação de aprendizes PcDs em mecânica”, informou Carmene.

Para Valdelice Cardoso, coordenadora pedagógica dos 3º e 4º ciclos da Semed, a reflexão sobre a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho deve ser constante, principalmente entre os educadores. “Hoje, a rede municipal de ensino possui mais de 700 alunos com algum tipo de deficiência. Só nos nonos anos temos 119. São estudantes que, em breve, precisarão ser inseridos no mercado de trabalho”.

O professor Rodrigo Mota, que leciona Geografia na Escola Antônio Matos, garantiu que as formações e outras atividades do Circuito tornaram suas aulas mais dinâmicas e interessantes. “Recebemos materiais que podemos usar com os alunos, participamos de formações e levamos os alunos para aulas de campo na mina. Tudo isso proporcionou a eles conhecimentos mais aprofundados sobre a região onde vivem”, observou.

48 MIL ALUNOS ALCANÇADOS

O projeto “Circuito Mineração nas Escolas” foi implantado em Parauapebas em 2014 com o objetivo de aproximar e trazer novos conhecimentos sobre a mineração e sua aplicabilidade. Desde então, mais de 48 mil estudantes foram alcançados pelas diversas ações do circuito.

Segundo Margarida de Queiroz, coordenadora de Ciências dos 3º e 4º ciclos da Semed, o projeto tem ajudado os alunos e professores a compreenderem melhor a principal atividade econômica do município. “Por meio dele, os estudantes têm a oportunidade de vislumbrar de perto parte do processo de extração mineral, conhecer mais sobre a empresa e refletir sobre os impactos positivos e negativos vinculados à indústria extrativa.”

Texto e fotos: Messania Cardoso | Semed
Assessoria de Comunicação – Ascom | PMP
Jacundá

Antes de virar merenda, alimentos são avaliados em degustação

Introdução de novos alimentos é antecedida por avaliação de nutricionista e servidores
Continua depois da publicidade

Frutas, verduras, legumes, tubérculos, grãos e proteína animal passaram pelo crivo do Departamento de Alimentação Escolar da Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Jacundá no mês de julho. A avaliação é a última etapa antes que os produtos sejam liberados às escolas da rede municipal já a partir do reinício das aulas nesta semana.

O cardápio do segundo semestre inclui uma alimentação mais saudável. E para certificar-se da qualidade dos produtos, o Departamento de Alimentação Escolar realizou uma degustação com gêneros alimentícios que serão utilizados nos próximos meses no preparo da merenda escolar que é ofertada aos alunos das creches, escolas municipais, escolas conveniadas e estaduais do município.

Os pratos doces, salgados, sucos e saladas foram degustados e aprovados pela equipe da Semed, que fez uso, inclusive, de produtos da agricultura familiar.

Os alimentos são apresentados em seu estado natural e devidamente preparados segundo as orientações do cardápio escolar, produzido pela nutricionista da Semed, Claudinéa Palha Andrade.

Segundo Claudinéa, que também dirige o Departamento de Alimentação Escolar, a degustação é realizada toda vez que a Prefeitura adquire novos alimentos, a fim de checar se a especificação do produto realmente está correta.

Além disso, ela ressalta que a ideia expandiu o setor de nutrição da SEMED, pois dessa forma, fica comprovado que os educandos podem consumir os produtos de forma mais criteriosa e diversificada, conforme a legislação sugere.

Participaram do momento degustativo os membros do Conselho de Alimentação Escolar de Jacundá, representantes de merendeiras escolares e funcionários públicos, que fizeram avaliação dos produtos de acordo com a qualidade, textura, aspecto, rendimento, percentual de gordura e sabor.

Fotos: divulgação/Semed
Marabá

Grupo Tático da PM muda rotina de escola e melhora disciplina de alunos

Projeto de ordem unida contagia professores e estudantes em escola da periferia de Marabá
Continua depois da publicidade

Quando os portões da Escola Cristo Rei se abrem, às 7h30 da manhã ou às 13h30, à tarde, a entrada para as salas de aula tem o mesmo padrão: os alunos acompanham seus professores em fila e não há alvoroço, corre-corre e nem barulho ensurdecedor, como acontece na maioria dos estabelecimentos de ensino público. Eles entram com educação – calmamente – e assim permanecem na sala, onde alguns professores leem uma passagem bíblica, fazem oração e iniciam as aulas.

Mas não é apenas isso que tem mudado a qualidade das aulas na escola. Depois que foi inaugurada, no início de abril deste ano, boa parte dos professores reclamava de dificuldades para ministrar aulas porque grande parte dos alunos era muito indisciplinada e os educadores gastavam muito tempo tentando alcançar o silêncio e concentração necessários para realizar um bom trabalho de ensino.

A diretora Gleide Borges Hartuique relembra que quando assumiu a gestão da Cristo Rei, foi analisar o Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola e percebeu que havia uma enxurrada de problemas internos e externos ao ambiente escolar. “Soubemos que o CAIC (Escola Rio Tocantins) seria transformado em Colégio Militar e surgiu a ideia de criar um projeto de ordem unida em nossa escola com ajuda do Exército”, conta a diretora.

Em seguida, ela entrou em contato com a SEMED (Secretaria Municipal de Educação), que por sua vez apresentou o projeto para o comandante da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, general Eugênio Pacelli, e aguarda uma contraproposta para formalização da parceria. “Se tudo der certo, como estamos esperando, o Exército vai nos auxiliar realizando o momento cívico, contribuindo com a disciplina na escola”, explica.

Enquanto essa proposta não chega, a direção da Escola Cristo Rei recebeu uma ajuda que considera valiosa, por meio do GTO (Grupamento Tático Operacional) e em menos de dois meses, o comportamento e disciplina dos alunos melhorou significativamente. “Tudo está mudando para melhor. A disciplina dos alunos foi modificada desde o momento em que eles entram no portão da escola. Antes era aquela bagunça, entravam e saiam correndo. Agora eles já estão incorporando o projeto em si, e no principal ambiente que temos, que é a sala de aula, os professores relatam progresso, assim como os pais, que testemunham o quanto seus filhos melhoraram o comportamento em casa”, celebra a diretora.

Ainda segundo Gleide Hartuique, os professores estão entusiasmados com o início do projeto, contam que está mais fácil de dar aula, há mais organização dos espaços e os alunos passaram a fazer com mais empenho as tarefas escolares.

O trabalho de ordem unidade envolve todos os professores e alunos sempre às terças-feiras, na quadra coberta da escola, mas coordenado pelo professor de Educação Física Leonardo Barbosa de Jesus, que já foi militar do Exército. Uma equipe do Grupamento Tático auxilia na ordem unida, considerado o momento mais aguardado pelos alunos. Todos ficam em silêncio, participam das atividades com prazer e há espaço até mesmo para aquele estilo “marrento” dos militares, com braços cruzados e cara de mau – no bom sentido.

Um grito de guerra novo ecoa pela vizinhança, que também aprova a contribuição do Grupamento Tático no ambiente escolar: “Braço de ferro, punho de aço, é a Cristo Rei quem manda no pedaço. Cristo é nosso Mestre, é nosso Capitão, vai à frente da batalha comandando o batalhão. Estudar é nosso lema, ganhar é opção, o Colégio Cristo Rei está em nosso coração”.

Como forma de preparação para o desfile de 7 de Setembro, o cabo Torres, do GTO, está indo à escola três vezes por semana com sua equipe para ensaiar ordem unida com um pelotão especial formado por alunos de todas as turmas. “A nossa maior preocupação é apresentar, na prática, o que está acontecendo dentro da escola”, conta a diretora.

O professor Leonardo Barbosa de Jesus se diz orgulhoso do projeto e dos resultados alcançados até aqui. Ele explica que selecionou alguns alunos para auxiliarem no comando da “tropa” e escolheu inicialmente aqueles que tinham o perfil de liderança. Foi assim com Marcos Frank Sousa Fraga, 12 anos; Leandro Santos Silva, 11 anos; Adriele de Alcântara Fernandes, 11 anos; Danilo Cristian Soares Moura, 11 anos; Rodrigo Pinto Estumano, 13 anos; e Leandro Santos Silva, 11 anos.

E este último, Leandro, revela que participa do Clube de Desbravadores, onde aprendeu ordem unida. “Deu tudo certo. Eu me ofereci para ajudar e ele (professor Leonardo) me escolheu para ser auxiliar. Estou gostando muito de ajudar com ordem unidade na minha escola”, comemora.

Com invejável formação artística, a diretora Gleide motivou um grupo de seis alunos a praticarem, com ela, um “haka” (dança de guerra do povo maori, geralmente usada para dar boas vindas a visitantes).

Com 650 alunos, a Escola Cristo Rei está localizada no Jardim União e recebe crianças e adolescentes em dois turnos, de todos os bairros da região do núcleo Liberdade.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Escola Família Agrícola promove seminário para lançar projeto

O Projeto Produção e Educação Agroecológica a partir da EFA de Marabá tem financiamento do Basa e colaboração de diversos parceiros
Continua depois da publicidade

A Escola Família Agrícola (EFA) “Professor Jean Hébette”, por meio do Instituto de Promoção Ecológica e Social (IPÊS), promove, na próxima quinta-feira (21), a partir das 16h, o Seminário de Lançamento do Projeto: Produção e Educação Agroecológica a partir da Escola Família Agrícola de Marabá – Pará (Proefa). O evento acontece em sua sede, localizada no km 23, da Rodovia BR 230 – Transamazônica (sentido Itupiranga), em Marabá.

O projeto foi apresentado em setembro de 2017, no âmbito do edital de patrocínio 2018 do Banco da Amazônia. Após aprovação, passando pela tramitação legal, foi celebrado o contrato 083/2018, que prevê o repasse, pelo banco, de R$ 18 mil, a ser executado de maio a dezembro de 2018, os resultados esperados são: implantação de um biodigestor, a criação de duzentas galinhas caipiras em sistema semi-intensivo visando à produção de ovos e carne e criação de dez mil peixes da espécie tambaqui.

O Proefa tem como bases os aspectos: produtivo e educativo ancorados na Agroecologia e visa a promoção educacional de jovens agricultores, de forma participativa e integrada com as famílias e as comunidades, fundamentada na Pedagogia da Alternância e nos princípios da Educação do Campo. Com a crença de que “é possível produzir conhecimentos e alimentos agroecológicos” a partir das Unidades Produtivas e Educativas (UPEs) da EFA.

O Banco da Amazônia patrocina projetos que difundam a cultura da Amazônia, estejam aliados às políticas públicas e sejam realizados em parceria com os diversos atores sociais, além da valorização aos projetos comprometidos com o desenvolvimento e que respeitem sempre a sustentabilidade econômica, social e ambiental da região amazônica como meio de valorizar a sociedade e promover o desenvolvimento de sua população.

A EFA tem como parceiros a Prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), a quem está vinculada, mas recebe o apoio de outras secretarias. Para suporte técnico e realização das oficinas de capacitação conta com assessoria da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater).

Na solenidade de abertura está prevista a participação do vice-prefeito de Marabá, Toni Cunha, e representantes das instituições parceiras. O Seminário encerra com Sarau Junino com apresentações de quadrilhas e expressões artísticas e culturais.

A comunidade escolar da EFA está muito alegre com esse patrocínio, e outros projetos que estão em tramitação visando a consolidação do Proefa nas suas diversas Unidades Produtivas e Educativas (UPEs).

(Fonte: Ipês)
Marabá

Projeto sobre desperdício de água em bebedouro de escola vai à Brasília

Aluno de 14 anos sensibiliza colegas a evitar desperdício e ganha respaldo em conferência estadual
Continua depois da publicidade

No dia 14 de junho próximo, Ronaldo Brito Simões Filho, de 14 anos de idade, vai viajar para Brasília, levando na bagagem um projeto simples, mas representativo para participar da V Conferência Nacional Infantojuvenil do Meio Ambiente. O delegado estadual vai mostrar para pessoas de todo o País como ações educativas básicas estão contribuindo para mudança de comportamento que envolve colegas de sua escola (Heloísa Souza Castro) e ainda sua família.

Para chegar a Brasília, o projeto de Ronaldo venceu uma etapa municipal durante a Conferência Infantojuvenil do Meio Ambiente no início deste ano letivo, depois foi a Belém, em março, onde foi selecionado para representar o Pará no evento nacional.

A coordenadora pedagógica da Escola Heloisa Souza Castro, Edilene Dias Fernandes, vibra com o alcance do projeto e diz que a participação daquela instituição foi estimulada por uma formação ofertada pela SEMED (Secretaria Municipal de Educação) em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Cosanpa, tendo como base o fato de 2018 ser o ano mundial da água.

“Junto com o professor José Anasion Moreira, de Ciências, participei daquela formação e decidimos desenvolver um projeto em nossa escola, onde contamos com o envolvimento do professor de Geografia, Antônio Batista. Deu certo, porque aliamos essa temática à 5ª Conferência Infantojuvenil e inserimos duas turmas”, relembra.

Os educadores elaboraram junto com os alunos o projeto “Água Viva para a Vida”, com o objetivo de mostrar para a comunidade escolar a grande importância da água, que embora ainda seja abundante na Amazônia, corre o risco de acabar um dia. “Este projeto está contribuindo com a formação de jovens cidadãos conscientes, aptos a tomarem decisões e atuarem diante da realidade em que o planeta terra e a nossa região vem enfrentando com a poluição e escassez da água, provocada pelo comportamento humano”, diz a coordenadora.

ÁGUA DO BEBEDOURO
Na primeira etapa do projeto, professores e Ronaldo voltaram a atenção para o bebedouro da escola, onde há três torneiras com água gelada e alguns copos. Ali, os cerca de 900 alunos revezam o uso desses copos plásticos e aqueles que não queriam fazer uso do mesmo utensílio, usavam as mãos como concha e bebiam, derramando muita água.

A partir dessa observação, Ronaldo começou uma campanha nas salas de aula para que todos os alunos trouxessem de casa seu próprio copo, o que garantia a não transmissão de várias doenças. Além disso, o desperdício de água no bebedouro caiu bastante. “Ao compartilhar um copo, é possível pegar herpes, hepatite A, amigdalite e também viroses respiratórias”, observa Edilene Fernandes.

SOU JOVEM MULTIPLICADOR
Ronaldo Simões, apesar da pouca idade, sabe que tem responsabilidade de sensibilizar outros colegas da escola a evitar o desperdício da água. Revela que precisou, primeiro, mudar o próprio comportamento, e isso refletiu também em sua casa, onde sua família passou a gastar menos água no chuveiro e na pia. Ele revela que na escola, os alunos das séries iniciais assimilam as informações mais facilmente e mudaram de comportamento, levando os próprios copos para a escola e usando quando necessário no bebedouro. “Parece uma coisa simples, mas a gente deixa de desperdiçar água potável e tratada. Eu e outros colegas somos jovens multiplicadores dessa mudança de atitude”, comemora.

Na continuação do projeto, professores e alunos estão mobilizados para construir uma horta hidropônica na escola para contribuir com a merenda escolar e compartilhar com os estudantes um conceito simples de sustentabilidade.

Paralelamente, outros projetos importantes estão sendo desenvolvidos na Heloisa de Souza Castro, como “Judiciário na Escola” e “Xadrez Inclusivo”, por exemplo.