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Economia

Venda de veículos fecha semestre com resultado positivo

O Pará fechou o primeiro semestre do ano com um total de 45.163 veículos novos comercializados, o que representa um crescimento de 4,05% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram vendidos 43.405 veículos.
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As informações são do Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) e contemplam automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros.

Em junho, as concessionárias paraenses comercializaram 8.563 veículos novos em todo o estado, registrando assim um incremento de 4,54% em relação ao mesmo período do ano passado. No mês de junho, o setor contabilizou 2.782 automóveis vendidos, segmento que representa 32% do total de veículos. Além disso, as motos representam 54% das vendas no sexto mês do ano, com 4.619 unidades comercializadas.

Na análise por segmento de veículo, o melhor percentual de crescimento no acumulado do semestre foi registrado na venda de ônibus, que aumentou 71,59% em relação ao mesmo período do ano passado. Desempenho positivo também no segmento de automóveis e comerciais leves: com 19.328 emplacamentos no semestre, o segmento cresceu 18,25% no comparativo com o ano anterior.

Comércio

Concessionárias de veículos fazem plantão de vendas neste domingo em todo o Pará

Essa abertura é resultado de um acordo entre o Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) e os sindicatos de profissionais do setor.
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Quem quer comprar um veículo novo terá uma grande oportunidade neste domingo (24 de junho), quando as concessionárias de todo o estado funcionarão em regime de plantão de vendas no horário entre 8h e 15h. A abertura das lojas aos domingos só ocorre duas vezes ao ano – em junho e em dezembro – e é resultado de um acordo entre o Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) e os sindicatos de profissionais do setor.

Para potencializar as vendas e atrair os consumidores, as concessionárias são estimuladas pelo Sincodiv a investir em promoções e pacotes promocionais. O domingo de vendas também é positivo para aumentar os números do setor, que registrou, entre janeiro e maio deste ano, um total de 36.600 emplacamentos de veículos novos em todo o estado, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros.

Os veículos preferidos pelos paraenses em 2018 são as motos e os automóveis. Entre janeiro e maio, o Sincodiv contabiliza 19.610 motos comercializadas e 12.454 emplacamentos de automóveis. Juntos, os dois tipos de veículos responderam por 88% do total das vendas deste ano. Já o melhor percentual de crescimento no comparativo com o mesmo período do ano passado foi registrado na venda de ônibus, que cresceu 90% nos cinco primeiros meses do ano.

Canaã dos Carajás

Faltando 80 dias para a Copa do Mundo, venda de televisores ainda não teve aumento em Canaã

Ao contrário de outros anos de Copa, comércio canaense ainda não sentiu o reflexo do evento na venda de televisores
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Ao que parece, o cidadão canaense vai preferir assistir Neymar, Jesus e companhia em televisores antigos. Faltando 83 dias para a Copa do Mundo na Rússia, pouca gente compareceu às lojas para garantir um novo televisor e uma melhor imagem para acompanhar o futebol da seleção brasileira. Acostumados a vender muito mais nessa época em anos anteriores de Copa do Mundo, alguns lojistas reclamaram da baixa procura da população pelos aparelhos de TV. A venda de antenas parabólicas também não apresenta números significativos.

Segundo gerentes e vendedores do comércio varejista em Canaã, o não aumento das vendas pode ser um reflexo da crise vivida por todos os brasileiros. No município, a crise também existe e ganhou corpo depois do fim da implantação do Projeto S11D. Muitas empresas foram embora de Canaã e deixaram para trás um rastro de desemprego entre a população. Desde então, filas se repetem na porta do Sistema Nacional de Emprego e menos dinheiro circula no comércio local.

O gerente de loja Magno Silva trabalha há mais de 10 anos com vendas em varejo. Acostumado a vender bem nos períodos de Copa do Mundo, o profissional reclama da situação: “Na linha de televisores, as vendas ainda estão muito tímidas. Ainda não deu para sentir o aquecimento de vendas que a gente é acostumado no período. Geralmente, por essa época, as pessoas estão procurando bastante novas TV’s, antenas, uma melhor imagem para ver a Copa, mas esse ano está muito parado. Nem parece que vai haver uma Copa do Mundo. Tenho certeza que isso acontece por causa dessa crise. Aqui em Canaã mesmo: é desemprego, prefeito afastado, greve geral… É complicado.” Segundo o gerente, a loja pretende fazer promoções nos próximos meses para incentivar a compra de televisores.

Quem também mostra desânimo com a situação é o gerente Wallace Rodrigues. O jovem gestor tem sob seu comando vários vendedores ansiosos por um aquecimento de vendas que ainda não veio: “Na realidade, o que nós esperávamos não aconteceu. A procura das pessoas por televisores e antenas ainda está muito pouca. Acho que essa dificuldade, essa crise que está acontecendo explica isso. O povo está pensando muito antes de comprar e fazer uma dívida. Já nos próximos dias, queremos fazer grandes promoções para atrair essas pessoas para a loja. Vamos facilitar o parcelamento e tentar caprichar no preço à vista.”

Apesar da reclamação dos gerentes, a vendedora de uma outra empresa, Lane Oliveira, acredita que dias melhores virão: “As vendas de TV deram uma caída. Já o fluxo para as antenas até que está razoável. No caso das TV’s, a gente tinha um estoque do ano passado que foi vendido em fevereiro. As vendas dos aparelhos foram até boas nesse mês passado, mas agora está meio parado. Um novo estoque deve chegar até o final do mês e, como também é o aniversário da loja, vai haver várias promoções e tenho certeza que a procura vai ser grande.”

De olho na clientela, as lojas canaenses têm buscado melhorar os preços de seus produtos. Outro fator que pode fazer toda a diferença em períodos de crise, é o atendimento mais qualificado ao cidadão. Além disso, o marketing da empresa e melhores planos de parcelamento podem incentivar o consumidor a querer ver a seleção canarinho em melhor resolução.

Comércio

Venda de veículos no Pará cresce 13,24% em agosto

Os dados foram divulgados pelo Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP)
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No mês de agosto, o Pará registrou 8.877 emplacamentos de veículos, o que representa um crescimento de 13,24% em relação ao mês de julho, quando foram emplacados 7.839 veículos em todo o estado. O setor registrou crescimento também no comparativo com o mesmo período do ano passado, com 5,48% mais vendas em agosto deste ano.

Os dados divulgados pelo Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) contemplam automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros e indicam a retomada de aquecimento do setor.

No segmento de automóveis e comerciais leves, o setor registrou 3.325 emplacamentos de veículos novos em agosto, o que gerou um saldo positivo de vendas de 8,13% em relação ao mês anterior e 16,91% no comparativo com agosto de 2016.

Desempenho positivo também no mercado de motos, que registrou venda de 5.181 itens em agosto contra 4.452 no mês anterior, portanto, crescimento de 16,37%.

Comércio

Venda de veículos no Pará registra crescimento no mês de junho

Emplacamento de ônibus e caminhões teve o melhor resultado, com índice de crescimento superior ao nacional
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As vendas de veículos novos no Estado do Pará no mês de junho cresceram 7,25% em relação a maio. Foram 8.192 emplacamentos de veículos no sexto mês do ano enquanto maio registrou 7.638 veículos emplacados. Os dados divulgados pelo Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) contemplam automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros e indicam a retomada de aquecimento do setor.

O melhor resultado foi registrado no segmento de ônibus e caminhões, que cresceu 25,71% no estado, o que sugere bom desempenho econômico de negócios que utilizam esse tipo de veículo para fins comerciais. Os números do Pará nessa categoria superam os dados nacionais, que indicam que as vendas em junho cresceram 5,63% em relação ao mês de maio.

Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves somaram 3.252 unidades no mês passado, registrando crescimento de 5,79% em relação ao mês anterior. No comparativo entre junho de 2017 e o mesmo período do ano anterior, quando foram emplacados 2.789 veículos no Pará, o crescimento foi de 16,6%.

Comércio

Venda de veículos no Pará registra crescimento no mês de maio

Segundo a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, no mês de maio foram emplacadas 285.766 unidades, contra 230.837 no mês anterior.
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No mês de maio, o Pará registrou 7.638 emplacamentos de veículos, o que representa um crescimento de 19,72% em relação ao mês de abril, quando foram emplacados 6.380 veículos em todo o estado. Os dados divulgados pelo Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP) contemplam automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros e indicam a retomada de aquecimento do setor.

O resultado do Pará acompanha o desempenho positivo do setor em todo o Brasil. Segundo a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, o mês de maio apresentou avanço de 23,8% em relação a abril. Foram emplacadas 285.766 unidades no quinto mês do ano, contra 230.837 no mês anterior.

No Pará, as vendas de automóveis e comerciais leves somaram 3.074 unidades no mês passado, registrando crescimento de 23,26% em relação a abril. Houve crescimento também no comparativo com maio de 2016, quando foram emplacados 2.940 automóveis.

No segmento de ônibus e caminhões, os dados do Sincodiv indicam crescimento de 32,91% em maio com relação ao mês anterior, registrando 105 itens vendidos no mês passado contra 79 em abril. Nesse item, o destaque fica para a venda de ônibus, que cresceu 130%. Desempenho positivo também no mercado de motos, que registrou venda de 4.295 itens em maio contra 3.707 no mês anterior, portanto, crescimento de 15,86%.

Comércio

Setor automobilístico reage e venda de carros cresce no Pará, em março

Parauapebas foi o segundo município na venda de veículos comerciais leves, com 14,27% do mercado
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O mercado de carros novos deu sinal de reação em março. Segundo dados divulgados esta semana pelo Sindicato das Concessionárias e Distribuidoras de Veículos do Pará e Amapá (Sincodiv PA/AP), o mês passado fechou com venda acima de oito mil unidades. Foram comercializados, exatamente, 8.240 veículos no estado, a grande maioria (7.969) automóveis, comerciais leves e motos.

As vendas totais, representando todos os segmentos, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários, subiram 37,56% em comparação com fevereiro, um mês tradicionalmente muito fraco. No entanto, o mês que passou ainda não conseguiu reverter o saldo negativo de 2017, agora em 21,46% e somando 21.191 veículos comercializados.

As vendas de comerciais leves, que são os carros utilitários, apresentaram 708 veículos emplacados contra 393 em fevereiro, aumento de 80,15%. Houve um expressivo crescimento também no emplacamento de motos, de 37,55% em um mês. Em março, foram vendidas 4.909 motocicletas novas contra 3.569 em fevereiro, mas em comparação com o mesmo período do ano passado, a queda é de 23,60%, já que em 2016 foram emplacadas 6.425 motos novas em março.

Segundo o presidente do sindicato, Leonardo Pontes, “houve uma pequena recuperação nas vendas, mas ainda é preciso esperar para saber como está o mercado, já que janeiro e fevereiro são meses tipicamente fracos nas vendas”. Ele acredita que para este ano a recuperação será gradual.

Dados municipais

Entre os municípios paraenses, Belém se destaca na venda de todos os segmentos, seguida por Ananindeua na venda de automóveis, com 9,44%; Parauapebas em segundo na venda de comerciais leves, com 14,27%; Paragominas em segundo na venda de caminhões, com 10,53%; novamente Parauapebas em segundo na venda de motos, com 6,11%; e Barcarena na vice-liderança na comercialização de ônibus, com 23,08%. 

Nacional

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) prevê uma alta de 4% nos negócios neste ano, com a venda de 2,13 milhões de veículos. Desde janeiro era esperado o início da recuperação, mas só agora as expectativas foram confirmadas.

Comércio

Ainda é viável investir em Parauapebas? O Sebrae responde.

É necessário que o empresário se prepare bem para conseguir entregar um produto ou serviço com diferenciação, seja no preço ou na qualidade, diz diretor do Sebrae em Parauapebas
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O fluxo de abertura e fechamento de empresas sempre foi intenso em Parauapebas, de acordo com o gerente da agência do Sebrae na cidade, Raimundo Nonato de Oliveira. Mas, parece que com o aumento do desemprego e a escassez de oferta de vagas de trabalho em Parauapebas, tem crescido o movimento de abertura de novos negócios, principalmente no ramo de alimentação e desenvolvidos na informalidade.

O volume de demissões tem só aumentado. Em janeiro desse ano pelo menos 1.531 pessoas foram demitidas contra 1.036 contratações, o que resulta em um saldo negativo de 495 postos de trabalho, conforme os dados do Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ainda assim, até o início deste ano, Parauapebas contava com cerca de 40 mil empregos formais, o que representa um mercado consumidor potencial.

“Há um sentimento claro de que a procura por registro do Microempreendedor Individual (MEI) se intensificou nos últimos anos. Creio que há uma relação direta com o desemprego. São pessoas que pegaram um dinheiro e decidiram investir em um negócio. Também temos observado uma procura considerável por informações a respeito do agronegócio”, afirmou o gerente do Sebrae. Atualmente Parauapebas conta com 5.234 empresas cadastradas como MEI, e de acordo com o site empresômetro são 15.171 empresas formais instaladas no município.

“Antes da crise, o mercado em Parauapebas era predominantemente comprador. Quem teve dinheiro nesse período para investir e produzir teve ótimo lucro. A realidade hoje é bem diferente, temos um equilíbrio na oferta e procura. É necessário que o empresário se prepare bem para conseguir entregar um produto ou serviço com diferenciação, seja no preço ou na qualidade. É preciso também investir em atendimento”, afirma Raimundo Nonato.

Ainda é viável investir no município?

“Claro que sim! Porém, é preciso estar preparado, não dá mais para se lançar no mercado sem o conhecê-lo e sem definir uma boa estratégia. É preciso ter um plano de negócio bem estruturado e trabalhar para ser competitivo”, reforçou Raimundo Nonato, acrescentando que um grupo de empresários antigos da cidade tem reclamado muito diante das dificuldades enfrentadas para vender como antes. Já os empresários de fora, que chegam na cidade, acham que “aqui é o paraíso”.

“O empresário de fora chega com essa referência de competitividade, de tirar leite de pedra, e então consegue enxergar oportunidades de investimentos e negócios. Parauapebas é viável, tem um grande mercado consumidor e com dinheiro. Em alguns segmentos houve um equilíbrio entre oferta e procura, em outros um desequilíbrio, como no caso do setor imobiliário e de materiais de construção, o mercado saturou e quem não estava preparado teve que sair. Quando não se está em crise, o mercado esconde pontos desfavoráveis do negócio, em tempos de crise é preciso ser competitivo”, afirma o gerente do Sebrae.

No segundo semestre de 2016 o Sebrae realizou uma pesquisa nos principais municípios do Pará para identificar os segmentos mais promissores, tendo como base o comportamento dos consumidores, empresários locais e visitantes. De acordo com a pesquisa, os segmentos com maior índice de oportunidade em Parauapebas são: academias de ginástica; agência de turismo e viagens; cyber café; empresa de vigilância; curso de língua estrangeira; curso preparatório para concurso; curso profissionalizante; restaurante; transporte escolar.

No caso das academias de ginástica, por exemplo, de acordo com a pesquisa são 42 empresas na cidade, dividindo o total de habitantes pela quantidade de empresas dá um total de 4.522 pessoas para cada academia. O percentual de consumo desse serviço é bom e mais de 70% dos entrevistados na pesquisa tem interesse nele.

A pesquisa também realizou avaliação de satisfação de serviços, e nesse quesito, as 10 casas lotéricas da cidade foram muito mal avaliadas, pelo menos 32,1% das pessoas atendidas nesses locais reclamam de insatisfação no atendimento. Um dos segmentos que tem grande número de estabelecimentos é o de comércio de água mineral e bebidas, são 311 no total, já curso preparatório para concurso são apenas três na cidade.