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Números de agressão à mulher têm crescido em Redenção

Delegada orienta mulheres a não ficarem caladas. Elas devem procurar a Deam e denunciar o agressor. A denúncia também pode ser feita por telefone
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Neste ano de 2018, a cada 31 horas e 18 minutos uma mulher é espancada ou ameaçada severamente pelo namorado, noivo, marido ou amante em Redenção. É o que revelam os dados estatísticos da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam). Esse número, porém, pode ser bem maior, pois, os 137 casos registrados de 1º de janeiro para cá se referem apenas aos que foram relatados na Deam. Não estão contabilizados aí os casos registrado em Boletim de Ocorrência, de mulheres que procuram a unidade central da Delegacia de Polícia Civil para se queixarem de violência doméstica.

De acordo com a Delegada Maria de Fátima, somente nos primeiros seis meses do ano foram registrados mais de 50 casos de agressão física e 87 casos de ameaças. Ela explica que a mulher agredida tem certo receio de denunciar a agressão sofrida, “por medo ou vergonha”.

A delegada enfatiza que nenhum tipo de agressão deve ser aceito, seja moral, psicológica, sexual ou física.  “Nenhuma mulher deve se calar diante a violência doméstica e a denúncia é o melhor caminho. As vítimas podem se deslocar até a Deam ou realizar a denúncia pelos telefones 181 ou 180, a polícia vai investigar a denúncia”, orienta Maria Aparecida.

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Vale ressaltar que junto com a Deam funciona a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente. A Deam está localizada na Avenida Araguaia, 1.500, ao lado da Unidade de Saúde Araguaia, na saída para Conceição do Araguaia.

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