A Polícia Militar do Pará, mais especificamente o comando em Parauapebas, através do Major Sergio Pastana, em matéria veiculada no jornal Correio do Tocantins deste fim de semana, negou as afirmações do Delegado-geral de Polícia Civil, Dr. Raimundo Benassuly Maués Júnior, no tocante ao suporte solicitado pelo delegado André Albuquerque para o cumprimento da missão que culminou com sua morte em 03 de outubro.
Em entrevista coletiva o delegado-geral da polícia civil havia afirmado que a PM não poderia ceder, naquela data, suporte à Polícia Civil, fato que levou o delegado André a executar a ação somente com seu pessoal.
Segundo o Major Pastana, havia sido feito um acerto entre as polícias militar e civil para que a operação fosse realizada na madrugada da segunda-feira (04) em virtude da demanda do quartel no dia da eleição. Pastana não soube explicar os motivos que teriam levado o delgado André a realizar a operação sem a presença de uma guarnição da polícia militar, tão pouco revelou o nome do agente da polícia civil que teria comparecido no quartel para acordar a ação.
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1 comentário em “PM de Parauapebas nega versão da Polícia Civil”
tem comentarios que nao e divulgado fiz um sobre a policia sobre a fragilidade da mesma e corrupção e nao saiu esta defendendo o que meu. Ai tem ……………………….
A quem quer proteger…………………………………….
A policia de Parauapebas é inconfiavel e corrupta.
A morte deste Delegado tem coisa e ………………………………………
DIVULGUE AI CARA ………….