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Religião

Círio arrasta 35 mil fiéis pelas ruas de Parauapebas

Nova programação agradou os participantes

A 13ª edição do Círio de Parauapebas, a maior festa católica da cidade e região, mobilizou mais de 35 mil fiéis – de acordo com levantamento do Corpo de Bombeiros – pelas ruas desde às 6h30 deste domingo (22).

A nova programação iniciou com a oração do terço na Igreja de São Francisco, bairro Rio Verde, e logo em seguida a Berlinda, decorada carinhosamente pelo artista plástico Afonso Camargo, com mais de 250 metros de corda, arrastou os devotos pela rua JK passando pelos bairros da Paz e Beira Rio até o Parque dos Carajás, com a missa campal, no local que será construído o Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, celebrada por Dom Vital Corbelinni encerrando a programação por volta das 11 horas.

Na Coordenação do Círio em mais um ano, Padre Hudson Rodrigues, celebrou a festa que os parauapebenses organizaram e prestigiaram. “Não registramos nenhum incidente e o público correspondeu nossa expectativa, inclusive aprovando a nova programação, que iniciou com o terço e encerrou com a missa”, explicou o padre.

E o Círio de Parauapebas também reuniu fiéis de outras religiões, como é o caso das socorristas, voluntárias pela primeira vez no evento, que são evangélicas. “Mesmo tendo outra religião tenho respeito e fiquei encantada com toda essa mobilização de fé. Os idosos deram exemplo de saúde, quem precisou de atendimento foram os jovens”, relataram as técnicas de enfermagem, Bruna Tomé e Francisca Silva, que participaram do Círio como horas complementares do curso técnico. E elas garantem: “ano que vem voltaremos como voluntárias novamente”.

Quem não ficou muito contente com o resultado do Círio foi o vendedor ambulante Rafael Barreto. Natural de São Luiz-MA, ele mora em Belém e desde outubro que a missão é seguir Nossa Senhora de Nazaré pelas cidades que realizam o Círio. “Na região sudeste nossas vendas foram melhores em Marabá. Só não tive prejuízo aqui porque fiquei em hotel dividindo quarto com quatro vendedores e como sou devoto da santa, ela não me desampara”, concluiu o vendedor, que agora segue para Bragança. Voltar para casa só em dezembro quando encerram as celebrações do Círio de Nazaré no Pará.

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