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Marabá

MP Eleitoral apreende ônibus de Miss Marabá e conduz candidata à vereadora para a Polícia Federal

A partir de uma denúncia anônima, as promotoras Josélia Leontina de Barros e Mayanna Queiroz, do Ministério Público Eleitoral, apreenderam um ônibus da SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano de Marabá) por volta de 22 horas desta quarta-feira, 14. O veículo transportava a Miss Marabá Fablina Rafaela Paixão, que seguia para Belém, onde disputaria hoje, quinta-feira, 15, o Miss Pará 2016.

Junto com Fablina estavam ainda no ônibus da SDU cerca de 25 pessoas, entre familiares e sua empresária Rayta Soylares, também candidata a vereadora por Marabá. O ônibus foi apreendido e encontra-se no pátio do Ministério Público Estadual, na Agrópolis do Incra. Os ocupantes também foram conduzidos para prestar depoimento, que demoraram até por volta de meia noite.

Já Rayta, que é candidata a vereadora, foi conduzida para a Polícia Federal, que é responsável pela apuração de crimes eleitorais. A promoter sempre conduziu candidatas a competições de beleza e Flabina era uma das pupilas, inclusive já venceu outros certames menos importantes.

A promotora Mayanna Queiroz informou que há indícios de crime eleitoral, mas também de crime de improbidade administrativa, devendo aguardar o depoimento do superintendente de desenvolvimento Urbano, o que deve acontecer ainda nesta quinta-feira. “Só então vamos avaliar se o ônibus será liberado”, sustentou ela, observando que há indícios de desvio de finalidade de um bem público, que deveria estar sendo usado para as ações específicas do órgão fundiário e não transportando candidata a miss para concurso.

Para realizar a apreensão em flagrante, as promotoras fizeram campana no bairro Santa Rosa, próximo ao Centro de Saúde João Batista Bezerra, onde reside Fablina e seus pais. Com 1,78 de altura, ela concorre a certames de beleza desde 16 anos, tendo sido Garota Expoama e disputado também o Rainha das Rainhas do Carnaval de Belém pelo Clube Monte Líbano.  (Ulisses Pompeu – de Marabá)

Comentários ( 12 )

    1. No seu planeta deve ser normal desviar finalidade de bem publico em prol de concurso de beleza. Você pode ter certeza de que as coisas mais importantes com as quais o MP (e a população em geral) devem se preocupar não são concursos de miss. A corrupção começa em casa e você é um deles.

  1. Que barrigada do experiente repórter Ulisses Pompeu, Rayta Solares não é mulher e sim “homem” o nome “dela” é Raimundo Nonato Farias Rezende é só consultar no Site de TSE.

  2. Bom dia

    Infelizmente essa pessoa que fez essa denuncia foi infeliz no sucesso em cancelar esta viagem que o senhor Deus já tinha concedido.
    Esse pessoa que fez isso deve ser daquelas que só quer se dar bem em cima de outras pessoas e de seu padrinho. Deixo bem claro foi uma correria imensa pra que essa viagem desse certo, infelizmente chegamos a entender que aqui em marabá ainda e uma cidade cega, atrasada e de caboclos isso e muito triste vejo eu que aqui muitos não querem ver e nem tanto ajudar e contribuir na cultura o desenvolvimento da cidade e quando tem pessoas que aparece pra ajudar existe outras querendo destruir.

  3. Caro Foca: não houve barrigada. Talvez precise rever seu conceito sobre “barrigada em jornalismo”. Pelo menos não sobre o nome da Rayta. Sei sim que o nome oficial, de cartório, tal, é Raimundo. Mas em função das convenções sociais – direitos dos homossexuais – Rayta usa um nome feminino, eu prefiro adotar o nome que ela prefere, assim como os pronomes relacionados.
    Agora, reconheço que errei algo nessa notícia, porque era um fato que eu não sabia. Fablina não estava no ônibus, e sim em Belém. Apenas parentes e amigos estavam no ônibus que conduziria a torcida para a Capital. A jovem já estava em Belém. E nem isso é considerado barrigada.
    A tal barrigada ocorreria se o fato – apreensão do ônibus – não tivesse ocorrido. Mas fiz foto do ônibus na sede do MP e conversei com uma das promotoras por telefone.
    Mas obrigado por seu comentário amigo Foca. Trocamos figurinhas, pelo menos.

  4. A questão não é a moça e sim o meio de transporte. Usar meios públicos para fins pessoais e realmente bem errado.
    Mas parece que tem gente que compactua com isso. Depois reclama que não tem transporte público decentes, que

  5. Vamos procuráramos outros fatos mais relevantes para nós leitores, formalizarmos com mais respeito as nossas opiniões, sem denigrir os nobres profissionais da imprensa.

  6. Caro Ulisses!
    Saiba que sou fã de seu trabalho, você tem engrandecido o jornalismo da nossa região com grandes reportagens, obrigado por responder meu comentário. Forte Abraço.

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