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Polícia Federal

Operação Darkode, da PF, combate crimes cibernéticos no Pará, em outros 3 Estados e no DF

O nome da operação faz alusão ao fórum internacional intitulado DARKODE, criado em 2007 com o propósito de reunir os maiores e os mais especializados hackers e criminosos cibernéticos em um único ambiente virtual.

A Polícia Federal deflagrou hoje (21/3) a segunda fase da Operação Darkode, a fim de desarticular organização criminosa especializada em fraudes contra o sistema bancário, por meio eletrônico, além da negociação de informações úteis à prática de crimes cibernéticos.

Estima-se que as ações da organização criminosa tenham causado prejuízo superior a R$ 2,5 milhões, em especial mediante fraudes contra o sistema bancário.

Cerca de 100 policiais federais cumprem 37 mandados judiciais, sendo 04 mandados de prisão preventiva, 15 mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão, em residências e em empresas vinculadas ao grupo investigado, com o objetivo de colher provas contra outros integrantes e beneficiários da organização, bem como identificar e apreender bens adquiridos ilicitamente.

As diligências estão sendo executadas nas cidades de Goiânia/GO, Aparecida de Goiânia/GO, Anápolis/GO e Senador Canedo/GO, bem como nos Estados do Pará, de Tocantins, de Santa Catarina, além do Distrito Federal.

O líder da organização cumpre pena no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia/GO, imposta por sentença condenatória da 11ª Vara Federal de Goiânia em decorrência da prática de crime cibernético.

Veja também:  PF e Exército deflagram Operação Rastilho em Marabá.

Na primeira fase da operação, deflagrada em julho de 2015, foram cumpridos 07 mandados judiciais em Goiânia/GO, sendo 2 mandados de prisão e 1 de condução coercitiva, além de 4 mandados de busca e apreensão. A ação foi coordenada com forças policiais de diversos países contra hackers que se comunicavam por intermédio de um sítio eletrônico denominado Darkode.(PF)

PARÁ

O Pará recebeu um pedido de apoio da Superintendência de Goiás para cumprir um mandado de prisão temporária, um de prisão coercitiva e outro de busca e apreensão pela Operação DARKODE. Todos os mandados deveriam ser cumpridos em Redenção, sudeste paraense. De acordo com o delegado Jorge Eduardo, da Polícia Federal, apenas a prisão temporária foi efetuada, pois os mandados de prisão coercitiva e de busca e apreensão eram para uma pessoa que faleceu recentemente, identificada como a mãe de um dos investigados.

O suspeito que teve mandado expedido para prisão temporária já está preso e, segundo o delegado Jorge, há uma tentativa de encaminhá-lo para uma penitenciária local, mas ainda não foi possível por envolver outros estados.

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